terça-feira, 30 de maio de 2017

MP denuncia ex-desembargadores e advogados suspeitos de pedir propina em ação de R$ 500 milhões







Ex-desembargadores teriam exigido 5% de propina para conceder decisão favorável em ação de inventário. Percentual seria repassado por meio de falsos contratos de honorários.





O Ministério Público da Bahia (MP-BA) informou, nesta segunda-feira (29), que denunciou dois desembargadores aposentados do Tribunal da Justiça da Bahia (TJ-BA) e três advogados suspeitos de exigirem vantagem indevida em um processo de espólio, que diz respeito ao conjunto de bens de uma pessoa já falecida, estimado em mais de R$ 500 milhões. O caso foi divulgado pelo MP em outubro de 2016.
A denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), na semana passada. Os ex-desembargadores Daisy Lago Ribeiro Coelho e Clésio Rômulo Carrilho Rosa de concussão são acusados de falsidade ideológica.
De acordo com o Ministério Público, os ex-desembargadores utilizaram-se dos cargos que ocupavam para exigir 5% de propina, em benefício de cada um deles, para conceder uma decisão favorável na ação de inventário.
O percentual, segundo o MP, seria repassado para os desembargadores por meio de falsos contratos de honorários com quatro advogados. De acordo com o Ministério Público, os documentos seriam confeccionados com o apoio dos escritórios de advocacia Cerqueira, Frank & Soares Advogados Associados e Carrilho Rosa Advocacia Empresarial e Consultoria, que ficam em Salvador.
Em nota, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) informou que "não pode se pronunciar sobre a denúncia porque não teve conhecimento formal do seu conteúdo". No entanto, o TJ afirmou que "confia em todos os seus membros e segue à risca o princípio de que todo cidadão é inocente até que se prove o contrário".
G1 solicitou posicionamento do escritório Cerqueira, Frank & Soares Advogados Associados a respeito da denúncia do MP e aguarda retorno na noite desta segunda-feira. A reportagem não conseguiu contato com a empresa Carrilho Rosa Advocacia Empresarial e Consultoria.
esquema foi investigado pelo Ministério Público da Bahia, que, em outubro de 2016, deflagrou por meio do Gaeco a 'Operação Leopoldo'. Na ocasião, foram realizadas conduções coercitivas dos suspeitos e apreendidos documentos, computadores e telefones celulares nas casas dos suspeitos, localizadas nos bairros do Stiep, Pituba e Campo Grande, em Salvador.

Investigações




Procuradores do MP divulgaram informações saobre crime em outubro de 2016. (Foto: Maiana Belo)
Procuradores do MP divulgaram informações saobre crime em outubro de 2016. (Foto: Maiana Belo)


O MP-BA ficou ciente da ação criminosa, no ano passado, após denúncia por parte de familiares de Leopoldo Batista de Souza, que receberiam o benefício do inventário. A investigação foi iniciada em 19 de fevereiro de 2016.
Conforme o MP, o esquema foi comprovado por meio de interceptações telefônicas, escuta ambiental e da análise do material apreendido. A denúncia foi distribuída para a 2ª Vara Criminal de Salvador.
À época da divulgação do esquema, os desembargadores e advogados suspeitos de envolvimento no crime negaram participação no crime.
A ação judicial tramitava no Tribunal de Justiça da Bahia desde a década de 1990, quando os herdeiros de Leopoldo Batista de Souza ingressaram com a demanda para reaver créditos existentes junto ao Banco Econômico – posteriormente substituído pelo Banco Bradesco.
A decisão foi julgada procedente em primeira instância e determinou à instituição bancária o pagamento dos créditos estimados em R$ 564.624.641,90. O MP diz que o Bradesco ingressou com um recurso que, em agosto de 2011, foi julgado procedente pela relatora do processo, a então desembargadora Daisy Lago, e pela Câmara do TJ.
Para tentar reverter a decisão, os herdeiros ingressaram com um novo recurso em setembro daquele ano.
Conforme a MP, em 2013, o novo advogado contratado pelos herdeiros informou que, em contato com o desembargador Clésio Rômulo Carrilho Rosa foi comunicado de que a desembargadora Daisy Lago Ribeiro Coelho se dispôs a colocar o recurso em pauta para julgamento e a conceder decisão favorável desde que fosse garantido o pagamento de 5% do espólio a cada um dos dois desembargadores, segundo as informações do MP.
Ainda de acordo com o órgão, para camuflar a origem da vantagem indevida, os ex-desembargadores indicaram os escritórios de advocacia Cerqueira, Frank & Soares Advogados Associados e Carrilho Rosa Advocacia Empresarial e Consultoria para confecção dos falsos contratos de honorários.
Segundo o MP, pressionados, os herdeiros cederam à exigência e, em abril de 2014, a desembargadora alterou sua decisão anterior e julgou procedente o recurso. O Banco Bradesco recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde o processo está em andamento atualmente.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

A Suprema Corte de nosso país tem bandido de toga ”Michel Temer diz ter 2 Ministros no Supremo; Joesley Batista diz ter 2 Juízes e 1 procurador. Notícias de vendas de sentenças?” contra a justiça e o povo de uma nação, imagine nos estados que compõem está nação, ou seja, os bandidos de toga estão em todas as instâncias e departamento da administração pública. Com suas raras exceções!

MP denuncia ex-desembargadores por pedido de propina em causa de R$ 500 milhões... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/05/29/mp-denuncia-ex-desembargadores-baianos-por-pedido-de-propina-em-causa-de-r-500-mi.htm?cmpid=copiaecola





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MP denuncia ex-desembargadores por pedido de propina em causa de R$ 500 milhões - Notícias - Política
O MP-BA (Ministério Público da Bahia) denunciou nesta segunda-feira (29) pelos crimes de concussão, falsidade ideológica e concurso de pessoas. Os ex-desembargadores Clésio Carrilho e Daisy Lago são denunciados por pedido de propina... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/05/29/mp-denuncia-ex-desembargadores-baianos-por-pedido-de-propina-em-causa-de-r-500-mi.htm?cmpid=copiaecola



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

A Suprema Corte de nosso país tem bandido de toga ”Lava Jato” contra a justiça e o povo de uma nação, imagine nos estados que compõem está nação, ou seja, os bandidos de toga estão em todas as instâncias e departamento da administração pública. Com suas raras exceções!
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Mantega reconhece conta não declarada no exterior



 Atualizado em segunda-feira, 29 de maio de 2017 - 22h24

Segundo defesa do ex-ministro, valor de US$ 600 mil refere-se ao pagamento recebido pela venda de imóvel herdado do pai


Mantega é investigado por supostamente ter solicitado pagamentos ilícitos a campanhas do PT / Ueslei Marcelino/Reuters


O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega reconheceu nesta segunda-feira (29) ter uma conta não declarada no exterior com depósito de US$ 600 mil.

Segundo a defesa do ex-ministro dos governos Lula e Dilma, a conta foi aberta antes de o petista assumir o comando do Ministério da Fazenda e o valor refere-se ao pagamento recebido pela venda de imóvel herdado do pai.

Em petição protocolada nesta segunda na Justiça Federal no Paraná, a defesa do ministro abriu mão dos sigilos financeiros e fiscal e disse não querer, com o pedido, perdão ou clemência pelos erros cometidos.

Réu na Operação Lava Jato, Mantega é investigado por supostamente ter solicitado pagamentos ilícitos a campanhas do PT, em 2012. O ex-ministro chegou a ser preso na 34ª fase da Lava Jato, intitulada de Arquivo X, mas foi solto no mesmo dia.

“A fim de demonstrar sua total transparência frente às investigações em curso neste juízo [a defesa] afirma que abre mão de todo e qualquer sigilo bancário, financeiro e fiscal, inclusive de conta estrangeira aberta antes de assumir o cargo de Ministro da Fazenda, na qual recebeu um único depósito no valor de US$ 600 mil como parte de pagamento pela venda de imóvel herdado de seu pai”, diz o documento.

“Aproveita, outrossim, para esclarecer que não espera perdão nem clemência pelo erro que cometeu ao não declarar valores no exterior, mas reitera que jamais solicitou, pediu ou recebeu vantagem de qualquer natureza como contrapartida ao exercício da função pública, conforme poderá inclusive confirmar o extrato da conta, documento que o peticionário se compromete a apresentar tão logo o obtenha da instituição financeira”, diz trecho da petição.

No documento, a defesa de Mantega afirma ainda que “há outras informações bancárias para fornecer” que não estão relacionadas ao período em que ele esteve a frente do Ministério da Fazenda e que serão apresentadas quando for intimado a prestar depoimento.







CORRUPÇÃO20/MAY/2017 ÀS 11:11 A conversa entre Aécio Neves e Gilmar Mend...














Polícia Federal interceptou conversas entre Aécio Neves (PSDB) e Gilmar Mendes, ministro do STF. O conteúdo é corrosivo e revela a já sabida relação promíscua de um membro da mais alta corte do Brasil com um senador da República que pretendia barrar investigações contra si próprio.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Esses corruptos são genocidas, são eles que matam as pessoas que estão morrendo nas filas dos hospitais em todo Brasil. Verdadeiramente os maiores traidores da pátria e seu povo!

[29/5 22:10] Manoel Gomes Maceio: Se na suprema corte de nosso país temos bandidos de toga contra a justiça e o povo de uma nação imaginem nos estados que compõem está nação ou seja os bandidos de toga estão em todas as instâncias e departamento da administração pública

[29/5 22:10] Manoel Gomes Maceio: Com suas raras exceções!





















Lobista da J&F repetia que era dono da maior bancada do Congresso







Foto: L. Adolfo/Futura Press
Foto: L. Adolfo/Futura Press

BELA MEGALE, CAMILA MATTOSO E MARINA DIAS
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Sentado à mesa do restaurante Figueira da Vila, em Brasília, Ricardo Saud gostava de repetir que era o dono da maior bancada do Congresso. A políticos que ocupavam cadeiras ao seu redor, o lobista da J&F (dona da JBS, uma das maiores processadoras de carne do mundo) vangloriava-se que a maior bancada da Câmara e do Senado não era a do PMDB, PSDB ou PT. Era a dele.
Ao contrário de empresas como a Odebrecht, que autorizava vários funcionários a acertar pagamentos ilícitos com políticos, a J&F concentrava a função em um único personagem: Saud.
Com tanta responsabilidade e acesso ao poder, passou a ser chamado de "Ricardinho" e se tornou organizador de eventos para parlamentares regados a vinhos caros e carne Friboi, marca da JBS.
Um deles aconteceu em 2014 na casa do então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Correligionários de Renan, os senadores Eduardo Braga (AM) e Vital do Rêgo (PB) também participaram da festa.
Aquele ano, de eleições majoritárias, foi um dos mais movimentados na carreira do lobista. Seu papel era operacionalizar os pagamentos da JBS a políticos, fossem por meio de doações eleitorais declaradas ou caixa dois.
Mas não era só isso.
Saud era também o responsável por levar os recados dos irmãos Joesley e Wesley Batista à cúpula dos partidos.
Uma das missões, dada em 2014, foi tentar convencer o presidente do PP, Ciro Nogueira, a mudar de lado, abandonando Dilma Rousseff (PT) para apoiar a chapa de Aécio Neves (PSDB) ao Palácio do Planalto.
Em um jantar às vésperas da convenção do PP, Saud entregou a Ciro um pedaço de papel em branco. Pediu para que o senador indicasse o valor que queria da JBS para apoiar o tucano. Ciro, que nega a história, recusou a oferta, segundo a reportagem apurou.
SONHO MEU
O universo político sempre seduziu Saud. Nascido em Uberaba (MG), formou-se em Tecnologia em Gestão de Agronegócio, foi secretário de turismo e tentou se viabilizar como candidato a prefeito da cidade. Não deu certo.
Em 2011, trabalhou para chegar a Brasília. Indicado pelo PP, ocupou uma diretoria no Ministério da Agricultura, na gestão de Wagner Rossi (PMDB-SP), durante o governo de Dilma Rousseff.
Foi ele, inclusive, um dos protagonistas da demissão do ministro. Saud era ligado à empresa Ourofino, que emprestou um jatinho a Rossi. A companhia, porém, havia obtido autorização do ministério para comercializar uma vacina, passaporte para sua entrada num mercado que movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano no Brasil.
O conflito de interesses derrubou Rossi e, consequentemente, Saud. A partir daí, passou a trabalhar com exclusividade para o grupo J&F.
No fim de 2015, porém, os políticos deram falta de Saud. Ele desapareceu de Brasília. Com os avanços da Operação Lava Jato, foi desligado da J&F e enviado para passar um tempo no exterior.
Os donos do frigorífico temiam que Saud configurasse um arquivo vivo e viam nele um potencial delator.
A volta do lobista, que foi readmitido no grupo, deu-se quando a empresa já avaliava fazer um acordo de delação com a Procuradoria.
A colaboração começou a ser estudada após a prisão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em outubro de 2016. Joesley diz ter dado dinheiro à família do ex-presidente da Câmara com objetivo de evitar que este fizesse acusações contra a empresa relacionadas ao pagamento de propina para liberação de recursos.
Com a mudança, caiu por terra o sonho de Saud, que se filiou ao Solidariedade pouco antes de deixar o país para nova tentativa na política.
Sem chances de voltar a atuar em Brasília e com medo das consequências das revelações feitas por ele e seus chefes e donos da J&F, Joesley e Wesley Batista, Saud se programou para deixar o Brasil novamente.
Um mês depois de fechar o acordo de delação, que inclui ainda os chefes e outros quatro executivos (Valdir Boni, Francisco de Assis e Silva, Florisvaldo Oliveira e Demilton de Castro), Saud organizou seu casamento às pressas. No fim de tarde do dia 3 de maio, telefonou para a namorada e avisou que se casariam dali a três horas.
"Ponha o champanhe pra gelar igual você queria, que vamos fazer aí [em casa] às 21h. Só que é você quem vai ter que comprar". A conversa está nos áudios interceptados pela PF.
Casados, teriam facilidade para obter os vistos de permanência fora do Brasil. A comemoração foi discreta, diferente das fartas festas que fazia nos tempos de "Ricardinho".

PEC REDUZ PODER DE MAIA, LEVANDO DECISÃO SOBRE IMPEACHMENT AO PLENÁRIO



DECISÃO DEMOCRÁTICA


PLENÁRIO DA CÂMARA DECIDIRIA SE ARQUIVA PEDIDO DE IMPEACHMENT
Publicado: 29 de maio de 2017 às 00:00 - Atualizado às 22:50



PEC QUER PLENÁRIO DECIDINDO SOBRE ACEITAR PEDIDOS DE IMPEACHMENT



Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do líder do PDT, deputado Wéverton Rocha (MA), pode retirar o poder do presidente da Câmara de decidir monocraticamente sobre a aceitação ou rejeição dos pedidos de impeachment de presidente da República. A ideia é que a decisão seja referendada em caso de aceitação ou seja revertida em caso de rejeição por quórum de emenda constitucional, 308 votos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Pelo projeto, caso o presidente da Câmara aceite o impeachment, o processo será iniciado só com apoio explícito de três quintos dos votos.
Se o pedido for rejeitado, mas houver 308 parlamentares favoráveis ao afastamento, a decisão é revertida e o processo segue adiante.
Ponto em discussão, o prazo de decisão sobre os pedidos ainda não foi definido. “Não pode ficar nas mãos do presidente”, insiste Wéverton.PEC reduz

'Homem da mala' dizia que era dono da maior bancada do Congresso





Ricardo Saud, lobista da J&F (controladora da JBS), afirmava que a Câmara e o Senado não era do PMDB, PSDB ou PT






POLÍTICA 'RICARDINHO'HÁ 3 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Em jantares na companhia de políticos, Ricardo Saud, conhecido como o 'homem da mala' gostava de repetir que era dono da maior bancada do Congresso Nacional.


Segundo informações da Folha de S.Paulo, o lobista da J&F (controladora da JBS) dizia que a maior bancada da Câmara e Senado não era do PMDB, PSDB ou PT, mas dele.
Diante de tanta responsablidade para acertar pagamentos ilícitos com políticos, 'Ricardinho', como ficou conhecido, tornou-se organizador de eventos para parlamentares regados a vinhos caros e carne Friboi, marca da JBS.
De acordo com a publicação, um desses encontros, ainda em 2014, ocorreu na casa do então presidente do Senado, Renan Calheiros.
Naquele ano, de eleições majoritárias, Ricardo Saud tinha o papel de operacionalizar os pagamentos da JBS a políticos.
Saud também tinha a função de levar recados dos irmãos Joesley e Wesley Batista à cúpula dos partidos. Em uma dessas 'missões', também em 2014, 'Ricardinho' foi tentar convencer o presidente do PP, Ciro Nogueira, a mudar de lado, abandonando Dilma Rousseff (PT) para apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) para a Presidência.
No encontro, Saud teria entregue a Ciro um papel em branco para que o senador indicasse o valor desejado da JBS para mudar de lado. Segundo a Folha, Ciro, que nega a história, recusou a proposta.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Esses corruptos são genocidas, são eles que matam as pessoas que estão morrendo nas filas dos hospitais em todo Brasil. Verdadeiramente os maiores traidores da pátria e seu povo!