segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Veículo terá conexão com "nuvem" de dados do usuário para ser "extensão de casa".








Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)



Peugeot e Samsung apresentaram nesta segunda-feira (27) o conceito Instinct. Com linhas futuristas, o carro foi desenvolvido para ser autônomo e também entender o que o motorista está desejando naquele momento.
O motor é de 300 cavalos com sistema híbrido à combustão e elétrico.
Além de poder ser dirigido como um carro comum, em dois modos de funcionamento, o Instinct tem mais dois modos de condução autônoma, que podem ser escolhidos pelo ocupante.
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)
De acordo com as empresas, o carro terá uma conexão direta com a "nuvem" de dados de seu dono, além de "total conectividade com dispositivos".
Ligando com as informações do usuário, o carro poderá funcionar como uma extensão da casa, com acesso às músicas e outros gostos do motorista.
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)
Peugeot Instinct (Foto: Divulgação)




Sobrinho de deputado é preso por suspeita de furtar casa em Franca, SP






27/02/2017 13h00 - Atualizado em 27/02/2017 13h04

Leonardo Engler foi acusado em 2011 de chefiar quadrilha de furto a imóveis.
Outros 3 jovens foram presos, e um menor apreendido neste domingo (26).

Do G1 Ribeirão e Franca










Quatro jovens foram presos e um adolescente foi apreendido na madrugada deste domingo (26) por suspeita de furto a uma casa no bairro Jardim Paraíso, em Franca (SP). Segundo a Polícia Militar, entre os presos está Leonardo Engler, de 25 anos, que é sobrinho do deputado estadual Roberto Engler (PSDB).
Leonardo chegou a ser preso em 2011, após ser acusado de integrar uma quadrilha que roubava condomínios de alto padrão. O grupo formado por seis jovens teria causado um prejuízo de R$ 1 milhão em seis meses.
Os suspeitos com idades entre 18 e 25 anos, foram levados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) e o menor, de 17 anos, foi liberado. O advogado de Leonardo informou que o jovem não está envolvido no furto e que já entrou com um pedido de liberdade provisória.

Os policiais cercaram a residência e surpreenderam os suspeitos enquanto eles separavam joias e outros objetos de valor. Eles tentaram fugir ao perceber a presença da polícia, mas acabaram presos. Com o grupo foram achados sete celulares, duas TVs, um notebook, três pares de tênis, uma máquina fotográfica, uma garrafa de bebida alcoólica, dinheiro e outros eletroportáteis. Os itens foram reconhecidos pela dona da casa que havia sido furtada.
Furto

De acordo com informações da PM, os suspeitos foram presos após furtarem uma casa na Rua Pedro Nunes Rocha. O grupo fugiu levando vários objetos em um Ford Fiesta prata, mas foi localizado horas depois em um imóvel no Jardim Progresso.
Os suspeitos deverão responder por furto, corrupção de menores e associação criminosa. O adolescente envolvido na ação foi liberado na presença dos pais.

Leonardo Engler foi preso por suspeita de furtar casa em Franca, SP (Foto: Polícia Militar/Divulgação)Leonardo Engler foi preso por suspeita de furtar casa em Franca (Foto: Polícia Militar/Divulgação)













Conhecido por furtos

Esta não é a primeira vez que Leonardo Engler se envolve em furtos a residências. Em 2011, ele foi acusado de comandar uma quadrilha que agia roubando casas em condomínios de alto padrão em Franca. O jovem foi solto em fevereiro de 2015 graças a um habeas corpus, e passou a responder aos processos em liberdade.
Na época, a polícia informou que todos os membros da quadrilha pertenciam a famílias de classe média alta. Segundo a polícia, os integrantes ficavam amigos das vítimas, obtinham informações privilegiadas e passavam a frequentar os imóveis para agir sem levantar suspeitas.
Uma das vítimas chegou a relatar um prejuízo de R$ 70 mil. Os suspeitos também foram acusados de envolvimento com tráfico de drogas
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Tribunal condena dupla à prisão perpétua por 'racha' com morte em Berlim




Tribunal considerou dois participantes de uma corrida ilegal culpados de homicídio, devido à morte de um homem em acidente durante a competição. Veredicto é inédito na Alemanha para esse tipo de delito.







Um tribunal de Berlim sentenciou nesta segunda-feira (27) dois homens à prisão perpétua por provocarem a morte de uma pessoa durante uma corrida ilegal nas ruas da capital alemã. O acidente ocorreu ano passado, matando o aposentado Michael W., de 69 anos.
Hamdi H., de 24 anos, e Marvin N., de 27 anos, foram condenados por homicídio com dolo indireto, isto é, quando não há propósito de matar, mas há responsabilidade pelo evento que acaba causando a morte de uma pessoa.
Embora a sentença ainda não seja ainda legalmente vinculativa, já que cabe recurso aos condenados, o veredicto abre um precedente, já que pela primeira vez na Alemanha é decretada pena perpétua como punição para participação em uma corrida ilegal seguida de morte.
O acidente ocorreu no antigo centro ocidental de Berlim na madrugada de 1° de fevereiro. Ao passar um sinal vermelho a quase 160 quilômetros por hora, Hamdi H. bateu seu carro contra um jipe do aposentado Michael W., que atravessava o cruzamento, colidindo em seguida contra o automóvel dirigido por Marvin N. Ambos os jovens motoristas saíram com ferimentos leves.

MINISTRO ACHA QUE O FIM DO FORO DEVE SER PARA TODOS, INCLUSIVE JUDICIÁRIO




FIM DO FORO SÓ PARA TODOS


GILMAR: O FIM DO FORO NÃO SOLUCIONA OS PROBLEMAS NACIONAIS
Publicado: 27 de fevereiro de 2017 às 02:57 - Atualizado às 03:00



GILMAR MENDES: A IDEIA DO FORO NÃO É PARA PROTEGER A PESSOA, É PARA PROTEGER A INSTITUIÇÃO.


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que é uma “irresponsabilidade” apresentar a limitação do foro privilegiado como solução dos problemas nacionais. Uma eventual supressão do foro, segundo ele, deveria atingir todos – inclusive os integrantes do Judiciário. 
Gilmar reconheceu que a imagem do STF “não ficou lustrosa” no ano passado e garantiu que sua relação próxima com o presidente Michel Temer não vai comprometer o julgamento da ação que pode levar à cassação do mandato do peemedebista pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Leia os principais trechos da entrevista a Rafael Moraes Moura e Breno Pires Rafael Moraes Moura e Breno Pires, do Estadão.

O sr. já disse que há um “assanhamento juvenil” na discussão do foro privilegiado. O debate está equivocado? 
É necessário o debate para se encontrar uma justa conformação. Quando se fala que “o grande problema do Brasil é o foro privilegiado”, é irresponsabilidade. Porque a Justiça criminal do Brasil tem um grande defeito: só 8% dos homicídios são desvendados no Brasil. Os processos não andam em várias instâncias. As pessoas só são investigadas quando passam a ter foro privilegiado. Quando estavam nos seus Estados, não eram investigadas ou as investigações não davam resultado. É uma grande irresponsabilidade apresentar a supressão do foro como panaceia. Não que o sistema não precise ser aperfeiçoado.

A quem caberia fazer esse aperfeiçoamento?
Ao Congresso, com uma proposta de emenda constitucional. 

Parlamentares ameaçam retirar o foro privilegiado de magistrados e integrantes do Ministério Público caso o STF restrinja o foro de políticos. É retaliação?
É uma forma de diálogo. Agora, eles têm razão: se se quer acabar com o foro, é para todos. Os juízes respondem perante tribunais, desembargadores respondem perante o STJ (Superior Tribunal de Justiça). Falam de 22 mil autoridades, ora bolas, são 17 mil juízes, quantos membros de Ministério Público? Começa por aí. Por outro lado, a ideia do foro não é para proteger a pessoa, é para proteger a instituição.

A julgar por suas críticas, o Supremo Tribunal Federal está se metendo demais nos outros Poderes e até dando a impressão de que está governando o País?
Se quiser governar, tem de discutir isso com a população, porque não é essa a função do Supremo. Decisões erráticas certamente não traduzem um bom governo. Em questões delicadas, na relação de Poderes, deve imperar a colegialidade. O pior que pode acontecer para um tribunal como este é não ser reconhecido como o árbitro desses conflitos.

E o Supremo foi questionado em vários momentos.
Exatamente. Quando em função de decisões singulares, para não dizer exóticas, se legitima do outro lado o não cumprimento ou o delay na aplicação de uma decisão, a gente tem de ficar cauteloso.

A imagem do STF ficou arranhada no ano passado?
Vamos dizer que não ficou lustrosa.

O senhor é amigo do presidente Michel Temer. Como vê essa relação de proximidade diante do julgamento da ação no TSE que pode levar à cassação do mandato dele?
No caso da chapa Dilma-Temer, fui eu inicialmente a única voz que se levantou para a abertura do processo. A relatora (a ex-ministra Maria Thereza de Assis) defendeu o arquivamento. Se esse processo existe até hoje, sem querer ser falsamente modesto, foi graças a mim. As coisas não se misturam. 

A inclusão da delação da Odebrecht vai transformá-lo no “processo do fim do mundo”?
Não se transforma em processo do fim do mundo, mas pode atrasar. E pode ter a própria utilidade discutida. As pessoas fixam em relação a esse processo a ideia de um resultado almejado. “Só haverá julgamento se houver condenação.” Não é assim. Tribunal que só condena é tribunal nazista. Não se pode medir um tribunal pelo critério do número de condenação.

O sr. defende mudanças na escolha de ministros do STF?
A gente tem de ter responsabilidade nas propostas de mudança, e você tem de medir as instituições pelos resultados. Vocês estão contentes com os resultados, por exemplo, do TCU (Tribunal de Contas da União), para onde o Legislativo tem duas indicações? Será que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) tem mandado os melhores nomes para o STJ e para o TST (Tribunal Superior do Trabalho)? O Supremo está melhor composto do que outros tribunais. Não se conseguiu indicar um sindicalista para cá.

A Associação dos Magistrados Brasileiros sugeriu que o próprio STF elaborasse uma lista.
Seria um modelo de cooptação. É preciso que haja uma legitimação política, não que o sujeito seja vinculado partidariamente, mas que seja reconhecido pelo mundo político. Pensar em fórmulas abertas, de novo, são os reformadores da natureza, um pouco de “calcem as sandálias da humildade”.







Vexame de Lula nos EUA em entrevista a imprensa