sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

FACHIN MANDA ABRIR INQUÉRITO PARA INVESTIGAR RENAN, JUCÁ E SARNEY


LAVA JATO  PF DE OLHO NESTE TRIO TERNURA...

RELATOR DO STF ABRE INVESTIGAÇÃO POR OBSTRUÇÃO DE INVESTIGAÇÃO
Publicado: 09 de fevereiro de 2017 às 22:10 - Atualizado às 23:13


Redação


OS TRÊS FORAM DELATADOS PELO EX-SENADOR SÉRGIO MACHADO, EM DEPOIMENTO AO MPF


O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra os senadores Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney (AP), o "trio ternura" do PMDB, por suspeita de tentar barrar a maior investigação já deflagrada no País contra a corrupção. O inquérito inclui o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, que gravou conversas com os políticos - os diálogos sugerem que Renan, Jucá e Sarney tramaram contra a Lava Jato.
Considerando apenas processos relacionados à Lava Jato, este é o nono inquérito contra Calheiros, o terceiro contra Jucá e o segundo contra Sérgio Machado. Quanto ao ex-presidente Sarney, é o primeiro inquérito no âmbito da operação. Este foi também o primeiro inquérito autorizado por Edson Fachin como relator da Lava Jato - um sorteio na semana passada lhe destinou a herança dos processos que estavam sob a supervisão do ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em janeiro.

O pedido de abertura de inquérito foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em uma petição de 53 páginas na segunda-feira (6), com base na delação de Machado, do ano passado, sob a suspeita de um possível crime de embaraço às investigações. 

"Note-se a gravidade da trama engendrada pelos integrantes da organização criminosa: as conversas gravadas desvelam esquema em curso voltado não apenas para 'estancar' a Lava Jato, mas também para 'cortar as asas' do Ministério Público e do Poder Judiciário, que significa interferir no livre funcionamento e nos poderes desses órgãos", disse o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na manifestação, encaminhada ao STF no mesmo dia em que o presidente Michel Temer indicou Alexandre de Moraes para o cargo de ministro do STF no lugar de Teori Zavascki.

Ao autorizar a abertura de inquérito, o ministro Edson Fachin também determinou a realização de diligências pedidas pela PGR. Entre elas, a autorização para ouvir diretamente os investigados.

A PGR solicitou também que o STF forneça "todos os registros de acesso às dependências do Tribunal em nome de Eduardo Antônio Lucho Ferrão, no ano de 2016, com todas as informações e arquivos relacionados". Ferrão é advogado e amigo de Teori Zavascki. 

Segundo Janot, na descrição dos fatos ocorridos, "Renan Calheiros e José Sarney prometem a Sergio Machado que vão acionar o advogado Eduardo Ferrão e o ex-ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Cesar Asfor Rocha para influenciar na decisão de Vossa Excelência sobre possível desmembramento do inquérito de Sérgio Machado".

O procurador-geral da República pediu, ainda, a "obtenção junto a empresas de transporte aéreo de passageiros, devendo o método de execução ser previamente ajustado com o Ministério Público Federal, que poderá participar da diligência ou a praticar diretamente, de todos os registros dos registros de passagens emitidas e utilizadas por Jose Sergio de Oliveira Machado, no período de dezembro de 2015 até 20.05.2016, com todas as informações e arquivos relacionados". 

Ainda no pedido de abertura de inquérito, Janot citou "solução Michel". O procurador usou a expressão para se referir a um "acordão" que teria o objetivo de barrar a operação com a chegada de Michel Temer à Presidência. Segundo Janot, o "plano" elaborado pelo que chamou de "quadrilha" foi colocado em prática logo após Temer assumir interinamente a Presidência, em maio do ano passado.

Em nota à imprensa, o senador Renan Calheiros "reafirma que não fez nenhum ato para dificultar ou embaraçar qualquer investigação, já que é um defensor da independência entre os poderes". "O inquérito comprovará os argumentos do senador e, sem dúvida, será arquivado por absoluta inconsistência", diz a defesa do peemedebista.

A defesa de Jucá, em nota, também afirmou que o senador "nega que tenha tentado obstruir qualquer operação do Ministério Público e diz que a investigação e a quebra de sigilo do processo irão mostrar a verdade dos fatos".

Procurada, a defesa de Sérgio Machado não havia respondido até a publicação desta reportagem. O advogado de Sarney, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, não foi localizado. No entanto, quando a PGR pediu a abertura de inquérito, o advogado disse que nas gravações "não tem nenhum sinal de qualquer tentativa de obstrução".

Por Odebrecht, ex-presidente do Peru tem prisão decretada




Toledo é acusado por tráfico de influência e por lavagem de dinheiro, sendo suspeito de ter recebido propinas na casa dos US$ 20 milhões





MUNDO ALEJANDRO TOLEDOHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


A Justiça do Peru acatou um pedido do Ministério Público e ordenou a prisão do ex-presidente Alejandro Toledo no âmbito das investigações sobre a propina paga ao governo daquele país pela construtora brasileira Odebrecht.


Toledo é acusado por tráfico de influência e por lavagem de dinheiro, sendo suspeito de ter recebido propinas na casa dos US$ 20 milhões. O pedido de prisão preventiva foi dado pelo juiz Richard Concepción após pedido do promotor anticorrupção Hamilton Castro.
De acordo com a decisão judicial, há "provas que respaldam com alto grau de confiança" que o ex-mandatário tenha usado seu cargo para benefício próprio. O ex-diretor da Odebrecht, Jorge Barata, já havia confirmado tanto para a Justiça brasileira como para a peruana que Toledo recebeu os milhões de dólares em propina para a construção da Estrada do Pacífico, que liga os dois país.
Atualmente, o ex-presidente, que nega as acusações e diz ser vítima de perseguição política, está em Paris e sua família disse que ele voltará ao Peru apenas se as condições de segurança de Toledo serão mantidas. O ex-presidente não mora mais em seu país-natal, vivendo nos Estados Unidos onde leciona aulas na Universidade de Stanford. (ANSA)


MPF-RJ oferece denúncia contra Cabral, Eike e outras seis pessoas






Denúncia é resultante da Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. Nesta quarta, o ex-governador e o empresário tinham sido indiciados pela PF.



O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro denunciou o ex-governador Sérgio Cabral, o empresário Eike Batista e mais seis pessoas por corrupção e lavagem de dinheiro. Os fatos apresentados na denúncia são resultantes da Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.
Nesta quarta-feira (8), a Polícia Federal havia indiciado o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, o empresário Eike Batista e outras 10 pessoas (veja a lista completa abaixo). O MPF ainda não informou quem são os dois suspeitos que foram indiciados pela PF, mas não foram denunciados à Justiça. Procuradores devem conceder uma entrevista à imprensa, ainda nesta sexta-feira (10), para esclarecer detalhes da denúncia.
O relatório conclusivo do inquérito será encaminhado à Justiça, juntamente com todo o material produzido no decorrer das investigações.
Veja abaixo os indiciados pela Polícia Federal:
Por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa
  • Sérgio Cabral, ex-governador
  • Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho, ex-secretário de Governo
  • Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, suspeito de ser operador do esquema
  • Luiz Carlos Bezerra, suspeito de ser operador do esquema
Por lavagem de dinheiro e organização criminosa
  • Sérgio de Castro Oliveira, suspeito de ser operador do esquema
  • Álvaro José Galliez Novis, doleiro
  • Thiago de Aragão Gonçalves Pereira e Silva, ex-sócio de Adriana Ancelmo, mulher de Cabral
  • Francisco de Assis Neto, suspeito de ser operador do esquema
  • Mauricio de Oliveira Cabral Santos, irmão de Cabral, suspeito de receber dinheiro advindo do esquema de propina
Por organização criminosa
  • Eike Batista, empresário suspeito de pagar propina
  • Flávio Godinho, ex-sócio de Eike
Por lavagem de dinheiro
  • Susana Neves Cabral, ex-mulher de Cabral, suspeita de receber dinheiro de advindo do esquema de propina
Operação Eficiência
A PF investiga crimes de lavagem de dinheiro na ocultação no exterior de aproximadamente U$ 100 milhões, cerca de R$ 340 milhões, distribuídos em 10 contas em paraísos fiscais no exterior – mais da metade do valor já foi repatriada. Também são investigados os crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, além de organização criminosa.
De acordo com o MPF, a investigação, concentrada nos crimes de corrupção (ativa e passiva), lavagem dinheiro, avançou com base em quebras de sigilo (bancário, fiscal, telefônico e telemático) e em acordos de delação premiada. Segundo os procuradores, a organização criminosa liderada por Cabral movimentou, em dez meses (agosto de 2014 a junho de 2015), R$ 39,7 milhões, cerca de R$ 4 milhões por mês.
Investigadores dizem que Eike Batista recebeu US$ 16,5 milhões do grupo de Cabral no exterior, em troca de facilitações para os seus negócios no Rio.
Cabral foi preso em novembro de 2016, na Operação Calicute, também desdobramento da Lava Jato. Segundo o MPF, desde que Cabral assumiu o governo foi encetado um esquema de fraude em licitação e cartel envolvendo as grandes obras públicas. O ex-governador já teve três pedidos de prisão preventiva cumpridos contra ele e segue no Complexo de Gericinó, onde estão os outros presos das operações Calicute e Eficiência.
Segundo o MPF, Cabral "é o líder da organização criminosa" e, após as práticas de inúmeros atos de corrupção, teria tentado "atribuir falsamente características de legitimidade aos recursos criminosamente auferidos (obtidos)".

COM PAÍS EM CRISE, BUROCRATAS ‘SEGURAM’ PROJETOS E HABITE-SE




CONSTRUÇÃO CIVIL


SÓ NO DF, GOVERNO TERIA R$120 MILHÕES LIBERANDO "HABITE-SE"
Publicado: 10 de fevereiro de 2017 às 00:00 - Atualizado às 00:30


SÓ NO DF, GOVERNO TERIA R$ 120 MILHÕES AO DESTRAVAR "HABITE-SE" DE IMÓVEIS PRONTOS


Antes de aumentar impostos, os governantes deveriam melhorar a gestão, botando a rapaziada para justificar os belos salários e regalias como estabilidade. Em Brasília, por exemplo, como na maioria das cidades, estão pendentes 7.260 “habite-se” de casas e apartamentos já concluídos, prontinhos. Se os agilizasse, removendo a burocracia, a má vontade e a preguiça, o DF arrecadaria R$120 milhões em impostos, segundo entidades do setor como Ademi, Asbra e Sinduscon. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Ainda dormitam nas gavetas do governo local em Brasília, 221 projetos que, aprovados, podem movimentar R$ 22 bilhões na área imobiliária.
No DF, 145 projetos privados devem gerar 927 mil empregos diretos e indiretos, em 2017. E muitos impostos para bancar tanta burocracia.
Burocratas que seguram “habite-se” e projetos não estão preocupados em perder o emprego, como 12,3 milhões de brasileiros.



Minha mãe é uma peça 2 é a maior bilheteria nacional



Longa protagonizado por Paulo Gustavo bate 'Os dez mandamentos' e já arrecadou mais de R$ 117 milhões


 postado em 09/02/2017 09:53 / atualizado em 09/02/2017 10:05
DownTown Filmes/Divulgação
Minha mãe é uma peça 2, comédia protagonizada por Paulo Gustavo, tornou-se o filme brasileiro com maior bilheteria da história do cinema nacional. De acordo com o site Filme B, o principal banco de dados do país, o longa arrecadou, até a última terça-feira (7), R$ 117,295 milhões, superando Os dez mandamentos, que arrecadou R$ 116,4 milhões no ano passado. O filme chegou aos cinemas no fim de dezembro e continua em cartaz em nove salas pernambucanas.

Confira os horários do filme no Divirta-se.

Ainda de acordo com o site Filme B, a sequência da comédia de 2013 é a maior renda do cinema, mas ainda não bateu Os dez mandamentos em ingressos vendidos, recorde que este ainda mantém. Até a terça-feira, Minha mãe é uma peça 2 contava com um público de 8,8 milhões de espectadores, enquanto o longa religioso teve 11,26 milhões de ingressos vendidos. A diferença se dá porque Os dez mandamentos possuía um preço médio de ingresso mais baixo em relação à comédia - R$ 10 contra R$ 16. Em público, Minha mãe continua atrás também de Tropa de elite 2, com 11,20 milhões de espectadores.

A notícia foi comemorada pelo humorista Paulo Gustavo no Instagram. "Que emoção! Tudo que eu abro na internet eu leio isso", postou ele. A comédia acompanha Dona Hermínia em seu novo emprego, apresentadora de um programa de televisão. A personagem precisa lidar ainda com o lar vazio, já que os dois filhos resolveram sair de casa. O elenco conta com Rodrigo Pandolfo, Mariana Xavier e Patricya Travassos. A direção é de César Rodrigues e o roteiro é de Paulo Gustavo.

QUARENTENA RENDE R$117 MIL A EX-DIRETOR EBC QUE FICOU NO CARGO 45 DIAS



BOQUINHA DE MARAJÁ


PETISTAS NOMEADOS NA VÉSPERA DA SAÍDA DE DILMA LEVARAM A MELHOR
Publicado: 10 de fevereiro de 2017 às 00:01 - Atualizado às 00:23



RICARDO MELO RECEBEU R$ 129 MIL E PEDRO VARONI, QUE FICOU 40 DIAS NO CARGO, RECEBU MAIS R$ 117 MIL


Ex-presidente da empresa pública de comunicação EBC, Ricardo Melo teve um Natal obeso: em 23 de dezembro, embolsou R$129.096 referentes a 6 meses de “quarentena”, muito embora tenha ficado no cargo por apenas 3, até ser demitido pelo presidente Michel Temer. Mais absurdo é o caso do amigo que ele fez diretor-geral: Pedro Varoni ficou no cargo só 45 dias, mas ganhou R$117.779 de “quarentena”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Dilma Rousseff fez a molecagem de nomear essa turma para a EBC na véspera de sua saída, quando ela já sabia que seria afastada do cargo.
Além de nomear os petistas na empresa pública EBC, Dilma inventou “mandato” de 4 anos para eles, a fim de impedir que fossem demitidos.
Temer demitiu a petelhada da EBC, mas uma liminar do STF o obrigou aturá-los por mais 3 meses, até que uma nova lei desfez a molecagem.
A “quarentena”, que muitos consideram ofensiva à ética pública, teve o patrocínio da Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

Mais da metade dos médicos recém-formados é reprovada em teste do Cremesp





 Cremesp

 postado em 08/02/2017 19:19

Mais da metade dos médicos recém-formados no estado de São Paulo (56,4%) é considerada inapta para o exercício da profissão nos exames de avaliação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), feitos no ano passado. Em comparação a 2015, houve aumento de 8,3 pontos percentuais na taxa de reprovação.

Foram avaliados 2.677 novos profissionais ante 2.726, em 2015. Do total de avaliados no ano passado, 1.511 não conseguiram a margem de acerto mínimo na prova aplicada pela Fundação Carlos Chagas (FCC). Para serem aprovados, os médicos precisam dar a resposta correta a, no mínimo, 60% das 120 questões. Em 2015, a taxa de reprovação chegou a 48,1% (1.312 candidatos).

No ano passado, 1.166 (43,6%) dos avaliados obtiveram a média necessária para aprovação. Em 2015, 1.414 candidatos (51,9%) passaram no teste do conselho.

O levantamento do Cremesp mostra que, na comparação entre as escolas públicas e privadas, prevalece um desempenho mais baixo entre os avaliados vindos de cursos particulares. Em 2015, 73,6% dos profissionais oriundos de escolas públicas tinham sido aprovados, taxa que caiu 62,2%, no ano passado. Já o percentual de aprovados entre os egressos de escolas privadas caiu de 41,2% para 33,7%.

Segundo o Cremesp, a avaliação foi feita com os formandos de 30 das 46 escolas médicas em atividade no estado. As demais escolas foram abertas há menos de seis anos e, portanto, ainda não apresentavam turmas de graduados no período do exame.

O teste do Cremesp consiste na identificação do conhecimento básico na área. Os avaliados têm de responder a 120 questões em cinco horas. Para ser considerado apto ao exercício profissional, o candidato deve responder corretamente a, no mínimo, 72 questões.

O pior desempenho foi na área de saúde pública e epidemiológica, com média de acertos de 49,1. Na pediatria, a média chegou a 53,3 e na obstetrícia, 54,7. Muitos dos candidatos não foram capazes de interpretar imagem para diagnosticar e administrar a condução terapêutica para problemas básicos de saúde como casos de hipertensão e doenças respiratórias. Segundo o Cremesp, 80% dos recém-formados erraram a conduta no tratamento de paciente idoso e 75% demonstraram não saber identificar as principais características e conduta em caso de paciente com problemas respiratórios.

Obrigatoriedade
Na avaliação do presidente do Cremesp, Mauro Gomes Aranha de Lima, a piora no desempenho reflete uma situação “sistêmica” no país e a “ausência de um exame obrigatório de avaliação” que pudesse fazer um aperfeiçoamento do curso de medicina. Além do exame obrigatório, ele defende o impedimento do exercício legal da profissão até que as lacunas de conhecimento sejam preenchidas.

Para Aranha de Lima, o teste é fundamental porque é a partir dele que o profissional vai demonstrar se é capaz de desenvolver o raciocínio clínico, identificando as doenças mais prevalentes na população.

Segundo ele, o interesse do Cremesp não é deixar a população insegura, mas sim sensibilizar os governantes e legisladores para que tornem o exame obrigatório para todo o país e para que novos critérios de fiscalização sejam adotados pelo Ministério da Educação (MEC).