segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Justiça decreta sigilo de investigação do acidente que matou ministro



Ordem foi do juiz Raffaele Felice Pirro, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis (RJ)




BRASIL DETERMINAÇÃOHÁ 3 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Foi decretado o sigilo das investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) sobre a queda do avião que levava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava Jato, Teori Zavascki.


De acordo com informações do portal G1, a ordem é do juiz Raffaele Felice Pirro, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis (RJ), e foi dada nesta segunda-feira (23). 
Dois inquérito estão investigando o acidente. Um aberto pela PF e sob responsabilidade do delegado chefe da Polícia Federal de Angra, Adriano Antonio Soares, e outro aberto pelo Ministério Público Federal (MPF). 
Além de um gravador de voz, documentos relativos à manutenção da aeronave e peças içadas após o acidente serão averiguados. Provas testemunhais no local da queda também estão sendo recolhidas.
O avião com o ministro e mais quatro pessoas caiu na última quinta-feira (19), em Paraty (RJ). Todos as pessoas a bordo morreram.

Modelo atual da banda larga será mantido e Anatel evita alterações




O presidente da Anatel afirmou que não pretende contestar a medida cautelar do próprio órgão regulado




ECONOMIA SEM MUDANÇASHÁ 2 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

A polêmica alteração na regulamentação que proibia definitivamente limite na banda larga fixa parece que não entrará em vigor. O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, afirmou que não pretende contestar a medida cautelar do próprio órgão regulador.


A notícia de que a limitação na internet começaria a valer em todo o país no segundo semestre de 2017 não soou bem para os usuários da banda larga. A declaração, feita no último dia 12, pelo ministro Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.
"A cautelar é uma medida eficaz e vale para os consumidores com contratos novos e antigos. Não há espaço ou desejo de fazer algo neste sentido (de liberar a limitação da franquia), enquanto eu estiver na agência. E minha voz não é isolada. É também dos cinco conselheiros da Anatel", disse, ao jornal Extra.

Caixa-preta de avião em que estava Teori é analisada em Brasília




Gravador de voz passará, primeiro, por um processo de secagem, a ser feito pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos




BRASIL INVESTIGAÇÃOHÁ 35 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

A caixa-preta do avião em que viajava o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), e que caiu em Paraty (RJ), na última quinta-feira (19), está sendo analisada em Brasília, pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que é ligado à Aeronáutica.


O Cenipa vai analisar também o GPS do avião. Mas, ao contrário do gravador de voz, o equipamento não tinha proteção específica. Se tiver sido danificado, poderá ser enviado para os Estados Unidos numa tentativa de resgatar os dados.
De acordo com informações do portal G1, o gravador de voz, localizado dentro da caixa-preta, irá primeiro passar por uma espécie de forno, já que, por ter caído na água, precisa ser seco.
Ainda não há informações sobre possíveis registros de voz no gravador. Em caso afirmativo, pode ser possível identificar o que o piloto da aeronave falou com a torre de controle e com os tripulantes, antes da queda. 
O equipamento é considerado fundamental para esclarecer o que provocou o acidente.





Justiça derruba decisão que proibia presidente da Câmara de tentar a reeleição

por 




O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante entrevista - Ailton de Freitas/Agência O Globo/05-01-2016



BRASÍLIA — O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Hilton Queiroz, autorizou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a disputar a reeleição ao cargo. Na última sexta-feira, o juiz Eduardo Ribeiro de Oliveira, da 15ª Vara Federal do DF, havia proibido a candidatura de Maia. Ele recorreu e conseguiu reverter a decisã

A Constituição afirma que as mesas diretoras do Congresso serão eleitas para um mandato de dois anos, sem possibilidade de reeleição dentro da mesma legislatura. Maia alega que a vedação para disputar novamente não se aplica a ele, uma vez que foi eleito para um mandato-tampão de seis meses. Maia chegou ao cargo após a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), réu da Operação Lava-Jato que, hoje, se encontra preso em Curitiba.
Já seus adversários afirmam que a lei veda a segunda disputa, não importando o tempo de mandato. Adversários de Maia já ingressaram com duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF), mas lá não houve decisão em relação ao mérito da questão. O juiz de primeira instância concordou com eles, dizendo que não importa se é mandato-tampão ou não. Já o presidente do TRF1 pensa diferente.
"A literalidade da disposição constitucional ora transcrita deixa evidente que a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente só é vedada aos que foram eleitos para mandato de dois anos, o que não é o caso dos autos, em que o atingido pela decisão judicial apenas cumpre mandato-tampão", escreveu o presidente do tribunal na decisão autorizando a candidatura de Maia.
Ele também entendeu que uma decisão judicial proibindo Maia de tentar a reeleição fere o princípio da separação dos poderes. Seria uma interferência indevida em assuntos internos da Câmara.



Coletor menstrual: vale a pena?







Coletor menstrual é alternativa a absorventes durante a menstruação


“Mulher é  bicho esquisito: todo mês sangra!”. Essa frase está na música “Cor de Rosa Choque” de Rita Lee, e resume com humor uma característica biológica essencialmente feminina: a menstruação.

Durante o período fértil da vida, todas as mulheres sangram uma vez por mês, por mais ou menos 5 dias e 5 noites, que às vezes parecem intermináveis, principalmente quando este período vem acompanhado por outros desconfortos temidos como as cólicas e/ou precedido pela famosa TPM que atormenta não só a mulher, mas as pessoas à sua volta. Definitivamente, não é fácil. Ciclamos todos os meses férteis. E sangramos quando a concepção não se faz.

Algumas dúvidas acompanham as mulheres há milênios: o que fazer com este sangue que escoa pelo canal vaginal? Onde se pode armazená-lo? Onde pode ser descartado? Como conseguir manter as atividades e tarefas do dia a dia com este “incômodo”? Estas questões foram  solucionadas de variadas e criativas  maneiras pelas mulheres, de acordo com seus hábitos e suas culturas, nas muitas épocas da história humana.

Nos tempos modernos a cultura ocidental nos apresentou os absorventes descartáveis. Há vários tipos, formatos, tamanhos e modos de utilização destes absorventes que podem ser  de uso interno ou externo. Mais importante que tudo: funcionam e atingem seu objetivo maior; que é o de dar mais conforto à mulher e permitir que a vida continue,  posto que as atividades diárias não são prejudicadas.

No entanto, outro “dispositivo” tem conquistado a confiança de muitas mulheres e sua procura tem aumentado consideravelmente no Brasil nos último anos: são os coletores menstruais. O que são?

Coletores menstruais são  pequenos “copinhos” de silicone, dobráveis,  que devem ser introduzidos no canal vaginal para, literalmente, coletar a menstruação.

O coletor deve ser cuidadosamente dobrado e introduzido no canal vaginal onde  fica preso pelo vácuo que faz, quando é desdobrado e posicionado. Há algumas técnicas para sua introdução. Segundo as mulheres que o utilizam, não é nada complicado. Quando se pega o jeito, fica tão fácil como andar de bicicleta.  

As mulheres que o utilizam garantem que, quando devidamente posicionado, o escape de sangue  é zero, o que os torna bastante seguros.

O sangue menstrual vai “pingando” dentro do coletor, que deve ser esvaziado de tempos em tempos, dependendo da intensidade do fluxo.

Recomenda-se ficar com o coletor pelo prazo máximo de 12 horas. O sangue  deve  ser descartado  no vaso sanitário e o coletor pode ser reutilizado, depois de higienizado com água e sabão. Após o período menstrual recomenda-se a esterilização do coletor com água fervendo, para que possa ser reutilizado novamente no próximo ciclo.

Por isso, uma das vantagens dos coletores é a econômica. Um coletor custa em torno de R$100,00 e pode durar até cinco anos.

As mulheres que o utilizam não referem desconforto físico e garantem que as noites de sono e a prática de esportes são tranquilas quando estão com o coletor. Não há cheiro, pois o sangue coletado não entra em contato com o ar ambiente. Outra vantagem é a ecológica: os absorventes internos ou externos  são de difícil descarte.

Novos tempos, novas ideias e novas soluções! Evoluir, inovar, criar e superar obstáculos são apenas algumas de nossas missões neste mundo.

Imagem: Reprodução/Flickr/Michelle Tribe

Ministros do STF divergem sobre escolha de relator da Lava Jato


Em caráter reservado, ministros defendem a remessa dos processos a um dos integrantes da Segunda Turma da Corte





POLÍTICA SUPREMOHÁ 3 HORASPOR


Enquanto a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, não se manifesta sobre quem vai assumir a relatoria da Operação Lava Jato, ministros da Corte ouvidos pelo Estado divergem sobre como a escolha deveria ser feita. O caso era relatado por Teori Zavascki, que morreu na quinta-feira passada, dia 19, em desastre de avião em Paraty, no litoral do Rio.


Em caráter reservado, ministros defendem a remessa dos processos a um dos integrantes da Segunda Turma da Corte - da qual Teori fazia parte. Neste caso, a relatoria ficaria com Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffolli ou Celso de Mello. Outros alegam que, como há investigados julgados no plenário - caso do atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) -, a distribuição deveria ser feita entre todos os magistrados do Supremo.
Entre os integrantes da Corte há também quem defenda que Cármen Lúcia deveria seguir à risca o regimento interno, remetendo o caso ao substituto de Teori no tribunal. Possibilidade praticamente descartada diante da declaração do presidente Michel Temer, durante o velório do relator, de que só indicará o novo ministro após definida a relatoria da Lava Jato pelo STF. A decisão veio depois dos sinais enviados por Cármen Lúcia ao Planalto de que o substituto não será o relator.
Se outros artigos do regimento forem seguidos, ainda é possível que casos urgentes sejam encaminhados aos ministros revisores da Lava Jato. Na Segunda Turma, o revisor é o decano, Celso de Mello. No plenário, o revisor é Luís Roberto Barroso.
Os investigados a serem julgados pelo STF são aqueles com foro privilegiado, como ministros de Estado, deputados e senadores. A morte de Teori, que pretendia decidir sobre a homologação das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht ainda na primeira quinzena de fevereiro, criou apreensão sobre a manutenção do caráter técnico na condução do caso.
Urgência
Uma demanda considerada urgente na Corte é dar andamento ao processo de homologação das 77 delações da Odebrecht. A equipe de Teori trabalhava no material mesmo durante o recesso do Judiciário, mas, após a morte do relator, tudo foi paralisado.
De acordo com dois ministros ouvidos pelo Estado, a probabilidade de Cármen Lúcia homologar as delações até 31 de janeiro, quando acaba o período de recesso, é baixíssima.
Primeiro, porque acreditam que não há previsão legal ou regimental para tal ato. Para um ato urgente, será necessário definir o novo relator e considerar que há urgência em validar as delações como prova.
Em segundo lugar, os ministros acreditam que não faz parte do perfil da presidente do Supremo tomar uma decisão dessa relevância sozinha. A avaliação é de que ela deve promover conversas informais sobre o assunto com os colegas. Os ministros estão prontos para iniciar a discussão interna. Há quem considere a possibilidade, entre assessores e ministros, de antecipar a volta das férias.
Silêncio
Por ora, os ministros aguardam os primeiros sinais para saber como Cármen Lúcia vai agir. E consideram que deverão participar da decisão, tão logo ela dê abertura. No fim de semana, a ministra optou por manter a discrição.
A presidente do Supremo retornou a Brasília logo após participar do velório de Teori no sábado, 21, em Porto Alegre. Na cerimônia fúnebre, evitou conversas com os colegas de Corte.
Uma das primeiras autoridades a chegar ao velório de Teori, Cármen Lúcia esteve apenas em alguns momentos no plenário do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), onde estava o caixão. Por isso, não conversou com os demais ministros no local: Dias Toffoli - um dos mais emocionados -, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski.
A ministra também não acompanhou os ministros em almoços após o velório. Toffoli e Lewandowski dividiram mesa em uma churrascaria famosa na cidade. Já Gilmar saiu mais cedo, após almoçar com o ministro-chefe da Casa Civil e um dos homens fortes do governo Temer, Eliseu Padilha.
Na noite deste domingo, 22, convidado por Temer, Gilmar foi recebido em jantar no Palácio do Jaburu. No encontro, que não constava na agenda oficial do presidente, os dois tiveram "conversas de rotina", de acordo com a assessoria de imprensa do ministro do Supremo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




Teori pediu investigação por ameaças, mas PF descartou risco



Em entrevista a programa de TV, filho do ministro revelou que a família vinha sendo ameaçada desde o ano passado





POLÍTICA STFHÁ 3 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


O advogado Francisco Zavascki,filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, afirmou que a Polícia Federal investigou uma série de ameaças recebidas pelo magistrado e por sua família desde o ano passado.


O ministro morreu na tarde da última quinta-feira (19), após a queda de um avião bimotor em Paraty (RJ). A entrevista foi concedida ao programa 'Fantástico' de domingo (22).
Francisco disse, ainda, que o pai estava apreensivo por homologar as delações de 77 executivos da Odebrecht. O ministro estava analisando os processos mesmo durante o recesso.
Em nota à reportagem, a Polícia Federal informou que “todas as ocorrências foram analisadas e concluiu-se que nenhuma delas apresentava risco real à segurança do ministro”.
Durante a entrevista, o advogado também revelou como foi o último encontro com o pai, em Porto Alegre.
"Ele estava trabalhando e veio me visitar na quarta-feira à tarde (dia 18). A gente conversou longamente sobre muitos e muitos assuntos. Ele se mostrou muito preocupado: “Olha acho que 2017 vai ser muito mais complicado que 2016”... Eu vi uma apreensão muito grande dele em relação ao que ele já tinha analisado das delações, o que tinha lá dentro e uma preocupação de como o país e as instituições iriam reagir à divulgação desses depoimentos", disse Francisco.