terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Temer fala em crise nacional e anuncia Forças Armadas em presídios


Agentes militares farão 'inspeções rotineiras em busca de materiais proibidos' nas instalações prisionais




POLÍTICA SEGURANÇAHÁ 1 HORAPOR FOLHAPRESS

O governo Michel Temer reconheceu nesta terça-feira (17) que a crise carcerária atingiu "contorno nacional" e anunciou que disponibilizará contingentes das Forças Armadas para atuarem dentro dos presídios estaduais.


Em pronunciamento, o porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, afirmou que os agentes militares farão "inspeções rotineiras em busca de materiais proibidos" nas instalações prisionais e atuarão em conjunto com as polícias locais, hoje responsáveis pela vistorias.
Segundo ele, o presidente delegou o controle ao Ministério da Defesa e ressaltou que as ações necessitam de autorização dos governadores, uma vez que as carceragens são estaduais.
O anúncio ocorre após pressão dos governadores para que a Força Nacional ajudasse na segurança interna dos presídios.
O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, contudo, justificou que a medida é inconstitucional, o que levou o governo federal a recorrer às Forças Armadas, composta por Exército, Marinha e Aeronáutica.
Nesta terça-feira (17), o presidente reuniu ministros e assessores para discutir a crise prisional. No encontro, também ficou definida a criação de uma comissão nacional para reforma dos sistema prisional, com as participações de integrantes dos Poderes Legislativo e Judiciário e da sociedade civil. Com informações da Folhapress.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Ducati Multistrada 950: primeiras impressões






16/01/2017 08h16 - Atualizado em 16/01/2017 08h17

Moto agrada pelo conforto e esportividade, mas precisa ter preço atrativo. 
Marca acredita que modelo possa ser o seu mais vendido no Brasil.




Rafael MiottoDo G1, em Fuerteventura, Ilhas Canárias, Espanha - o jornalista viajou a convite da Ducati


A Ducati vai lançar a inédita Multistrada 950 no Brasil apenas no 2º semestre de 2017 e a moto será estrela da marca no Salão Duas Rodas deste ano. Mas a empresa já tem grandes ambições para o modelo, com características aventureiras e foco no asfalto, e acredita que ele tem potencial para ser a sua moto mais vendida no mercado brasileiro.

Este segmento das aventureiras vem crescendo no mundo todo e em ampla faixa de cilindrada. Recentemente, a 
BMW lançou a G 310 GS, enquanto a Kawasaki revelou a Versys-X 300 e a Suzuki a V-Strom 250.O lançamento mundial ocorreu em Fuerte ventura, nas Ilhas Canárias, na Espanha, onde o G1 teve as primeiras impressões. Ainda sem preço definido para o Brasil, a Multistrada 950 deve concorrer com aventureiras top de linha de 800 cc de outras marcas, como a F 800 GS Adventure e a Triumph Tiger 800 XCx. Ao menos, esta é a expectativa da empresa.

Mas a Multistrada 950 é diferente por não ser uma aventureira legítima e ter mais potência que as rivais, lembrando mais um "SUV de duas rodas". Enquanto F 800 GS e Tiger 800 têm grandes pretensões off-road, a Ducati tenta fazer o seu melhor no asfalto, mas também sem ter medo da terra.

Para ser competitiva, a Multistrada teria que vir com um preço de R$ 55 mil ou inferior a isso, visto que as concorrentes estão abaixo desta faixa. Além disso, tem que chegar com uma ampla diferença em relação à Multistrada 1200, que tem preços começando em R$ 71.900, para ter sua razão de existência.
Concorrentes Ducati Multistrada 950 (Foto: G1)

Mais acessível
Mesmo com motor menor que o da Multistrada 1200, não é possível dizer que a Multistrada 950 é uma moto pequena. Ela ainda está na alta cilindrada, mas tem uma pilotagem mais acessível que sua “irmã” maior.
Logo ao sair com a 950 pelas estradas de Fuerteventura foi possível notar um motor agradável em baixas rotações, ao contrário da 1200, que “pede mais gasolina” nessas situações.
Ducati Multistrada 950 (Foto: Divulgação)Ducati Multistrada 950 tem posição de pilotagem agradável (Foto: Divulgação)
A moto tem um pacote eletrônico com 4 modos de potência (Urban, Enduro, Touring e Sport), controle de tração em 8 níveis e 3 modos para o ABS.

Este tipo de rodagem “pediu” a opção Urban, que faz a potência máxima ser reduzida a 75 cavalos. Isso deixa o motor ainda mais na mão e fácil de controlar, mas é claro, sem esbanjar vigor.

Já nos primeiros minutos também ficou claro que a ergonomia é confortável, deixando os braços bem relaxados. As pernas ficam um pouco mais flexionadas do que em uma aventureira tradicional, indo mais para um lado “naked”, mas sem se tornar desconfortável.
Nesta parte mais urbana do roteiro de 200 km, as suspensões se mostraram firmes, mas não a ponto de causar desconforto. Uma série de regulagens também permite que fiquem mais macias ou rígidas, mexer na pré-carga, caso vá levar garupa ou bagagem.
Ducati Multistrada 950 (Foto: Divulgação)Ducati Multistrada 950 (Foto: Divulgação)
Confortável e esportiva
Na parte seguinte da viagem pela ilha, rodovias longas e retas mostraram que a moto é uma boa opção para quem quer fazer uma longa viagem. A bolha dianteira, regulável, e as carenagens que envolvem o tanque dão uma boa proteção aerodinâmica.

E o motor mostra fôlego suficiente para manter velocidade de cruzeiro, mesmo em subidas, sem muito esforço.

Mas foi no trecho seguinte, cortando as montanhas de Tesejerague, que a Multistrada 950 mostrou suas melhores qualidades. Subidas, descidas e muitas curvas foram perfeitos para sentir o vigor do motor de 113 cavalos. Nesse caso, a escolha do modo Sport, onde toda a potência é descarregada e de forma mais contundente, foi a melhor opção.
Ducati Multistrada 950 (Foto: Divulgação)Ducati Multistrada 950 possui painel digital (Foto: Divulgação)
Acima dos 6.000 rpm o motor dá uma “estilingada” e a moto apresenta toda a sua esportividade. Um detalhe interessante é a baixa vibração que chega ao motociclista, além de um som agradável e metalizado.

Nas curvas, mesmo as suspensões mais longas que a de uma “naked” não atrapalham e garantem estabilidade.

Um trunfo em relação à 1200 é a roda de 19 polegadas na dianteira, que permite trocas de direção mais rápidas - a Multistrada 1200 utiliza de 17 polegadas. Ela também ajuda em trechos esburacados, apesar de o asfalto ser perfeito em todo o percurso.

Mas os paralelepípedos da cidade histórica de Betancuria, antiga capital de Fuerteventura, ajudaram a provar isto. Essa configuração mostra melhor adaptação para rodar na terra também.
Ducati Multistrada 950 (Foto: Divulgação)Ducati Multistrada 950 tem visual "antigo" da Multistrada 1200 (Foto: Divulgação)
‘Frankenstein’ que deu certo
Apesar de ser inédita, a Multistrada 950 utiliza elementos de vários outros modelos da empresa. Nome, estilo e visual vêm da sua “irmã maior”, a Multistrada 1200, que também deu a ela o chassi. O motor é originário da linha Hypermotard, mas recebeu sistema de escape diferenciado.

Para completar, balança e pneus são os mesmos da Multistrada Enduro. Apesar de a princípio isso parecer um "Frankenstein", o resultado é o oposto: tudo está muito bem encaixado.

O modelo não é arisco e desconfortável como as Hypermotards, nem tem a brutalidade excessiva encontrada na Multistrada 1200. Como a própria marca afirmou no lançamento, a ideia foi criar uma moto que ponderasse o racional com a tradicional esportividade.

Além disso, amplia o alcance da linha da marca, com uma moto de proposta aventureira para o asfalto de menor cilindrada, devido a sua pilotagem mais fácil em comparação com a 1200.
Talvez a Multistrada 950 seja a Ducati mais racional da história. Mais essa razão vai depender – e muito – do preço.
Ducati Multistrada 950 (Foto: Divulgação)Ducati Multistrada 950 faz curvas bem (Foto: Divulgação)


Benefícios do INSS são reajustados em 6,5% e teto sobe para R$ 5,5 mil




Michael Melo/Metrópoles


O salário mínimo é o piso para o pagamento dos benefícios, como aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte



Os benefícios pagos pelo INSS serão reajustados em 6,58% em 2017 e terão teto de R$ 5.531,31. O aumento foi definido pelo INPC de 2016, como prevê a legislação, e publicado em portaria no Diário Oficial desta segunda-feira, 16. O porcentual de alta ficou acima do salário mínimo, que obedece outra regra e teve reajuste de 6,48%. O salário mínimo é o piso para o pagamento dos benefícios, como aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte.
A portaria publicada pelo Ministério da Fazenda prevê que, desde 1º de janeiro deste ano, as contribuições ao INSS tenham alíquota de 8% para quem ganha salário até R$ 1.659,38. Para remunerações entre R$ 1.659,39 e 2.765,66, a alíquota será de 9% e, entre 2.765,67 e 5.531,31, de 11%.


O valor da cota do salário-família por filho de até 14 anos de idade ou inválido de qualquer idade foi definido em R$ 44,09 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 859,88; e R$ 31,07 para o segurado com remuneração mensal entre R$ 859,88 e R$ 1.292,43.
O auxílio-reclusão será pago a dependentes de segurado com salário abaixo de R$ 1.292,43. Também foram reajustados os valores das multas cobradas por descumprimento de obrigações previdenciárias, que vai variar de R$ 300,49 a R$ 30.050,76.

PARA MUITOS, E-SOCIAL AINDA É MISTÉRIO INDECIFRÁVEL



NEM A RECEITA FEDERAL PARECE COMPREENDER O SISTEMA E-SOCIAL
Publicado: 16 de janeiro de 2017 às 00:00 - Atualizado às 07:55

Instituído em dezembro de 2014, dois anos depois o e-Social continua incompreensível até para o pessoal da Receita Federal. Cidadãos em busca de ajuda para cumprir suas obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas ficam a ver navios até quando recorrem à delegacia da Receita Federal em Brasília, por exemplo, onde poucos entendem do assunto. Na verdade, apenas um: “seu Aparecido”, que está de férias. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Quem vai à Receita em Brasília é avisado que “seu Aparecido” é o único por lá abalizado a decifrar o e-Social. Nas férias, dele, se vire.
Quem telefona para o número 146 descobre outra enganação: o serviço se restringe a insuficientes informações sobre restituição.
São imensas as dificuldades para o contribuinte cumprir as regras do e-Social, fazendo parecer que o propósito é prejudicar os empregadores.

Inadimplência do governo do RJ com a Uerj chega a R$ 36 milhões, diz sub-reitora




Segundo Tânia, problema afeta 9 mil alunos, incluindo os da graduação, pós-graduação e do Colégio de Aplicação. Início das aulas do 2° semestre de 2016 foi adiado.



Subreitoria da Uerj decide adiar início das aulas por falta de falta de pagamento
O anúncio de adiamento do início das aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) preocupa estudantes, docentes e servidores. A previsão era que, as aulas referentes ao segundo semestre do ano de 2016 começassem nesta segunda-feira (16), mas a reitoria da Uerj informou que a falta de repasse de verbas para manutenção da instituição, a falta de pagamento de salários de servidores e de bolsas para os estudantes impossibilita o funcionamento. A nova previsão de início das aulas é para o dia 23 de janeiro.
Nesta segunda-feira, em entrevista ao Bom Dia Rio, a sub-reitoria de graduação da universidade, Tânia de Castro Netto, afirmou que a inadimplência do estado com a Uerj é de R$ 36 milhões. Ainda nesta semana, haverá uma nova reunião que pode prorrogar ainda mais o retorno das aulas. Segundo a sub-reitora, a universidade tem nove mil alunos, na graduação, pós-graduação e no Colégio de Aplicação.
“Já está num rombo de R$ 360 milhões a inadimplência do estado para com a universidade. Nós não temos o direito de sermos irresponsáveis, nós temos uma missão muito nobre. Não podemos nos dar o luxo de acompanharmos a irresponsabilidade do estado do Rio de Janeiro. Se não houver repasse, não houver os pagamentos, não terá como abrir”, afirmou a sub-reitora de graduação.
“Nós não podemos pensar só que a Uerj tem os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. Nós temos um colégio de Aplicação que é referência, e isso impacta também aos alunos do ensino fundamental e médio, e aí o estrago é muito grande”, disse Tânia de Castro Netto.
De acordo com a reitoria da Uerj, as atuais condições de funcionamento da universidade não permitem a retomada de todas as atividades nos campus. Uma das consequências da crise que afeta a universidade é a redução no número de inscritos no último vestibular e o aumento dos pedidos de transferência.
“Houve uma redução no número de inscrições, mas o mais triste são os pedidos de transferência, porque como nós ainda vamos começar 2016.2, que é o segundo semestre de 2016, os estudantes não querem esperar e muitos estão pedindo transferência coisa que nunca aconteceu”, disse a dra. Tânia de Castro Netto.

Gastos de Renan e Collor com Correios no Senado sobem 225% em 1 ano


Despesas saltaram de R$ 60 mil para R$ 195 mil entre 2015 e 2016



POLÍTICA VERBA PÚBLICAHÁ 25 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


De acordo com levantamento feito Senado Federal, sobre os gastos dos gabinetes dos parlamentares entre os anos de 2014 e 2016, os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Renan Calheiros (PMDB-AL) destacam-se quando o assunto são despesas com os Correios.


No ano passado, o ex-presidente da República desembolsou R$ 110 mil, R$ 60 mil a mais que em 2015.
Já o presidente da Casa teve um salto de R$ 75 mil nos gastos com o envio de correspondências, passou de R$ 10 mil, em 2015, para R$ 85 mil, em 2016.
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, na soma de todos gabinetes, os gastos com Correios no Senado aumentaram de um ano a outro de R$ 2,9 milhões para R$ 3,1 milhões, corrigidos pela inflação.



TUDO DEPENDE DE MIM