sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Brasília: A passagem mais cara do país graças ao governo Rollemberg

ROUANET: CPI COBRA EXPLICAÇÃO DE R$94 MILHÕES




PATROCÍNIOS SUSPEITOS


CPI DA LEI ROUANET INVESTIGA PATROCÍNIOS DE DEZENAS DE EMPRESAS
Publicado: 06 de janeiro de 2017 às 00:01



PRESIDENTE ALBERTO FRAGA DEU 10 DIAS DE PRAZO PARA ENVIO DE DOCUMENTOS À COMISSÃO. FOTO: CÂMARA



O presidente da CPI da Lei Rouanet, deputado Alberto Fraga (DEM-DF), determinou prazo de dez dias para que empresas que apoiaram projetos culturais do Grupo Bellini enviem todos os documentos dos patrocínios para a comissão. O grupo Bellini, alvo da Polícia Federal no âmbito da Operação Boca Livre, recebeu R$ 94,76 milhões de diversas empresas investigadas pela comissão parlamentar de inquérito.
A Boca Livre, cujo inquérito foi aberto em 2014, investiga fraudes do Grupo Bellini com recursos captados sob o amparo da Lei Rouanet.
Só a Scania Latin America repassou ao grupo R$ 13,38 milhões. Mas a CPI pede esclarecimento de mais de 30 patrocinadores.
O requerimento pedindo os dados das empresas é do deputado Izalci (PSDB-DF), mas não foi aprovado pela comissão da Câmara.
O problema, segundo as empresas investigadas, é que o presidente da CPI não poderia fazer a solicitação sem aprovação do requerimento.

Vírus H1N1 matou mais de 1,9 mil pessoas em 2016



O balanço chegou perto do número de casos ocorridos em 2009, quando a doença se tornou uma pandemia





BRASIL SAÚDEHÁ 3 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Em 2016, o vírus H1N1 matou 1.982 pessoas e foram realizadas 10.625 notificações. O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde.


Segundo o portal do Bem Estar, do G1, já tinham sido registradas 886 mortes pela doença em junho do ano passado. Nesta período, 95,5% do público alvo já havia sido vacinado contra o vírus, embora a campanha de imunização só tenha começado em abril.
Os dados revelam que o balanço chegou perto do número de casos ocorridos em 2009, quando a vacina ainda estava em desenvolvimento. Naquele ano, foram 2.060 mortes relacionadas ao H1N1.
Casos ocorridos em outubro e novembro são explicados por conta de parte da população brasileira ter viajado ao hemisfério norte no fim do ano, no fim do ano, quando é inverno.
“Não dá tempo. Você precisa prever qual é o vírus que vai correr no ano seguinte. Isso só se sabe no inverno anterior do hemisfério norte. A vacina brasileira é feita com base no vírus que circulou por lá. Esse vírus é distribuído para as fábricas, que precisam de um tempo para produzir. É humanamente impossível você ter uma vacina pronta antes de abril. E ela dura mais ou menos 6 meses”, explica o infectologista do Fleury Medicina e Saúde, Celso Granato.
Confira a lista de óbitos pela doença no brasil, separada por estado e divulgada pelo site:
Rondônia - 3
Acre - 5
Amazonas - 4
Roraima - 1
Pará - 27
Amapá- 4
Tocantins - 0
Maranhão - 1
Piauí - 1
Ceará - 14
Rio Grande do Norte - 7
Paraíba - 13
Pernambuco - 16
Alagoas - 12
Sergipe - 0
Bahia - 30
Minas Gerais - 193
Espírito Santo - 45
Rio de Janeiro - 80
São Paulo - 779
Paraná - 216
Santa Catarina- 112
Rio Grande do Sul - 205
Mato Grosso do Sul - 95
Mato Grosso - 17
Goiás - 88
Distrito Federal - 18

Renan teme crescimento de 'rivais' em Alagoas


Presidente do Senado pretende se reeleger em 2018, mas é ameaçado por políticos do estado





POLÍTICA SENADOHÁ 29 MINSPOR

A menos de um mês de deixar a presidência do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) demonstra preocupação a aliados e integrantes do governo Temer com a articulação de ministros de Alagoas para disputar uma vaga de senador em 2018, quando o peemedebista pretende se reeleger.

Segundo interlocutores, Renan teme que o uso da máquina do governo por esses ministros em benefício do Estado fortaleça a candidatura deles ao Senado e ameace sua reeleição, quando duas vagas por Alagoas estarão em disputa. Alvo de 12 processos no Supremo Tribunal Federal (STF), o peemedebista precisa se reeleger senador para manter o foro privilegiado.
A principal preocupação de Renan é com o ministro dos Transportes, o deputado licenciado Maurício Quintella (PR-AL). Em Alagoas, o ministro integra o grupo político adversário do presidente do Senado. O grupo é liderado pelo prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), e pelo senador Benedito Lira (PP), cujo mandato também termina em 2018.
Desde que assumiu a pasta, em maio, Quintella vem anunciando seguidos pacotes de obras em Alagoas. Entre elas, a duplicação de trecho da BR-301 no Estado e a pavimentação de área sem asfalto da BR-316, além de investimentos de cerca de R$ 100 milhões para dragagem e melhorias no terminal de passageiros do Porto de Maceió.
Renan já reclamou de Quintella tanto com integrantes da cúpula do PR quanto com o presidente Michel Temer. Segundo apurou a reportagem, o presidente do Senado cobra que o governo faça o ministro desistir da candidatura.
Outra preocupação de Renan é com o ministro do Turismo, o deputado licenciado Marx Beltrão (PMDB-AL), indicado pela bancada peemedebista da Câmara e que contou com a chancela do presidente do Senado. Beltrão já afirmou a vários colegas do PMDB e de outros partidos que está articulando sua candidatura a senador em 2018.
O Ministério do Turismo também vem reforçando investimentos em Alagoas. De acordo com a pasta, foram concluídas dez obras de infraestrutura turística no Estado em 2016, totalizando aplicações de R$ 28,7 milhões, com contrapartida de R$ 3,1 milhões dos governo estadual e municipais.
Aliados de Renan consideram, porém, que o caso de Beltrão preocupa menos o presidente do Senado. Lembram que o ministro e o pai dele, o deputado estadual João Beltrão (PRTB-AL), são do mesmo grupo político de Renan e que, por isso, uma candidatura do ministro pelo PMDB só deslancharia com o aval do senador peemedebista, que comanda o partido em Alagoas.
'Melhor relação'
Procurados, os dois ministros de Alagoas não atenderam às ligações nem responderam as mensagens enviadas. Já Renan negou que esteja incomodado. "Muito pelo contrário. Tenho com o Maurício e com o Marx a melhor relação. A eleição de 2018 está muito longe. Não se pode inibir vontade de candidatura nenhuma", disse o presidente do Senado.
O presidente do Senado disse ainda que deve almoçar nesta sexta-feira, 6, com Quintella e que vai participar de solenidade de assinatura de ordem de serviço para construção de um Centro de Convenções em Penedo (AL). A cidade é administrada por Marcius Beltrão, primo do ministro. "O importante agora é somar para o desenvolvimento do Estado", afirmou o senador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

‘Drone de selfie’ identifica rosto e flutua fazendo fotos e vídeos; conheça


Hover Camera Passport causa impacto na CES, feira de eletrônico em Las Vegas; veja vídeo.




Drone na CES 2017 foi desenvolvido para selfies voadoras
Depois do “pau de selfie”, vem aí o “drone de selfie”? Pode ser, dada a boa recepção do Hover Camera Passport na CES, feira de eletrônicos em Las Vegas. Ele voa seguindo o usuário fazendo vídeos em 4K e fotos com uma câmera de 13MP. Veja o drone em ação no vídeo acima.
Identificar rostos em imagens é uma função já manjada. A ideia da empresa Zero Zero Robotics foi juntar isso com o direcionamento do drone. Para garantir um voo suave durante os registros, o Hover tem estabilizador eletrônico e mecânico.
A posição do drone durante o voo também pode ser ajustada pelo usuário/modelo através do mesmo app no qual ele tira as fotos e vídeos. O drone pesa cerca de 300 gramas.
Enquanto outros drones impressionam pelas imagens aéreas, o objetivo deste é caprichar nas fotos mais próximas mesmo. Tanto que a câmera tem flash embutido e ele funciona só até uma distância de 18 metros.
O Hover Camera Passport já está à venda nos EUA por US$ 550, mas não tem previsão de lançamento no Brasil.
Hover, o drone de selfie da Zero Zero Robotics, segue as pessoas em busca do retrato perfeito. (Foto: Rodrigo Ortega/G1)Hover, o drone de selfie da Zero Zero Robotics, segue as pessoas em busca do retrato perfeito. (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após apresentar linhas gerais, governo detalha nesta sexta plano de segurança




Lançamento ocorre em meio a crise no sistema penitenciário do país, com mortes e rebeliões em presídios; detalhamento será feito por ministro da Justiça, no Planalto.





A pós ter apresentado as linhas gerais do plano nacional de segurança, o governo federal detalhará nesta sexta-feira (6) as medidas que deverão ser adotadas. O anúncio acontecerá no Palácio do Planalto e caberá ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, explicar ponto a ponto o que o plano prevê.
Nesta quinta (5), Alexandre de Moraes já havia dito, também em entrevista no Planalto, que o plano irá se concentrar em três pontos principais:
  • redução do número de homicídios dolosos (com intenção) e feminicídios (crime de ódio contra mulheres);
  • combate ao tráfico de drogas e armas;
  • modernização dos presídios.


Segundo Alexandre de Moraes, também haverá parceria com países vizinhos, em especial para combater o tráfico de armas e de drogas. De acordo com o ministro, cada país terá em sua capital um núcleo de inteligência para levantar dados sobre o narcotráfico e o crime organizado.
Moraes ainda defendeu que pessoas que praticaram crimes sem violência ou sem grave ameaça sejam punidas com penas alternativas, restrição de direitos e uso de tornozeleira eletrônica. Segundo ele, essa seria uma maneira de tornar o sistema prisional mais eficiente (veja no vídeo abaixo).
Integração, cooperação e colaboração devem reger a aplicação do plano, diz ministro
O lançamento do plano de segurança ocorre em meio a uma crise no sistema penitenciário do país, com mortes e rebeliões em presídios.
Nesta semana, por exemplo, uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus (AM), resultou na morte de pelo menos 56 pessoas, episódio classificado pelo governo local como "o maior massacre" do sistema prisional do Amazonas.
Diante desta e outras recentes rebeliões, a Procuradoria Geral da República abriu nesta quinta quatro processos para investigar a situação dos sistemas penitenciários dos estados de Amazonas, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rondônia.
Segundo o órgão, dependendo da avaliação que for feita, poderá até pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma intervenção federal nos estados para restabelecer a ordem nos presídios.

Recursos

Na semana passada, o governo do presidente Michel Temer liberou R$ 1,2 bilhão para os estados erguerem novas penitenciárias e modernizarem os atuais presídios com equipamentos de segurança.
Para especialistas na questão penitenciária ouvidos pelo G1, porém, os recursos não são suficientes para prevenir rebeliões. Para esses analistas, a solução para o sistema prisional passa por mudanças nas leis penais e nas políticas públicas que possam levar à diminuição do encarceramento.
Nesta quarta, a ONG Contas Abertas divulgou um levantamento segundo o qual o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), administrado pelo Ministério da Justiça, conta com R$ 2,4 bilhões em recursos disponíveis.
Conforme a pesquisa, mesmo após o presidente Michel Temer autorizar o repasse de R$ 1,2 bilhão aos estados, ainda há recursos "parados" no fundo.
Em meio à crise no sistema penitenciário, a Ordem dos Advogados do Brasil divulgou uma nota, na qual afirmou que o poder público precisa reassumir o controle dos presídios pelo país, atualmente "controlados por facções criminosas".



Ar-condicionado da UTI do Hospital de Base está com defeito




iStock


As janelas do setor também tiveram de ser abertas. Parentes estão com medo de a medida agravar o quadro das pessoas internadas



O ar-condicionado da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do maior hospital público do Distrito Federal está com defeito. Segundo funcionários e parentes de pacientes ouvidos pelo Metrópoles, o problema está concentrado em pelo menos duas alas, de traumatologia e coronariana do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Em função disso, eles contam que as janelas das unidades de tratamento intensivo precisam ficar abertas e até soro fisiológico está sendo usado para resfriar o corpo das pessoas que estão internadas no local.
A falha no ar-condicionado foi verificada na quarta-feira (4/1) e confirmada pela Secretaria de Saúde. Os familiares e parentes dos pacientes estão preocupados, pois acham que o fato de as janelas da UTI ficarem abertas representa risco de contaminação. É o caso office-boy Pedro Alves, 27 anos, que tem um amigo internado no local. “A contaminação também pode vir de fora”, diz.


A professora Flávia Gonçalves, 52 anos, está com o filho, César Gonçalves, 28, internado há uma semana no HBDF e também se mostra apreensiva. “Os profissionais estão trabalhando no limite. Sei que, por conta do problema do ar-condicionado, meu filho pode ter uma piora significativa. Estamos implorando que a Justiça e a mídia nos ajudem a solucionar esse caso”, desabafa.
O filho de Flávia sofreu um acidente de carro e teve traumatismo craniano. Estava no pronto-socorro do hospital e, há dois dias, foi transferido para a UTI do setor de traumatologia. Segundo ela, os funcionários disseram que estão precisando usar soro fisiológico nos pacientes, para ajudar a manter a temperatura do corpo equilibrada.
ARQUIVO PESSOALArquivo pessoal
Mulher passa soro na pele de paciente. Ao fundo, janelas abertas na UTI do Hospital de Base
O infectologista Alexandre Cunha diz que os parentes e amigos dos pacientes têm motivo para ficar preocupados com a situação. “A infecção, neste caso, é algo que pode ocorrer. A temperatura mais alta pode causar o acúmulo de bactérias e gerar infecções.” Sobre a solução de abrir as janelas, ele lembra que a medida facilita a entrada de insetos. “Eles podem ter contato com os pacientes e transmitirem outras doenças”.
Nos últimos meses, várias reclamações e denúncias sobre a precariedade na rede pública de saúde têm surgido. Entre elas, longas filas de espera para a realização de procedimentos cirúrgicoselevadores quebradostelefones cortadosfalta de medicamentosde água quente nos banheiros dos hospitaisde médicosgasolina para as ambulâncias, entre outros problemas.
Medida de urgênciaSobre problemas no ar-condicionado do HBDF, a Secretaria de Saúde do DF informou que “em algumas áreas da UTI adulto, o equipamento de ar-condicionado funcionou de maneira ineficiente, com temperatura abaixo da ideal.” Mas garante que empresa responsável pela manutenção foi “imediatamente acionada e iniciou o reparo técnico.”
Sobre a decisão de abrir as janelas, a pasta justificou que “foi uma medida de urgência, temporária, tomada pelas equipes de plantão na UTI, em conjunto com a Comissão de Controle de Infecções do HBDF, para evitar o  risco de contaminação em pacientes.”
Funcionários que trabalham na UTI do HBDF também denunciaram a falta de materiais, como luvas, capotes e agulhas. A secretaria informou que a denúncia não procede.