quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Presidente Temer, não brinque com as Polícias Militares do país


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Governo libera redução de salário e jornada por até 2 anos



Previsão faz parte da medida provisória que estendeu por mais um ano do PPE (Programa de Proteção ao Emprego), criado em julho de 2015




ECONOMIA EMPREGOHÁ 32 MINSPOR FOLHAPRESS
O governo vai permitir que empresas reduzam salários e jornadas de trabalho de seus funcionários por até dois anos, em troca da garantia da manutenção dos empregos desses trabalhadores.
A previsão faz parte da medida provisória que estendeu por mais um ano do PPE (Programa de Proteção ao Emprego), criado em julho de 2015 pelo governo Dilma Rousseff, e agora rebatizado como Seguro Emprego.
Até a renovação do programa, era possível a redução de salários e jornadas em até 30% por até um ano.
Quem é incluído no programa não pode ser demitido sem justa causa durante o período de vigência da redução de jornada e salário.
Os trabalhadores afetados pelo programa têm direito a uma compensação de até 50% do valor que deixam de receber de seus empregadores, com teto de R$ 1.002 (65% da parcela máxima do seguro desemprego, atualmente em R$ 1.542).Os recursos vêm do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
As empresas podem aderir ao programa até o dia 31 de dezembro de 2017.
As companhias devem fazer a solicitação ao Ministério do Trabalho e demonstrar sua dificuldade financeira.
Para isso, o governo levará em conta indicador que compara o saldo de contratações da empresa nos últimos 12 meses com o número de funcionários que ela tinha no mês imediatamente anterior ao período.
Os critérios específicos para o programa a partir de agora ainda não foram divulgados.
Para aderir, também é necessário que as empresas firmem acordos coletivos com o sindicato que representa os trabalhadores da categoria majoritária em seus quadros.
O Seguro Emprego agora tem seu prazo de encerramento previsto para o final de 2018.
Os acordos firmados não podem incluir uma redução de salários e jornadas que ultrapassem essa data.
Segundo o Ministério do Trabalho, desde o início do PPE, foram deferidos 154 pedidos de adesão ao Programa.
Essas adesões preservaram o emprego de 63.345 trabalhadores, afirma o Ministério.
O governo federal repassou R$ 169,32 milhões a esses trabalhadores, por meio do FAT.
DESEMPREGO
A ampliação do programa tenta responder ao desafio de reaquecer o mercado de trabalho.
Frustrando expectativas, o emprego não vem demonstrando sinais de recuperação e o mercado espera piora durante o início de 2017.
A taxa de desemprego atual, de 11,8%, deve chegar a superar 13% em 2017, segundo projeção do Santander.
O Bradesco também elevou sua expectativa de desemprego de 12,5% para 12,9%. Com informações da Folhapress.

Bombeiros e PMs pedem cancelameto do Réveillon em Copacabana




O documento recomenda que os shows artísticos e pirotécnicos não ocorram por conta de possíveis manifestações





BRASIL RIO DE JANEIROHÁ 12 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Por conta da "grave crise política e financeira que atravessa o Estado", uma carta da Associação de Oficiais Militares Ativos e Inativos da PM e do Corpo de Bombeiros (Aomai) pede que a prefeitura do Rio cancele o Réveillon de Copacabana.


"A Aomai, antevendo a possibilidade de ocorrência de manifestações que, pela amplitude e quantidade de pessoas envolvidas, poderão tomar proporções violentas e atentatórias a integridade da população presente ao evento, recomenda o cancelamento dos shows artísticos e pirotécnicos no município do Rio", informa o documento, assinado pelo presidente da associação, coronel Adalberto de Souza Rabello.
Segundo informações do UOL, os custos da famosa celebração são calculados em cerca de R$ 5 milhões e costumam atrair 2 milhões de pessoas. A crise econômica já tinha afetado a celebração e, neste ano, a duração da queima de fogos precisou ser diminuída de 16 para 12 minutos.


Médico do DF diz que mulheres apanham porque não respeitam maridos



Em postagem no Facebook, ele fez o comentário que foi duramente criticado. Rapidamente, a mensagem foi apagada






O cardiologista Luiz Águila fez um post machista no Facebook. Ele escreveu, na manhã desta terça-feira (27/12), que as mulheres apanham porque não respeitam seus maridos. A informação foi dada pelo jornalista Marcelo Chaves.
“Sabe porque (sic) tantas mulheres apanham? Porque desrespeitam seus companheiros. Respeitem e serão respeitadas. Nossas avós não apanhavam porque respeitavam. Respeito é fundamental”, dizia a postagem, que foi apagada.
Reprodução

Na caixa de comentários, várias mulheres escreveram indignadas com a postagem do médico. A reportagem do Metrópoles ligou no consultório de Águila e foi informada de que ele está de férias.





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira 

Ele se esqueceu que homem nasce de Mulher e que abaixo de Deus toda Honra e Gloria seja dada ás MULHERES!


PMDF ganha dois “Ispicialistas” em Segurança Pública



O princípio do devido processo legal sempre deve ser respeitado.

Temer pode vetar renegociação de dívida dos estados


Se o veto realmente acontecer, o colunista avalia que o governo deve reenviar um novo projeto de lei



ECONOMIA SERÁ?HÁ 3 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

Aprovada pelo Congresso Nacional na última semana, o projeto da renegociação da dívida dos estados corre risco de não avançar. Isso porque, segundo o blog do Camarotti no G1, o presidente Michel Temer estu


O colunista explica que o rumor ganhou força depois que ele se reuniu, na noite desta terça-feira (27), com os ministros Henrique Meirelles, da Fazenda, Dyogo Oliveira, do Planejamento, e Eliseu Padilha, da Casa Civil. 
No entanto, Temer ainda deve conversar com alguns governadores para avaliar a repercussão política da medida, caso decida mesmo pelo veto.  
"O Congresso pensava que estava ajudando os estados, mas, na verdade, os parlamentares atrapalharam", disse ao blog um interlocutor do presidente. 
Se o veto realmente acontecer, o colunista avalia que o governo deve reenviar um novo projeto de lei  para a renegociação da dívida dos estados.