terça-feira, 4 de outubro de 2016

Alckmin pode sair do PSDB caso Aécio seja o escolhido para 2018

O único receio do governador de São Paulo é ser punido nas urnas por trocar de partido


POLÍTICA DISPUTAHÁ 3 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

O senador Aécio Neves (MG) pediu que integrantes do PSDB não alimentem uma disputa com Geraldo Alckmin sobre quem será o candidato à presidência em 2018. Há hipótese de que Alckmin saia do partido caso não seja o nome indicado para disputa, em troca de Aécio.

O único receio do governador de São Paulo é ser punido nas urnas, como Marta Suplicy, por trocar de partido. De acordo com a Folha de S. Paulo, Aécio Neves tem concordado com a realização de prévias, pois acredita que diante de uma disputa de votos interna, ganharia.

Derrota nas eleições municipais deixa PT mais longe do Planalto em 2018

O Partido dos Trabalhadores aparece como um dos grandes derrotados das eleições e fica ainda mais longe da possibilidade de voltar ao Palácio do Planalto com Lula em 2018. Lideranças veem %u201Cperseguição%u201D


 postado em 04/10/2016 06:00

AFP / NELSON ALMEIDA


A derrota do Partido dos Trabalhadores nas urnas acendeu um sinal de alerta para 2018. Nas capitais do país, o PT reelegeu apenas o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre. No próximo 30 de outubro, data do segundo turno, apenas João Paulo (PT) concorre à Prefeitura do Recife. No quadro geral, o PT deixou de comandar 630 prefeituras para ter 231, queda de 63,3%.

O resultado seria fruto de insatisfação, por parte dos eleitores, com o desempenho do PT na esfera federal, acredita o professor de teoria política da Unesp Marco Aurélio Nogueira. “Isso repercutiu no âmbito municipal e respingou até em quem não estava envolvido em casos como a Lava-Jato”, afirmou. Para o professor, se ausência do partido fosse em poucas capitais, poderia ser justificada como um “acidente de percurso”. “Mas o PT não está presente nas principais capitais. É um fenômeno nacional”, disse.


Em artigo, o ex-ministro da Justiça no governo Lula e ex-governador gaúcho Tarso Genro avalia que o baixo número de candidatos eleitos é fruto de continuidade da política de resistência contra o impeachment de Dilma Rousseff. Segundo ele, os políticos não teriam aproveitado o momento para fazer das eleições um recomeço. “O PT teve muitas candidaturas dignas e autênticas, como as de Raul Pont (em Porto Alegre) e de Fernando Haddad (em São Paulo), mas, em regra, teve um desempenho pífio ou se dissolveu em alianças regionais de conveniência”, diz.



O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) acredita que o resultado ruim se deve a uma “campanha ensandecida” do Judiciário, por meio da Lava-Jato, e de parte da mídia. “É uma campanha para desacreditar o PT e a própria classe política”, criticou. O parlamentar afirma que o partido precisa de nova direção e rejuvenescer. “Precisa se restruturar para enfrentar o governo que pretende retirar direitos”, argumenta. A derrota de Fernando Haddad, em São Paulo, tido como uma esperança para o partido, gerou críticas internas. “Ele não mirou em quem o elegeu, que foi a periferia. Atendeu a cidade de forma geral, preferiu a classe média”, diz Zarattini. O parlamentar também criticou o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB-SP). “É muito bonito dizer que não é político. Bota a mão na massa para ver”.

O líder do partido no Senado Federal, Humberto Costa (PT-PE), acredita que o péssimo resultado é consequência de perseguição contra o PT. “Antigas lideranças foram presas às vésperas (da votação)”, diz, referindo-se à prisão temporária do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, na operação Lava-Jato. O senador fez mea-culpa e afirmou que o PT precisa fazer um balanço. “Ver os equívocos cometidos que nos fizeram perder apoio de parlamentares e da sociedade”, comentou. O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirma que o resultado tem de ser lido dentro do contexto político em que o partido tem sofrido forte ataque. “Não é o resultado que gostaríamos, mas precisamos fazer um balanço profundo das nossas responsabilidades e ter a humildade de corrigir o que precisa ser corrigido”, disse.

DEPUTADOS E SENADORES SE REÚNEM PARA VOTAR LDO E CRÉDITOS PARA O FIES


O PROJETO LIBERA CRÉDITOS SUPLEMENTARES PARA O FINANCIAMENTO ESTUDANTIL. (FOTO: EBC)

PT E PSDB AFIRMAM QUE VÃO GARANTIR QUÓRUM NA SESSÃO
Publicado: 04 de outubro de 2016 às 08:34

Redação

Deputados e senadores se reúnem nesta terça-feira (4) em sessão conjunta para a votação de vetos presidenciais, conclusão da apreciação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016 e ainda do projeto que libera créditos suplementares para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
No Senado, os líderes do PT e do PSDB afirmam que suas bancadas vão garantir quórum na sessão, marcada para as 19h. Segundo o líder petista, Humberto Costa (PE), caberá ao governo, que tem maioria no Congresso Nacional, garantir também a presença dos outros partidos.
“Nós, da oposição, vamos estar lá”, disse o líder à Agência Brasil. Segundo ele, os oposicionistas também devem colaborar para a aprovação das matérias pela relevância delas. “Em princípio, se houver quórum, nós não vamos colocar empecilhos, mas a obrigação de garantir quórum é do governo”, ressaltou.
No mesmo sentido, o líder tucano, Paulo Bauer (SC), também acredita que, entre os senadores, não será difícil garantir quórum na sessão. Há preocupação, no entanto, com relação ao número de deputados que estarão presentes, em função da continuidade das campanhas eleitorais.
“Os senadores não têm, como os deputados, um envolvimento tão grande com o processo eleitoral nos municípios. Então, por isso, não sei se teremos o quórum na Câmara”, disse Bauer.
A previsão, no entanto, é que o número mínimo de 257 deputados seja alcançado. Até as 20h de ontem (3), cerca de 200 deputados já tinham passado pela Câmara. Vários deles chegaram para jantar na casa do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) na noite dessa segunda-feira. Além disso, um café da manhã dos deputados com o ministro da Fazenda, Henrique Meireles, previsto para hoje de manhã, deve ajudar a trazer os parlamentares a Brasília. (ABr)

Colômbia vive momento de incerteza após rejeição ao acordo de paz



O resultado apertado das urnas - 50,21% para o "Não" e 49,78% para o "Sim" - evidencia um país dividido sobre como alcançar a paz que todos dizem almejar

 France Presse
Mario Tama/Getty Images/AFP

Bogotá, Colômbia -
 A Colômbia inicia a semana em choque com o resultado surpreendente do plebiscito de domingo, a vitória do "Não" ao acordo de paz com a guerrilha das Farc, um duro golpe ao governo de Juan Manuel Santos, que coloca em dúvida o processo para superar meio século de violência.

O resultado apertado das urnas - 50,21% para o "Não" e 49,78% para o "Sim" - evidencia um país dividido sobre como alcançar a paz que todos dizem almejar, mas que é algo muito complicado. "A Colômbia está na incerteza", afirmou à AFP Angelika Retteberg, diretora do Mestrado de Construção da Paz da Universidade dos Andes, sobre as perguntas provocadas a respeito do fim do conflito com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O revés, inesperado tanto para o presidente Juan Manuel Santos como para o líder máximo das Farc, Rodrigo Londoño ("Timochenko"), intensificou no entanto a vontade de ambos de buscar uma saída política para o conflito armado. "Não me renderei", declarou Santos em um discurso no domingo à noite na sede da presidência, a Casa de Nariño, ao lado da equipe do governo que negociou o acordo. "Seguirei buscando a paz até o último dia de meu mandato, porque este é o caminho para deixar um país melhor aos nossos filhos", completou, muito sério.

Quase ao mesmo tempo, em Havana, sede das negociações de quase quatro anos, Timochenko afirmou que os rebeldes "mantêm a vontade de paz e reiteram sua disposição de usar apenas a palavra como arma de construção para o futuro".

Santos, empenhado desde o início em legitimar pelo voto popular o acordo de paz, convocou para esta segunda-feira uma reunião com todas as forças políticas, "para escutá-las, abrir espaços de diálogo e determinar o caminho a seguir". "Em diálogo político anunciado por @JuanManSantos as Farc-EP devem ter um assento como força política que trabalha pela paz do país", escreveu Timochenko no Twiter.

Alta abstenção
Nenhuma pesquisa antecipou o resultado, quase uma semana depois da assinatura do acordo de paz, por Santos e Timochenko, em uma cerimônia solene em Cartagena, diante de 15 chefes de Estado e do secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon. Quase 34,9 milhões de colombianos estavam registrados para comparecer às urnas. Mas o voto não era obrigatório e o índice de participação, de apenas 37,43%, foi à já baixa média histórica do país, de 40 a 50%, segundo os analistas.

Para Carlos Malamud, pesquisador sobre a América Latina do Real Instituto Elcano, a alta abstenção é explicada por vários motivos: as fortes chuvas provocadas pela passagem do furacão Matthew, que afetaram a jornada eleitoral, o triunfalismo da campanha do "Sim" e uma "certa soberba de suas propostas". "A mensagem dos partidários do 'Não' sobre o excesso de impunidade calou profundamente", destacou, antes de explicar a vitória do "Não" como um êxito da campanha de medo do líder da oposição, o ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010), para quem o acordo levava o país ao "castrochavismo" de Cuba e Venezuela. 

"O resultado pode ser visto como um triunfo de Uribe", disse à AFP a analista política Arlene Tickner, da Universidade de Rosario, sobre o atual senador e ferrenho opositor de Santos. O atual presidente foi ministro da Defesa durante o governo de Uribe, que considera Santos um "traidor" por negociar com a guerrilha. "Queremos aportar a um grande pacto nacional, nos parece fundamental que em nome da paz não se criem riscos aos valores que a tornam possível: a liberdade, a justiça institucional, o pluralismo", disse Uribe.

"Guerra civil"
O desprestígio das Farc também pesou na votação, mais do que os recentes pedidos de perdão às vítimas e o compromisso com a reparação material, a destruição de seu armamento e a reconciliação do país. O pacto com as Farc, de 297 páginas, buscava terminar com o principal e mais antigo conflito armado das Américas, um complexo emaranhado de violência entre guerrilhas, paramilitares e agentes do Estado, com um balanço de 260.000 mortos e 6,9 milhões de deslocados.

O acordo previa o ingresso das Farc na vida política de forma legal. Seus 5.765 combatentes - segundo números da guerrilha - iriam se concentrar em 27 lugares para seu desarmamento e posterior reinserção à vida civil. Agora, porém, o que reina é a incerteza absoluta. "A vontade de paz entre as partes é muito forte e o apoio da comunidade internacional também. De alguma forma se buscará implementar o acordado", afirmou Tickner.

O governo da Noruega, país que atuou como mediador na negociação de paz, afirmou que está "muito decepcionada" com o resultado da votação, ao mesmo tempo que fez um apelo para "salvar a paz".

Yoshinori Ohsumi vence o Nobel de Medicina por pesquisas sobre a autofagia

Estudos são cruciais para entender como as células se renovam e a resposta do corpo à fome e às infecções

 France Presse
Jiji Press/AFP

Estocolmo, Suécia - O japonês Yoshinori Ohsumi foi anunciado nesta segunda-feira (3/10) como o vencedor do prêmio Nobel de Medicina de 2016 por suas pesquisas sobre a autofagia, cruciais para entender como as células se renovam e a resposta do corpo à fome e às infecções. "As mutações dos genes da autofagia podem provocar doenças e o processo autofágico está envolvido em várias afecções como o câncer e as enfermidades neurológicas", destacou o júri do prêmio.

Toru Yamanaka/AFP


O conceito de autofagia surgiu nos anos 1960, quando os pesquisadores observaram pela primeira vez que as células poderiam destruir seu próprio conteúdo, envolvendo o mesmo e transportando para um "compartimento de reciclagem" chamado lisossoma, explicou a Assembleia Nobel do Instituto Karolinska, que concede o prêmio.

O conhecimento do fenômeno foi, no entanto, limitado até os trabalhos de Yoshinori Ohsumi que, no início dos anos 1990, realizou "experiências brilhantes" com lêvedo e identificou os genes da autofagia. Ele evidenciou os mecanismos subjacentes e mostrou que o mesmo sistema funcionava no corpo humano.

Jonathan Nackstrand/AFP


Yoshinori Ohsumi, de 71 anos, nascido em Fukuoka, obteve o doutorado em 1964 na Universidade de Tóquio. Depois de três anos na Universidade Rockefeller de Nova York, retornou para a capital japonesa para criar o próprio laboratório. Desde 2009 é professor do Instituto de Tecnologia de Tóquio. "Ficou um pouco surpreso", afirmou o secretário do júri, Thomas Perlmann, que telefonou para o japonês antes do anúncio.

Yoshinori Ohsumi sucede William Campbell, americano nascido na Irlanda, o japonês Satoshi Omura e a chinesa Tu Youyou, premiados em 2015 por pesquisas sobre tratamentos contra as infecções parasitárias e a malária. O diploma e a medalha Nobel são acompanhados de uma premiação de oito milhões de coroas suecas (834 mil euros, 934 mil dólares).

Premiação
O Nobel de Medicina é o primeiro da temporada. Na terça-feira será anunciado o prêmio de Física e no dia seguinte o de Química. Na sexta-feira será a vez do Nobel da Paz e na segunda-feira o de Economia. O Nobel de Literatura fecha a temporada em 13 de outubro.

Greve dos bancários completa 28 dias e permanece sem acordo


A paralisação já é mais longa do que a realizada pelos bancários no ano passado, que durou 21 dias



ECONOMIA AGÊNCIAS FECHADASHÁ 13 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


A greve dos bancários completou 28 dias nesta segunda-feira (3) com 13.245 agências e 29 centros administrativos fechados, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).


De acordo com o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias instaladas, segundo último balanço.Na última quarta-feira, os bancários se reuniram com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), mas o encontro terminou sem acordo, e os grevistas decidiram manter a paralisação.
Na ocasião, a Fenaban (que representa os bancos) ampliou a oferta de abono para R$ 3,5 mil, com mais 7% de reajuste, extensivo aos benefícios. Também propôs que a convenção coletiva dure dois anos, com garantia, para 2017, de reajuste pela inflação acumulada e mais 0,5% de aumento real.
Segundo o G1, a proposta foi recusada e nenhuma nova rodada de negociação foi agendada para a semana, até o momento. A greve já é mais longa do que a realizada pelos bancários no ano passado, que durou 21 dias.
Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial - no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

PF cumpre mandados na BA contra financiamento ilegal de campanhas

04/10/2016 07h22 - Atualizado em 04/10/2016 08h07


Em Salvador, mandados são cumpridos na Propeg e na sede do PT.
Operação Hidra de Lerna também acontece nos estados do DF e RJ.

Do G1 BA

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Hidra de Lerna, que cumpre 16 mandados de busca e apreensão na Bahia, Distrito Federal e no Rio de Janeiro.
Mandados estão sendo cumpridos em Salvador (Foto: Fernanda Rebouças/TV Bahia)Mandados estão sendo cumpridos em Salvador
(Foto: Fernanda Rebouças/TV Bahia)
A operação investiga um grupo criminoso responsável pela possível prática de financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia e por esquemas de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades.
Em Salvador, mandados são cumpridos na agência de publicidade Propeg, no bairro da Barra e na sede do PT, no Rio Vermelho. Não foi divulgado o número total de mandados no estado.
G1 tentou falar com a Propeg por telefone, mas ninguém foi localizado na agência.
Em razão do foro por prerrogativa de função de investigados, os mandados foram todos deferidos pela Ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça.
Policiais cumprem mandados na operação Hidra de Lerna na manhã desta terça-feira (Foto: Andreia Silva/ TV Bahia)Policiais cumprem mandados na operação Hidra de
Lerna na manhã desta terça-feira
(Foto: Andreia Silva/ TV Bahia)
A Operação Hidra de Lerna, que deriva de três colaborações de investigados na Operação Acrônimo, já homologadas pela Justiça e em contínuo processo de validação pela Polícia Federal, tem como origem dois novos inquéritos em tramitação no STJ e cuja distribuição entre os ministros da corte ocorreu de forma automática.
Em uma das linhas de investigação, a suspeita da PF é que os esquemas investigados realizassem triangulações com o objetivo de financiar ilegalmente campanhas eleitorais.
Segundo a polícia, "uma empreiteira sob investigação contratava de maneira fictícia empresas do ramo de comunicação especializadas na realização de campanhas políticas e remuneravam serviços prestados a partidos políticos e não à empresa do ramo de construção civil".
Polícia Federal esteve na sede do Partido dos Trabalhadores, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador (Foto: Divulgação/Polícia Federal)Polícia Federal esteve na sede do Partido dos Trabalhadores, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
PF também esteve em uma agência de publicidade em Salvador (Foto: Divulgação/Polícia Federal)PF também esteve em uma agência de publicidade em Salvador (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Agência de publicidade na Ladeira da Barra é alvo de mandados da PF (Foto: Fernanda Rebouças/TV Bahia)Agência de publicidade na Ladeira da Barra é alvo de mandados da PF (Foto: Fernanda Rebouças/TV Bahia)
Mandado é cumprido na sede do PT no bairro do Rio Vermelho, em Salvador (Foto: Andreia Silva/ TV Bahia)Mandado é cumprido na sede do PT no bairro do Rio Vermelho, em Salvador (Foto: Andreia Silva/ TV Bahia
)