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sábado, 10 de setembro de 2016
FEDOCA
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
MANAUS-SOCORROOOOOO POR QUE ESCONDES TEU ROSTO E NÃO TE PREOCUPAS COM NOSSA AFLIÇÃO? Salmo 43,25
MANAUS-SOCORROOOOOO
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fazer em Manaus com pouco dinheiro! Lá não interna... Ela não consegue se alimentar e trouxemos pra casa pois onde alimentam por sondas a diária é 200 reais! mas não vou desistir... Sinto muito menininha por não poder fazer mais que isso! só Deus sabe a dor da impotência que sinto!
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
'Governo quer abafar a Lava Jato', diz a revista ministro demitido
Ex-chefe da AGU, Fabio Medina Osório afirma que Planalto tem 'receio' da investigação

POLÍTICA ENTREVISTAHÁ 13 MINS
POR FOLHAPRESS
Demitido nesta sexta-feira (9) do cargo de chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), o ex-ministro Fabio Medina Osório afirmou que o governo de Michel Temer "quer abafar a Lava Jato" e tem "muito receio" de até onde a investigação sobre o esquema de corrupção na Petrobras possa chegar.

POLÍTICA ENTREVISTAHÁ 13 MINS
POR FOLHAPRESS
Demitido nesta sexta-feira (9) do cargo de chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), o ex-ministro Fabio Medina Osório afirmou que o governo de Michel Temer "quer abafar a Lava Jato" e tem "muito receio" de até onde a investigação sobre o esquema de corrupção na Petrobras possa chegar.
As declarações de Osório foram dadas à revista "Veja" na edição que começou a circular neste sábado (10).
Na quinta-feira (8) a Folha informou que o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, havia chamado naquela noite Osório a seu gabinete para convencê-lo a se demitir.
Padilha alegou que Osório não atuava em compasso com o governo Temer e, segundo a Folha apurou, chegou a citar como exemplo o pedido que o chefe da AGU fez ao Supremo Tribunal Federal para ter acesso aos inquéritos de políticos envolvidos na operação Lava Jato. Essa ação teria sido feita sem comunicação ao presidente ou à cúpula do governo.
A intenção de Osório era mover ações de improbidade e ressarcimento contra esses políticos, assim como a AGU fizera com as empreiteiras acusadas de envolvimento no petrolão.
"Não tenho dúvida [de que sua demissão está ligada a esse episódio]. Fui demitido porque contrariei muitos interesses. O governo quer abafar a Lava Jato. Tem muito receio de até onde a Lava Jato pode chegar", disse o ex-ministro à revista.
Segundo ele, a "AGU tem a obrigação de buscar a responsabilização de agentes públicos que lesam os cofres federais".
Entre os políticos cujo acesso aos inquéritos foram autorizados pelo STF estão o do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente do PMDB Valdir Raupp (RO).
A Folha não conseguiu contato com a assessoria de Eliseu Padilha até o início da tarde deste sábado. O Palácio do Planalto também não se manifestou na manhã deste sábado.
PRIMEIRA MULHER
A situação de Osório no governo se complicou após ele demitir um de seus adjuntos, Luís Carlos Martins Alves Júnior.
Alves defendia, assim como Padilha, que a AGU deveria se afastar dos inquéritos envolvendo políticos na Lava Jato e se concentrar apenas na defesa do patrimônio público.
Osório também bateu de frente com Grace Mendonça, secretaria-geral da área de contencioso da pasta, que foi confirmada para substitui-lo e se tornou a primeira mulher a ocupar um cargo no primeiro escalão do governo Temer.
A situação de Fábio Medina Osório no governo era considerada "instável" desde a sua nomeação. No começo de junho, sua demissão chegou a ser cogitada pelo Palácio do Planalto. Com informações da Folhapress.
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
“É lamentavelmente inacreditavelmente, verdadeiramente”.
Absolutamente,
Reconhecidamente,
Inegavelmente,
Que esse País foi descoberto por pessoas de índole e mente
perigosa e que o nosso futuro a Deus dará?”
“A cartilha é antiga”. O governo aperta o ajuste fiscal,
valoriza juros para satisfazer o capital financeiro e os que dele fazem
riqueza, paralisa a economia e agrava o desemprego. Os impactos matemáticos aos
teóricos macroeconômicos são a falta de dinheiro em circulação pela redução do
emprego e da renda e, com isso, o controle "mecânico" da inflação. Um
dos efeitos diretos na vida dos trabalhadores é a fragilização de seus
sindicatos, que passam a conviver com o desafio de preservar direitos, em vez
de negociar para ampliá-los – estão aí para comprovar os ataques à CLT, à
Previdência e a obsessão pelas terceirizações. Outro efeito, na ponta do
novelo, atinge os cidadãos, submetidos à falta de senso de coletividade e ao
salve-se quem puder ante o empobrecimento e a desesperança. “É esse o enredo do
golpe em curso”.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
País pagará em 2016 R$ 20 bilhões em encargos e subsídios na conta de luz
10/09/2016 07h41 - Atualizado em 10/09/2016 07h41
Peso de encargos e subsídios na tarifa equivale ao do serviço de distribuição.
Governo pode apresentar proposta para rever pagamentos ainda neste ano.
Laís LisDo G1, em Brasília
Os brasileiros vão pagar em 2016 cerca de R$ 20 bilhões em encargos e subsídios do sistema elétrico, que incidem sobre as contas de luz. Os recursos arrecadados vão servir para financiar ações como o programa Luz para Todos e a tarifa social, que dá desconto para consumidores de baixa renda. Mas também sustentam incentivos a agricultores - que pagam mais barato pela energia usada na irrigação - e incentivos a investimentos em fontes de energia que já são competitivas.
Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que os encargos e subsídios respondem por cerca de 16% do valor da conta de energia. É quase o mesmo que o consumidor paga pelo serviço prestado pelas distribuidoras, que levam a eletricidade até as casas, lojas e indústrias (17%).
Para o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, o consumidor paga por subsídios desnecessários e que precisam ser revistos. Rufino defende que programas e políticas públicas do governo no setor elétrico, como a tarifa social e o desconto para irrigação, sejam pagos com recursos do orçamento da União, ou seja, dividido com todos os contribuintes e não só pelos consumidores de energia.
“A tarifa social é um dos subsídios mais justos que temos, mas será que isso tem que ser custeado pelos consumidores de energia ou por um orçamento para política social?”, questiona Rufino.
Revisão
Até o final do ano, o governo deve apresentar uma proposta de revisão dos subsídios e encargos embutidos na conta de luz. A mudança, no entanto, não depende só de vontade do governo. Como foram criados por lei, os subsídios precisam ser alterados pelo Congresso Nacional.
Revisão
Até o final do ano, o governo deve apresentar uma proposta de revisão dos subsídios e encargos embutidos na conta de luz. A mudança, no entanto, não depende só de vontade do governo. Como foram criados por lei, os subsídios precisam ser alterados pelo Congresso Nacional.
“O Congresso está sempre aumentando o leque de beneficiados por descontos”, disse Rufino.Rufino cita ainda a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). O encargo é pago por todos os consumidores e financia a compra de combustível usado nas usinas térmicas que atendem às regiões que não estão interligadas à rede nacional de linhas de transmissão de energia. Pela lógica, destaca o diretor-geral da Aneel, como cada vez menos locais estão isolados, esse item deveria ficar mais barato, mas esse custo aumenta ano a ano.
Segundo ele, “falta zelo” das empresas que atendem o sistema isolado, o que aumenta o gasto da CCC. Como não há uma exigência de eficiência ou um controle rígido do gasto, o peso desse encargo continua aumentando.
Descontos tarifários
O subsídio às famílias de baixa renda custou, em média, R$ 2 bilhões nos últimos quatro anos. Mas outros descontos, que incluem os dados a agricultores (irrigação) e às fontes de energia alternativas, como eólicas e biomassa, têm aumentado o seu peso para os consumidores. Em 2013, o custo deles foi de R$ 4,5 bilhões e, em 2016, saltou para R$ 6,1 bilhões.
O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite, defende que sejam excluídos da conta do setor tudo que não esteja diretamente relacionado com a cadeia produtiva da energia elétrica.
“Tudo aquilo que não é resultado da cadeira produtiva deveria estar fora da tarifa. O que é política pública, distribuição de renda, política social, deveria ser bancada pela sociedade [via Orçamento]”, avaliou.
Leite destaca a questão das fontes de energia que ainda recebem incentivos mesmo já conseguindo sobreviver sem qualquer tipo de ajuda por já terem se tornado muito competitivas, como a geração eólica.
Luz para Todos
Apesar de associações do setor elétrico defenderem a retirada do financiamento ao Luz para Todos da lista de subsídios pagos na conta de luz, Rufino afirma que o programa é importante para o setor elétrico, já que a universalização do serviço aumenta o mercado e, por isso, deve continuar sendo pago pela Conta de Desenvolvimento Enérgico (CDE).
Leite destaca a questão das fontes de energia que ainda recebem incentivos mesmo já conseguindo sobreviver sem qualquer tipo de ajuda por já terem se tornado muito competitivas, como a geração eólica.
Luz para Todos
Apesar de associações do setor elétrico defenderem a retirada do financiamento ao Luz para Todos da lista de subsídios pagos na conta de luz, Rufino afirma que o programa é importante para o setor elétrico, já que a universalização do serviço aumenta o mercado e, por isso, deve continuar sendo pago pela Conta de Desenvolvimento Enérgico (CDE).
A CDE é uma conta única, reformulada em 2013, e que engloba a maioria dos encargos e subsídios
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Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Deputado Distrital Joe Valle (PDT/DF)- Bloco 1 - CB.Poder
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
A cada dia, 10 mil agentes dos EUA atuam em operações especiais e clandestinas
País está gastando mais recursos em intercâmbio com aliados para o treinamento de tropas de elite, mostram dados obtidos com a Lei de Liberdade da Informação
por Nick Turse, do The Intercept publicado 09/09/2016 16:20
por Nick Turse, do The Intercept publicado 09/09/2016 16:20
O Chile e as Forças Especiais dos EUA aguardam por um helicóptero do Exército americano para levar um refém em exercício simulado durante operação de treinamento de resgate em Antofagasta
The Intercept – Documentos obtidos pelo The Intercept, por meio da Lei de Liberdade da Informação, mostram que os Estados Unidos estão gastando mais dinheiro em novas missões para enviar tropas de elite a serem treinadas com outras tropas de elite de países aliados.
De acordo com o Programa de Intercâmbio de Treinamento Conjunto (Joint Combined Exchange Training – JCET), desenvolvido para treinar agentes especiais dos Estados Unidos em diversos tipos de missões, de “defesa interna estrangeira” a “guerras não convencionais”, as tropas americanas realizaram ao menos uma missão a cada dois dias em 2014, último ano registrado pelos documentos revelados.
Ao custo de mais de US$ 56 milhões, os Estados Unidos enviaram seus agentes mais experientes — Seals da Marinha, Boinas Verdes do Exército e outros — para 176 JCETs, um aumento de 13% em relação aos números de 2013. O número de países envolvidos cresceu ainda mais, de 63 para 87, ou seja, 38% a mais do que o ano anterior.
O JCET é um programa crucial para a estratégia global em torno da tropa mais secreta e menos transparente dos Estados Unidos. Desde o 11 de setembro, as Forças de Operações Especiais (Special Operations Forces – SOF) foram expandidas de todas as formas imagináveis, desde seu orçamento, passando pelo número de agentes, até a quantidade de missões em países estrangeiros. Diariamente, 10 mil agentes especiais são enviados ou transferidos para realizar missões que variam desde “criação de parcerias e coleta de informações nos bastidores até operações de ataque dinâmicas de alta importância”, contou o ex-chefe do Comando de Operações Especiais ao Comitê de Serviços Armados do Senado dos Estados Unidos, General Joseph Votel.
Em 2014, mais de 4,8 mil tropas de elite participaram de JCETs. No ano anterior, foram 3,8 mil. “A finalidade dos JCETs é promover o treinamento de SOFs dos Estados Unidos em disciplinas importantes para missões, através do treinamento oferecido pelas forças militares de países aliados”, contou o porta-voz do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos, Ken McGraw, ao The Intercept. “JCET permitem que SOFs usem e desenvolvam seu conhecimento de idiomas e cultura, além de aprimorar suas competências no treinamento de tropas nativas.”
Em março, o General Raymond A. Thomas III, sucessor de Votel na liderança do Socom, contou ao Comitê de Serviços Armados do Senado que “trabalhar com nossos parceiros internacionais permite que compartilhemos a responsabilidade de forma mais eficiente. Precisamos nos integrar em lugares onde os problemas ocorrem, bem como em locais importantes para a materialização de nossos interesses onde não existem ameaças evidentes”.
Os documentos revelados recentemente mostram que, além das oportunidades de treinamento para as tropas de elite dos Estados Unidos, o JCET também oferece “benefícios involuntários”, como aprimorar contatos entre exércitos, aperfeiçoar a interoperabilidade com forças militares estrangeiras, e “obter acesso regional sem deixar vestígios”. Os arquivos também se referem aos JCETs como missões “discretas”.
Uma investigação de 2015 do The Intercept mostrou como os JCETs são regularmente realizados com forças militares estrangeiras acusadas pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos de violações graves de direitos humanos. Uma parceria mais recente entre o The Intercept e 100Reporters demonstrou que o JCET é parte de uma rede de treinamento internacional caracterizada pela ausência de uma estratégia coerente e de supervisão eficaz.
Em 2013, um estudo realizado pela Rand Corp. sobre os JCET conduzidos em áreas do Comando África, Comando Pacífico e Comando do Sul apontou uma taxa de eficiência “relativamente baixa” nas missões nessas regiões. Perguntado a respeito das conclusões do estudo, McGraw, do Socom, teve pouco a declarar. “Eu não analisei e não tenho tempo para analisar o estudo da Rand”, contou ao The Intercept, confirmando também que não sabia de ninguém no comando que havia lido a análise da Rand. “Não vamos comentar o estudo.”
Tradução de Inacio Vieira
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Brasil fatura mais sete medalhas e continua no 'top 5' da Paralimpíada
A primeiro do dia veio ainda pela manhã. No Estádio Olímpico, Daniel Martins faturou o título dos 400 m do atletismo na categoria T20

ESPORTE QUADROHÁ 11 HORAS
POR FOLHAPRESS
Se o primeiro dia dos Jogos Paralímpicos do Rio reservou quatro medalhas para o Brasil (dois ouros, uma prata e um bronze), o segundo foi ainda melh

ESPORTE QUADROHÁ 11 HORAS
POR FOLHAPRESS
Se o primeiro dia dos Jogos Paralímpicos do Rio reservou quatro medalhas para o Brasil (dois ouros, uma prata e um bronze), o segundo foi ainda melh
Nesta sexta-feira (9), o país acrescentou mais sete láureas (uma de ouro, cinco de prata e uma de bronze) no quadro de medalhas e permaneceu com a quinta colocação no quesito ouro.
A primeiro do dia veio ainda pela manhã. No Estádio Olímpico, Daniel Martins faturou o título dos 400 m do atletismo na categoria T20, para deficientes mentais, e ainda quebrou o recorde mundial com o tempo de 47s22.
Ainda no Engenhão, nos 100 m rasos do atletismo, Fábio Bordignon chegou na segunda posição na disputa da final para homens da Rio-2016, e Verônica Hipólito, na mesma colocação da prova para mulheres. No lançamento de disco, classe F11, Izabela Campos ficou com o único bronze brasileiro do dia.
No fim da tarde foi a vez de Lúcia da Silva Teixeira Araújo conquistar nova prata. Desta vez a disputa foi no tatame. Na final do judô feminino (categoria até 57 kg), a brasileira foi derrotada pela ucraniana Inna Cherniak.
Nas piscinas do Estádio Aquático, Phelipe Rodrigues roubou a cena e ficou com a prata nos 50 livre classe S10, desbancando o favorito da prova André Brasil. O brasileiro detém o recorde mundial e é bicampeão Paraolímpico, mas o nadador ficou fora do pódio por três centésimos.
Por fim, o Brasil também ficou com a medalha de prata no revezamento 4x50 m livre misto. Os chineses levaram o ouro e quebraram o recorde mundial da prova com o tempo de 2m 18s03
Os brasileiros Clodoaldo Silva, Joana Maria Silva, Susana Ribeiro e Daniel Dias caíram na água. A equipe começou bem, mas na penúltima troca de atleta foi superada pelos chineses. O Brasil fechou a prova em 2m 25s55. Com informações da Folhapress.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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