sábado, 10 de setembro de 2016

Voluntários fazem vaquinha para trocar armários do Hmib


Michael Melo/Metrópoles

Mobilização é para melhorar a infraestrutura da UTI do Hospital Materno Infantil de Brasília. Como o equipamento está gasto e danificado, há o temor de que medicamentos possam ser contaminados. Custo estimado é de R$ 9 mil, dos quais já foram arrecadados R$ 7.950 até a tarde desta sexta (9/9). GDF diz não ter dinheiro para pagar pela reforma




Voluntários do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) cansaram de esperar por uma ação do Governo do Distrito Federal. Ao assistir a falta de objetos básicos para os funcionários trabalharem, decidiram criar uma vaquinha na internet a fim de trocar os armários das salas de prescrição e preparo de medicação da unidade que atende bebês, crianças e mães. A intenção é evitar erros e contaminações nos pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido à falta de espaço adequado para armazenagem dos medicamentos.


No vídeo, uma voluntária da Associação Viva e Deixe Viver afirma que o GDF sempre diz que não há dinheiro para trocar os armários, por isso, decidiu entrar no site e pedir a colaboração.
“Como todos sabemos, especialmente quem mora em Brasília, o GDF repassa poucos recursos para a saúde, principalmente para esse tipo de necessidade, e as crianças não podem esperar. Postaremos a prestação de contas e fotos dos armários novos quando tudo estiver pronto. Contamos com vocês”, afirma a voluntária Priscila Castello Branco.
Ela e os companheiros de trabalho pediram a ajuda por meio do sitewww.vakinha.com.br. A campanha vai até 21 de novembro e, até a tarde desta sexta-feira (9/9), os voluntários já tinham arrecadado R$ 7.950 dos R$ 9 mil necessários.
Nos comentários, embora os brasilienses se mostrem dispostos a ajudar, frisam que muitos dos problemas da saúde pública local são em função da má gestão de recursos públicos.
O esforço dos voluntários é ignorado pelo Hmib. De acordo com a direção do hospital, “não procede a informação sobre a compra de armários feita por voluntários para a UTI da unidade”. Por meio de nota, a Secretaria de Saúde informou que o local tem “armários suspensos, na reserva, para utilização imediata quando houver necessidade. Nenhum servidor, ou funcionário é orientado a comprar qualquer tipo de material para a unidade”, diz o documento.
Internet/ReproduçãoINTERNET/REPRODUÇÃO
VoluntariadoO trabalho dos voluntários no Hmib começou em 1995. Eles atuam a partir da iniciativa de associações. A Associação Viva e Deixe Viver, da qual Priscila participa, conta histórias para humanizar o atendimento e confortar quem enfrenta longos tratamentos. “A gente vê a dificuldade no dia a dia dos enfermeiros, médicos. Sempre tentamos ajudar. Esta não é a primeira vez que fazemos uma vaquinha”, afirmou.
Priscila é advogada e começou a atuar como voluntária depois que o filho precisou fazer um tratamento que durou um mês em um hospital de São Paulo. “Conheci o grupo lá e decidir ajudar aqui. É uma associação nacional”, contou. Segundo ela, certa vez faltava um colchão pneumático para uma criança. Os funcionários se uniram e compraram o equipamento. “Outra vez, faltava uma cadeira e também fizemos vaquinha. No caso dos armários, o preço é muito alto. Por isso, decidimos fazer a arrecadação virtual”, relatou.
Hoje, a Associação Viva e Deixe Viver mantém 80 voluntários contadores de histórias no Hmib e no Hospital Regional de Ceilândia (HRC).



Briga entre policiais civis e PM agrava crise na segurança local

Enquanto civis fazem movimento por melhores salários - ainda sem acordo com o governo -, militares organizam ação para reduzir os índices de criminalidade. Nas redes sociais, integrantes das duas instituições trocam farpas e acusações


 postado em 10/09/2016 06:05
Minervino Junior/CB/D.A Press
 
 
A animosidade entre as forças de segurança pública do Distrito Federal teve mais um capítulo. Em meio ao movimento reivindicatório de policiais civis, que promete ser intensificado ao longo da próxima semana — com pedido de fechamento de delegacias em horários que não tem delegado —, a PM anunciou, ontem, uma megaoperação com o incremento de 1,2 mil policiais ao efetivo normal para redução dos índices de criminalidade. Ao todo, cerca de 3 mil militares serão distribuídos por todas as regiões administrativas. O atrito alcança, principalmente, as redes sociais, nas quais integrantes das duas instituições trocam farpas e disparam provocações.

Enquanto o comandante da PM, coronel Marcos Antônio Nunes, liberava o policiamento em frente ao Museu da República, na tarde de ontem, policiais civis faziam uma assembleia na Praça do Buriti para deliberarem sobre os rumos da operação PCDF Legal, após audiência de conciliação com representantes do GDF no Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT). Na quarta-feira, eles farão uma mobilização no prédio da diretoria-geral da corporação a fim de exigir o fechamento de unidades circunscricionais nos horários sem delegados.
 
Em assembleia, a categoria votou pelo fechamento dos postos de identificação com menos de três papiloscopistas; criação de um painel que contabiliza o número de mortes violentas na capital; colocação de caixões e coroas de flores em frente a unidades de polícia para simbolizar os assassinatos; e questionamento do judiciário sobre a competência do Executivo local na negociação de aumento salarial da Polícia Civil.

Na reunião dos delegados, no clube da Associação dos Delegados de Polícia do DF (Adepol), o grupo decidiu fazer um ato na segunda-feira, às 15h, em frente ao Palácio do Buriti, a fim de pedir a publicação das entregas dos cargos de chefia pelos servidores no Diário Oficial do Distrito Federal. Na terça-feira, o desembargador do TJDFT Mário-Zam Belmiro indeferiu a liminar que exigia a imediata publicação das exonerações pelo Executivo local. Na decisão, ele afirma que o pedido violaria os princípios norteadores da administração pública, como o interesse público e a continuidade dos serviços públicos. “Vamos aguardar a audiência de conciliação na próxima semana para verificar se endurecemos o movimento. Agora, começamos a acreditar que, com a intervenção do Judiciário, o governo comece a mudar o posicionamento”, destacou o presidente em exercício do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil (Sindepo), Rafael Sampaio.

Uma nova audiência de conciliação foi marcada entre servidores e o GDF para as 14h de sexta-feira no TJDFT. Para o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol), Rodrigo Franco, o GDF não se esforça para resolver a crise que se instalou na corporação. “Não enxergamos vontade política. Estamos no caminho certo, mas o governo resolveu guerrear conosco. Somos tratados de forma diferenciada das outras forças de segurança pública e exigimos isonomia. Todo mundo avançou, e nós, não. O GDF tenta protelar e nos cansar, mas não vai conseguir”, destacou.

Alfinetadas
As indiretas registradas em mensagens de militares e policiais civis nas redes sociais se somam aos movimentos reivindicatórios de reajuste. A picuinha teve um novo capítulo às vésperas de a PM anunciar uma megaoperação para redução dos índices de criminalidade. O Sinpol divulgou uma lista de recomendações aos servidores de como agir durante os dias de ação militar. Entre as orientações, a entidade representativa sugere a imediata denúncia de abuso de autoridade, caso não seja confirmada nenhuma suspeita ou flagrante da pessoa levada à delegacia.

No aviso consta que os procedimentos de casos envolvendo droga só serão iniciados após a emissão do laudo preliminar positivo, além de orientar que os presos só serão recebidos nas delegacias, caso seja confirmada a situação de flagrante. Recomenda também que os motivos da detenção precisarão ser comunicadas pela equipe da PM ao delegado, que analisará o fato e verificará se trata ou não de crime.

No texto, em tom crítico, o Sinpol deseja “sucesso à operação da PMDF, uma vez que tem acontecido um assalto a cada 12 minutos nas ruas do DF.” E segue: “Desde o início do governo Rollemberg, já ocorreram 50 mil roubos a pedestres e 1.073 mortes violentas.  São cerca de 150 roubos diversos, ocorrendo todos os dias nas ruas da capital da República, e dois assassinatos em média.”

Nas redes sociais, as discussões se multiplicam. Em uma mensagem, policiais civis provocam ao ressaltarem que “finalmente, a PMDF resolveu iniciar hoje (ontem) o programa de redução dos índices de criminalidade.” Questionam, também se os “cerca de 400 PMs lotados no Batalhão do Buriti (Casa Militar) vão participar”. No outro lado, um internauta diz que a PCDF deveria se equiparar com “balconistas (que) fazem o mesmo… Escutar algo e digitar no computador”. Outros pressionam: caso haja a sinalização do governo em dar o reajuste à Polícia Civil, militares prometem buscar os mesmos benefícios, com o discurso de paridade. Ameaçam, inclusive, promover uma operação tartaruga.

Em entrevista na tarde de ontem, o presidente do Sinpol, Rodrigo Franco, negou que a intenção ao fazer a carta de recomendação aos policiais civis fosse uma provocação. “Estamos agindo dentro da lei e conforme manda a situação em flagrante”, garantiu. Segundo Franco, as manifestações em contas pessoais nas redes sociais se referem ao posicionamento individual de cada pessoa.

Confira as principais atrações deste sábado nos Jogos Paralímpicos


Terceiro dia de disputas tem Antônio Tenório no judô, Daniel Dias na natação, triatlo na praia de Copacabana e muito mais




ESPORTE TERCEIRO DIAHÁ 1 HORA
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


O sábado deste 10 de setembro, terceiro dia de disputas dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, está recheado de atrações. O atletismo e a natação merecem atenção, pois podem render ao Brasil mais medalhas.


Mas o judô também será destaque, como bem pontuou o Globoesporte.com ao ressaltar que o tetracampeão paralímpico Antônio Tenório vai ao tamame da Arena Carioca 3. A equipe de bocha do Brasil, campeã em Londres-2012, também estreia neste sábado.
O futebol de 7 também é destaque. Mas uma outra prova promete levantar o público: o triatlo, que será realizado na Praia de Copacabana, na Zona Sul da cidade.
OUTROS DESTAQUES
BOAS CHANCES DE MEDALHAS NOS LANÇAMENTOS: Lucas Prado e Felipe Gomes são esperanças de medalhas para cegos nas pista e amputados nos lançamentos. O primeiro tem cinco medalhas paraímpicas, obtidas em Londres-2012 e Pequim-2008, enquanto o segundo foi ouro em Londres.
Já Shirlene Coelho vai em busca do bicampeonato paralímpico no lançamento de dador F37.
NATAÇÃO: O medalhista Daniel Dias é um dos 10 brasileiros que vão cair na piscina do Estádio Aquático. Ele vai tentar a terceira medalha, desta vez nos 50m borboleta S5.
DISPUTAS COM BRASILEIROS NESTE SÁBADO:
Atletismo
Basquete em cadeira de rodas
Bocha
Ciclismo de pista
Futebol de 7
Judô
Natação
Remo
Tênis de mesa
Tênis em cadeira de rodas
Tiro esportivo
Tiro com arco
Triatlo

Sérgio Moro deve ouvir Luiz Estevão sobre propinas para Gim Argello

Tanto advogados quanto representantes do Ministério Público Federal podem solicitar depoimentos. Caso foi revelado após a deputada Liliane Roriz divulgar áudios de conversas entre ela e o empresário


 postado em 09/09/2016 07:26
 Ana Maria Campos , Helena Mader
Breno Fortes/CB/D.A Press - Marcelo Ferreira/CB/D.A Press - Heuler Andrey


Depois da divulgação das gravações em que menciona a extorsão de empresários na CPI da Petrobras, advogados de réus da Operação Lava-Jato devem pedir a convocação de Luiz Estevão. Para criminalistas ligados ao caso, as declarações feitas pelo ex-senador durante a conversa com Liliane Roriz reforçam a tese de que Gim Argello ameaçou e coagiu donos de empreiteiras ao cobrar doações eleitorais em troca de livrá-los de convocações. Isso pode ajudar a formular a defesa de empresários enrolados na Lava-Jato. Tanto advogados quanto representantes do Ministério Público Federal podem solicitar a oitiva de novas partes.

Expectativa em Curitiba
Os próximos dias devem ser agitados em Curitiba. Ontem, foi feriado na capital paranaense e os advogados não puderam protocolar petições. O processo contra Gim Argello, Paulo Roxo, Valério Neves, além de empresários como Marcelo Odebrecht, Leo Pinheiro, Roberto Zardi e Ricardo Pessoa está em fase final e a sentença deve sair em breve. 


Leo Pinheiro, da OAS, que ficou em silêncio no primeiro depoimento, pediu uma nova oportunidade para falar e será interrogado na próxima terça-feira. A oitiva tem potencial explosivo e é ainda mais esperada depois do surgimento das gravações de Luiz Estevão e Liliane Roriz. Pinheiro é um dos que podem se beneficiar com a tese de que Gim coagiu e ameaçou empresários.

Entenda
Áudios gravados pela deputada Liliane Roriz (PTB) em uma conversa com o empresário Luiz Estevão comprometem o ex-senador Gim Argello e, por isso, foram enviados à força tarefa da Operação Lava-Jato. As gravações foram divulgadas pela TV Globo na terça-feira (6/9). Na conversa, Luiz Estevão dá a entender que os recursos usados na campanha de Liliane Roriz vieram de extorsões que supostamente foram realizadas na CPI da Petrobras.


“Você, por exemplo, nestas eleições, não precisou tirar dinheiro do seu bolso. É uma situação que não se repete. Você não terá um Gim Argello, vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a Petrobras, em que as empreiteiras, até então não tinha começado a Operação Lava-Jato, pagariam qualquer preço para o Gim para que ele evitasse que elas fossem convocadas para depor na CPI. Verdade isso, ou não é? E por que você acha que aquelas doações aconteceram?”, diz o ex-senador. Liliane Roriz recebeu cerca de R$ 1 milhão da UTC Engenharia, e as doações foram intermediadas por Gim. Na época, a deputada era filiada ao PRTB, comandado por Luiz Estevão.

Na sequência, Estevão diz que, em Brasília, “de cada 100 caras, 90 são bandidos”. “Vivem de bandidagem, putaria e sacanagem. Vivem roubando, tomando dinheiro, cobrando comissão, entendeu? Fazendo negócio fajuto com o governo local, com o governo federal. Agora, o que acontece? Todo mundo é santo. A cidade só tem um bandido que é conhecido, com diploma pregado na parede. Quem é o único bandido diplomado de Brasília? Diga, pode falar o que o seu sorriso tá dizendo”, disse Luiz Estevão à deputada Liliane Roriz. “O seu sorriso tá dizendo. Quem é o único bandido diplomado de Brasília? Pode dizer, quem é? É Luiz Estevão”, afirmou o ex-senador.

Coreia do Norte diz em jornal que não aceitará 'chantagem' nuclear dos EUA

France Presse
10/09/2016 08h16 - Atualizado em 10/09/2016 08h20

Jornal estatal responde pedido de Obama por mais sanções.
Coreia do Norte fez seu 5º e mais poderoso teste nuclear na sexta-feira.

Da France Presse

Em Seul, na Coreia do Sul, manifestante segura cartaz contra Kim Jong-un e testes nucleares  (Foto: REUTERS/Kim Hong-Ji)Em Seul, na Coreia do Sul, manifestante segura cartaz contra Kim Jong-un e testes nucleares (Foto: REUTERS/Kim Hong-Ji)
A Coreia do Norte afirmou neste sábado (10) que não será submetida à "chantagem" nuclear dos Estados Unidos, um dia depois de Pyongyang provocar a revolta da comunidade internacional comseu quinto e mais potente teste nuclear.

"O governo dos Estados Unidos está indignado com as fortes medidas militares que a RPDC tem adotado de forma progressiva", completa o jornal.
"Já passou o tempo em que os Estados Unidos poderiam fazer chantagens nucleares unilaterais contra a RPDC (República Popular e Democrática da Coreia)", afirma o jornal estatal Rodong Sinmun.
O quinto teste nuclear norte-coreano, o mais potente executado até hoje pelo regime comunista, de acordo com Seul, foi condenado pelas potências mundiais.
O Conselho de Segurança da ONU decidiu na sexta-feira preparar uma nova série de sanções contra Pyongyang.
O jornal Rodong, citado pela agência oficial KCNA, também atacou a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, que foi chamada de "suja prostituta" das forças estrangeiras.
O comentário é uma resposta à condenação da presidente sul-coreana, durante um encontro com o presidente dos Estados Unidos Barack Obama, aos mais recentes lançamentos de mísseis balísticos de Pyongyang.
O Rodong afirma que a "RPDC não mudará sua posição, apesar desta empregada dos colonos americanos e suja prostituta das forças estrangeiras Park Geun-Hye fazer este escândalo".
Obama classificou teste nuclear realizado pela Coreia do Norte como 'grave ameaça' (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)Obama classificou teste nuclear realizado pela Coreia do Norte como 'grave ameaça' (Foto: Pablo Martinez
 

FLAMENGO DA NAÇÃO

Dicas técnicas da rodada #24: três opções por posição para montar o time

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Alguns apenas prometem... outros criticam... mas eu e minha irmã Marcelle Moraes (@marcellecmoraes) FAZEMOS e TRABALHAMOS há mais de 08 anos pela saúde e bem estar dos nossos Animais.

Alguns apenas prometem... outros criticam... mas eu e minha irmã Marcelle Moraes (@marcellecmoraes) FAZEMOS e TRABALHAMOS há mais de 08 anos pela saúde e bem estar dos nossos Animais.

#TôcomMarcelleMoraes 
#EmproldosAnimais 
#SomosTodosMoraes
#PelosAnimaisAindaFaremosMuitoMais
#SejaUmMultiplicador

Saudações Ecológicas, 
Marcell Moraes,
Deputado e Protetor dos Animais. 
Marcelle Moraes Vereadora - 43043
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