terça-feira, 9 de agosto de 2016

Criança morre afogada ao tentar capturar pokémons no RS

Arthur e mais um amigo entraram no barco que virou perto da margem



BRASIL TRAGÉDIAHÁ 32 SEGUNDOS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


Arthur Bobsin, de 9 anos, morreu afogado em um rio após o barco em que ele estava com mais um amigo virar perto da margem. O acidente aconteceu na tarde da última segunda-feira (8), no litoral Norte do Rio Grande do Sul.


Segundo informações do G1, os meninos entraram no barco para caçar os monstrinhos do game Pokemon Go", jogo que virou febre entre os brasileiros desde que foi lançado no país.O corpo foi localizado no mesmo dia à noite.
O amigo dele conseguiu se salvar. De acordo com a polícia, relatos iniciais apontam que os dois não estavam acompanhados de nenhum adulto.O caso foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento de Tramandaí, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, e a investigação será conduzida pela Polícia Civil de Imbé.

MP acusa Luiz Estevão de reformar bloco onde está preso. GDF diz que ala atende as exigências legais


Felipe Menezes/Metrópoles

Em ação de improbidade administrativa, o Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do MPDFT alega que o ex-senador reformou o local para beneficiar a si próprio e a outros políticos, empresários e policiais. Estevão admite que ajudou na reforma a pedido do falecido ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, mas nega que usufrua de privilégios




O Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (Nupri) ajuizou, na última sexta-feira (5/8), uma ação de improbidade administrativa contra o ex-senador Luiz Estevão e a cúpula do sistema prisional do DF entre 2013 e 2014. A ação atinge também o então subsecretário do Sistema Penitenciário, Cláudio Magalhães; o coordenador-geral do Sistema Penitenciário à época, João Helder Feitosa, e o diretor do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Papuda, Murilo da Cunha. Eles são acusados de promover reforma no bloco 5 do CDP e em um galpão do complexo a partir de uma empresa de fachada e sem a autorização do poder público.
Segundo o Ministério Público, os ex-gestores do sistema penitenciário permitiram que o empresário financiasse a reforma do espaço que hoje ele próprio ocupa na condição de apenado. A situação, segundo os promotores de Justiça, beneficiaria ainda outros políticos, empresários e policiais condenados.

Em sua tese de acusação, os promotores do Nupri relatam que não há registro oficial da obra e que a reforma gerou uma condição diferenciada: “Não se está a sustentar a criação de um verdadeiro resort com a reforma promovida, contudo, diante da situação do restante do complexo prisional, tranquilamente é possível considerar ter se tornado o local uma ilha de salubridade”, sustenta o Ministério Público.
Na peça, o MP relata as circunstâncias de ocupação do complexo e faz comparações entre as alas dos blocos penitenciários. “As reformas seguem um padrão arquitetônico e de acabamento que destoa das demais unidades”, pontua a ação de improbidade. Cita, por exemplo, a existência de vasos sanitários, chuveiro elétrico e pias de louças no bloco 5. Ao mesmo tempo em que mostra a existência de cela no bloco 1 em condições desumanas, onde os presos se amontoam e fazem suas necessidades fisiológicas em brechas entre os colchões espalhados pelo chão.
MPDFT/ReproduçãoMPDFT/REPRODUÇÃO


Os promotores pedem a indisponibilidade dos bens dos acusados, levando em conta dano moral coletivo e multa: Cláudio Magalhães (R$ 4.209.944,16), João Helder (R$ 2.681.511,40), Murilo da Cunha (R$ 3.135.676,14) e Luiz Estevão (R$ 4.209.944,16).
Metrópoles teve acesso à integra da ação do Ministério Público do DF, bem como ao inteiro teor do depoimento do ex-senador. O empresário, que cumpre pena desde 8 de março, prestou depoimento no âmbito desta ação de improbidade em 27 de julho. Na ocasião, ele confirmou que fez as reformas e que teria atendido a um pedido do falecido ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.
Segundo o ex-senador, Thomaz Bastos, que representava à época os interesses de medalhões do PT, estava preocupado com a situação dos réus envolvidos no processo do Mensalão, uma vez que a condenação deles era dada como certa e não havia um local considerado por ele adequado para o cumprimento da pena no Distrito Federal.
Luiz Estevão disse ao MP que todos os custos, estimados em R$ 70 mil, foram pagos posteriormente por Thomaz Bastos em espécie, durantes dois encontros que tiveram em São Paulo. O empresário afirmou às autoridades que ele autorizou a compra “exclusivamente de areia, tijolos e cimento”, material utilizado, segundo contou, em duas obras: a de um galpão, hoje usado como arquivo do complexo, e a construção de paredes de alvenaria na ala B, do bloco 5.
O ex-senador nega que tenha se beneficiado e justifica que atendeu ao pedido de Thomaz Bastos por uma relação de gratidão e amizade, intensificada durante o processo de sua cassação do Senado Federal.
Ação MPDFT by Metropoles on Scribd

Cumprimento da pena Condenado no processo do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) a 26 anos de prisão, é a segunda vez que Luiz Estevão ocupa uma cela na ala B, do bloco 5 da Papuda. Na primeira passagem, ele foi transferido do presídio de Tremembé, em São Paulo, para a penitenciária do DF. Em seu depoimento, Luiz Estevão diz que queria ter ido para o quartel e afirma que, quando ingressou no presídio brasiliense, o espaço estava pintado, com grades tais quais as de hoje, além de conter portas.
Ele nega que tenha sido o responsável pelo acabamento do local, que considerou “muito malfeito”, “uma pia em que é impossível lavar a mão sem molhar o chão, devido ao seu diâmetro, paredes com chapisco cortante, instalações elétricas aparentes e parlatórios em que não se consegue ouvir ou ser ouvido por seus advogados”.
Ao ser questionado sobre o porquê de ele, Luiz Estevão, e não o então governador Agnelo Queiroz ter sido procurado por Thomaz Bastos, o ex-senador diz que “ele (Thomaz Bastos) não fez isso porque precisava de agilidade”. Luiz Estevão alegou não ter sido essa a primeira vez que atendeu a pedidos de ajuda desta natureza. E citou o caso de uma juíza da infância que lhe pediu doação para dar suporte a conselhos tutelares.
O que diz o GDFNa tarde desta segunda-feira (8), a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social informou, por meio de nota, que assumiu o sistema penitenciário do Distrito Federal em 23 de fevereiro deste ano e que a obra, objeto da ação do MP, foi realizada no governo anterior.
A pasta determinou que seja instaurada sindicância para apurar os fatos narrados pelo MP, mas ressaltou que, na atual administração, “não há qualquer privilégio ou regalia a qualquer detento, e que nenhum detento possui qualquer influência sobre a administração do sistema”.
No esclarecimento, a secretaria diz que “a referida reforma atende totalmente as exigências contidas na Lei de Execuções Penais e que, até outubro de 2017, um total de 4 mil novas vagas estarão sendo oferecidas no sistema penitenciário do DF, todas com a mesma preocupação de atender as exigências da Lei, sendo que, dessas, 400 já foram entregues no presídio feminino e outras 400 serão entregues nas próximas semanas”.
O sistema por dentro
As melhorias realizadas nas instalações do bloco 5 não são novidade para o Ministério Público, que, em novembro de 2014, esteve no local com uma equipe de promotores para fotografar e filmar o espaço. As imagens embasaram o pedido de extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. Na época, o MP utilizou o material como argumento para mostrar às autoridades italianas que havia no Brasil um presídio em condições de receber o cidadão condenado pela Justiça brasileira.
O bloco 5 do CDP é dividido em duas alas, A e B. O ex-senador Luiz Estevão está preso na cela 4 da ala B, com Pizzolato e Ramon Hollerbach. No mesmo corredor, há outras nove celas. Ao todo, o local abriga 45 internos, entre presos temporários, condenados maiores de 60 anos e aqueles que, se misturados à massa carcerária, correm risco de vida. Por isso, muitos criminosos sexuais estão confinados ali.
A prisão para vulneráveis foi autorizada pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, na condição de que cada preso, ao ser transferido para o referido local, tivesse aval prévio da Justiça, além de parecer do Ministério Público.
Os presos considerados vulneráveis também ocupam 14 celas na ala A do bloco 5, espelhada com a ala B. Ali, estão reunidos ex-policiais condenados, em um total de 68 internos.
As celas desse bloco possuem duas triliches cada, chuveiro elétrico, um vaso sanitário e pia em louça. Todas têm TV, assim como nas demais alas do complexo da Papuda. Os objetos são dispostos em estantes. O chão é de cimento e as paredes são chapiscadas. Há telas nas grades para evitar a entrada de ratos. O lugar é quente de dia e faz frio à noite. Tem cheiro de ar que não se renova.
No final do corredor, há um espaço onde os presos recebem as visitas, que ocorrem às sextas-feiras. O lugar, com quatro mesas de plástico e algumas dúzias de livros dispostos em duas estantes, é chamado pelos detentos de biblioteca. Logo na entrada da ala B, há um pátio onde os presos fazem suas refeições e tomam sol.
Da forma como ocorre nos demais blocos, os internos da unidade 5 recebem visitas uma vez por semana. Desde março, quando o scanner corporal do bloco 5 estragou, os familiares e visitantes dos internos são submetidos à revista íntima. No procedimento, mulheres e homens devem ficar nus em salas, separadas por gênero, e exibir frente e verso de seus corpos aos agentes que fiscalizam boca, nuca, cabelos e as roupas de parentes e amigos dos presos. Nas baias, há adesivos de figurinhas infantis para distrair as crianças que também são submetidas à vistoria. Recentemente, mulheres dos presos fizeram um abaixo-assinado pedindo o fim da revista, considera vexatória. Não foram atendidas.
Padrão para os próximos
O mais novo bloco em uso na Papuda é o 6. Ele foi inaugurado em 25 de maio pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e tem estrutura semelhante à do bloco 5. Distante, portanto, de algumas celas de outras alas, como a do bloco 1, fotografada pelo Ministério Público, construídas em 1963 e que lembram masmorras medievais. Com vasos sanitários, pias, chuveiros e televisores essa unidade, no entanto, já está lotada com quase o dobro da sua capacidade de 400 vagas. Ao todo, o sistema prisional do DF reúne em torno de 15.200 presos, mais que o dobro de sua capacidade.

Rafaela Silva vence no judô e conquista o primeiro ouro do Brasil

A carioca passou pela mongol Sumiya Dorjsuren na categoria até 57kg

Por: Leonardo Oliveira - Enviado especial ao Rio
08/08/2016 - 17h08min | Atualizada em 08/08/2016 - 18h16min


Rafaela Silva vence no judô e conquista o primeiro ouro do Brasil Diego Vara/age
Foto: Diego Vara / age
Enfim o judô brasileiro conseguiu desencantar e conquistar a primeira medalha de ouro para o país nos Jogos Olímpicos Rio 2016. A detentora do feito foi a carioca Rafaela Silva, na categoria até 57kg, que derrotou nesta segunda-feira a mongol Sumiya Dorjsuren.

Na grande final, a judoca brasileira aplicou um wazari logo no início do confronto e levou o resultado até o final da disputa. Muito emocionada, Rafaela chorou ao dar entrevista depois da vitória.

— Eu treinei muito depois da derrota em Londres. Eu não queria realizar o mesmo erro. Depois daquela derrota todo mundo me criticou, falaram que o judô não era para mim e que eu era a vergonha da minha família — desabafou ao final do combate ao canal SporTV lembrando a desclassificação em Londres 2012 nas oitavas de final depois de aplicar um golpe irregular.

Na primeira luta, ela venceu a alemã Miryam Roper. Na segunda luta, passou pela sul-coreana Jandi Kim. Nas quartas de final, Rafaela exorcizou seu fantasma. A adversária era a húngara Hedvig Karakas, sua algoz em Londres 2012, na segunda luta e em um combate que durou alguns segundos. Desta vez, não houve chance. A brasileira ganhou com segurança.

Veio a semifinal contra a romena Corina Caprioriu. Com a torcida a favor e cantando o tempo inteiro, Rafaela tomou a iniciativa do combate. Mas a disputa foi dura. Levou os quatro minutos do combate e mais 3min6seg do golden score (o tempo extra). A brasileira venceu com um wazari a romena, prata em Londres e campeã do Grand Slam de Baku.

Oriunda de um projeto social, o Reação, idealizado pelo medalhista olímpico e hoje global Flávio Canto, Rafaela saiu da Cidade de Deus, na zona oeste do Rio, para ganhar o mundo. Foi descoberta pelo técnico Geraldo Bernardes, que percebeu nela a agressividade típica dos grandes lutadores.

Essa agressividade vinha da necessidade de sobreviver nas ruas de uma comunidade tão carente como violenta. Hoje, essa ferocidade virou medalha.


*ZHESPORTES

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

900 milhões de smartphones Android estão em risco

A mais recente falha de segurança conhecida em Android chama-se Quadrooter



TECH SEGURANÇAHÁ 14 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


A Check Point, uma empresa de segurança, revelou os detalhes de uma investigação que aponta uma vulnerabilidade que afetará mais de 900 milhões de dispositivos com Android. O Quadrooter inclui um total de quatro vulnerabilidades que afetam os processadores da Qualcomm.

A empresa reportou as vulnerabilidades à Qualcomm em abril e seguiu o protocolo definido pelo CERT-CC, ao dar à fabricante de processadores 90 dias para corrigir o problema e distribuir uma correção.
Com esta falha, o atacante pode enganar os usuários a instalar aplicativos maliciosos que não precisam de nenhum pedido especial suspeito. A falha dá ao atacante acesso ao root do dispositivo, o que significa que o invasor tem acesso ao hardware e aos dados do smartphone.
Segundo o Inquisitr, o Google Nexus 5X, 6 e 6P, o HTC 10, o LG G5, o OnePlus 3, o Moto X (versão de 2016), o BlackBerry DTEK50 e os Samsung Galaxy S7 e S7 Edge, entre outros, são afetados pela falha em questão.

Temer é citado em delação, governo reage e mantém impeachment


Planalto tem interesse em acelerar o rito de julgamento pois, quanto mais tempo levar, maior o risco de novas revelações serem feitas


POLÍTICA SENADOHÁ 3 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


O presidente interino Michel Temer foi citado por Marcelo Odebrecht durante acordo de delação premiada. Embora o governo tenha ficado receoso com as revelações, isso não deve alterar a votação do impeachment que está prevista para os próximos dias.



A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, destaca que a colaboração só deve ser despachada para homologação do Supremo após o julgamento.
O Planalto tem interesse em acelerar o rito de julgamento pois, quanto mais tempo levar, maior o risco de novas revelações serem feitas.
O executivo da Odebrecht também tenta um acordo com o Departamento de Justiça americano, mas o processo no Brasil está em fase mais avançada. Nos Estados Unidos, os depoimentos ainda não têm data para começar.

Eliminado, Djokovic agradece: "Me senti como se fosse um brasileiro"

Sérvio foi eliminado pelo argentino Juan Martín del Potro

Por: Diogo Olivier - Enviado especial ao Rio
08/08/2016 - 00h36min | Atualizada em 08/08/2016 - 07h44min


Eliminado, Djokovic agradece: "Me senti como se fosse um brasileiro" Roberto SCHMIDT,AFP/AFP
Foto: Roberto SCHMIDT,AFP / AFP
Muito abatido, consolado pelos companheiros de equipe da Sérvia antes de voltar para a Vila Olímpica, Novak Djokovic deixou uma frase para emocionar os brasileiros depois de ser eliminado da Rio-2016. 
Ele foi batido por 2 a 0 pelo argentino Juan Martín Del Potro, na quadra central do Parque Olímpico, na primeira grande zebra dos Jogos:
— Estou triste mas ao mesmo tempo feliz. Sou de outro país, mas me senti como se fosse brasileiro. Nunca vou esquecer disso — afirmou Djokovic, que segue sem ouro olímpico após três participações.
Nesta segunda-feira, o sérvio volta às no torneio de duplas, contra os brasileiros Bruno Soares e Marcelo Mello.

Por Aguisemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Este mesmo sendo abastado economicamente incorpora o abstrato do espirito olímpico!








Para PT, Mendes 'tira a toga e assume papel de militante da direita'

Bancada na Câmara divulga nota em que classifica intenção do ministro do TSE, Gilmar Mendes, de pedir a cassação do registro do partido de atitude 'seletiva e política'


por Redação RBA publicado 07/08/2016 18:20, última modificação 07/08/2016 18:23

ABR
afonso florence.jpg
Florence sai em defesa do partido: "O nosso Judiciário precisa de magistrados, não de militantes políticos"
São Paulo – A bancada do PT na Câmara divulgou hoje (7) nota em que repudia a manifestação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, que deseja pedir a cassação do registro do partido. Segundo a nota, trata-se de mais uma “ação seletiva e política” do ministro, que com a atitude “tira a toga e assume o papel de militante da direita brasileira”.
Confira a nota do partido, divulgada há pouco:

Nota da Bancada do PT na Câmara

A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados repudia mais uma ação seletiva e política do ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Ao pedir a cassação do registro do Partido dos Trabalhadores, Mendes tira de vez a toga e assume o papel de militante da direita brasileira. Sua decisão contra o PT coincide com um momento em que se tenta cassar o mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, sem que tenha cometido crime de responsabilidade, configurando-se um golpe e a instituição de um ambiente político e jurídico de exceção no País.
Ao acusar o PT de ter se beneficiado de recursos desviados da Petrobras, Gilmar Mendes evidencia sua seletividade, já que outros grandes partidos – como o PSDB, PMDB, DEM e PP – também receberam recursos de empresas investigadas na Operação Lava Jato. Sobre esses partidos, cala-se, como sempre, o presidente do TSE, que enxerga problemas no sistema democrático brasileiro apenas quando se trata do PT.
A atitude  autoritária do presidente do TSE só encontra paralelo no regime autoritário encerrado em 1985. A última vez em que um partido político foi cassado no Brasil foi mediante ato institucional de uma ditadura militar.
São notórios o destempero verbal e a parcialidade  de Gilmar Mendes contra o PT. Ele não está à altura do cargo que ocupa. Suas ações, no âmbito da Suprema Corte, como a de juízes de primeira instância, têm maculado a imagem do Judiciário brasileiro.
Ao pedir agora a cassação do registro do PT, o ministro faz jus aos que o chamam de “tucano de toga” do STF.  O nosso Judiciário precisa de magistrados, não de militantes políticos.
Brasília, 7 de agosto de 2016
Afonso Florence (BA), líder do PT na Câmara