sábado, 21 de maio de 2016

Delegada da Lava Jato disputa lista da PF que será apresentada a Temer

O sistema atual prevê que a escolha é feita diretamente pela Presidência da República, após o indicado passar pelo crivo do ministro da Justiça – ao qual a PF está atrelada

RENATO MENDES/SIGMAPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
A delegada da Polícia Federal Erika Mialik Marena, que integra a Operação Lava Jato, em Curitiba, está na disputa por uma das três vagas disputadas na eleição aberta pela Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), para montagem de uma lista tríplice a ser apresentada ao presidente em exercício, Michel Temer, como possível novo diretor-geral da corporação.
O processo, iniciativa da ADPF, foi aberto no dia 13 e se encerrará em 1º de junho, quando os nomes dos três eleitos pela classe serão levados ao presidente em exercício e ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes.
A indicação do chefe da PF por lista tríplice é uma das bandeiras dos delegados federais. Para eles o modelo de escolha contribui para o fortalecimento da instituição, meta prevista na PEC 412/2009 – Proposta de Emenda Constitucional que prevê autonomia à PF.
O sistema atual prevê que a escolha é feita diretamente pela Presidência da República, após o indicado passar pelo crivo do ministro da Justiça – ao qual a PF está atrelada.
O atual diretor-geral é o delegado Leandro Daiello Coimbra, no posto desde 2011 – início do primeiro mandato de Dilma.
Os delegados propõem que o novo diretor-geral ocupe o cargo por no máximo três anos, com a possibilidade de apenas uma recondução. Eles afirmam que esse modelo afasta a possibilidade de destituição do cargo a qualquer tempo e fortalece a instituição contra as interferências políticas.
Crimes financeiros
Para se candidatar, o delegado federal deve ocupar a última classe da carreira e estar em atividade. Os candidatos passarão por sabatinas e debates promovidos pela classe. A Diretora de Comunicação da ADPF, Andréa Karine Assunção, afirma que a escolha do diretor-geral em lista tríplice, elaborada por seus pares, torna a indicação do dirigente mais técnica e livre de interferências políticas.
A delegada da Lava Jato é especialista em combate a crimes financeiros. Com auxílio do delegado Márcio Adriano Anselmo, foi responsável pelo início das investigações que conectarem o doleiro Alberto Youssef à Petrobras e se tornou o maior escândalo de corrupção do Brasil.
Erika foi a responsável pelo inquérito também do caso Banestado e revisou o trabalho polêmico produzido pelo ex-delegado Protógenes Queiroz na Operação Satiagraha. Antes de virar delegada, ela foi procuradora do Banco Central e técnica da Justiça Eleitoral.
Delegados de Polícia Federal informam que estariam na disputa ainda Rodrigo Teixeira, atualmente na Secretaria de Defesa Social de Minas, Marcelo de Freitas, delegado em Montes Claros (MG), e Roberto Troncon, ex-superintendente regional da PF/SP (atualmente adido da PF em Londres). Troncon é cotado, mas não se inscreveu na disputa.

Teori inclui provas de relação entre Lula e Esteves em denúncia no STF

A ordem inclui na denúncia trechos da delação premiada do senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS), que também foi denunciado por envolvimento no mesmo caso

Antonio Cruz/Agencia Brasil - 3/3/16

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou incluir na denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva novas provas que demonstram a proximidade do petista com o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual. Ambos são acusados de participar da trama para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.

A ordem de Teori inclui na denúncia trechos da delação premiada do senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS), que também foi denunciado por envolvimento no mesmo caso. Delcídio afirmou, nos termos de colaboração, que Esteves é um dos principais mantenedores do Instituto Lula, responsável por organizar as palestras do ex-presidente.

De acordo com o ex-senador, a relação de Esteves com Lula se deve ao fato de o ex-presidente ter sido um dos principais apoiadores dos negócios do BTG, e que Lula era um "alavancador eficaz" de negócios para agentes econômicos no Brasil e no exterior. No pedido enviado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) a Teori, o procurador-geral Rodrigo Janot aponta o "relacionamento estreito" entre o banqueiro e o Instituto Lula.

"Embora isoladamente não constitua crime, (a proximidade) indica que o contexto das doações a que (Delcídio) faz menção é extremamente relevante para algumas investigações em curso, tanto em ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (especialmente a que trata de possível prática de crime de lavagem de dinheiro envolvendo o pagamento de suas palestras), quanto a relacionada à própria organização criminosa do Caso Lava-Jato", afirma Janot.


Além de Lula, Delcídio e Esteves, também foram denunciados no mesmo procedimento o assessor do ex-senador, Diogo Ferreira, o ex-advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, o ruralista José Carlos Bumlai, e seu filho, Maurício Bumlai. Todos são acusados de tentativa de obstrução à Justiça ao tentar evitar que Cerveró fizesse delação premiada no âmbito da Lava-Jato.

Na decisão, Teori também juntou o trecho da delação de Delcídio sobre Lula e Esteves no inquérito da Lava-Jato que investiga parlamentares e operadores do esquema de corrupção por formação de quadrilha. Há um pedido pendente para que o ex-presidente também seja incluído neste inquérito.

As informações do ex-senador sobre o caso também foram atreladas às investigações no Supremo e na 13ª Vara Federal de Curitiba, conduzida pelo juiz Sérgio Moro, sobre o embandeiramento dos postos BR. O caso envolve, além de Esteves, o empresário Carlos Santiago, investigados na primeira instância, e o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL), que tem foro privilegiado.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter Senhor Lula! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade Senhor Lula faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!


Vida por principio dignidade por fim!

PROXIMIDADE DO GOVERNADOR DE GOIÁS MARCONI E MEIRELLES É DESTAQUE NACIONAL


Captura de Tela 2016-05-20 às 18.58.16
Com título “De olho na gestão”, coluna Direto da Fonte, da jornalista Sonia Racy, destacou na quinta-feira (19/5) a relação do governador goiano com o ministro da Fazenda
A palestra do governador Marconi Perillo (PSDB) em Nova York ganhou destaque na coluna Direto da Fonte, da jornalista Sonia Racy, na edição de quinta-feira (19/5) do jornal O Estado de S.Paulo. No Estadão, ela informou que o tucano discutirá na próxima semana com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e sua equipe a renegociação da dívida do Estado de Goiás com a União.
Na nota “De olho na gestão”, Sonia Racy afirma que o goiano tem como prioridade a administração das receitas e custos. “Perillo reduziu o número de suas secretarias a 10, das quais só três são políticas. E manteve o apoio da Assembleia estadual”, disse a jornalista ao comprar o governo goiano com a nomeação dos ministros pelo presidente da República interino, Michel Temer (PMDB).
Sonia destacou também a formação da equipe de secretários do governador do Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), que estava em Nova York com Marconi e também participará da reunião na semana que vem com Meirelles.
“Taques, por exemplo, contou ontem (quarta-feira) em seminário do Lide, em Nova York, que todos os seus secretários são técnicos – à exceção de um. ‘Pedi uma trégua à Assembleia e fechamos um acordo’, explicou à coluna.”
De acordo com o governo de Goiás, o alongamento da dívida de Goiás com o governo federal será discutido com Meirelles e depende de aprovação do Congresso para que reduza pela metade o total de encargos previstos para o Estado quitar em 2016 e, a partir de então, permitir novos investimentos.
O cálculo de Ana Carla Abrão, secretária estadual da Fazenda, é de que, se acontecer, a operação permitirá a diluição de R$ 1 bilhão dos cerca de R$ 2 bilhões previstos para serem pagos em 2016 pelo Estado. Essa redução de R$ 1 bilhão aconteceria nos próximos 20 anos, caso o governo chegue a um acordo com o Ministério da Fazenda e tenha o aval dos parlamentares.
A medida incentivaria novos investimentos a médio prazo, explicou Ana Carla. São três opções existentes para os Estados. A primeira é o alongamento das dívida com a União em 20 anos e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em dez anos.
A segunda trata da permissão de desconto de 40% no valor das parcelas com limite de R$ 160 milhões por mês em um período de até 24 meses. O valor não pago nesse período seria transferido para as próximas parcelas. O Estado não informou qual seria a terceira possibilidade negociada com o governo federal.
A dívida de Goiás hoje é de R$ 17 bilhões e, segundo Ana Carla, está dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O valor é considerado baixo pela secretária da Fazenda ao considerar a situação de outros Estados, que seria mais preocupante. (Com informações do Gabinete de Imprensa)

Estados terão de congelar salários e concursos públicos

Ministro do Planejamento informou que a equipe econômica exigirá contrapartidas dos Estados em troca da moratória de suas dívidas




POLÍTICA PLANEJAMENTOHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Em reunião com senadores da base do governo interino, Romero Jucá, Ministro do Planejamento antecipou aos aliados que a equipe econômica exigirá contrapartidas dos Estados em troca da moratória de suas dívidas, mantendo as linhas gerais da proposta feita lá atrás pelo governo Dilma.


De acordo com a publicação da Folha de S. Paulo, o ministro afirmou no encontro que os governadores terão de se comprometer a não aumentar o salário de seus servidores, reajustar as alíquotas de contribuição previdenciária estadual e não promover concursos públicos.

Governo quer permissão para rombo fiscal de até R$ 170,5 bilhões em 2016 Se confirmado, será o maior déficit fiscal do governo em toda história. Proposta de nova meta será avaliada na próxima semana pelo Congresso. Alexandro Martello e Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

O governo federal enviará ao Congresso Nacional na próxima semana uma proposta que prevê um déficit (despesas maiores do que receitas) das contas públicas de até R$ 170,5 bilhões em 2016. Se confirmado, será o pior resultado da série histórica, que tem início em 1997.

Esses R$ 170,5 bilhões não incluem os juros da dívida. Em agosto de 2015, a previsão de gastos com juros para este ano era de R$ 304 bilhões.
A proposta foi divulgada nesta sexta-feira (20) pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Romero Jucá, em entrevista coletiva.
De acordo com Meirelles, a nova meta foi feita feita com “parâmetros realistas” e próximos aos utilizados pelo mercado financeiro, embute "riscos fiscais" e pagamento de passivos a despesas já contratadas, mas não contempla medidas econômicas, que serão anunciadas nas próximas semanas.
Segundo ele, a meta de até R$ 170,5 bilhões, para este ano, é um "teto". Deste modo, explicou ele, o objetivo é que o rombo fiscal seja menor do que este valor neste ano.
"Existem medidas a serem tomadas de curto, médio e longo prazo que não estão mencionadas nesse orçamento. Porque são medidas futuras. Serão, se aprovadas, incorporadas neste e em outros orçamentos", explicou ele.
O objetivo do governo é que a nova meta fiscal seja votada pelo Congresso na próxima terça-feira (24).
Os R$ 170,5 bilhões superam em muito o déficit proposto pela equipe econômica da presidente afastada Dilma Rousseff, que havia enviado projeto de lei ao Congresso pedindo autorização para que as contas tivessem em 2016 um déficit de até R$ 96,6 bilhões.
Essa proposta sequer foi avaliada pelo Legislativo, devido ao processo de impeachment de Dilma Rousseff.
Previsão para as contas públicas de 2016 v.2 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Jucá justificou a grande diferença em relação à proposta de déficit que havia sido formulada pelo governo Dilma dizendo que o objetivo é evitar a necessidade de voltar a pedir a mudança da meta ao Congresso.
“Meta fiscal não é novela para ser feita em capítulos. É para ser feita no lançamento só. Ações virão que apontarão à sociedade que a visão deste governo é diferente da do outro governo porque não estamos escamoteando a verdade. Vamos mudar a verdade, com responsabilidade fiscal”, disse.
Autorização do Congresso
Atualmente, a meta para as contas públicas em 2016, fixada no orçamento federal aprovado pelo Congresso, é de um superávit primário (economia) de R$ 30,5 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e estatais). Somente para o governo federal, a meta é de um resultado positivo de R$ 24 bilhões neste ano.
O governo precisa de autorização do Congresso para registrar um déficit bilionário – em vez de um superávit – porque as despesas superam as receitas com a arrecadação de impostos, resultado da maior recessão econômica da história do país.
Entre janeiro e abril de 2016, a arrecadação foi a mais baixa para o período em seis anos. Segundo Meirelles, a previsão de receita do governo anterior estava superestimada.
Além disso, devido às vinculações existentes no orçamento, com muitos gastos obrigatórios (mais de 80% do total), o governo também enfrenta dificuldades para cortar despesas. Por isso, analistas avaliam que não há como cumprir a meta vigente.
Se a nova meta fiscal não for aprovada pelo Congresso, o governo pode ter de efetuar um forte bloqueio de gastos para cumprir a meta atual.
O ministro do Planejamento, Romero Jucá, afirmou que a rejeição da mudança da meta levaria o governo a paralisar suas atividades – assim como ocorreu no ano passado, por alguns dias, até que a meta de 2015 fosse revista.
Se a proposta do governo for aprovada, o governo terá permissão para que as contas fiquem no vermelho pelo terceiro ano seguido.
Em 2014, as contas do governo tiveram o primeiro déficit primário em 18 anos, de R$ 17,24 bilhões.
Em 2015, um ano marcado pela recessão na economia e pelo pagamento das chamadas "pedaladas fiscais", as contas registraram um rombo recorde de R$ 114,98 bilhões.
Votação
Segundo Jucá, a ideia do governo é que se possa votar a nova meta na Comissão Mista de Orçamento na segunda-feira (23) para que, na terça-feira, seja aprovada pelo Congresso Nacional.
“Nossa expectativa é que tenhamos, da terça para quarta-feira, aprovada no Congresso a nova meta, desbloqueando a ação do governo”, disse.
Nesta sexta, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os parlamentares votarão na terça-feira (24), diretamente no plenário – sem passar pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), como de praxe – o projeto de lei que reduz a meta fiscal de 2016.
Meirelles afirmou que não previu, na nova meta, recursos com eventual volta da CPMF e destacou que o governo manterá a “austeridade”, ainda que com permissão para um rombo nas contas de R$ 170,5 bilhões.
“A previsão é manter austeridade e controle muito rigorosos, enxergando a preocupação de não revisar a meta. Não existe aqui previsão e receita de CPMF. Qualquer coisa que demande aprovação legislativa não está aqui.”
Outras medidas
Meirelles afirmou que a nova meta proposta não contempla medidas que estão sendo estudadas pela equipe econômica, e que serão anunciadas “proximamente”, que podem ser de ordem administrativa; a serem propostas ao Congresso ou em andamento no Legislativo.
“Evidentemente, que o governo federal vai agir nesse processo não só para este ano, mas para os próximos”, acrescentou Meirelles.
De acordo com o ministro do Planejamento, Romero Jucá, esse déficit proposto para 2016 é alto, mas é uma constatação.
“Não é resultado de uma política para o futuro. Estamos apresentando número que tratamos como teto, a partir de um momento, e o Ministério do Planejamento e outros vão trabalhar no sentido de que, com gestão e governança, possamos diminuir essas despesas”, declarou ele.
Segundo Jucá, o governo quer que os recursos públicos sejam fruto de equilíbrio fiscal e que possam contribuir para a “animação econômica, geração de empregos e mudança dos índices macroeconômicos que impactam negativamente nossa economia.”
Para 2017
Jucá afirmou que o governo “trabalha” para que, em 2017, o cenário econômico seja melhor que o deste ano. 
“Vamos trabalhar no sentido de que, a partir deste momento, reconhecida essa realidade, possamos evoluir no equilíbrio fiscal. Que no próximo ano não tenhamos o quadro que temos hoje”, disse.
“Medidas serão tomadas para controlar essa trajetória da dívida em um prazo médio. Isso não pode ser concedido de forma irrealista ou insustentável, como contingenciamento inviáveis que não podem ser cumpridos”, acrescentou.De acordo com Meirelles, a nova meta fiscal foi proposta para que a “estrutura governamental funcione” e “cumpra suas funções básicas”, contemplando ainda uma “estrutura de endividamento sustentável.”
O mercado financeiro espera que, em 2017, as contas públicas registrem novo déficit em suas contas, com estimativa de um resultado negativo de R$ 92 bilhões.
A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é o aumento da dívida pública e mais pressões inflacionárias.
Devido ao fraco desempenho da economia, dificuldades para aprovar medidas necessárias no Congresso Nacional e piora do endividamento, o Brasil já teve retirado o chamado "grau de investimento" - uma recomendação para investir no país - pelas três maiores agências de classificação de risco (Standard & Poors, Fitch e Moody´s).

sexta-feira, 20 de maio de 2016

População do DF poderá propor criação de CPIs na Câmara Legislativa

Ary Filgueira/Metrópoles

Foi promulgada, nesta quinta-feira (19/5), Emenda à Lei Orgânica do DF que possibilita o pedido de investigação a partir de iniciativa popular. Essas CPIs terão prioridade sobre as demais


O cidadão de Brasília poderá propor a abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs). Foi promulgada nesta quinta-feira (19/5) a Emenda à Lei Orgânica nº 97/2016, de autoria do deputado distrital Ricardo Vale (PT). A partir de agora, com cerca de 20 mil assinaturas, será possível pedir a investigação de assuntos que a população considere graves ou relevantes. Antes, era necessária a intermediação de algum deputado para apresentar a proposição.
Além disso, com a alteração na Lei Orgânica do DF, a CPI de origem popular passa a ter prioridade sobre outras que estejam em tramitação na Casa. A decisão foi publicada no Diário da Câmara Legislativa. 

REGINA DUARTE DIZ QUE APOIA TEMER E O FIM DO MINISTÉRIO DA CULTURA

Regina Duarte diz que apoia Temer e o fim do ministério da Cultura
Captura de Tela 2016-05-19 às 20.13.35
Enquanto muitos artistas têm se colocado contra a extinção do ministério da Cultura, a atriz Regina Duarte usou seu perfil pessoal no Instagram para demonstrar apoio ao governo interino de Michel Temer. Além de postar uma foto reconhecendo o político como presidente e dando seu voto de confiança, a artista também fez uma postagem em que diz entender o rebaixamento da pasta a secretaria.
“Se o país está ‘em coma’ não entendo a insistência no autoengano de achar que a Cultura pode se safar, sadia, do desconcerto geral que nos abateu. Na teoria (linda!) a prática é outra (dolorida). Sou a favor da ideia de manter a Cultura internada no ‘Hospital’ da Educação. Depois da possibilidade de ‘alta’ vamos ver o que pode ser melhor pra ela e pra todos nós, brasileiros”, escreveu ela.
Nesta quarta-feira (18/5), o presidente interino confirmou o nome do diplomata Marcelo Calero para assumir a secretaria Nacional de Cultura, após sondar algumas mulheres para o comando da pasta. A princípio a secretaria continua subordinada ao Ministério da Educação, mas uma crescente pressão pede para que Temer recrie o Ministério da Cultura.