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sábado, 7 de maio de 2016
Votação do impeachment: “muro da vergonha” retorna à Esplanada | Congresso em Foco
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Um terço do Senado responde a acusação criminal | Congresso em Foco
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
7 vezes que seu cão disse ‘te amo’ mas você não percebeu Algumas atitudes do cotidiano podem parecer banais, mas são uma forma dos cachorros demonstrarem afeição. Escrito por Karina Sakita Jornalista do Portal do Dog
Os cães não falam, mas alguns gestos valem mais do que palavras!
Muitas atitudes parecem normais e corriqueiras no cotidiano, mas são maneiras variadas dos cachorros demonstrarem o amor que sentem por seus tutores.
Veja 8 vezes que seu cão disse “te amo” mas você não percebeu:
- Ele te trouxe aquele brinquedo roído e fedorento, mas que é o preferido dele – Provavelmente, você pensou que seu cachorro estava apenas querendo brincar, não é? Em muitos casos, é isso mesmo. Mas, às vezes, ele pode estar te oferecendo um presente.
- Ele terminou de jantar e deitou ao seu lado – Quando um cachorro gosta de se aconchegar no tutor mesmo estando com a barriga cheia, é um sinal de amor verdadeiro. Isso significa que ele não se interessa por você apenas por causa da comida.
- Ele boceja logo depois de você – Esse fenômeno de bocejo contagioso é um sinal de empatia entre os humanos. E um estudo comprovou que nossos cães também fazem isso.
- Ele continua deitado e mal levanta a cabeça quando você sai pra trabalhar – Você pode até pensar que o cachorro não se importa, mas isso demonstra que ele confia em você e sabe que vai voltar.
- Empolgação quando você chega em casa – O momento da chegada costuma ser bem diferente, o cão não consegue conter a alegria de ter sua companhia novamente.
- Ele deita no meio da sua cama e ocupa todo o espaço – Isso demonstra que o cão quer ficar perto de você e um grande símbolo de lealdade. Quer dizer que ele te considera como parte da matilha.
- Saboreia cada segundo de amor que você dá para ele – Quando você dá carinho e atenção, seu cachorro adora.
Referência: Bark Post
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
ONG propõe proibir corruptos na 1ᵃ classe de aviões para combater crime Sean Coughlan Repórter de Educação, BBC News Há 2 horas
Uma organização não governamental divulgou uma série de ideias criativas para combater a corrupção – entre elas o banimento de corruptos da primeira classe de voos, mais transparência no comércio de bens de luxo e a criação de um selo anticorrupção para produtos de varejo.
A ideia das propostas da ONG global One é tornar a corrupção um "alvo cultural" e atingir corruptos nas atividades que eles mais gostam.
Uma das principais propostas é criar uma lista negra de corruptos a ser adotada por companhias aéreas. As pessoas da lista seriam impedidas de viajar na primeira classe. Listas semelhantes, de pessoas com histórico de comportamento inapropriado em voos, já existem.
Os ativistas que criaram a ideia dizem que o objetivo é "tornar mais difícil e menos agradável para os corruptos gastar os seus recursos ilícitos".
Os corruptos muito ricos parecem habitar um mundo paralelo, mas poderiam ficar menos presunçosos ao viajar em companhias aéreas de baixo custo, avaliam os integrantes da organização.
A ideia de propostas como essa é dar início a um debate sobre ideias mais criativas para combater a corrupção. O conceito é desafiar o estilo de vida de luxo enquanto se aperta o cerco contra brechas na legislação que facilitam práticas ilegais.
Olho no consumo
Também há ideias baseadas em campanhas de consumo ético. Uma delas é criar um selo atestando que determinado produto foi feito em uma cadeia de produção livre de corrupção.
A organização sugere ainda que sejam adotados processos mais transparentes nas transações e comércio de produtos de alto valor – assim como o fim do sigilo sobre posse desses bens.
Em tese, quando é possível saber quem adquire arte, jóias, carros e outros bens muito caros, compradores podem chamar a atenção para a origem e legalidade dos recursos.
Essas propostas refletem a frustração de constatar que, mesmo quando a corrupção é evidente, os beneficiários, sejam indivíduos ou empresas, parecem passar ao largo de qualquer restrição.
A escala do problema ficou evidente com o escândalo dos Panama Papers, que evidenciou um mundo de poder, política e muita riqueza anônima.
Ativistas da One estimam que a corrupção desvie US$ 1 trilhão dos países mais pobres do mundo.
A organização diz que isso realmente é uma problema de vida ou morte, uma vez que o dinheiro poderia estar sendo gasto, por exemplo, em saúde e alimentação para países em desenvolvimento.
"A corrupção atinge de forma mais dura os mais pobres", diz David McNair, diretor de transparência da One.
Ele afirma ainda que países desenvolvidos não deveriam pensar na corrupção como algo que acontece em países distantes. Também é preciso regular redes financeiras em locais como Londres e Nova York.
A One está tentando convencer o premiê britânico David Cameron a fazer o governo britânico combater o sigilo de donos e beneficiários de empresas e trustes.
Por
Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
“Respeito”.
Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um
aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo
isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter Senhor corrupto! É uma atitude
tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta
qualidade Senhor corrupto faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta
frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que
ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o
qualifico de desonesto!
Vida por
principio dignidade por fim!
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Cunha se reúne com Maranhão, seu substituto, e traça estratégias
A estratégia é tentar atrair o novo Presidente da Câmara para a esfera de influência do grupo próximo do peemedebista e de Michel Temer, que deve assumir o Palácio do Planalto na semana que vem
O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), reuniu-se nesta sexta-feira (7/5) com o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) durante uma hora, na residência oficial da presidência da Câmara. Aestratégia peemedebista é tentar atrair Maranhão para a esfera de influência do grupo próximo de Cunha e do vice-presidente Michel Temer, que deve assumir o Palácio do Planalto interinamente na semana que vem depois que o Senado votar pela instauração do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Maranhão votou contra o admissibilidade do procedimento na Câmara. Caso Maranhão não se convença, o PMDB pode utilizar o expediente da renúncia de Cunha, o que forçaria novas eleições na Casa. O pepista, por sua vez, tem a caneta para rever a sessão que resultou na admissibilidade do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff na Câmara.
Cientes de que o comandante em exercício da Câmara está disposto a articular com o Planalto, a ideia é, pelo menos por enquanto, neutralizar qualquer movimento de setores pró-governo ao redor do pepista. Enquanto Cunha joga com sua própria renúncia, por outro lado, Maranhão tem uma arma importante a seu favor: um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pede anulação da sessão de 17 de abril da Câmara que aprovou a admissibilidade do impeachment da petista. Como presidente, ele pode acatar o pedido e provocar um revés no processo de impeachment.
Revisão
Nesse sentido, a estratégia foi revista em relação à quarta-feira (4), após a decisão do Supremo Tribunal Federal de afastar Cunha da presidência da Câmara. Àquela altura, a ideia era fazer pressão para que Maranhão renunciasse ao cargo de primeiro vice-presidente da Casa.
Consideravam que ele não tem pulso para conduzir os trabalhos da Casa e aprovar as reformas que Temer pensa em fazer, caso assuma a presidência. Além disso, líderes próximos ao peemedebista dizem que o presidente afastado não confia 100% em Maranhão. Por isso, a ideia era forçá-lo a renunciar, provocando a realização de uma nova eleição para vice-presidente. No pleito, esperavam eleger um aliado de Cunha, que comandaria interinamente a Casa.
Além da conversa entre Cunha e Maranhão ontem, na segunda-feira o presidente interino se encontrará com o líder do PP, Agnaldo Ribeiro (PP), outro aliado de Cunha e que tem negociado cargos no eventual governo Temer.
Vacância
No médio prazo, aliados de Cunha acreditam que ele pode começar a perceber que uma opção possa ser sua renúncia da presidência da Câmara e a eleição de um aliado para seu lugar. Se isso não ocorrer, o grupo de Cunha pretende se articular com a oposição para tentar provocar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) de modo que o colegiado declare vago o cargo de presidente. O argumento jurídico é de que a decisão do Supremo não fixou prazo para o afastamento de Cunha e tampouco para o julgamento da ação penal contra o peemedebista. Diante disso, o cargo estaria vago.
No médio prazo, aliados de Cunha acreditam que ele pode começar a perceber que uma opção possa ser sua renúncia da presidência da Câmara e a eleição de um aliado para seu lugar. Se isso não ocorrer, o grupo de Cunha pretende se articular com a oposição para tentar provocar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) de modo que o colegiado declare vago o cargo de presidente. O argumento jurídico é de que a decisão do Supremo não fixou prazo para o afastamento de Cunha e tampouco para o julgamento da ação penal contra o peemedebista. Diante disso, o cargo estaria vago.
Ainda na sexta, Cunha recebeu o deputado Rogério Rosso (PSD-DF). Eles almoçaram e, segundo o deputado, conversaram sobre economia e comissões na Câmara pelas quais o peemedebista tem interesse. Os aliados que tiveram com Cunha ontem, dia seguinte ao seu afastamento por determinação do Supremo, disseram que ele está mais calado que o normal, fazendo apenas breves comentários nas conversas e evitando falar sobre o afastamento. A bancada do PP costura com demais partidos do centrão um acordo para manter Maranhão no cargo.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Manifestação recorde em Varsóvia reúne 240 mil contra o governo Protesto pede democracia e a permanência do país na União Europeia. A maioria dos partidos da oposição participaram do ato. Da France Presse
Uma das maiores manifestações organizadas na Polônia desde a queda do comunismo reuniu, neste sábado (7), mais de 240 mil pessoas em Varsóvia, "para preservar o lugar da Polônia na Europa", ameaçado, segundo os manifestantes, pela política dos conservadores no poder.
Organizada sob o lema "Somos e permaneceremos na Europa" e convocada pelo Comitê de Defesa da Democracia KOD, uma iniciativa cívica, a manifestação ocorreu pacificamente sob um sol de verão.
Embora defenda sua ligação com a União Europeia, fonte de substanciais subsídios desde a adesão da Polônia em 2004, o governo do partido do Direito e da Justiça (PiS), da primeira-ministra Beata Szydlo, tem recebido muitas críticas das instituições europeias por causa de suas reformas controversas, incluindo as relacionadas ao Tribunal Constitucional e aos meios de comunicação.
A Comissão Europeia iniciou contra Varsóvia um procedimento sem precedentes para verificar o estado de direito na Polônia, enquanto a Comissão de Veneza, órgão consultivo do Conselho da Europa, exigiu das autoridades respeito às decisões do Tribunal Constitucional.
A maioria dos partidos da oposição, incluindo a Plataforma Cívica (PO, liberal), Nowoczesna (liberal), Partido Camponês (PSL), o Partido Social Democrata (SLD) e os ambientalistas participaram da manifestação deste sábado.
Reunidos em frente à sede do governo, os manifestantes acenavam bandeiras nacionais e europeias e faixas com slogans pró-europeus. Eles cantaram o hino nacional e gritaram "Vamos defender a democracia e a Constituição."
"Estamos aqui para lutar pela liberdade na Polônia, pela democracia", declarou o ex-presidente Bronislaw Komorowski.
"Maidan polonês" ?"Muitas pessoas acreditam que este movimento vai acabar em um Maidan polonês. Espero que não cheguemos a esse ponto", disse à AFP uma manifestante, Danuta Grzymkowska, em referência à praça de Kiev onde ocorreram grandes manifestações contra o governo ucraniano e que resultaram na queda do regime e no atual conflito no país.
"As pessoas que deveriam representar os poloneses representam apenas os interesses de um único partido", acrescentou Rafal Zagorowski. "Eles se comportam como o Partido Bolchevique na Rússia Soviética (...) Eu tenho medo de que Kaczynski (Jaroslaw Kaczynski, presidente do partido Direito e Justiça) nos leve ao confronto".
Uma segunda manifestação organizada pelo movimento nacionalista reuniu entre 2.500 e 4.000 pessoas contra a presença da Polônia na UE e "os mandos de Bruxelas".
Ambas as marchas coincidiram com a tradicional "parada Schuman", organizada por ocasião do Dia da Europa.
Jaroslaw Kaczynski, considerado pela classe política o principal autor da política adotada pelo governo, minimizou, como de costume, a importância da manifestação.
"Não é um grande problema", comentou na internet. "Os protestos são o resultado do descontentamento dos resultados das eleições" presidenciais e legislativas, vencidas por seu partido, argumentou.
Ele também reiterou a recusa em receber refugiados na Polónia. "Após os recentes acontecimentos vinculados a atos terroristas, nós não receberemos refugiados porque não há nenhum mecanismo que possa garantir a nossa segurança", disse ele.
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo são denunciados por Janot na Lava Jato O casal e mais um empresário são acusados de corrupção e lavagem. Defesa alega que Gleisi e o marido não receberam propina do esquema. Mariana Oliveira Da TV Globo, em Brasília
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), em um dos processos da Operação Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o marido dela, o ex-ministro do Planejamento e das Comunicações Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler, ligado ao casal.
Os três são acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suposto recebimento de valores desviados da Petrobras para a campanha de Gleisi ao Senado em 2010. Janot afirma na denúncia que delações premiadas da Lava Jato e provas obtidas a partir delas apontam indícios suficientes do envolvimento do trio em atos de corrupção.
Senadora de primeiro mandato, Gleisi é uma das principais defensoras da presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional. A petista chegou a chefiar a Casa Civil no primeiro mandato de Dilma, mas deixou o primeiro escalão para concorrer ao governo do Paraná, em 2014. Ela acabou na terceira colocação da disputa eleitoral. Atualmente, a parlamentar paranaense integra a comissão especial do impeachment no Senado.
Ex-deputado federal pelo Paraná, Paulo Bernardo comandou o Ministério do Planejamento na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2011, quando Dilma sucedeu Lula no Palácio do Planalto, Paulo Bernardo permaneceu no governo, mas trocou de pasta, transferindo-se para o Ministério das Comunicações. Ele deixou a Esplanada dos Ministérios somente ao final do primeiro mandato de Dilma.
Relator dos processos da Lava Jato no STF, o ministro Teori Zavascki terá de submeter a denúncia da PGR à análise da Segunda Turma do tribunal, composta por cinco magistrados.
Se os ministros decidirem receber a denúncia, Gleisi e Paulo Bernardo vão virar réus na ação penal. O caso está tramitando no Supremo porque Gleisi tem foro privilegiado por ser senadora.
Se Gleisi, Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler se tornarem réus, terá início, então, a fase de coleta de provas e testemunhos. Só depois de concluída a etapa de instrução e produção de provas é que o Supremo julgará se eles serão condenados ou absolvidos.
De acordo com os relatos dos dois delatores, houve pagamento indevido de R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010. Yousseff e Costa afirmam que o dinheiro foi repassado a pedido de Paulo Bernardo, que, à época, estava à frente do Ministério do Planejamento.A acusação
Segundo o Ministério Público, Gleisi é acusada de receber R$ 1 milhão em propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras. A senadora petista foi citada nas delações premiadas do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
O doleiro contou aos procuradores da República que o pedido de recursos foi feito por Ernesto Kugler Rodrigues, amigo do casal. O empresário nega ter atuado na campanha da senadora.
Antonio Carlos Pieruccini, um novo delator da Lava Jato, disse que transportou a propina para Gleisi, em dinheiro em espécie, de São Paulo para Curitiba em quatro viagens. Pieruccini afirmou que entregou o dinheiro para Ernesto Kugler.
“Indagado acerca dos fatos constantes do anexo 01 (senadora Gleisi Hoffmann) afirmou: que, em 2010, o declarante transportou R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de São Paulo para Curitiba, a pedido de Alberto Yousseff; que Alberto Yousseff disse que os valores se destinavam à então candidata à senadora Gleisi Hoffmann; que Alberto Yousseff disse que os valores seriam usados para o financiamento da campanha de Gleisi Hoffmann; que a conversa inicial com Alberto Yousseff ocorreu provavelmente em fevereiro ou março”, relata trecho da delação premiada de Pieruccini.
Indiciamento
No fim de março, Gleisi Hoffmann e o marido dela foram indiciados pela Polícia Federal (PF) por corrupção passiva. O indiciamento consiste numa conclusão do delegado de polícia acerca das suspeitas sobre um investigado e, em geral, precede a formulação de denúncia pelo Ministério Público, que pode ou não concordar com as conclusões da PF.
No fim de março, Gleisi Hoffmann e o marido dela foram indiciados pela Polícia Federal (PF) por corrupção passiva. O indiciamento consiste numa conclusão do delegado de polícia acerca das suspeitas sobre um investigado e, em geral, precede a formulação de denúncia pelo Ministério Público, que pode ou não concordar com as conclusões da PF.
A investigação da Polícia Federal concluiu que há indícios suficientes de que a campanha da petista ao Senado recebeu R$ 1 milhão em recursos desviados da Petrobras.
O indiciamento da senadora do PT, entretanto, é alvo de questionamento porque o STF decidiu, em 2006, que parlamentares não podem ser indiciados pela polícia. Em abril, o procurador-geral da República chegou a enviar parecer ao tribunal contestando o indiciamento de Gleisi pela PF. Para o chefe do Ministério Público, os inquéritos criminais que tramitam na Suprema Corte envolvendo autoridades públicas não podem ser objeto de indiciamento.
O que disseram as defesas dos suspeitos
Por meio de nota, os advogados Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman disseram ter recebido com "inconformismo" a denúncia da senador a do PT (leia a íntegra do comunicado ao final desta reportagem). Segundo os defensores, as provas obtidas no inquérito comprovam que ela não recebeu propina do esquema de corrupção.
Por meio de nota, os advogados Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman disseram ter recebido com "inconformismo" a denúncia da senador a do PT (leia a íntegra do comunicado ao final desta reportagem). Segundo os defensores, as provas obtidas no inquérito comprovam que ela não recebeu propina do esquema de corrupção.
"[A denúncia] baseia-se apenas em especulações que não são compatíveis com o que se espera de uma acusação penal", diz trecho do comunicado.
Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman também são responsáveis pela defesa de Paulo Bernardo. Em outra nota, os criminalistas afirmaram que as referências ao ex-ministro na denúncia se baseiam em "declarações contraditórias e inverossímeis".
"Não houve qualquer envolvimento dele com os fatos narrados na denúncia. Demonstraremos isso com veemência e acreditamos que a denúncia não pode ser recebida", enfatizam os advogados na nota.
Responsável pela defesa do empresário Ernesto Kugler, o advogado Cal Garcia afirmou ao G1 que não iria comentar a denúncia da Procuradoria Geral da República.
Leia a íntegra das notas divulgadas pela defesa dos suspeitos
Nota divulgada pela defesa de Gleisi Hoffmann
É com inconformismo que recebemos a notícia de que o PGR apresentou denúncia em desfavor da senadora Gleisi Hoffmann.
Todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor por parte da Senadora. A denúncia sequer aponta qualquer ato concreto cometido. Baseia-se apenas em especulações que não são compatíveis com o que se espera de uma acusação penal.
São inúmeras as contradições nos depoimentos dos delatores que embasam a denúncia, as quais tiram toda a credibilidade das supostas delações. Um deles apresentou, nada mais, nada menos, do que seis versões diferentes para esses fatos, o que comprova ainda mais que eles não existiram.
Ao apagar das luzes, depois de um ano e meio da abertura do inquérito, uma terceira pessoa aparece disposta a dizer que teria realizado a suposta entrega de valores, numa nova versão que foge de qualquer raciocínio lógico. Vale lembrar que esta pessoa é amigo/sócio/ funcionário de Alberto Youssef, o que comprova ainda mais a fragilidade das provas e se vale do mesmo advogado de Alberto Youssef para fazer sua delação.
Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman
Nota divulgada pela defesa de Paulo Bernardo
As referências ao ex-ministro Paulo Bernardo na denúncia baseiam-se em declarações contraditórias e inverossímeis. Não houve qualquer envolvimento dele com os fatos narrados na denúncia. Demonstraremos isso com veemência e acreditamos que a denúncia não pode ser recebida.
Rodrigo Mudrovitsch e Verônica Sterman
Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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