Grupo tem apoio do ex-ministro Tarso Genro, que costura a criação de um novo partido no Rio Grande do Sul
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Insatisfeitos com o rumo do PT desde a época do mensalão, em 2005, cerca de 27 deputados federais do partido passaram a costurar, a partir do segundo semestre do ano passado, um ato de desfiliação coletiva. O movimento, no entanto, acabou esfriando com o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma, mas deverá voltar com força após as eleições municipais de outubro.
Entre os parlamentares envolvidos, segundo a Folha de S. Paulo, estão nomes como Arlindo Chinaglia e Marco Maia, dois ex-presidentes da Câmara, bem como o da ex-ministra Maria do Rosário. Eles teriam apoio do também ex-ministro Tarso Genro, que costura a criação de um novo partido no Rio Grande do Sul.
“Nossa tarefa agora é impedir o impeachment. E só depois das eleições municipais esse assunto terá pertinência”, disse Genro ao jornal paulista. “Nossa prioridade é defender o governo”, complementou Maria do Rosário.
Atualmente, a bancada do PT na Câmara dos Deputados soma 57 parlamentares.
Marcelo Castro, ministro da Saúde: Planalto cogita enviá-lo para a Presidência da Caixa, caso migre do PMDB para o PP
Promessas de cargos — alguns a longo prazo e outros de ocupação imediata — e liberação de emendas para garantir a fidelidade dos aliados na tentativa de barrar o processo de impeachment fazem parte da estratégia do Palácio do Planalto para evitar o término prematuro do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Em alguns casos, por exemplo, a ação é feita de maneira conjunta. Juntos, PR, PP e PSD, legendas mais assediadas pelo Executivo no Congresso, conseguiram, com base em dados levantados pelo Siafi até 5 de abril e levantados pela liderança do DEM no Senado, receberam R$ 12,2 milhões de restos a pagar represados desde 2012.
As três legendas conseguiram mais recursos que o PMDB, maior bancada da Câmara, e o PSDB, principal legenda da oposição. Em números brutos, o PMDB, que desembarcou do governo há quase duas semanas — embora seis dos sete ministros estejam entrincheirados nos respectivos cargos —, arrecadou R$ 10,8 milhões. Já o PSDB conseguiu abocanhar R$ 8,43 milhões. Os três novos queridinhos do governo só ficam atrás do partido da presidente, o PT, que recebeu R$ 24,97 milhões.
Mas o PP, que sozinho conseguiu R$ 4,15 milhões em restos a pagar, não tem apenas as emendas como mimos. Maior bancada aliada após a saída do PMDB, com 40 deputados, os pepistas devem levam o Ministério da Saúde, com o deputado Ricardo Barros (PR); todos as estatais e autarquias envolvendo o Ministério da Integração Nacional, incluindo o Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs) e a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf).
O governo local não conseguiu finalizar o processo de liquidação da antiga Sociedade de Abastecimento de Brasília; procura, há meses, compradores para os 13 terrenos da empresa incorporados ao patrimônio do Executivo; e mantém despesa com 338 servidores, lotados em outros órgãos
11/04 5:25 , ATUALIZADO EM 10/04 15:32 Em processo de liquidação há 15 anos, a Sociedade de Abastecimento de Brasília (SAB) ainda custa caro aos cofres públicos e consome, anualmente, mais de R$ 40 milhões apenas com a folha de pagamento e serviços de manutenção. Na tentativa de se livrar da dívida, o governo lançou, em outubro do ano passado, um plano de demissão voluntária para algumas empresas públicas do Distrito Federal, incluindo a SAB. Dois meses depois, sancionou a Lei nº 5.565, que liquidava a sociedade e incorporava 13 terrenos da estatal ao patrimônio do GDF. A ideia era vender as áreas e arrecadar pelo menos R$ 96 milhões. Mas o Executivo não conseguiu compradores, o processo de liquidação não chegou ao fim e a fatura recai sobre o colo do contribuinte. O servidor Jefferson Boechat foi designado para agilizar a liquidação dos 13 lotes postos à venda pelo governo. Segundo Boechat, entre os terrenos mais valiosos está um localizado na QI 5 do Lago Sul, onde funcionava um supermercado (foto principal). Segundo apurou oMetrópoles, o local está fechado há mais de cinco anos. “Este é chamado de joia da coroa, porque fica perto do Gilberto Salomão”, disse Boechat.
RENATO ARAÚJO/AGÊNCIA BRASÍLIA
Apesar de o terreno do Lago Sul estar em uma das áreas mais valorizadas do Distrito Federal, o Executivo local não consegue vendê-lo. O GDF também tem dificuldade para atrair compradores interessados nos outros terrenos. “No caso dos lotes vazios, pouca gente se interessou”, informa Boechat.
ServidoresAo mesmo tempo em que os terrenos seguem à espera de compradores, o GDF desembolsa recursos para pagar os salários dos 338 servidores remanescentes da SAB, que estão distribuídos em várias repartições públicas. Boa parte deles, 160, foi lotada na Secretaria de Saúde. Mas quem arca com os vencimentos é a Secretaria de Planejamento.
O Metrópoles teve acesso ao quadro detalhado de despesa entre 2013 e março de 2016. Nesse período, a SAB consumiu R$ 136,9 milhões aos cofres públicos. De acordo com o detalhamento, a maior parte desses recursos foi para pagar despesas com administração de pessoal: R$ 133 milhões.
Em 2013, a SAB recebeu, de repasse do governo, R$ 40 milhões. Já em 2014, esse montante foi elevado para R$ 43 milhões. No ano seguinte, o valor foi praticamente o mesmo: R$ 43,7 milhões. E, nos três primeiros meses de 2016, o GDF já pagou R$ 9,8 milhões.
Histórico A SAB foi criada em 1962 com a finalidade de abastecer a população da nova capital. Eram vendidos principalmente produtos do Distrito Federal. Na década de 1980, com a chegada das grandes redes de supermercados a Brasília, a empresa pública perdeu força. A primeira tentativa de liquidação ocorreu em 2000, mas o processo nunca havia avançado.
Uma pesquisa divulgada neste final de semana revelou que o juiz Sérgio Moro perdeu um pouco da sua popularidade junto à opinião pública. Até pouco tempo atrás, Moro tinha 90% de apoio pela sua investigação sobre a corrupção na Petrobras. Depois de ações polêmicas, que atingiram o ex-presidente Lula, o juiz conta com 60% de aprovação. Essa queda, porém, certamente não é percebida em Curitiba, capital do Paraná, onde se encontra a força tarefa comandada pelo juiz e que vem desnudando um esquema de corrupção que tinha a Petrobras como eixo principal. É possível que nenhuma outra cidade do Brasil esteja vivendo e apoiando tão intensamente a operação Lava Jato quanto Curitiba, onde vivem 1,8 milhão de brasileiros.
Ao menos é assim nos principais bairros de classe média da cidade. Prédios enfeitados com bandeiras do Brasil, carros com adesivos de apoio à investigação e ao juiz Sérgio Moro, manifestações e carreatas em verde e amarelo a cada dois dias, e panelaços durante o Jornal Nacional. Mas não só por isso. Nas últimas semanas, uma expressão invadiu o cotidiano dos curitibanos: “República de Curitiba”.
O termo aparece constantemente em conversas, é entoado em protestos, está escrito em cartazes e até em roupas. Tornou-se motivo de orgulho na capital paranaense desde que foi divulgada, no último dia 17, uma conversa telefônica do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nela, ele se referiu aos procuradores e juízes da Justiça Federal do Paraná, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, como “República de Curitiba”. “Foi um tiro na culatra. Ele queria humilhar os curitibanos, mas acabou unindo a gente”, opina a dona de casa Paula, de 50 anos, que desde o dia 18 de março está acampada diante do tribunal de onde o juiz Sérgio Moro despacha, na avenida Anita Garibaldi.
O ex-presidente Lula usou essa expressão não por acaso. Remete à “República do Galeão”, termo bastante utilizado no final do Governo de Getúlio Vargas, em agosto de 1954. Em meados daquele mês, após o chefe da guarda pessoal do presidente atirar e matar o major-aviador Rubens Vaz, foi aberto um inquérito sob responsabilidade da Aeronáutica, cuja investigação foi comandada da base aérea do aeroporto do Galeão (Rio de Janeiro). O caso, que ficou conhecido como Atentado da Rua Tonelero, e que na verdade visava ao líder opositor Carlos Lacerda, aumentou a pressão sobre o Governo Vargas, que acabou se suicidando no final de agosto.Já a educadora infantil Elizethe Sgramce Sousa, de 48 anos, explica que o curitibano sempre se julgou “diferenciado” do resto do país “por ter sido colonizado por alemães, italianos e poloneses”. “Então o curitibano ficou ainda mais orgulhoso”, conclui. A estampa da camiseta preta que Elizethe veste, e que se tornou a última moda na capital, resume o sentimento do curitibano: “República de Curitiba – Aqui se cumpre a lei”.
Camiseta da 'República de Curitiba' vendida pelos manifestantes. F. Betim
Otimismo invadiu a capital paranaense, onde investigações Lava Jato estão sendo feitas
Depois da quebra de sigilo dos grampos de Lula, milhares de curitibanos se reuniram no dia 18 em um ato diante da Justiça Federal do Paraná para expressar apoio a Moro, novo padroeiro da cidade, e à Lava Jato. Após a manifestação, algumas dezenas de pessoas montaram acampamento no gramado da praça que está em frente ao tribunal. Viraram uma espécie de guardiões da República de Curitiba e de Moro. “O Brasil acordou e queremos dar um basta na corrupção. Só queremos um país limpo. Como pode um juiz de primeira instância chamar assim a atenção do Brasil? Estamos aqui para mostrar que ele não está sozinho”, conta Marcus Silva, de 53 anos.
Adesivo de apoio a Lava Jato em um carro. F. Betim
Este consultor comercial passa o dia no acampamento com outros companheiros. São trabalhadores, microempresários, donas de casa e aposentados que antes não se conheciam, mas que decidiram se juntar para, segundo eles, exercer sua cidadania e seus direitos. Apesar de se dividirem em “impeachmistas” e “intervencionistas”, eles têm em comum a defesa da saída da presidenta Dilma Rousseff e o apoio a Sérgio Moro. Além disso, se dizem “patriotas”, pessoas “do bem”, “anti-comunistas”, “apartidários” e defendem uma saída para a crise que esteja dentro da Constituição. Também garantem que o movimento é contra todos os partidos. “Queremos tirar esse Congresso que está aí e eleger tudo de novo. Queremos novas eleições, para colocar gente nova, gente boa”, explica a dona de casa Rosa.
Após uma vaquinha, montaram uma grande tenda fechada, onde mantêm mantimentos, comida e água, e barracas abertas onde passam a maior parte do dia, em pequenos bancos e cadeiras de praia. Da beira da calçada, levantam faixas e bandeiras e chamam outras pessoas para protestar. “Estamos fazendo política como antigamente, quando se colocava o caixote na praça e se discursava”, opina Elizethe. Já o aposentado Sandro, de 55 anos, usa um ditado popular em Curitiba para explicar a importância da mobilização: “Nós curitibanos sempre fomos muito exigentes. Então, quando algo dá certo aqui, é exportado para todo o Brasil. Lançamos tendências”.
Manifestantes acampados diante da Justiça Federal do Paraná. F. Betim
É um vaivém constante no acampamento, já que muitos dos que lá estão trabalham, têm de cuidar dos afazeres domésticos ou querem descansar em casa. Mas também há muitos curiosos que se aproximam seja para comprar uma camiseta com a foto de Moro ou da República de Curitiba — vendida a 30 reais para bancar os custos coletivos —, para pegar um adesivo e colar no carro, ou ainda para tirar uma foto com os manifestantes ou diante do Tribunal. “A Justiça Federal virou ponto turístico, todos querem saber onde ele trabalha”, explica Marcus Silva, que assopra sua corneta verde e amarela toda vez — e são muitas — que um carro passa buzinando para demonstrar apoio.
Mas quando perguntados o que esperam e desejam do Brasil, cada um confessa o que mais lhe aflige — mostrando a complexidade da polarização política nesses tempos de crise. “As pessoas estão preocupadas, perdendo emprego, as lojas estão fechando, empresas estão quebrando. Acho que elas veem na Lava Jato uma solução a médio prazo”, diz Marcus. Já Paula afirma querer “segurança, educação e saúde” para seus filhos. “Mas está tudo errado, a polícia não ganha o suficiente, o professor não ganha o suficiente... Não tenho partido. Só quero que as coisas mudem”.
Elizethe, apesar de tudo, está otimista: seu enteado passou para medicina em uma universidade privada e conseguiu a bolsa do ProUni, do Governo Federal, enquanto que sua filha passou para veterinária na Universidade Federal do Paraná. Agora que estão encaminhados para a vida adulta, ela e seu marido querem pensar mais neles mesmos: ele, que trabalha como garçom e já fez de tudo nessa vida — “somos da geração que ajudou a construir o Brasil” —, estuda engenharia civil; já ela compatibiliza o trabalho como educadora infantil com o cursinho, para tentar uma vaga na faculdade de direito. Sua preocupação, explica, é com os outros: “As pessoas estão morrendo no hospital por falta de cateter. Ainda vivemos no Brasil colonial. Por que temos um ministério do planejamento se não se planeja nada? Nos inspiramos no Moro porque ele está executando bem sua profissão. Só isso. Se esses meninos trabalham para isso, então o meu trabalho é apoiá-los”.
No final da tarde da última segunda-feira, muitos dos que estavam no acampamento se dirigiram para mais um ato a favor de Sérgio Moro e da Lava Jato. Dessa vez, diante da Federal do Paraná, onde o juiz dá aula e alunos e professores da universidade se reuniram para apoiá-lo. Marcus Silva mais uma vez resume o espírito da mobilização: “Todos os curitibanos estão orgulhosos de estar na República de Curitiba. O povo brasileiro não vai deixar ninguém mexer com o Moro. E a República de Curitiba muito menos”.
A saída de boa parte da bancada do PP da base governista fere de morte Dilma Rousseff e Lula.
Ambos imaginavam que o PP ocuparia o lugar deixado pelo PMDB.
A verdade é que ninguém quer ser enterrado juntamente com o PT. As informações são do O Antagonista.
Por
Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
"Lula
faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”
Presença do
Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa
para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia
se recompõe sem investimento público.
Todo esse
mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da
putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar
concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses
pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades
enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma
seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a
tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados,
a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de
ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a
todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios
12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”
Lula e Renan trabalham para barrar o impeachment de Dilma no Senado
O impeachment da presidente Dilma deve passar na Câmara dos Deputados, mas deve cair no Senado. É para isso que o ex-presidente Lula está trabalhando 24 horas por dia em um hotel de luxo em Brasília. E Lula já tem um “peão” pra lá de importante nesta missão. O ex-presidente Lula, não pode assumir como Ministro Chefe da Casa Civil, mas de forma “pirata” está conspirando para evitar o impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado, onde tem um serviçal que deixa o senado para ir no apto de Lula no hotel golden Tulip em Brasilia, onde Lula montou seu quartel general para comandar o país.
Ontem a noite, o presidente do senado, Renan Calheiros, foi flagrado no apartamento de Lula no hotel em Brasilia. Ele mesmo! Renan Calheiros, aquele que Lula chamou de “fudido” em telefonema para Dilma Rousseff, se dobra ao líder maior do petralhismo. A que ponto de desmoralização as autoridades brasileiras chegaram. Um presidente de senado tem que ir no apartamento de um “suspeito” com qual objetivo. Lula está no comando do País e Renan Calheiros come na sua mãos. Com o presidente do senado como aliado, dificilmente o processo de impeachment será aprovado no senado. Lula manda em Renan e mais 40 senadores!
Com informações do Blog do Cleuber Carlos
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”
"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”
Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.