sábado, 9 de abril de 2016

Alternativas a Dilma são tão 'tóxicas' quanto ela, diz ex-diretor do Banco Mundial Ruth Costas Da BBC Brasil em São Paulo 9 abril 2016

Image copyrightDilvugacao
Para o ex-editor da revista Foreign Policy e ex-diretor do Banco Mundial Moisés Naim, a crise política brasileira é uma manifestação “extrema” das tendências globais que ele define em seu último livro, o Fim do Poder (Ed. Leya).
“(No Brasil de hoje) você tem muitos indivíduos, instituições e grupos com força para bloquear uma agenda (que vinha sendo implementada), mas a questão é que ninguém tem poder para impulsionar uma nova agenda. E o resultado é essa paralisação do país”, disse Naim em entrevista à BBC Brasil.
"Mas não é só no Brasil. A questão da fragmentação do poder, que eu descrevo em meu livro, é uma tendência global da qual o Brasil é apenas um exemplo extremo."
Questionado sobre como um eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff poderia ser percebido no exterior, Naim responde que “no geral, já está se esperando o afastamento - e se ele não ocorrer será uma surpresa”.
“Acho que muita gente tem a sensação de que Dilma não é a líder que o Brasil precisa neste momento, mas o problema é o que fica, porque não há alternativa. Todos os que poderiam substituí-la depois desse processo estão tão contaminados, são tão tóxicos quanto ela", opina.
Para Naim, é "insólito" que cerca de metade dos integrantes da comissão de impeachment sejam réus em processos que vão de corrupção a crimes mais graves.
Ele opina que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer "não seria a solução". E faz a ressalva: "O problema do Brasil já é tão grande que não há um só indivíduo que possa resolver a situação. Não adianta buscar uma figura messiânica que chegue e resolva, isso não vai acontecer. É preciso um grande acordo nacional e alguém capaz de construir uma coalizão ampla para governar."
Na avaliação do ex-diretor do Banco Mundial, o Brasil precisa tomar decisões urgentes sobre sua política econômica.
"E o problema é que sistema - que inclui o Executivo, Legislativo, partidos políticos e a sociedade em geral - está sendo incapaz de permitir isso", afirma.
Image copyrightRicardo Stuckert Filho PR
Image captionPara Naim, queda de Dilma é o mais provável, mas não vai resolver a crise brasileira
"Há coisas práticas que precisam ser feitas. Não se pode ter um déficit fiscal como há no Brasil, por exemplo. É preciso respeitar essas leis da economia que quando as commodities estavam muito altas - e os recursos eram abundantes - muitos tinham a ilusão que podiam ignorar."

Best-seller

O último livro de Naim, que foi ministro de Comércio e Indústria da Venezuela no final dos anos 80 e início dos 90, tornou-se um best-seller no ano passado depois que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, postou na rede social que, como parte de um "desafio", leria um livro a cada semana – e escolheu O Fim do Poder para começar a empreitada.
Nele, Naim defende que os detentores tradicionais de poder - governantes, grandes corporações, exércitos - estão enfrentando um número cada vez maior de barreiras a sua capacidade de governar ou implementar uma agenda.
Essas barreiras seriam impostas pela ação de atores como ativistas sociais, a mídia e entidades ou políticos rivais (no caso de autoridades), que hoje têm instrumentos e tecnologias para se mobilizar e atuar que não tinham no passado.
"O poder está em decadência", escreve Naim. "No século 21, é mais fácil de obter, mais difícil de utilizar e mais fácil de perder."
O problema, na avaliação do ex-diretor do Banco Mundial, é que se há muitas forças capazes de "destruir" e impor limites ao poder tradicional, há poucas capazes de "construir" algo.
No campo político, Naim diz que entre as consequências dessas tendências estão a rejeição aos partidos políticos tradicionais e aumento da polarização.
"É só olhar para o mundo: nos EUA temos o Donald Trump. Na Espanha, o Podemos (um partido anti-establishment), que apareceu em 2014 e hoje é uma potência política", diz ele.
"Está crescendo a ideia de que tudo o que tem a ver com a política (tradicional) é ruim. Temos uma queda da confiança em políticos, empresários, sistema judiciário, jornalistas e até entidades religiosas. E isso gera uma situação em que é muito difícil ter um contrato social. O resultado é uma paralisação e redução da capacidade de se governar."

Os dez países com a menor transparência bancária (e o Panamá não é um deles) Há 5 horas

Foto: GettyImage copyrightGetty
Image captionLondres é o maior centro financeiro da Europa
O grande vazamento de documentos do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca revelou como paraísos fiscais são usados para esconder riquezas e fez as atenções do mundo se voltarem ao Panamá.
As revelações dos Panama Papers levaram o país a criar um painel internacional para ajudar a aumentar a transparência de seu sistema financeiro.
Mas organizações internacionais que investigam sigilo financeiro alertam que o Panamá não está na lista dos países com menos transparência financeira.
Europeus e americanos ricos podem facilmente esconder seu dinheiro muito mais perto de casa, e isso poderia explicar por que até agora tão poucos residentes dos Estados Unidos foram implicados no escândalo do Panamá.

O ranking do segredo financeiro

O cofundador do escritório Mossack Fonseca, Ramón Fonseca, acusa os países mais ricos de hipocrisia.
"Eu asseguro a você que há mais dinheiro sujo em Nova York, Miami e Londres do que aqui no Panamá", ele disse ao jornal The New York Times.
Mas será que ele está certo?
A Tax Justice Network (Rede Justiça nos Impostos), uma organização independente que analisa regulações financeiras e fiscais, criou um ranking classificando os países de acordo com o nível de regulamentação financeira e o volume de suas transações.
O Panamá nem está entre os dez menos transparentes.

Duas medidas?

"Há duas medidas: muitos países desenvolvidos possuem ou apoiam jurisdições onde há ausência de transparência financeira", disse Alex Cobham, da Tax Justice Network.
A Suíça lidera o ranking com sua quase impenetrável tradição de sigilo bancário, mesmo que – sob pressão internacional – tenha feito algumas concessões no sentido de identificar donos de contas ligadas a investigações internacionais de sonegação de impostos. O país também tem cedido documentos que têm auxiliado as investigações da operação Lava Jato no Brasil.
Hong Kong vem logo depois da Suíça no ranking. A ex-colônia britânica, agora uma região administrativa especial da China, gera "grandes preocupações", segundo a Tax Justice.
Foto: AFPImage copyrightAFP
Image captionRamon Fonseca é cofundador da empresa no centro do caso Panama Papers
Os Panama Papers revelaram que cerca de um terço dos negócios da empresa vieram de seus escritórios em Hong Kong e na China – sendo a China o maior mercado e Hong Kong, o escritório mais movimentado da companhia.
Hong Kong permite mecanismos que facilitam o movimento de recursos sem que seja possível saber a quem o dinheiro pertence.

Mantendo o dinheiro americano em casa

Dentro das fronteiras americanas, relativamente perto da Casa Branca, o Estado de Delaware, na costa leste, abriga 945 mil empresas – o que equivale a quase uma por morador.
Delaware é um dos quatro Estados americanos (os demais são Nevada, Arizona e Wyoming) que foram criticados por sua frouxa regulação financeira. Muitas das firmas registradas lá são suspeitas de serem empresas fantasmas.
A ONG anticorrupção Transparência Internacional descreve o Estado como "paraíso do crime transnacional".

Territórios Britânicos Ultramarinos – locais ensolarados para pessoas sombrias?

O presidente americano Barack Obama mencionou em um debate em New Hampshire em 2008 o caso da Ugland House, um prédio nas Ilhas Cayman que ele diz sediar 12 mil empresas.
"Este deve ser ou o maior prédio do mundo ou o maior dos golpes de impostos", disse ele. Atualmente o site do edifício diz que ele abriga 18 mil companhias.
Foto: ThinkstockImage copyrightThinkstock
Image captionAlguns Estados americanos podem ser paraísos fiscais dentro dos Estados Unidos?
Apesar de as Ilhas Caymans terem governo próprio, elas são território ultramarino britânico. Segundo Cobham, se elas fossem somadas à Grã-Bretanha, os britânicos ficariam em primeiro lugar no ranking da Tax Justice Network.
Outro território ultramarino britânico – as Ilhas Virgens Britânicas – apareceram nos Panama Papers. O número de empresas envolvidas no vazamento registradas lá é duas vezes maior que o número de firmas registradas no Panamá.

Fechando as lacunas

Mas o Panamá não é o único país que prometeu tomar medidas para melhorar a transparência financeira.
Os líderes do G8, o grupo das maiores economias do mundo, haviam acordado novas medidas para reprimir a ação de pessoas envolvidas com lavagem de dinheiro e evasão fiscal em um encontro em 2013.
A cúpula divulgou um comunicado pedindo aos países que "lutem contra o flagelo da evasão fiscal".
Jason Hickel, da London School of Economics, estima que os paraísos fiscais escondam coletivamente um sexto das riquezas privadas do mundo.

À PGR, Lula nega acusações feitas por Delcídio 09/04/2016 10h15 - Atualizado em 09/04/2016 19h53


Delcídio disse que Lula estava por trás de uma oferta de mesada ao ex-diretor da estatal para que ele ficasse calado

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), anteontem, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se defendeu das acusações contra ele que constam na delação do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS). Lula negou que teria participado do esquema para tentar impedir que o ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró, fechasse delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato.

De acordo com Delcídio, Lula agiu para evitar a delação de Cerveró por meio da família do pecuarista José Carlos Bumlai. Segundo o senador, o ex-presidente comandou o esquema que culminou em sua prisão preventiva em novembro do ano passado. Delcídio disse que Lula estava por trás de uma oferta de mesada ao ex-diretor da estatal para que ele ficasse calado.
Ouvido na condição de investigado pela Lava Jato, o ex-presidente teria afirmado aos procuradores da força-tarefa ter uma relação apenas institucional com o senador, e que não havia influenciado na indicação de Delcídio para ser líder do governo no Senado.
Lula teria afirmado aos investigadores que Delcídio mentiu ao afirmar que ele teria selado a indicação de Cerveró. Segundo o petista, as indicações são responsabilidade do Conselho Administrativo da Petrobrás. De acordo com Delcídio, no entanto, Cerveró teve o apoio do ex-presidente para assumir a diretoria da Petrobrás. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”



"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”
Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.  

Datafolha: maioria da população quer o impeachment de Dilma e Temer


Segundo instituto, maioria da população apoia o impeachment de ambos os governantes


Uma nova pesquisa do Instituto Datafolha divulgou neste sábado (09) que boa parte da população brasileira é a favor de um impeachment duplo, ou seja, tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o vice-presidente Michel Temer deveriam sair de seus cargos. 

O levantamento aponta que a 61% são favoráveis ao impedimento da Dilma, na pesquisa anterior, feita em março, esse índice era de 68%. Enquanto isso, o número de pessoas que defendem a queda de Temer alcança os 58%.
O Datafolha ainda questionou uma possível renúncia dos dois governantes. Nesse caso, a taxa foi a mesma para ambos: de 60%. 
De acordo com o instituto, foi a primeira vez em que se perguntou sobre a renúncia e o impeachment de Temer.
Foram entrevistadas 2.779 pessoas em 170 municípios entre os dias 7 e 8 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Novo pleito
Em um cenário onde Dilma e Temer saiam de seus cargos, 79% enxergam com bons olhos a realização de novas eleições. Nesse caso, os contrários somaram 16%, enquanto 4% preferiram não opiniar.



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.

“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”




"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país”
Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.  


Polícia Militar raciona combustível em viaturas


GABRIEL JABUR/AGÊNCIA BRASÍLIA


Segundo a corporação, há um racionamento de combustível somente na utilização de viaturas administrativas



Policiais militares do Distrito Federal receberam com estranhamento a ordem de economizar combustível dos carros oficiais da corporação. O Metrópoles recebeu denúncias de que existia uma determinação para que as viaturas ficassem paradas e não rodassem. A medida teria sido anunciada de forma verbal em alguns batalhões da PM.


De acordo com um nota enviada pela PM, não há determinação de racionamento de combustível para as viaturas operacionais, apenas para as que fazem serviços administrativos.
“O que acontece é que está havendo o recolhimento de viaturas consideradas antieconômicas (viaturas velhas). Há um racionamento de combustível somente na utilização de viaturas administrativas, ou seja, aquelas que executam o serviço burocrático. O contrato de fornecimento de combustível está em plena vigência”, completou a polícia.
Em discuso no plenário da Câmara dos Deputados nessa quinta-feira (7/4), o deputado Alberto Fraga (DEM) denunciou o racionamento e criticou a medida. Disse que que as viaturas só estavam autorizadas a rodar 30 quilômetros por dia.
“O governador (Rodrigo Rollemberg) resolveu fazer economia na segurança pública, mas esqueceu de combinar com os bandidos para eles não saírem de casa”, criticou. De acordo com o parlamentar, que é militar, a PM precisa fazer um trabalho ostensivo e, para isso, circular constantemente pelas ruas da cidade.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Por Soldado Atlas

Era uma vez uma Polícia onde os homens mais capazes, mais audazes, valorosos e que reuniam todas as virtudes que se espera de um Policial cansaram, lutaram, gritaram, imploraram e por fim faleceram.

Aqueles que tinham propósito claro de que vale a pena trabalhar para garantir a vida, a propriedade e a liberdade dos cidadãos de sua cidade, desapareceram, não suportaram entregar suas vidas para um ideal, quando os meios que lhes são oferecidos para servir são justamente os mesmo que servem para ceifar suas vidas.

De uma vez por todas se uniram, cansaram de observar meia dúzia de parasitas sugarem milhões de reais para realizar a manutenção de viaturas que nunca foram feitos, enquanto reuniam farelos de seus suados salários para consertá-las.

Seus corpos estão em hospitais, salas de cirurgias, UTI, caixões, o dos parasitas, provavelmente se regozijando em um alto cargo do Governo, cujos vencimentos são duramente pagos com nosso suor, lágrimas e sangue.

Somente o trauma coletivo gera união e nos parece que só a violência vai gerar a compreensão necessária à sociedade que os Policiais Militares dessa cidade não vão mais aceitar trabalhar de graça em escalas extras, não vão mais sair às ruas com viaturas sem condições, com coletes vencidos.

Nenhum PM dessa cidade vai aceitar trabalhar dezenas de anos e ter somente uma mísera promoção, com soldos sendo corrigidos pelo salário mínimo.

Governo concede bolsa de R$ 2,5 mil para médicos residentes

Residentes de Medicina de Família e Comunidade podem se inscrever até o dia 15 de abril na especialização à distância em preceptoria ofertada pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Com duração de dois anos, o curso terá bolsa custeada pelo Ministério da Saúde no valor mensal de R$ 2.500.
Ideia do curso é capacitar os estudantes a ajudarem na formação de novos médicos especialistas em Medicina de Família e Comunidade
Ideia do curso é capacitar os estudantes a ajudarem na formação de novos médicos especialistas em Medicina de Família e Comunidade
Foto: (Getty)
O número de vagas é ilimitado e podem participar residentes do primeiro, segundo ou terceiro anos. A ideia do curso é capacitar os estudantes a ajudarem na formação de novos médicos especialistas em Medicina de Família e Comunidade, profissionais capazes de lidar com praticamente 80% dos problemas de saúde.
Para se inscrever, o interessado deve preencher o formulário disponibilizado no site da Sociedade Brasileira de Medicina e Comunidade. O aluno que participar da especialização e que já recebe bolsa de residência, atualmente de R$ 3.330, poderá receber os dois valores.
Agência BrasilAgência Brasil

"Lula faz parte da tropa que quer assaltar o país e que continua a assaltar o país” Presença do Lula na articulação politica atual é duplamente estranha e duplamente perigosa para a nossa democracia é preciso ter a coragem de dizer que nenhuma economia se recompõe sem investimento público.

“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter Senhor Lula! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade Senhor Lula faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto!