segunda-feira, 22 de junho de 2015

Apesar da Lava Jato, país tem engenharia para obras, diz ministro Prisão de presidentes das maiores empreiteiras do país colocou em xeque as concessões, mas Barbosa não vê risco de contágio

Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. / FERNANDO CAVALCANTI
A detenção de Marcelo Odebrecht, juntamente com a de Otávio Marques de Azevedo, presidente da empreiteira Andrade Gutierrez, pode abrir uma nova fissura no Governo de Dilma Rousseff? O pacote de concessões, anunciado no dia 9 de junho pela presidenta e sua equipe econômica, tende a ficar comprometido quando os número 1 das maiores empreiteiras estão na cadeia. Se não, quem se encarregará das obras? O plano ambicioso de investimento em infraestrutura no valor de 200 bilhões de reais é uma das peças fundamentais para reanimar a economia brasileira e, por sua vez, tirar Dilma do “volume morto” das pesquisas de opinião.
O levantamento do instituto Datafolha, divulgado este final de semana, mostra que a opinião pública está implacável com Rousseff. Sua taxa de reprovação chega a 65%, porcentagem negativa que ela nunca havia atingido em seus dois mandatos. A rejeição do eleitorado à atual mandatária só é comparável à que o ex-presidente Fernando Collor de Mello recebeu em 1992, antes de ser destituído pelo processo de impeachment.
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse ao EL PAÍS que “de forma alguma” essa nova etapa da operação Lava Jato vai afetar os planos do Governo. “O Brasil continua tendo capacidade de engenharia e construção para realizar essas obras”, afirma. O juiz federal responsável pela operação Lava Jato, Sérgio Moro, já se manifestou contrário a que essas empresas (e outras que estão sob investigação) assumam os contratos “para não colocar sob suspeita esse pacote de concessões”. Segundo Moro, o pacote de concessões traz o risco de reiterar “práticas corruptas”. Barbosa preferiu não repercutir o comentário do juiz. Já o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, prontificou-se a dizer que, enquanto não houver comprovação, essas empresas gozam de presunção de inocência e não existe nada que as impeça de participar de uma licitação.
Nesta segunda, a Odebrechtpublicou um comunicado nos jornais para rebater as acusações que justificaram a detenção da alta cúpula da empresa. E classificou como “afronta aos princípios mais básicos do Estado de Direito” sustentar a prisão para evitar “reiteração criminosa”.Barbosa explica que a preocupação do Governo é viabilizar a nova etapa do Programa de Investimentos em Logística “oferecendo bons projetos. Se os empreendimentos forem atrativos, aparecerão interessados. Definimos os projetos a partir de consultas ao setor privado que já manifestou interesse”, diz.
Tudo seria complicado por si só, mas o nó engrossa com o ajuste fiscal, o desemprego crescente e a crise que já consumiu o poder de consumo dos brasileiros, enquanto a inflação não cede. Ou seja, agora tudo é mais grave e a pesquisa Datafolha reflete essa sensação de desalento.
O Governo agora mesmo prevê um recuo de 1,2% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2015, mas os principais ministros afirmam que a recuperação econômica começará a ser notada no último trimestre deste ano. Os cidadãos comuns são muito mais pessimistas. Segundo a mesma pesquisa, a maioria dos brasileiros está convencida de que a situação econômica, o desemprego e a inflação vão piorar muito nos próximos meses.
O próprio ex-presidente Lula, do mesmo partido de Dilma, o Partido dos Trabalhadores (PT), reconheceu recentemente a absoluta falta de popularidade do Governo. Em reunião com líderes religiosos do país, Lula se referiu assim ao índice de avaliação presidencial: “Dilma está no volume morto, o PT está abaixo do volume morto, e eu estou no volume morto.” Depois acusou a presidenta de passar muito tempo em reuniões reservadas em Brasília e não sair às ruas para falar com os brasileiros. “Aquele gabinete é uma desgraça. Não entra ninguém para dar notícia boa. Outro dia fiz essa pergunta para a Dilma: ‘Companheira, você lembra qual foi a última notícia boa que demos ao Brasil? Ela não lembrava’.”
É certo que a popularidade do carismático Lula também caiu. Na mesma pesquisa da Folha, Lula aparece em segundo lugar nas intenções de voto (25%) numa hipotética eleição presidencial, atrás do candidato conservador Aécio Neves, senador do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Se em vez de Aécio o adversário fosse o atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também do PSDB, Lula chegaria à primeira posição, com 26%.
Amigo de Lula, Marcelo Odebrecht está preso por operações suspeitas que podem caracterizar o suborno de altos executivos da petroleira para obter contratos. O ex-presidente viajou com o empresário a muitos lugares a fim de abrir mercados para a empreiteira usando sua influência e seus contatos. Com a prisão de Odebrecht, a imprensa brasileira diz que o cerco em torno de Lula está se fechando. Há também quem diga que o empresário guarda informação sigilosa capaz de fazer tremer reputação do ex-presidente e – também nesse caso – do Governo.

2,5 mil imigrantes são resgatados perto da Líbia Operações foram coordenadas pela Guarda Costeira da Itália

Imigrantes protestam em Roma contra descaso das autoridades europeias (foto: ANSA)

(ANSA) - Apenas nesta segunda-feira (22), a Guarda Costeira italiana socorreu 15 embarcações clandestinas ao longo da costa da Líbia e salvou 2518 mil imigrantes.
    Todos os barcos estavam a cerca de 100 milhas do litoral do país africano, cuja crescente instabilidade tem contribuído de maneira determinante para a crise migratória no mar Mediterrâneo.
    Apesar de coordenadas pela Itália, as operações de resgate contaram com a ajuda de navios irlandeses, espanhóis e noruegueses, todos inseridos na força-tarefa Triton, criada pela União Europeia para conter as "viagens da morte" na região.
    Além disso, nesta segunda, um imigrante morreu baleado em uma embarcação clandestina que seguia para a costa italiana. Os tiros teriam partido de uma patrulha líbia e feriram outra pessoa, que foi levada de helicóptero para um hospital na ilha de Lampedusa.
    Quase diariamente, barcos ilegais partem da África rumo ao sul da Europa e, frequentemente, afundam em alto mar e causam grandes tragédias. No início de março, a agência da União Europeia para controle de fronteiras (Frontex) já havia alertado que entre 500 mil e 1 milhão de pessoas estavam prontas para deixar a Líbia ao longo de 2015.
    Como a Itália fica a menos de 300 km de distância por água do país africano, acaba sendo a principal porta de entrada para imigrantes clandestinos no continente. (ANSA)
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Procon-SP multa operadoras de celular por bloqueio de internet Oi, Tim, Claro e Vivo foram multadas em mais de R$ 22 milhões. Multa é por falta de informação clara e adequada ao consumidor.

 A Fundação Procon-SP anunciou nesta segunda-feira (22) que multou as operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo em mais de R$ 22 milhões por problemas decorrentes do bloqueio de acesso à internet móvel ao final da franquia.

Segundo o Procon-SP, as operadoras já receberam cópias das multas e podem recorrer da decisão. Elas podem pagar o valor à vista com desconto ou, ainda, parcelar o débito, conforme prevê a Portaria 45.
Trata-se de punição administrativa por descumprimento do artigo 6º do Codigo de Defesa do Consumidor, que estabelece que as empresas devem oferecer  "informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços".
A Oi foi multada em R$ 8 milhões, a TIM em R$ 6,6 milhões, a Claro em R$ 4,5 milhões e a Vivo em R$ 3,5 milhões.
Ainda segundo o Procon-SP, as operadoras já possuem débitos junto ao órgão gerados por multas em outras ocasiões. A Vivo/Telefonica, no valor de R$ 176 milhões; a Claro, de R$ 34 milhões; a TIM, de R$ 30 milhões; e a OI, R$ 316 mil.
"Sem prejuízo de eventual e futuro debate entre os litigantes sobre aspectos técnicos doBloqueio de internet ao fim de franquia
Liminar concedida pela Justiça de São Paulo passou a proibir o corte a internet no celular ao fim da franquia.

No dia 11 de maio, o juiz Fausto Seabra determinou que as operadoras Claro, Oi, Tim e Vivo não podem bloquear o acesso à internet de clientes que tenham contratado planos vendido como ilimitados, sob pena de multa diária de R$ 25 mil pelo descumprimento da decisão.

A decisão está sendo contestada pelas empresas, mas a liminar segue mantida.
serviço de navegação na internet prestado pelas requeridas, é fato público e notório, portanto
a dispensar prova, que centenas ou milhares de consumidores foram surpreendidos com
a interrupção do citado serviço, depois de esgotada a denominada franquia", destacou o juiz.
O Procon-SP afirma que a ação foi motivada pela "modificação unilateral" que as operadoras  fizeram em seus contratos de telefonia com internet ilimitada. "Antes, o serviço de acesso à rede era apenas reduzido após a utilização da franquia e passou a ser cortado", diz o órgão.
A Associação Brasileira de Procons se declarou contrária à medida adotada pelas operadoras e iniciou campanha em todo o país. Procons de outros estados também ingressaram ações na Justiça contra as operadoras.
Em fevereiro, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça, notificou as operadoras, solicitando esclarecimentos em relação às divergências entre a oferta de serviço ilimitado e as limitações contratuais.
Segundo o governo, foram solicitadas informações sobre a forma de bloqueio do acesso à internet após o esgotamento da franquia de dados, comunicação prévia aos consumidores, alterações contratuais e técnicas envolvidas, entre outros questionamentos que irão auxiliar na investigação preliminar do assunto "a fim de se verificar se todos os direitos e garantias dos consumidores afetados estão sendo respeitados".
O que dizem as empresas
A Claro disse que está avaliando os termos da autuação do Procon. "Sobre a liminar, a Claro não comenta decisões judiciais", afirmou a empresa.
A TIM informou que ainda não foi notificada pelo Procon-SP.
A Telefônica Vivo informou que, "pelo fato de a matéria estar sub judice, não vai se manifestar sobre o tema".
A Oi informou que "não comenta ações em andamento”.
Operadoras sinalizaram mudança em 2014
G1 informou, em outubro do ano passado, que para não correr o risco de ficar sem internet no celular, o consumidor poderia precisar contratar um pacote adicional de dados sempre que extrapolasse o limite do seu plano.
As principais operadoras de telefonia móvel, naquele momento, já sinalizavam que estudavam trocar o modelo que vigorava até então – que reduz a velocidade de navegação quando o limite é atingido – por esse novo tipo de cobrança.
Na prática, com a mudança, o cliente tem de pagar uma quantia extra no final do mês para impedir que seu acesso à internet fosse bloqueado, após consumir toda a franquia. Até a mudança, a velocidade era reduzida, mas o cliente seguia com acesso à internet, tanto nos planos pré-pagos como pós-pagos.
O Procon-SP criou um canal em sua página na internet para o registro de reclamações sobre bloqueio injustificado de internet móvel.
O que fazer em caso de bloqueio
O órgão orienta que o consumidor que se deparar com o corte inesperado do sinal de internet e que tiver que mudar ou adquirir novos pacotes para continuar usando o serviço, precisa guardar a documentação pertinente para ser ressarcido por bônus ou descontos na conta;
O Procon-SP também pede que os usuários guardem as mensagens enviadas pelas operadoras informando o corte. No site do órgão, um canal específico foi criado para consumidores que moram no estado de São Paulo. Por lá, é possível registrar reclamações de bloqueio injustificado de internet móvel.

Lula diz que PT só pensa em cargos e compara origem da sigla ao Podemos Em evento ao lado ex-premiê Felipe González em São Paulo, petista ouve críticas a Maduro O muro que divide o PT

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Lula e Felipe González, em São Paulo. / M. S. (AFP)
A conferência do ex-presidente do Governo Espanhol Felipe González em um hotel em São Paulo nesta segunda-feira, a convite do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não foi um encontro protocolar. Sob o título “novos desafios da democracia”, os dois líderes da esquerda mundial em debate com a plateia formada por políticos, intelectuais e representantes do movimento sindical e populares acabaram por trazer à luz, com críticas e análises francas de parte a parte, as crises de seus respectivos partidos, PSOE (Partido Obrero Español) e PT, e colocaram em evidência as diferenças de posição em relação à Venezuela de Nicolas Maduro.
Diante de Lula, um aliado do chavismo, González expôs suas diferenças com o Governo venezuelano. "Eu não faço parte de nenhuma conspiração", disse o ex-presidente espanhol, em referência às críticas recebidas de Maduro, que o acusou de querer desestabilizar seu Governo por tentar visitar em Caracas o opositor preso, Leopoldo López, no mês passado. "A Venezuela é questão de ir lá e ver (o que acontece)", defendeu o espanhol. "Vou tentar ser cauteloso: não vejo semelhança entre o que acontece aqui (no Brasil) e o que acontece na Venezuela. O pluralismo midiático na Venezuela acabou."
O que aconteceu com o meu partido, caro Lula, é que nós alteramos a sociedade, a realidade social, mas não mudamos a nós mesmos. Mantivemos o mesmo discurso. Ficamos para trásAs críticas ao chavismo, um tema com repercussão na agenda doméstica no Brasil, provocaram reação na plateia, que incluía os ministros da Cultura (Juca Ferreira) e Educação (Renato Janine Ribeiro). Na semana passada, os senadores brasileiros de oposição realizaram uma ruidosa visita a Caracas para tentar visitar López.Hostilizados por militantes chavistas e com contratempos no trânsito, decidiram abortar a missão. O fracasso, de todo modo, ganhou ampla repercussão e provocou uma nota do Itamaraty, exigindo informações sobre o episódio a Maduro. A cobrança pública da diplomacia brasileira tornou evidente as diferenças de posicionamento entre o PT, alinhado com Caracas de maneira mais evidente até do que o próprio Lula, e o Governo Dilma Rousseff, que tem subido o tom das críticas.
Felipe González, ex-premiê espanhol
Num momento, o debate se voltou, então, ao papel da mídia e das redes sociais nos desafios da democracia. González lembrou das problemas que sofreu com a ferrenha oposição do diário conservador espanhol ABC, nos anos 80, mas não se se juntou automaticamente ao coro de críticos dos brasileiros ao papel da mídia. Antes de criticar a mídia, disse o ex-premiê espanhol, é preciso se perguntar se o partido perdeu força de persuasão, se perdeu coesão interna. Refletiu sobre a chegada dos partidos de esquerda ao poder: "O que aconteceu com o meu partido, caro Lula, é que nós alteramos a sociedade, a realidade social, mas não mudamos a nós mesmos. Mantivemos o mesmo discurso. Ficamos para trás".

Salvar a pele ou projeto

Em meio à crise do PT e no embate quase diário com imprensa tradicional, Lula parece ter se sentido instado a entrar na discussão. Não estava previsto um discurso do ex-presidente brasileiro, mas a mediadora anunciou que ele falaria. O petista chamou González de "uma das cabeças mais arejadas para repensar a esquerda", e começou descrevendo que "durante muito tempo assistimos à esquerda europeia definhando, definhando".
Temos que definir se queremos salvar a nossa pele e os nossos cargos ou se queremos salvar o nosso projeto
Lula
O brasileiro não se constrangeu ao afirmar que o PT deveria promover um encontro com o Podemos,  o atual inimigo eleitoral número 1 da esquerda do PSOE na Espanha. “O PT era em 1980 o que é o Podemos em Barcelona ou Madri”, disse Lula. "Que surja um partido melhor que o PT, melhor que o PSOE, mas que surja. Porque quando se nega a política, o que vem é muito pior."
O ex-presidente brasileiro, que acaba de participar de um congresso do PT morno em Salvador, defendeu uma “revolução interna" em seu partido sacudido pelo escândalo de corrupção da Petrobras e contaminado pelo que chamou de "vício de um partido que cresceu e chegou ao poder", que só pensa "em cargos". "Temos que definir se queremos salvar a nossa pele e os nossos cargos ou se queremos salvar o nosso projeto".

Justiça bloqueia bens de auditor fiscal suspeito de integrar máfia do ISS José Rodrigo de Freitas é suspeito de enriquecimento ilícito em São Paulo. Nome dele surgiu durante as investigações da máfia do ISS.

 A Justiça bloqueou, nesta segunda-feira (22), todos os bens do auditor fiscal da prefeitura José Rodrigo de Freitas. Ele é suspeito de participar da máfia do ISS e está sendo investigado por enriquecimento ilícito em São Paulo. Somando os valores de imóveis, aluguéis, multas, o total bloqueado chega a R$ 220 milhões.
O advogado Márcio Sayeg, que defende o auditor, diz que vai recorrer contra o bloqueio.
Entre os imóveis que ele tem, segundo as investigações, estão quatros salas comerciais no mesmo prédio, no Centro, seis casas, seis apartamentos no mesmo hotel e imóveis de luxo na capital, no interior e no litoral. Só em um prédio em Bertioga, perto do mar, ele tem três apartamentos, segundo levantamento da Prefeitura. São 79 imóveis.
A Controladoria Geral do Município e o Ministério Público investigam o enriquecimento ilícito. Ele está temporariamente afastado do cargo. Segundo a Prefeitura, o salário de José Rodrigo como auditor fiscal é de R$ 21 mil. O MP considerou que o bom salário não justifica o patrimônio de R$ 68 milhões e pediu o bloqueio de todos os bens.A relação de bens traz dois apartamentos em um hotel. Os flats estão localizadas em uma área valiosa de São Paulo, ao lado de um shopping e entre o Aeroporto de Congonhas e o do Parque do Ibirapuera.
A reportagem do SPTV teve acesso ao processo, o MP constatou que José Rodrigo extorquia dinheiro de particulares ou recebia propina e depois investia em imóveis.
O nome de José Rodrigo surgiu durante a investigação da máfia do ISS, em que fiscais da Prefeitura cobravam propina para dar descontos na cobrança no Imposto Sobre Serviços.
"Ele exercia um papel fundamental na organização criminosa, tanto que era chamado pelos demais fiscais como 'Rei dos Fiscais'", diz Roberto Porto, controlador geral do município.
"Uma vez comprovados esses fatos podem ser aplicadas as penalidades previstas, como perda de cargos, perda dos direitos políticos, perda de todos os bens em favor do município de São Paulo e também a perda dos frutos dos bens em favor do município", diz o promotor Silvio Marques.

domingo, 21 de junho de 2015

Intel lança aplicativo Remote Keyboard que permite controlar computadores com Windows

Se você possui um mini PC NUC Intel ou mesmo um Compute Stick da empresa e precisa de um dispositivo móvel para controlar o computador com Windows, a Intel tem a solução ideal. Em um casamento perfeito entre o Android e o sistema da Microsoft, Intel liberou um novo aplicativo na Play Store que permite que os usuários do sistema do robozinho possam usar os seus smartphones ou tablets como teclado ou mesmo um touchpad.
Para tal, você deverá contar com um PC rodando Windows 8.1 e parear o seu smartphone com seu computador usando o leitor de QR code encontrado no aplicativo gratuito Intel Remote Keyboard. Basta apontar a câmera do seu dispositivo móvel para a tela do seu PC e pronto. Toda a mágica acontece para que seja possível fazer o controle do equipamento. A parte mais interessante, é que você poderá usar os comandos via gestos do Windows – algo que ficava complicado para quem não contava com um PC com tela sensível ao toque.
App Intel Remote Keyboard permite usar gestos com um ou vários dedos para controlar seu PC
O Intel Computer Stick possui o mesmo tamanho do Google Chromecast, como pode ser visto na imagem no início. Ele conta com conector HDMI tamanho padrão que pode ser conectado a monitores, projetores e TVs, trazendo toda experiência do Windows de uma forma muito mais compacta, prática e eficiente. Quando lançado, Intel percebeu que muitas vezes as pessoas não contavam com um teclado ou mouse por perto para usar o Windows em suas TVs. Agora, com o aplicativo para Android, tudo isso ficou mais simples, já que sempre temos um smartphone por perto.
O Intel Compute Stick custa em média US$ 170 (aproximadamente R$ 570 em conversão direta e sem impostos). No entanto, o aplicativo está disponível gratuitamente na Play Store e pode ser usado com outros equipamentos que rodem o Windows 8.1. A novidade é compatível com qualquer dispositivo com Android 4.0 ou superior.

Microsoft explica como ficará o programa Insider após lançamento do Windows 10


Windows 10 está previsto para ser lançado em 29 de julho. Antes da data de lançamento, a Microsoft detalhou ontem, 19/09, as próximas mudanças para o programa Windows 10 Insider Preview. Em um novo post do funcionário da Microsoft, Gabriel Aul, revelou as futuras alterações aos programas do Windows insiders e como eles vão continuar a receber novas versões do Windows 10.
Para obter futuras atualizações do Windows 10 após 29 de julho, os Insiders terão que configurar sua conta Microsoft com o seu PC com Windows. Se você não tem sua conta Microsoft ligada ao seu PC, você será notificado para configurá-la e então estará tudo pronto para começar a receber futuras compilações do Windows 10.
Gabe Aul também afirma que a versão final do Windows 10 irá ser entregue para os Insiders assim como quaisquer outras builds lançadas antes da versão final do sistema, e eles serão capazes de atualizar através do Windows Update. Para aqueles que querem saber sobre a instalação ISO da versão final - Microsoft tem uma resposta para você também. A empresa afirma que, "Depois de ter instalado com sucesso esta compilação e ativada, você também será capaz de fazer uma instalação limpa do Windows em seu PC a partir da mídia final, se você quiser tem tudo limpo do zero."
É importante notar que, se você estiver executando a edição Enterprise do Windows 10, você será obrigado a instalar o ‘Volume Licensing Service Center’ da Microsoft e ativar o Windows 10 a partir de lá. No entanto, tenha em mente que a edição preview Enterprise do Windows 10 Insider não será elegível para uma oferta de upgrade gratuito, mas os usuários serão capazes de ativar o Windows 10 através de um acordo de Software Assurance ativa.