domingo, 21 de junho de 2015

Microsoft anuncia computador de bolso com Windows 8.1 completo PC de bolso da Microsoft e da iBall será vendido na Índia pelo valor de 9 mil rúpias, o que, atualmente, equivale a 432 reais


Foto: Divulgação
A Microsoft anunciou nesta semana uma computador de bolso, com design semelhante ao de um pen-drive, que vem com o sistema Windows 8.1 completo. O aparelho funciona de maneira similar a outras opções já apresentadas pela Intel, pela Asus e pelo Google. Para funcionar como um PC, é preciso conectar o aparelho, chamado Splendo, em um monitor ou TV por HDMI. Periféricos como mouse e teclado podem ser conectados via Bluetooth.
O Splendo é o resultado de uma parceria entre a Microsoft e a iBall, uma fabricante de gadgets baseada na Índia. O aparelho tem 2 GB de memória RAM, 32 GB para armazenamento de dados e tem um processador da linha Intel Atom. Se for preciso mais espaço na máquina, é possível plugar um cartão SD de até 128 GB.
As empresas não divulgaram se o Splendo terá suporte para a atualização para o Windows 10, que deve chegar a partir de 29 de julho deste ano.
O PC de bolso da Microsoft e da iBall será vendido na Índia pelo valor de 9 mil rúpias, o que, atualmente, equivale a 432 reais, em conversão direta.

Que legado grandes eventos trazem para os direitos humanos no Brasil? A menos de dois anos das Olimpíadas: ainda há tempo para termos algo positivo A comunidade que já foi derrotada pelas Olimpíadas do Rio

Fiscal e guardas na Vila Autódromo, no Rio. / F. FRAZÃO (AG. BRASIL)
Moradores pobres sendo vítimas da gentrifricação e de remoção forçada sem consultas adequadas, canteiros de obras sem condições adequadas à saúde e à segurança de trabalhadores, manifestantes violentamente detidos por forças de segurança. Cenas como essas têm sido comuns no Brasil.
Uma das maiores dificuldades quando se discute os impactos das empresas sobre direitos humanos é prevenir e proteger contra abusos dos direitos decorrentes de suas operações. O desafio é ainda maior quando megaprojetos são necessários para sediar Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, os quais infelizmente foram e têm sido acompanhados de abusos e violações de direitos humanos.
Recentemente, Moradores da Vila Autódromo denunciaram que a prefeitura do Rio teria negociado com empresas privadas a construção de prédios para classe média no bairro onde vivem, causando a remoção de ao menos mil famílias pobres. Segundo os moradores, nas obras de renovação, a prefeitura e empresas privadas têm excluído os pobres do que chamam de “progresso”.
Outro problema é a poluição da Baía da Guanabara, que em parte decorre da atuação irresponsável de empresas, principalmenteindústrias e refinarias de petróleo, que contribuem com vazamento de óleo e não cuidam adequadamente do lançamento de resíduos.
A poluição da Baía da Guanabara, em parte, decorre da atuação irresponsável de empresas
Qual a resposta de empresas e governos para prevenir e remediar abusos de direitos humanos decorrentes de operações empresariais?
O governo brasileiro, em resposta à pesquisa Plataformas de Ação de governos e empresas sobre empresas e direitos humanos que desenvolvemos, demonstra interesse no tema de empresas e direitos humanos. Apontou iniciativas relevantes como o combate ao trabalho escravo, por meio da Lista Suja. Contudo, afirma que um dos entraves mais importantes às ações no tema é a “falta de entendimento ou conscientização sobre questões envolvendo empresas e direitos humanos no governo”. É inaceitável que isso impeça o país de cumprir e implementar leis voltadas à prevenção e proteção dos direitos.
Em geral, instrumentos de direitos humanos disponibilizados por empresas são interessantes, mas ainda não conseguem ser eficazes para prevenir, mitigar e reparar os abusos decorrentes de suas atividades.
Tomemos como exemplo as empresas Itaú Unibanco, Vale e Petrobrás. Em suas respostas à pesquisa, apontaram a existência de instrumentos internos para tratar de queixas e reparações formuladas por comunidades, indivíduos e trabalhadores.
O Itaú Unibanco abordou mais diretamente o tema em duas questões. Ao responder sobre como as questões de direitos humanos são administradas na empresa, o banco afirmou que disponibiliza “canais internos e externos para denúncia de situações que estão em desconformidade com as diretrizes das políticas corporativas, orientações de código de ética, legislação, entre outros”. À questão sobre providências da empresa para se certificar de que queixas dos trabalhadores, comunidades ou indivíduos afetados são ouvidas e exemplos dos recursos de reparação oferecidos, o banco disse que “disponibiliza o Ombudsman para receber denúncias e oferecer orientações a respeito do tema. O canal atende...os colaboradores em questões de conflitos interpessoais. As manifestações são recebidas por pessoas...que dão o tratamento...por meio de aconselhamentos, mediação de conflitos e ...apuração de denúncias mais graves...”. Em ambas respostas, fica claro que existe um canal, principalmente para os colaboradores, mas não fica tão evidente quais são os recursos disponíveis para reparação de abusos para indivíduos e comunidades afetados.
A Petrobras também disponibiliza tais serviços, mas para os públicos interno e externo, e com atendimento pessoal. Em sua resposta à questão sobre como os direitos humanos são administradas na empresa, afirma que foi “desenvolvida a Metodologia para Gestão de RS em Projetos de Investimento...que contém orientações e ferramentas para auxiliar o responsável pelo projeto...de responsabilidade social que contribuam para a mitigação de riscos sociais negativos e para a potencialização das oportunidades relacionadas ao projeto”.
Nenhuma das empresas comenta como têm conseguido oferecer acesso à reparação aos mais vulneráveis
A Vale também menciona que já está em curso a aplicação de ferramenta de gestão de riscos de direitos humanos. Ao responder sobre quais providências toma para se certificar de que queixas dos trabalhadores, comunidades ou indivíduos afetados são ouvidas e exemplos dos recursos de reparação oferecidos, assim como o Itaú Unibanco e a Petrobras, menciona o canal com uma ouvidoria. Mas não menciona a possibilidade de encaminhamento de denúncias com atendimento pessoal, como a Petrobras. Na questão sobre como aborda a participação das partes interessadas, incluindo funcionários e comunidades locais afetadas nas questões de direitos humanos, a Vale trata de outras possibilidades de diálogo com a comunidade em que aborda também o acesso à reparação: “...estreitar o relacionamento com...partes interessadas...tratando suas queixas e demandas e buscando construir em conjunto soluções sustentáveis...[E]...está implantando...processos de diálogo social estruturados e permanentes com as comunidades...”.
Seria interessante saber se e como essas diferentes iniciativas têm impactado positivamente comunidades no território. Nenhuma das empresas comenta como têm concretamente conseguido oferecer acesso à reparação aos mais vulneráveis por suas ações.
É preciso que tanto Estados quanto empresas escutem mais vítimas de abusos de direitos humanos para repará-las e melhorar suas ações visando a construção de um futuro mais digno, em que as comunidades possam fazer parte de um processo de desenvolvimento não só econômico como social, e possam decidir sobre seu futuro. Apenas desta forma, o legado das Olimpíadas do Rio terá um foco mais humano do que o da Copa do Mundo.
Júlia Mello Neiva é pesquisadora do Centro de Informações sobre Empresas e Direitos Humanos

Milhares protestam em Londres contra novo plano de austeridade britânico

LONDRES (Reuters) - Milhares de manifestantes fizeram uma passeata neste sábado no centro de Londres contra os planos de cortes de gastos do governo conservador recém-reeleito.    Com cartazes e faixas com os dizeres “Encerre a Austeridade Agora”, manifestantes encheram as ruas do lado de fora do Banco da Inglaterra, no centro do distrito financeiro de Londres, para ouvir discursos antes de marcharem rumo ao Parlamento.     “Eu acho que há uma necessidade genuína de interromper os planos de austeridade e cortes aos vulneráveis”, afirmou a garçonete Anna Rachel Rowlands. “O governo parece estar obcecado em cortar benefícios para jovens que procuram emprego.”    Um manifestante carregava um cartaz que mostrava o primeiro-ministro britânico, David Cameron, saindo de uma lata de lixo, sugerindo que esse era o local de origem das políticas implementadas por ele. Outro participante o caracterizou como o demônio.    Um pequeno número de manifestantes soltou fumaça vermelha, mas o protesto foi bem pacífico.    Manifestantes devem se encontrar com celebridades como o comediante Russell Brand e a cantora Charlotte Church, assim como com sindicalistas e Jeremy Corbyn, um candidato à vaga de líder do Partido Trabalhista, atualmente sem ninguém no comando.

Brasil ganha 17 prêmios no Lions Health

O Brasil quase dobrou o número de Leões conquistados no Lions Health, evento paralelo ao Cannes Lions - Festival Internacional de Criatividade. O País angariou um total de 17 prêmios, contra 9 do ano passado. Novamente, o destaque foi na categoria Health & Wellness, voltada para ações ligadas ao bem-estar, que contabilizou 16 Prêmios, incluindo 5 ouros. Em Pharma, que premia campanhas voltadas à indústria farmacêutica, o País ganhou um bronze.

Com a performance, o Brasil volta a ser o campeão em número de Leões no festival voltado à saúde e ao bem-estar - embora não tenha recebido nenhum Grand Prix (grande prêmio). No ano passado o País já havia liderado a premiação, segundo o mesmo critério. O festival entrou em 2015 em sua segunda edição e teve mais de 1 8 mil trabalhos concorrentes, um crescimento de 30% em relação ao ano passado.

Entre as campanhas brasileiras, os cinco Leões de ouros foram para campanhas da FCB Brasil (para a marca de protetor solar infantil Nivea Sun Kids), Ogilvy Brasil (outra marca de protetor a Sol de Janeiro, da Granado), fraldas Huggies (MoodTBWA) e a organização voltada ao apoio a crianças com câncer Graac (também da Ogilvy Brasil). Esta última recebeu dois Leões - uma mesma campanha pode receber mais de um prêmio, pois as peças são avaliadas em diferentes subcategorias.

As pratas foram para AlmapBBDO (para o cliente Bayer), MoodTBWA (para a Huggies), FCB (Nivea Sun Kids) e Ogilvy (tanto para a campanha da Graac quanto para a da Sol de Janeiro). A campanha para o Sol de Janeiro levou ainda um bronze. Uma campanha da JWT para a organização alcoólicos anônimos levou dois bronzes. Purina (NBS), Mars Brasil (AlmapBBDO) e Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (Leo Burnett) completaram o quadro de premiados.

Na categoria Pharma, o Brasil recebeu um Leão de Bronze para uma campanha da Revolution Brasil, de Salvador, para a Farmácias Sant’Ana.

Depois de ganhar o Grand Prix de Mobile Lions no ano passado com uma ação para a Nivea Sun Kids, a FCB Brasil voltou a ser premiada com um trabalho para a marca. Desta vez, a agência desenvolveu bonecas que simulam a pele vermelha queimada de sol para conscientizar as crianças sobre o uso do protetor solar. Segundo o presidente da FCB Brasil, Aurélio Lopes, a ação começou a ser feita nas praias brasileiras nas últimas semanas. Segundo ele, a campanha deverá ganhar escala no verão.

Para Ricardo John, vice-presidente de criação da JWT, que representou o Brasil no júri de Health & Wellness, as campanhas brasileiras tiveram uma alta concentração de emoção - o que acabou conquistando a simpatia do júri. Além disso, ele ressaltou que os trabalhos nacionais apresentaram um “acabamento muito aprimorado” do ponto de vista de produção.

Os grandes prêmios foram para campanhas de conscientização e prevenção de doenças. Em Pharma, venceu uma ação de prevenção ao colesterol e a doenças cardíacas, desenvolvida pela DigitasLBI, de Nova York, para o laboratório Astra Zeneca. Em Health & Wellness, venceu uma campanha da marca Always, da P&G, feita pela Leo Burnett México. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O vice-presidente Michel Temer, do PMDB. / EVARISTO SA (AFP)
A crise no casamento entre o PT e o PMDB ganhou mais um capítulo há poucos dias, com o desabafo virtual do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. “O PMDB está cansado de ser agredido pelo PT constantemente e é por isso que declarei (...) que essa aliança não se repetirá”, escreveu ele no final de semana. A frase postada por Cunha, em sua conta no twitter, reflete o grau de desgaste pelo qual passa a relação entre o Governo de Dilma Rousseff e o seu principal aliado desde 2003. O estopim dos comentários do parlamentar no microblog foram as críticas feitas por petistas à atuação do vice-presidente Michel Temer na articulação política do Planalto, e a vaia ao nome de Cunha durante o Congresso do PT neste final de semana em Salvador. Cunha foi além: “Talvez tivesse sido melhor que eles [o PT] aprovassem no Congresso [do partido] o fim da aliança e não sei se num congresso do PMDB terão a mesma sorte”.
Mas, a candidatura do atual prefeito do Rio ainda não é consenso. “Como líder da bancada [do PMDB no Senado], como filiado há mais de 40 (...) incluo o nome de Michel Temer, pelo seu currículo, como potencial candidato do partido em 2018”, afirma Eunício Oliveira (PMDB-CE). Há, ainda, outros candidatos competitivos para essa disputa. Em artigo recente, a agência Bloomberg citou a atual ministra da Agricultura, Kátia Abreu, como uma das possibilidades da legenda para a sucessão de Dilma Rousseff. Outros apostam que o próprio Cunha pode se animar a trilhar o caminho do Palácio do Planalto com a exposição que ganhou como presidente da Câmara neste ano.O racha abre caminho para que peemedebistas voltem a reforçar a tão sonhada candidatura própria para a presidência em 2018 – a primeira desde que Orestes Quércia disputou e perdeu a vaga no Planalto em 1994, quando saiu em quarto lugar na disputa. O carioca Cunha tem repetido diversas vezes que seu favorito para a chefia do Executivo nacional no próximo pleito é o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. O nome tem apoio de diversas lideranças do partido. “Ele é um nome com melhores condições, pelo perfil e pela vitrine administrativa, tem uma gestão para mostrar”, afirma Leonardo Picciani (PMDB-RJ), líder da bancada na Câmara dos Deputados.
O vice-presidente, por ora, tem força com a militância jovem do partido. “Hoje defendemos o nome de Temer, pelo papel de articulação política”, disse o presidente da Juventude Nacional do PMDB, Pablo Rezende. Mas ele pondera que o cenário ainda pode mudar, e cita o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, como possível postulante. “O PMDB é um partido tão grande que não faltam nomes bons para disputar”.
Existe a expectativa o PT nos apoie [em 2018], já que nós os apoiamos duas vezes”
Até 2018, entretanto, o compromisso do partido é manter-se ao lado da presidenta, ainda que com altos e baixo na relação. Leonardo Picciani, homem forte de Cunha no Congresso, também acredita no rompimento definitivo da aliança com o PT, mas garante que o partido “não negará apoia à pauta da governabilidade”. “Não sei se continua [a aliança] até o final [do mandato de Dilma]”, diz o deputado.
Rezende, da Juventude peemedebista, comenta que sua entidade já rompeu com o PT nas eleições para a presidência da UNE: “Costumávamos compor com eles e com o PC do B, mas no último pleito tivemos candidato próprio”, diz. Ele afirma ainda que os jovens da legenda entregaram o cargo que tinham na secretaria de Juventude do Governo. “Já temos um protagonismo no Congresso, e há anos vimos fomentando o desejo da candidatura própria. Agora temos uma certeza de que o partido está maduro”, conclui Rezende.
Mas, um conselho do lendário peemedebista Ulysses Guimarães vale para o momento atual. Disse ele ao jornalista Fernando Morais, que “em política você nunca deve estar tão próximo que amanhã não possa ser adversário ou inimigo. E nem tão distante que amanhã fique em dificuldade por ter que virar amigo.” Por isso, o PMDB já vislumbra um eventual apoio dos petistas a seu voo solo dentro de três anos. “A expectativa é que o PT nos apoie, já que nós os apoiamos duas vezes”, explica Moreira Franco, presidente daFundação Ulysses Guimarães. Franco, que foi ministro da Aviação Civil do primeiro mandato de Dilma, acredita que as eleições municipais de 2016 servirão como uma “etapa” na caminhada rumo à candidatura própria, e que será a oportunidade de “testar” as alianças e estratégias eleitorais. Seu trabalho atual é exatamente contribuir para organizar o partido, “para que ele apresente um candidato competitivo para a presidência da República em 2018”.

Angelina Jolie visita campo de refugiados na Turquia


A atriz Angelina Jolie, enviada especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, visita campo de refugiados sírios em Mardin, na Turquia
A atriz americana Angelina Jolie, enviada especial do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur), pediu neste sábado ação da comunidade internacional na crise dos refugiados, durante visita a um campo no sudeste da Turquia que abriga milhares de sírios que fugiram da guerra em seu país.
A atriz visitou o campo situado na província de Mardin, na companhia de Antonio Guterres, alto comissário da ONU para os refugiados. Os dois mantiveram conversações com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que estava na cidade por ocasião do Dia Mundial dos Refugiados.
"Nós estamos aqui por uma simples razão: esta região é o epicentro de uma crise mundial. Cerca de 60 milhões de pessoas são deslocadas" devido aos diferentes conflitos no mundo, declarou Angelina Jolie durante uma coletiva de imprensa no distrito de Midyat, localizado nesta província.
"Não se trata apenas de uma 'crise de refugiados', mas de uma crise da segurança e da governança mundiais, que se manifesta na pior crise de refugiados já registrada e por deslocamentos maciços", destacou a estrela de Hollywood.
A atriz também pediu uma conscientização do "valor dos refugiados", que devem ser "protegidos" e nos quais é preciso "investir". "Eles não são um problema, eles fazem parte da solução para esta crise mundial", avaliou.
Jolie pediu à comunidade internacional e aos dirigentes internacionais que reconheçam o que significa este aumento sem precedentes do número de deslocados.
Ela agradeceu à Turquia - que se tornou o primeiro país de acolhida de refugiados do mundo - e aos outros países por abrigarem os refugiados sírios que fogem da guerra civil em seu país. Oficialmente, a Turquia abriga mais de 1,7 milhão de refugiados sírios.
Durante sua visita, Angelina Jolie encontrou refugiados sírios e ouviu os relatos sobre sua fuga. Mais tarde neste sábado, ela foi vista caminhando pelos arredores de Mardin e visitando lojas na companhia da sua filha, Shiloh.
Segundo o mais recente relatório anual do Acnur, o número de deslocados e refugiados após múltiplos conflitos no mundo atingiu o nível recorde de 60 milhões de pessoas em 2014, sobretudo devido ao conflito sírio.

Mattarella afirma que Itália continuará recebendo refugiados Presidente disse que é 'desejável' a ajuda da União Europeia

Itália é um dos países que mais recebem imigrantes na Europa (foto: ANSA)
Itália é um dos países que mais recebem imigrantes na Europa (foto: ANSA)ROMAZGT
(ANSA) - O presidente da Itália, Sergio Mattarella, afirmou neste sábado (20) que seu país continuará recebendo os imigrantes e que a ajuda da União Europeia na questão é "desejável".

"O nosso país continuará a fazer todo o necessário para assegurar aos refugiados e àqueles que pedem asilo um tratamento respeitoso dos direitos fundamentais e da dignidade humana. Desejamos ainda uma crescente contribuição da União Europeia e da comunidade internacional", destacou.

Em mensagem pelo Dia Mundial dos Refugiados, Mattarella ressaltou ainda que o país que governa "é forte" e tem como dever "prestar solidariedade nos problemas que atingem" toda a nação.

A Itália entrou em mais um confronto diplomático nesta semana por causa da questão da imigração ilegal após a França fechar a fronteiracom a cidade de Ventimiglia. Na época, o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, disse que o governo italiano deveria "assumir suas responsabilidades" com a questão.

Por sua vez, o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, disse que se a União Europeia não quisesse se comprometer com o problema, seu país "já tem um plano B" para receber os imigrantes ilegais. (ANSA)
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