terça-feira, 10 de março de 2015

Hearthstone ganhará expansão e versão para smartphones Android e iOS

Hearthstone: Heroes of Warcraft, o famoso jogo de cartas para WindowsMac e tablets, vai ganhar uma nova expansão em abril. O pacote  ”Montanha Rocha Negra” adicionará novos desafios para o Modo Aventura, um novo tabuleiro exclusivo e 31 novas cartas inspiradas nos cenários e criaturas que disputam a guerra pelo controle da montanha. A Blizzard também anunciou que o game receberá uma versão para smartphones iOS e Android até o final do ano.
Hearthstone: nova expansão Montanha Rocha Negra será lançada em abril (Foto: Divulgação)Hearthstone: nova expansão Montanha Rocha Negra será lançada em abril (Foto: Divulgação)
Assim como o pacote a “Maldição de Naxxramas”, a nova expansão abrirá uma ala por semana. Elas serão vendidas individualmente por 700 de ouro ou R$ 15,90 por ala. Os jogadores ainda podem adquirir o pacote completo, com as cinco alas, por R$ 56,90.
A pré-venda estará disponível a partir do dia 19 de março e incluirá um verso de carta exclusivo da expansão. A Blizzard também revelou, nesta semana, que Hearthstone receberá uma versão para smartphones iOS e Android até o final do ano. A “Montanha Rocha Negra” será lançada em abril para WindowsMac e iPad, sem data confirmada.

Reféns do Estado Islâmico submetidos a "ensaios" das execuções Um antigo membro do grupo radical explica a macabra estratégia do Estado Islâmico por detrás da simulação da execução dos reféns Ler mais: http://visao.sapo.pt/refens-do-estado-islamico-submetidos-a-ensaios-das-execucoes=f812768#ixzz3Tz10pwC7

Antes de matar os reféns, o Estado Islâmico dá-lhes nomes árabes e submete-os a várias simulações . A ideia é simples, de acordo um antigo membro grupo, em revelações à Sky News: desta forma, quando for a sério, os reféns já não estão à espera de morrer e parecem mais tranquilos nos vídeos em que apelam aos respetivos países de origem pela sua libertação.
"Saleh", como se identificou o antigo militante, conta que o seu papel no grupo era o de tranquilizar os reféns, assegurando-lhes que não corriam perigo de vida.
O turco para quem trabalhava diretamente dava-lhe as instruções: "Diz-lhes, está tudo bem, é só um vídeo, não te matamos, queremos que o teu governo pare de atacar a Síria. Não temos nada contra ti. És só um visitante." "Mas eu tinha a certeza que eles iam morrer", conclui Saleh.
Durante as execuções encenadas, os sequestradores podem "levantar a voz, mas sem bater. Durante todo o tempo dizem-lhe que é um ensaio, para não ter medo". 
Quanto aos nomes árebes, serviriam o mesmo propósito: "convencê-los de que estavam entre amigos para os acalmar".


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Saiba desativar o Google Now no Android e iOS

Google Now, assistente pessoal do Android, exibe informações sobre previsão do tempo, aniversários, filmes, voos e muito mais. O recurso vem integrado ao sistema da Google e não pode ser desinstalado. Entretanto, se você não vê utilidade dos alertas do Google Now, pode desativá-lo para parar de receber notificações. Veja como fazer isso no Android e no aplicativo do Google para iOS.
Android
Passo 1. Na tela inicial, deslize o dedo da esquerda para a direita para acessar o Google Now. Em seguida, toque sobre o botão na extremidade esquerda da barra de buscas;
Acesse o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Acesse o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 2. No menu do Google Now, toque em “Configurações”. Feito isso, toque em “Now cards”;
Acessando configurações do Google Now (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Acessando configurações do Google Now (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 3. Por fim, desative a opção “Mostrar cards” e toque em “Desativar” para confirmar;
Desativando o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Desativando o Google Now no Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 4. Abra o aplicativo do Google e toque sobre a sua foto de perfil, no canto superior esquerdo da tela. Nas configurações do aplicativo, toque em “Google Now”;
Acesse as configurações do aplicativo do Google (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Acesse as configurações do aplicativo do Google (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 5. Por fim, desative a opção “Google Now”.
Desativando o Google Now no iOS (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Desativando o Google Now no iOS (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Pronto! Dessa forma, o Google Now será desativado e você não receberá mais notificações.

FHC: ruptura de bloco que sustentava governo Lula revela 'custo' agora

São Paulo - O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso afirmou, nesta segunda-feira, 9, em seminário no instituto que leva seu nome, em São Paulo, que o bloco hegemônico que dava sustentação ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se rompeu e que essa ruptura está revelando seu custo agora, inclusive por meio da Operação Lava Jato.
Segundo FHC, o bloco hegemônico de apoio se formou quando Lula atendeu aos anseios dos pobres com o Bolsa Família e liberou o "grosso dos recursos" para as empresas, como parte de uma política anticíclica, atendendo a empresários e à classe média. "Houve a decisão de colocar o BNDES e todo o instrumental público a serviço das empresas", afirmou o tucano.
"Quando foi nomeado um amigo meu, Luciano Coutinho, para presidente do BNDES, eu disse: agora é um perigo. O Luciano acredita no modelo coreano de escolher os campeões nacionais e eles vão solidificar um bloco de poder." As falas constam de um vídeo compartilhado pelo Observatório Político, site concebido pelo Instituto FHC.
Para Fernando Henrique, esse bloco incluía não só o BNDES, como também a Caixa Econômica, o Banco do Brasil e os fundos de pensão. "Esse bloco de uma alegria aos empresários brasileiros e à classe média também. E Lula era Deus", disse.
Mas, segundo FHC, esse bloco se partiu no começo com a percepção de que "Lula é bom e Dilma é má". "Não é uma coisa nem outra. O bloco se partiu porque se esgotou o modelo econômico", afirmou. "A primeira reação da sociedade foi pensar: 'Bons os tempos do Lula'. E não perceberam que os tempos de Lula levariam a isso e levaram. A Dilma é autora de muitas dessas transformações e vítima disso tudo também. O bloco se arrebentou e a rebentação final está sendo agora, revelando o custo de tudo isso."
De acordo com o ex-presidente, os petistas haviam dado mostras, durante a transição sob o comando do ex-ministro Antônio Palocci, de que haviam entendido o sistema de tripé econômico - meta de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal - implantado no governo tucano, mas "começaram a destruir paulatina e progressivamente os instrumentos que nós tínhamos posto em prática para modernizar o Brasil".

Exército iraquiano inicia ofensiva para recuperar controlo da cidade de Tikrit Ler mais: http://visao.sapo.pt/exercito-iraquiano-inicia-ofensiva-para-recuperar-controlo-da-cidade-de-tikrit=f812759#ixzz3Tyvk2VdA

Bagdade, 10 mar (Lusa) -- As tropas iraquianas iniciam hoje as operações para recuperar o controlo da cidade de Tikrit e expulsar o grupo extremista Estado Islâmico, disse fonte de segurança iraquiana à agência Efe.
Esta cidade, nas mãos dos extremistas desde junho do ano passado, é o principal alvo da ofensiva lançada pelas autoridades iraquianas no início do mês no norte da estratégica província de Saladino, cuja capital é Tikrit.
DM // FV.


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Senadores criticam MP e pedem pressa na conclusão dos inquéritos da Lava Jato

O líder do PTB no Senado, Fernando Collor de Mello (AL), reclamou do Ministério Público por não ter sido ouvido sobre a Operação Lava Jato antes que o pedido de abertura de inquérito fosse apresentado ao Supremo Tribunal Federal.
“A simples concessão dessa oportunidade, ou seja, a adoção do procedimento do prévio esclarecimento poderia, em muitos casos, evitar a abertura de inquéritos e, ao mesmo tempo, a exposição desnecessária, por um longo período, de pessoas e agentes supostamente envolvidos. Na prática, seria a chance de qualquer um, perante o Ministério Público, de esclarecer os pontos, tirar as dúvidas que porventura pairassem e, mais ainda, expressar sua versão dos acontecimentos e a verdades dos fatos”, disse Collor.
O senador acusou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot de ter agido de maneira “obscura” e questionou o motivo pelo qual ele citou nomes de algumas pessoas para as quais pediu o arquivamento das denúncias por falta de provas.
“Por que citar ou fazer referência, por exemplo, ao nome do senador Aécio Neves e de outras seis autoridades se ele mesmo, o procurador, não achou nada suficientemente justificável para solicitar o inquérito? Ora, bastava não pedir, não citar, simplesmente desistir, sem envolver aqueles nomes. Covardia! Mais grave ainda, quando se trata da Presidenta da República, como foi o caso, junto com o ex-presidente Lula, citada por um dos delatores, para os quais o procurador-geral sequer pediu arquivamento”, acusou Collor.
Em seguida, o líder do PT, senador Humberto Costa (PE), foi à tribuna criticar o Ministério Público. Costa apontou inconsistências nos depoimentos de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, que foram usados como base para o pedido de abertura de inquérito sobre ele.
“No meio desse espetáculo de incoerências e contradições, de conflitos gritantes entre os depoimentos dos dois réus, que fulminam completamente essa informação de doação de recursos, parece incrível que alguém tenha encontrado elementos para a abertura de um inquérito. Eu só posso atribuir à tensão que nesses dias os integrantes do Ministério Público viveram. Eu só posso atribuir à pressa de entregar à imprensa nomes que passassem a ter o julgamento sumário, que estão tendo até agora”, alegou Costa.
O petista pediu celeridade na apuração dos indícios que levaram à investigação sobre seu nome e se dirigiu diretamente ao procurador-geral. “Há outra autoridade da República a quem eu quero fazer um apelo. É o doutor Rodrigo Janot. Tenho absoluto e total respeito por sua excelência. Terei o maior prazer de votar nele, se for novamente candidato à Procuradoria-Geral da República e passar por este plenário. Mas eu quero pedir a vossa excelência, doutor Janot, já que infelizmente vossa excelência assinou esse pedido com tão pouca consistência, pelo menos apresse esse inquérito. Faça com que ele ande nestes 30 dias que vossa excelência deu, para que em 30 dias eu possa dizer ao povo brasileiro, ao povo do meu estado, que fui inocentado”, pediu.
Apesar de não ter sido listada entre os que devem ser investigados por desvios na Petrobras, a senadora Ana Amélia Lemos (RS), pediu que o Ministério Público seja ágil no inquérito. O PP foi o partido com maior número de parlamentares na lista e toda a bancada gaúcha do partido na Câmara está entre os que serão investigados.
Para a senadora, “o tempo do julgamento na política é crucial” e deve ser curto. “A pressa, nesse caso, será em nome da Justiça, em nome da correção, em nome da defesa da relevância e, sobretudo, do respeito às instituições. Nós fomos eleitos e temos o compromisso de dar explicação a nossos eleitores”, disse Ana Amélia.
A senadora alertou que, enquanto durarem as investigações, os trabalhos no Congresso Nacional serão prejudicados e, daí também, a necessidade de celeridade no processo de apuração.

Tecnologia consegue rastrear pessoas mesmo em imagens borradas Programa é capaz de identificar alguém pela forma do corpo e cor da roupa. Segundo Fujitsu, tecnologia pode ajudar na organização de eventos de rua.

A Fujitsu apresentou na sexta-feira (6) uma tecnologia capaz de rastrear pessoas a partir de imagens de baixa resolução ou que foram borradas para proteger a privacidade dos indivíduos. A empresa diz que as informações obtidas podem mapear a movimentação de multidões, auxiliando na organização de eventos com muitos pedestres, e ajudar o dono de uma loja a ajustar a disposição dos produtos, por exemplo.
Reunindo informações de um conjunto de câmeras, o sistema também consegue determinar quando está "vendo" a mesma pessoa que já esteve em outra imagem. Testes da própria Fujitsu em ambientes internos indicam que foi possível identificar até 80% dos indivíduos, mas não há outros detalhes. A companhia destacou que esse número depende da posição das câmeras e da disposição das pessoas na filmagem.O novo programa é capaz de identificar alguém pela forma do corpo e a cor da roupa, mesmo que detalhes não estejam disponíveis ou que as pessoas estejam muito próximas umas das outras.
Para a Fujitsu, a tecnologia pode aumentar a privacidade das pessoas. Isso porque não será mais preciso utilizar câmeras de alta resolução para realizar análises de movimento. Até agora, esse tipo de análise só era possível com o uso de imagens detalhadas em que softwares distinguiam as pessoas por reconhecimento facial.
Segundo uma reportagem do IDG News Service, a Fujitsu planeja comercializar a tecnologia em março de 2016. A empresa, no entanto, diz apenas que pretende realizar mais testes ainda este ano.