quinta-feira, 5 de março de 2015

Microsoft anuncia planos para impulsionar a Xbox One no Japão

Devido ao pouco sucesso comercial da Xbox One no Japão, a Microsoft anunciou os planos para tentar dar nova vida à consola naquele território.
trata-se do Xbox Spring Game Festival, que consiste em oferecer jogos gratuitos ou com um grande desconto (dependendo da loja) na compra da consola.
Alguns desses jogos são Final Fantasy Type-0 HD, Evolve e Battlefield Hardline. Esta promoção termina no dia 31 de março.
A companhia vai também baixar o preço dos comandos da Xbox One e Xbox 360 pelo menos até ao dia 10 de maio.
A Xbox One chegou ao Japão no dia 4 de setembro de 2014, na primeira semana de lançamento vendeu pouco mais de 23 mil unidades. Veremos se estas medidas sortirão efeito.

As cidades mais caras do mundo

Singapura lidera o ranking das cidades mais caras do mundo. A cidade-estado, com 5 milhões de habitantes, é a mais dispendiosa no que diz respeito, por exemplo, aos serviços públicos, alimentação, transporte ou vestuário. O estudo da Economist Intelligence Unit, da revista The Economist, comparou cerca de 400 preços em mais de 130 cidades, e usou os valores de Nova Iorque como referência. Paris surge em segundo lugar nas cidades mais caras, seguem-se nos primeiros lugares Oslo, Zurique e Sydney. 

Delator de esquema na Petrobras cita deputado cearense | Política | O POVO Online

Delator de esquema na Petrobras cita deputado cearense | Política | O POVO Online

Supremo recebe ‘lista negra’ com 54 nomes de acusados na Lava Jato


O procurador-geral, Rodrigo Janot. / UESLEI MARCELINO (REUTERS)
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, garantiu na segunda-feira à noite, em Brasília, ao dirigir-se a um grupo de manifestantes que o apoiavam como se fosse uma espécie de herói nacional: “Quem tiver de pagar, vai pagar”. A frase não é fútil, e o momento, menos ainda. Nesta terça-feira, Janot remeteu ao Supremo Tribunal Federal os nomes dos deputados e senadores implicados no caso Petrobras. São 28 denúncias contra 54 pessoas e não se sabe ainda quando essa autêntica lista negra que desencadeará um terremoto político de consequências imprevisíveis será divulgada ao público em sua totalidade. Mas não vai demorar muito -Janot pediu a quebra de sigilo e o relator do caso deve decidir sobre o tema nos próximos dias. A imprensa brasileira fala de dezenas de nomes, a maioria do PT e de alguns partidos que o apoiam no Congresso, como os peemedebista Renan Calheiros, que preside o Senado, e Eduardo Cunha, no comando da Câmara. Parece certo também que esteja incluído o tesoureiro do PT, João Vaccari, assim como outros nomes do PMDB, PSB e até PSDB.

MAIS INFORMA

A bolsa de apostas cresce e aumenta o clima de tensão sobre o que acontecerá em Brasília depois dessa lista. Outros nomes também citados pela imprensa que estariam incluídos na lista são os dos senadores Fernando Collor (PTB-AL), ex-presidente da República; Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra-chefe da Casa Civil; Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia; o senador Valdir Raupp (PMDB-RO); além de Ciro Nogueira, presidente do PP e senador pelo Piauí --este último, disse em seu Twitter que renuncia ao mandato se surgirem provas contra ele. Todos negam envolvimento no caso. Também teriam sido citados os governador do Acre, Tião Viana (PT), e do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Todos negam envolvimento no caso.
Os nomes foram revelados por ex-altos funcionários da Petrobrasacusados formalmente em troca de reduções de penas e por altos executivos de empreiteiras que, segundo o Ministério Público, subornaram esses funcionários para obter contratos milionários da gigantesca empresa que mais investe em obras públicas no Brasil.
Seja quem for, e quantos forem, a divulgação dos nomes vai mudar tudo. Isso acontece em um momento delicado e sacudirá um Congresso já por si só convulsionado e ultrafragmentado, no qual as alianças se ajustam por milímetros. Jacques Wagner (PT), ministro da Defesa, ex-governador da Bahia e muito próximo a Dilma, declarou há dois dias que a publicação da lista de políticos acusados provocará uma espécie de “turbulência social”. “É óbvio que vai haver turbulências, e elas vão acontecer em um momento em que o país mais precisa de tranquilidade.”
É verdade. Os dados econômicos não são bons. O Brasil está a um passo de voltar à recessão e, ao menos, sua economia continua estancada. O desemprego (o indicador ao qual Dilma mais se agarra para defender sua gestão) subiu em janeiro para 5,3% (em janeiro de 2014 estava em 4,8%). Na sexta-feira, para completar esta semana negra, será divulgado também o índice de inflação, que certamente será mais alta do que a meta autoimposta pelo Governo. Essa alta paralisa ainda mais o já desanimado consumo.
Assim, se a política está quase em suspenso, à espera de que a lista da desonra com os 40 nomes seja enfim divulgada (o Brasil está há meses fazendo conjecturas sobre quem seriam os imputados e por quê), a economia também. Os empresários brasileiros, como os consumidores, esperam a hora de investir para saber aonde o país se dirige e os estrangeiros aguardam que sejam cumpridas todas as promessas de ajustes e cortes que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, se comprometeu a levar adiante. Pouco a pouco, ele as está cumprindo. Na semana passada Levy removeu as isenções de impostos a empresas que Dilma havia instaurado em 2011 e estabeleceu a redução de gastos nos ministérios. Paralelamente, o Governo anunciou uma elevação da tarifa de eletricidade, algo que, para determinadas famílias de classe média, sobretudo em São Paulo, significará um aumento de mais de 30% na conta de luz. Levy, que foi escolhido precisamente por sua fama de especialista em ajustes e em cortes de gastos, se comprometeu a economizar cerca de 66,3 bilhões de reais a fim de “equilibrar receitas e gastos para chegar a um equilíbrio fiscal”.
Na semana passada, a agência Moody’s rebaixou de repente dois graus da classificação da já esquartejada Petrobras, deixando suas ações ao nível de “não seguras para investimento”. Um baque para a petroleira, imersa em uma crise que a corrói de todos os pontos de vista: desde a corrupção à queda do preço do barril. Contudo, o Governo de Dilma batalha (à base de ajustes e de respaldo ao ministro da Fazenda) para que essas mesmas agências de classificação (pesadelo para nações em apuros, como Portugal e Espanha durante a crise do euro) não rebaixem a nota do Brasil, que agora se encontra em um nível modesto e estável (BAA2). Para isso, os membros do Governo, o ministro da Fazenda, a própria Dilma e até o ex-presidente Lula (experimentado negociador, agindo a contragosto) manobram para que um Congresso hostil até agora ceda e aprove os ajustes que, além do mais, ninguém prometeu fazer durante a campanha eleitoral.

STF decide extinguir pena de Genoino com base em decreto


Medida assinada por Dilma Rousseff em 2014 prevê perdão em alguns casos de presos que cumprem regime aberto ou domiciliar

Genoino foi condenado na Ação Penal 470 Foto: IstoÉ
Genoino foi condenado na Ação Penal 470
Foto: IstoÉ
O texto assinado por Dilma prevê perdão aos condenados que cumprem pena em regime aberto ou prisão domiciliar desde que faltem até oito anos para o cumprimento da pena total. Além disso, é preciso ter cumprido ao menos um quarto da pena, não ser reincidente, até 25 de dezembro de 2015, e ter apresentado bom comportamento na prisão.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia encaminhado ao STF, na última quarta-feira (25), um parecer em que defendia a extinção da pena de José Genoino, condenado a quatro anos e oito meses de prisão. Ele cumpria prisão domiciliar desde agosto do ano passado.
Agora, a decisão cabe ministro Roberto Barroso, relator da Ação Penal 470 e demais execuções penais.
O mensalão do PT
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.
No relatório da denúncia, a Procuradoria-Geral da República apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio responderam ainda por corrupção ativa.
Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.
O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles responderam por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A então presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) respondeu processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia incluía ainda parlamentares do PPPR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson. Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e o irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.

Câmara aprovou nesta quarta-feira, por 280 votos a 102, a convocação do ministro da Educação Gomes (Pros), para que explique declarações feitas sobre deputados federais. Em um evento no Pará, o ex-governador do Ceará disse que a Casa, composta por 513 deputados, tem 300 ou 400 “achacadores”.

No evento, Gomes disse que esses deputados se aproveitam de momentos de fragilidade do governo, segundo um áudio divulgado no blog do jornalista Josias de Souza. “Eles querem que o governo esteja frágil porque é a forma de eles achacarem mais, tomarem mais, tirarem mais dele, aprovarem emendas impositivas”, disse o ministro.
A fala de Cid Gomes gerou turbulência na Câmara dos Deputados, que discutiu a convocação do ministro por quase duas horas. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou durante a sessão a retirada de pauta de um projeto do Ministério da Educação. No evento no Pará, Cid Gomes também opinou que a atual direção da Câmara “será um problema grave para o Brasil”.
Deputado teria chamado manifestantes de "burros" na Assembleia; vídeo
O líder da minoria, Bruno Araújo (PSDB-PE), chegou a defender a demissão do ministro, enquanto Raul Jungmann (PPS-PE) sugeriu um pedido de interpelação judicial. A ideia recebeu apoio de Cunha: “pode trazer que eu assino com o maior prazer”.
Para o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), Cid Gomes precisa explicar na Câmara quem são os achacadores. "Ele tem de dizer ao Brasil quem achacou, de que forma isso aconteceu e em que circuntâncias", disse.
Falando em nome do governo, o líder José Guimarães (PT-CE) disse que a fala do ministro foi infeliz. “O governo não tem qualquer questionamento da presidência da Casa, a declaração foi infeliz. Nem sempre a radicalização é o melhor caminho”, disse.

Detidos dois dirigentes do Instituto de Segurança Social por corrupção Também um advogado e dois técnicos oficiais de contas foram detidos por corrupção e falsificação de documentos Ler mais: http://visao.sapo.pt/detidos-dois-dirigentes-do-instituto-de-seguranca-social-por-corrupcao=f812114#ixzz3TVTilPB9

A PJ deteve hoje dois dirigentes do Centro de Lisboa do Instituto da Segurança Social (ISS), um advogado e dois técnicos oficiais de contas por corrupção e falsificação de documentos num caso ligado à emissão de certidões sobre regularidade contributiva.
Segundo a PJ, mediante contrapartidas financeiras, os funcionários do Centro Distrital de Lisboa do ISS concediam a empresas tratamento de favor relativamente às respetivas contribuições para a segurança social e emitiam certidões que atestavam falsamente a regularidade contributiva.
A "Operação Areeiro" levou à realização de cerca de 70 buscas - domiciliárias e não domiciliárias - tendo sido apreendido diverso material relacionado com a prática da atividade criminosa em investigação.


Ler mais: http://visao.sapo.pt/detidos-dois-dirigentes-do-instituto-de-seguranca-social-por-corrupcao=f812114#ixzz3TVMLFEcc