domingo, 1 de março de 2015

Votação da reforma política deve começar esta semana no Senado


Votação da reforma política deve começar esta semana no Senado

Agência Senado
O Senado começará a votar propostas de mudanças no sistema político a partir desta semana. O presidente do Senado, Renan Calheiros, adiantou na quarta-feira (24) alguns pontos que serão colocados imediatamente em votação, como a desincompatibilização dos cargos do Executivo para se candidatarem à reeleição e o fim do voto proporcional para vereadores e deputados em cidades com mais de 200 mil habitantes.
A decisão foi tomada durante reunião de líderes e anunciada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, um dia após a Casa promover uma sessão temática sobre a reforma política.
"Nós acertamos que vamos votar a reforma política. Eu vou receber as indicações dos partidos, mas desde logo nós vamos votar a desincompatibilização de cargos do executivo para disputar reeleição. É uma medida importante, profilática. Nós vamos votar o fim das coligações proporcionais. E nós vamos apreciar rapidamente o voto majoritário nas eleições municipais nos municípios acima de 200 mil habitantes", listou.
O presidente do Senado observou que não há consenso sobre os temas, mas enfatizou que é importante dar o primeiro passo e iniciar as votações das propostas.
"Quando não há consenso, o Parlamento delibera, vota. Se nós não reformarmos a política, nós seremos todos reformados", disse Renan Calheiros.
Ele lembrou que o Senado aprovou há mais de uma década uma reforma política profunda que, incluía desde voto facultativo até definições claras sobre financiamento de campanhas, mas que "a proposta não andou na Câmara".

Cancro da mama: Novo teste permite prever a probabilidade de sobrevivência Teste examina se o sistema imunitário está a trabalhar devidamente no controlo dos tumores. Ler mais: http://visao.sapo.pt/cancro-da-mama-novo-teste-permite-prever-a-probabilidade-de-sobrevivencia=f811604#ixzz3T8eLFzZo

Cancro da mama: Novo teste permite prever a probabilidade de sobrevivência
Reprodução Daily Mail
As probabilidades de sobrevivência ao cancro da mama podem ser previstas por um teste através da análise dos locais onde o sistema imunitário combate o tumor. Até agora a técnica, publicado no jornal Modern Pathology, tem sido testada apenas em mulheres com um tipo de cancro da mama, com a característica 'recetor de estrogénio negativo', que afeta uma em cada três pacientes e que é particularmente difícil de tratar. Mas os investigadores pretendem expandir os testes também a mulheres com a forma mais comum da doença.
"A nossa pesquisa visa desenvolver métodos inteiramente novos de diagnosticar mais cancros menos agressivos, com base no desempenho do sistema imunitário face à verificação de tumores," afirma a Dra. Yinyin Yuan, do Instituto de Pesquisa de Cancro, em Londres.  
"Conseguimos provar que, para medir a eficácia com que o sistema imunitário responde ao cancro, precisamos de avaliar não só quantas células imunes existem, mas também se estão agrupadas nas zonas-foco de cancro."
Através da análise do modo como o sistema imunitário interage com as células cancerígenas, as pacientes são divididas em dois grupos, podendo precisar de diferentes tipos de tratamento.
O novo teste utiliza imagens computorizadas de amostras do tumor e análises estatísticas para medir o número de focos de células imunes. Foram encontradas imagens de focos onde estas estavam agrupadas em redor das células cancerígenas, o que constitui uma melhor resposta imunitária, do que a função das células imunes que estejam apenas no interior do tumor.
Os cientistas do Instituto de Pesquisa de Cancro, em Londres analisaram amostras de tumores de 245 mulheres, que foram posteriormente divididas em dois grupos consoante o número de focos imunes dentro dos seus tumores. Aquelas com maior número de focos viveram em média, 91 meses antes do alastramento da doença, comparado com os 64 meses daquelas com baixo número de focos.
O teste é o primeiro método objetivo de medição da eficácia do sistema imunitário em resposta a tumores.
Paul Workman, diretor do Instituto diz que "a interacção entre o sistema imunitário e o cancro é extraordinariamente complexa, e algo que só agora se começou a compreender," e tem esperança na contribuição que a imunoterapia pode dar, como futuro tratamento do cancro. 


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Novo rastreamento de aviões será testado para evitar casos como o do voo MH37

Novo rastreamento de aviões será testado para evitar casos como o do voo MH37

EFE

A Austrália anunciou neste domingo que participará de um projeto junto à Malásia e Indonésia que reduzirá o intervalo de rastreamento de aviões para evitar desaparecimentos como a do voo MH370 há quase um ano © Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko A Austrália anunciou neste domingo que participará de um projeto junto à Malásia e Indonésia que reduzirá o intervalo de rastreamento de aviões para evitar desaparecimentos como a do voo MH370 há quase…
Sydney (Austrália), 1 mar (EFE).- A Austrália anunciou neste domingo que participará de um projeto junto à Malásia e Indonésia que reduzirá o intervalo de rastreamento de aviões para evitar desaparecimentos como a do voo MH370 há quase um ano.
Com o novo sistema, os aviões que sobrevoem zonas oceânicas serão monitorizados a cada 15 minutos, em vez dos intervalos de 30 ou 40 minutos atuais, disse o vice-primeiro-ministro australiano, Warren Truss, segundo a emissora local 'ABC'.
'Esta iniciativa adaptará a tecnologia existente usada por mais de 90% dos aviões de passageiros de longas distâncias e possibilitará que os controladores aéreos respondam com mais rapidez se um avião tiver dificuldades ou um desvio inesperado de seu plano de voo', explicou Truss.
O governo malaio declarou em janeiro passado como um acidente o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines e como supostamente mortas as 239 pessoas que iam a bordo, ao considerar 'altamente improvável' a possibilidade de que haja sobreviventes.
O Boeing 777-200 desapareceu no dia 8 de março de 2014 com 239 pessoas a bordo, após mudar de rumo em uma 'ação deliberada', segundo os especialistas, apenas 40 minutos após ter decolado de Kuala Lumpur com direção a Pequim.

Portugal e Espanha enviam queixa contra Tsipras a Bruxelas Os governos de Portugal e Espanha enviaram um protesto conjunto às presidências da Comissão Europeia e do Conselho Europeu contra as declarações de Alexis Tsipras, que acusou os dois países de terem formado um "eixo contra Atenas" nas negociações do Eurogrupo, avança a agência EFE. Ler mais: http://expresso.sapo.pt/portugal-e-espanha-enviam-queixa-contra-tsipras-a-bruxelas=f912959#ixzz3T8X2ggAX

Portugal e Espanha enviam queixa contra Tsipras a Bruxelas
 FOTO MIGUEL RIOPA/AFP/Getty Images
Portugal e Espanha enviaram às presidências da Comissão Europeia e do Conselho Europeu um protesto conjunto contra as declarações do primeiro-ministro grego acusando os dois países de tentarem bloquear um acordo no Eurogrupo, segundo fontes do Governo espanhol.
De acordo com a agência de notícias espanhola Efe, fontes do Governo espanhol anunciaram ter enviado um protesto conjunto de Espanha e Portugal aos presidentes da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e do Conselho Europeu, Donald Tusk, depois de Tsipras ter dito perante o comité central do partido Syriza que as "forças conservadoras europeias minaram" cada passo para um acordo com a Grécia, para evitar que o exemplo grego criasse escola em Espanha e Portugal.
Questionadas sobre uma carta que Espanha e Portugal terão enviado a protestar contra as declarações de Alexis Tsipras em que este ataca especificamente Portugal e Espanha, acusando-os de tentarem bloquear o acordo no Eurogrupo sobre a ajuda à Grécia, fontes da Comissão Europeia afirmaram, no entanto, não terem recebido qualquer carta.
A agência Lusa tentou obter mais esclarecimentos sobre o assunto junto do gabinete do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, mas até ao momento tal não foi possível.
As reações de Espanha surgiram logo após as afirmações de Tsipras, através das declarações do secretário de Estado espanhol, Íñigo Méndez de Vigo, segundo o qual "Espanha não é adversária de nada, antes pelo contrário: é solidária com o povo grego como já demonstrou, assumindo o compromisso de 26.000 milhões euros num momento muito difícil para a economia" do seu país, "em plena recessão".
"Por isso, o que pedimos ao novo Governo grego é responsabilidade, porque acreditamos que os problemas da Grécia não se resolvem com declarações, mas com reformas, e é isso que esperamos", adiantou, acrescentando que as declarações de Tsipras "não correspondiam à realidade e, por isso, ao não responder à realidade" o Governo espanhol não entende porque foram produzidas.
Íñigo Méndez de Vigo disse ainda que "os últimos dados económicos divulgados demonstram que a Grécia ia no bom caminho, eram positivos" e afirmou esperar que não haja retrocessos nesta matéria.
Portugal também respondeu a Tsipras, através do porta-voz do PSD, Marco António Costa, afirmando que a "conturbação e dificuldades internas do Syriza não justificam a invenção de histórias nem de desculpas para envolver terceiros".
"Todos nós percebemos que aquelas palavras [de Alexis Tsipras] foram proferidas na qualidade de presidente do Syriza, todos sabem que tem havido um ambiente muito conturbado dentro do Syriza, em resultado dos compromissos assumidos pelos dirigentes enquanto governantes dentro do Eurogrupo", disse Marco António Costa, à entrada para o encerramento das jornadas do PSD e do CDS sobre investimento, no Porto, no sábado.
Segundo o social-democrata, "essa conturbação e dificuldades internas do Syriza não justificam a invenção de histórias nem de desculpas para envolver terceiros que nada têm a ver com esse problema".
"Está na hora de os responsáveis assumirem as suas próprias responsabilidades e não continuarem a sacudir a água do capote e enjeitar as responsabilidades que são próprias das suas decisões", frisou o vice-presidente do PSD.
Já a Comissão Europeia não comentou quaisquer declarações.
"Para a Comissão Europeia", disseram fontes comunitárias citadas pela Efe, "é difícil comentar os comentários dos outros, especialmente porque a Comissão quer agir como um mediador e facilitador de acordos".
"Não somos surdos nem cegos e ouvimos o mundo todo. Sabemos que há vozes construtivas e vozes menos construtivas. Mas não vamos comentar", ressalvaram as mesmas fontes.


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Kowait coloca sob estreita vigilância familiares de "jihadista John"

Kowait coloca sob estreita vigilância familiares de "jihadista John"

Lusa
As autoridades do Kuwait submeteram sob estreita vigilância os familiares de Mohammed Emwazi, o britânico já conhecido como "jihadista John", que surge em vários vídeos do Estado Islâmico (EI) de decapitações de reféns ocidentais.
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A notícia foi avançada hoje pelo jornal Al-Qabas, referindo que os familiares de Mohammed Emwazi vivem e trabalham no Kuwait e são são titulares, como ele, de nacionalidade britânica.
"Os serviços de segurança tomaram as medidas necessárias para os monitorizar todo o dia", escreveu o jornal Al-Qabas, citando "fontes bem informadas".
O jornal não especificou o número de parentes de Mohammed Emwazi que vivem no Kuwait e as autoridades estão em silêncio sobre esta questão.
Outro jornal, o Al-Rai, avança, por sua vez, e com base em fontes dos serviços de segurança, que o pai do presumível jihadista, Jassem Abdelkarim, também de nacionalidade britânica, está atualmente no Kuwait e será convocado em breve pelas autoridades.
De acordo com a comunicação social local, Mohammed Emwazi, é de origem iraquiana e nasceu no Kuwait. A sua família é apátrida e terá pedido a nacionalidade do Kuwait.
Desde que deixou a Grã-Bretanha, o chamado "jihadista John" visitou o Kuwait várias vezes, a última vez em 2010.
Chegou 18 de janeiro de 2010, via Emirados Árabes, tendo pedido para o efeito um visto usando o seu passaporte britânico, e permaneceu no país até 26 de abril, adianta o jornal Al-Qabas.
Mas em 2014, foi proibido de entrar no Kuwait, depois do seu nome ter sido ligado a um ataque terrorista na Grã-Bretanha, segundo o mesmo diário.

JMG // SO
Lusa/fim

Atletas indígenas de todo o mundo juntam-se no Brasil para campeonato mundial Ler mais: http://visao.sapo.pt/atletas-indigenas-de-todo-o-mundo-juntam-se-no-brasil-para-campeonato-mundial=f811698#ixzz3T8UlxU00

Palmas, Brasil, 01 mar (Lusa) -- Mais de dois mil atletas representantes dos povos indígenas de 30 países juntam-se este ano no Brasil, para a primeira edição dos Jogos Mundiais que representam tribos e nativos locais.
A cidade brasileira de Palmas, no Estado do Tocantins (norte do país) será a sede dos primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, entre os dias 18 e 27 de setembro deste ano.


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Justiça usará acordos com Suíça para ver dados do SwissLeaks De acordo com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a investigação também se utilizará de dados já em posse da Receita Federal



O Ministério da Justiça buscará, por meio de cooperação internacional com a Suíça, ter acesso aos documentos e dados do caso conhecido como SwissLeaks.
O ponto de partida das investigações será, obviamente, aquilo que foi noticiado pela imprensa, e o material que hoje a Receita Federal já possui, disse José Eduardo Cardozo Foto: Peter Nicholls / Reuters
O ponto de partida das investigações será, obviamente, aquilo que foi noticiado pela imprensa, e o material que hoje a Receita Federal já possui, disse José Eduardo Cardozo
Foto: Peter Nicholls / Reuters
De acordo com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a investigação – determinada na sexta-feira (27) pelo ministério à Polícia Federal (PF) – também se utilizará de dados já em posse da Receita Federal, e dos divulgados pela imprensa.
“O ponto de partida das investigações será, obviamente, aquilo que foi noticiado pela imprensa, e o material que hoje a Receita Federal já possui. É claro que nós buscaremos, através dos órgãos do Ministério da Justiça, uma colaboração internacional com o governo suíço, dentro daquilo que nós já temos de tratados estabelecidos, para que possamos, trazendo os documentos do estrangeiro, instrumentalizar os inquéritos que serão colocados em apuração”, disse em entrevista neste sábado (28).
De acordo com o ministro, a decisão de investigar o caso ocorreu após reunião de sua pasta com a Receita Federal. “Exatamente por força de tudo aquilo que vem sendo noticiado pela imprensa, relativamenteàas contas de pessoas brasileiras em um banco suíço, que qualificariam a possibilidade de ilícitos, decidimos determinar à Polícia Federal que abra inquérito para apurar a eventual ocorrência de crimes nesses casos”, disse.
Diretor-geral do HSBC explica conta na Suíça
No dia 9 de fevereiro, o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação divulgou documentos confidenciais sobre o ramo suíço do banco britânico HSBC, que revelam supostos esquemas de evasão fiscal.
Na Receita Federal está em andamento uma investigação de brasileiros com indícios de movimentação financeira no Banco HSBC na Suíça, com base em lista divulgada pelo consórcio. Entre os correntistas envolvidos estão 8,7 mil brasileiros – o que não quer dizer que todos tenham praticado irregularidades.
A íntegra da lista com os nomes ainda não é conhecida.
“Há indícios de irregularidades de pessoas que teriam contas no exterior e que obviamente não estariam devidamente adequadas aquilo que a legislação brasileira oferece. São indícios, não podemos ter juízo de culpabilidade e nem pré julgar”, destacou.
No entanto, Cardozo, ressaltou que podem ter sido cometidos crimes contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro.