sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Oi deverá anunciar hoje decião de venda da PT Portugal à francesa Altice

Oi deverá anunciar hoje decião de venda da PT Portugal à francesa Altice

LUSA
A Oi deverá anunciar hoje a venda da PT Portugal por 7,4 mil milhões de euros à Altice, afirmou uma fonte ligada ao processo, citada pela Bloomberg.
A decisão de vender a participação que detém na PT Portugal à Altice terá sido tomada pela administração da Oi na noite de quinta-feira, segundo a mesma fonte ligada ao processo citada pela Bloomberg que pediu para não ser identificada.
A Oi, segunda maior companhia de telecomunicações brasileira, e a Altice, francesa, estavam a negociar a venda da participação da brasileira na PT Portugal desde 1 de dezembro e o acordo surge depois da francesa ter aumentado o valor da proposta de compra.

Hoje é que é (ou talvez não): Orion testa missão a Marte


Hoje é que é (ou talvez não): Orion testa missão a Marte

A nave espacial que a NASA está a preparar para levar até Marte faz hoje mais uma tentativa de lançamento, depois dos adiamentos sucessivos ontem.

A nova tentativa de lançamento está marcado para as 07h05 (12h05 em Portugal) e NASAvai mostrar tudo em direto. Desde que aconteça.
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Voo de teste Orion





Ontem os técnicos reiniciaram várias vezes a contagem para o lançamento mas um problema as válvulas do Orion acabou por invalidar a janela de lançamentos, com a decisão de adiamento. Ao todo foram feitas cinco tentativas.

Segundo a informação no site, as condições de vento e nuvens colocam em "vermelho" o alerta de lançamento, e no Twitter da missão indica-se que a probabilidade de sucesso é de 40%.

Está previsto que o primeiro voo de teste do veículo espacial que um dia levará humanos a Marte demore cerca de quatro horas, num percurso de perto 5.800 quilómetros, que inclui duas órbitas ao planeta Terra antes de reentrar na atmosfera e parar no Oceano Pacífico.

Durante o percurso vai atingir velocidades de 32.000 quilómetros por hora e temperaturas na ordem dos 2.200ºC. 

Mulheres deveriam ganhar mais que homens na Europa, Brasil e Rússia, diz OIT

Mulheres deveriam ganhar mais que homens na Europa, Brasil e Rússia, diz OIT

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 21:31 BRST
 
Por Tom Miles
GENEBRA (Reuters) - Mulheres no mercado de trabalho em várias partes do mundo são, em média, mais educadas, mais experientes e mais produtivas do que seus colegas do sexo masculino, mas ainda ganham salários menores, revelou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quinta-feira.
No seu mais recente Relatório sobre Salário Global, a OIT concluiu que homens recebiam mais do que as mulheres em todos os 38 países analisados, mostrando que o "fosso salarial entre gêneros" continua firmemente enraizado no mundo inteiro.
A maior diferença na remuneração está nos Estados Unidos, onde as mulheres ganham, em média, 64,20 dólares para cada 100 dólares recebidos pelos homens. Essa discrepância poderia ser explicada, em grande parte, por fatores como a maior produtividade, educação ou experiência dos homens, disse a OIT.
No entanto, na Europa, na Rússia e no Brasil, as mulheres pontuaram mais do que os homens nestes quesitos, mas as disparidades salariais ainda persistem.
"Um dos fatores responsáveis por isso é a discriminação", disse a vice-diretora-geral da OIT, Sandra Polaski. "Pode haver fatores diferentes em países diferentes, mas certamente a discriminação faz parte disso."
Em média, nos 26 países europeus pesquisados, as mulheres deveriam receber 0,9 por cento a mais do que os homens, com base nestes fatores, mas elas realmente ganham 18,9 por cento menos.
No Brasil, na Rússia, na Dinamarca, na Suécia e na Lituânia, o prêmio salarial para as mulheres equivaleria a mais de 10 por cento. Na Eslovênia, o valor era de 18,5 por cento.
Na China, a remuneração das mulheres e dos homens deveria ser praticamente a mesma com base nestes fatores, com um prêmio de 0,2 por cento para as mulheres. Mas as chinesas estão efetivamente recebendo 22,9 por cento menos do que os homens.
Rússia e Brasil foram os países onde os salários das mulheres registraram a maior diferença em relação ao pagamento que seria esperado.
Na Rússia, as mulheres ganham 32,8 por cento menos do que os homens, mas os "fatores observáveis" medidos pela OIT, que também incluem o setor e a função em que trabalham, deveriam dar a elas um salário 11,1 por cento superior.

Encomendas à indústria na Alemanha crescem, mas banco central corta previsão de crescimento

Encomendas à indústria na Alemanha crescem, mas banco central corta previsão de crescimento

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 07:37 BRST
 
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BERLIM (Reuters) - As encomendas industriais alemãs subiram bem mais do que o previsto em outubro, mas o Bundesbank, banco central do país, cortou as previsões de crescimento para a maior economia da Europa.
As encomendas subiram 2,5 por cento em outubro na comparação mensal, graças à forte demanda interna, enquanto o apetite estrangeiro foi moderado, informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira. O resultado superou de longe a expectativa de ganho de 0,5 por cento e ultrapassou a estimativa mais elevada, de expansão de 1,9 por cento.
Mas o Bundesbank reduziu pela metade sua previsão de crescimento de 2015, para 1,0 por cento, e também cortou sua estimativa para este ano, a 1,4 por cento a partir da previsão de 1,9 por cento feita em junho. Também reduziu sua previsão para 2016, para 1,6 por cento.
"No entanto, há razão para esperar que a atual fase de lentidão seja de curta duração", disse o presidente do banco central, Jens Weidmann, em comunicado, acrescentando que as oportunidades no exterior provavelmente aumentariam novamente no próximo ano.
Ele também disse que, se os preços do petróleo se mantiverem moderados por um longo período, o Produto Interno Bruto (PIB) poderia ter expansão adicional de 0,1 a 0,2 ponto percentual, tanto em 2015 quanto em 2016.
A economia alemã mostrou crescimento forte até 2011, mas desde então reduziu a velocidade diante do fraco investimento e comércio exterior. E apenas escapou de uma recessão no terceiro trimestre deste ano, com 0,1 por cento de crescimento.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 5644-7732)) REUTERS PD CMO

Filipinas se preparam para chegada de tufão; milhares são impedidos de embarcar

Filipinas se preparam para chegada de tufão; milhares são impedidos de embarcar

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 07:49 BRST
 
MANILA (Reuters) - Portos foram fechados nas Filipinas, deixando milhares de viajantes retidos, e alguns governos locais ordenaram a retirada forçada de moradores nesta sexta-feira, enquanto o tufão Hagupit se dirige para a costa leste do arquipélago.
Mais de 2.000 passageiros ficaram presos nos portos em Manila e na ilha de Mindanao depois que a guarda costeira interrompeu as viagens marítimas devido à tempestade de categoria 5, que pode atingir áreas devastadas pelo tufão Haiyan no ano passado.
"Nós alertamos cedo para se afastarem da costa, não apenas ancorarem os navios, porque antes eles estavam apenas ancorando os navios... As ondas levantaram os navios e jogaram na terra", disse Armand Balilo, porta-voz da guarda costeira, em entrevista a uma rádio.
O Hagupit está localizado sobre o oceano Pacífico. O centro da tempestade está cerca de 500 km a sudeste das Filipinas, de acordo com o serviço meteorológico local, com ventos de até 215 km/h perto do centro e rajadas de até 250 km/h.
O tufão deve atingir a província filipina de Samar no sábado, provocando chuvas torrenciais e uma elevação de 3 a 4 metros no nível do mar, disse o serviço meteorológico. A tempestade estava se movendo em direção ao litoral a cerca de 15 km/h.
Na quinta-feira, o governo disse que estava considerando declarar estado de calamidade nacional para congelar os preços de produtos básicos, e o presidente Benigno Aquino mandou o Departamento de Comércio enviar mais suprimentos alimentares para as províncias em situação de risco, em meio a relatos de pânico na compra de suprimentos básicos.
A tempestade pode seguir o mesmo trajeto do furacão Haiyan, que deixou mais de 7.000 mortos ou desaparecidos e mais de 4 milhões de desabrigados ou com casas danificadas ao atingir as Filipinas em novembro de 2013, de acordo com o serviço meteorológico.
(Reportagem de Rosemarie Francisco)

Manifestantes tomam ruas de NY de novo para protestar contra polícia após morte

Manifestantes tomam ruas de NY de novo para protestar contra polícia após morte

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 07:26 BRST
 
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Por Robert MacMillan e Frank McGurty
NOVA YORK (Reuters) - Manifestantes invadiram as ruas de Nova York e de outras cidades dos Estados Unidos para uma segunda noite de protesto contra a decisão de um júri de não indiciar um policial branco pela morte de um homem negro desarmado.
A onda de protestos começou depois que o policial Daniel Pantaleo foi inocentado de qualquer responsabilidade por seu envolvimento no confronto que matou Eric Garner. Uma testemunha gravou o incidente e o vídeo foi amplamente divulgado.
A reação da população repete o que aconteceu depois que um júri também rejeitou indiciar um policial branco pela morte de um adolescente negro desarmado em Ferguson, no Estado de Missouri.
O secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder, abriu um inquérito de direitos civis sobre o incidente no Missouri e prometeu uma investigação completa do caso de Nova York.
Os protestos em NY começaram durante a hora do rush na quinta-feira à noite, com manifestantes caminhando entre carros e caminhões e levando o tráfego nas ruas da cidade a uma quase paralisação.
As marchas ganharam integrantes ao longo do caminho, mudaram de direção, dispersaram e reagruparam, mas mantiveram-se relativamente tranquilas pela segunda noite seguida.
Houve tensão quando ao menos 3.000 manifestantes convergiram na Times Square cerca de uma hora antes da meia-noite. Bloqueando o importante cruzamento da Rua 42 com a Sétima Avenida, eles cantaram para a polícia: "Quem vocês protegem?".
Centenas de policiais empurraram os manifestantes para as calçadas. Dezenas de pessoas foram detidas, embora a polícia não tenha divulgado o número exato.

Soltura de Duque motiva pedido de liberdade de seis executivos ao STF

04/12/2014 22h00 - Atualizado em 04/12/2014 22h31

Soltura de Duque motiva pedido de liberdade de seis executivos ao STF

Pedidos foram enviados Teori Zavascki, responsável por Lava Jato no STF.
Defesas criticam decisão de juiz e dizem que não atrapalham investigações.

Renan RamalhoDo G1, em Brasília
Seis executivos de empreiteiras ainda presos na Operação Lava Jato pediram liberdade ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base na decisão do ministro Teori Zavascki de soltar o ex-diretor da Petrobras Renato Duque.

Os pedidos começaram a ser protocolados nesta quarta-feira (3). Da construtora OAS, foi solicitada liberdade para José Aldemário Pinheiro Filho (presidente da empresa), Mateus Coutinho de Sá Oliveira (vice-presidente do Conselho de Administração), Agenor Franklin Magalhães Medeiros (diretor) e José Ricardo Nogueira Breghirolli (funcionário).
Também foi pedida liberdade para Eduardo Hermelino Leite, vice-presidente da Camargo Corrêa, e para Fernando Antonio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, apontado como lobista do PMDB junto à Diretoria Internacional da Petrobras.
Todos foram presos em novembro pelo juiz Sergio Moro, da Justiça Federal no Paraná, sob suspeita de participarem do suposto esquema de cartel entre empreiteiras, fraude em licitações, obras superfaturadas e pagamento de propina a políticos a partir de contratos da Petrobras.
A decisão sobre a soltura ou manutenção da prisão caberá ao ministro Teori Zavascki, que concentra os processos sobre o caso no STF.
Nos pedidos, os advogados pedem a extensão da decisão sobre Duque para seus clientes sob o argumento de que Moro não justificou adequadamente a prisão preventiva dos executivos. As defesas dizem que assim como no caso de Duque, não foi demonstrado como os executivos poderiam ameaçar as investigações nem elementos que mostrem que possam fugir do país.
A decisão de Teori condicionou a liberdade de Duque à entrega do passaporte, proibição de mudar de endereço ou deixar a cidade de residência sem autorização judicial e comparecer diante do juiz sempre que for chamado.
Arte Operação Lava Jato 14/11/2014 (Foto: Editoria de Arte / G1)