segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

EUA querem estreitar laços com Uruguai após vitória de Vázquez

France Presse
01/12/2014 16h44 - Atualizado em 01/12/2014 16h44

EUA querem estreitar laços com Uruguai após vitória de Vázquez

Chanceler agradece 'vibrante relação' com Uruguai sob governo de Mujica.
Vázquez venceu eleições com ampla maioria no segundo turno.

Da AFP
Tabaré Vázquez é eleito presidente do Uruguai (Foto: AFP Photo/Pablo Porciuncula )Tabaré Vázquez é eleito presidente do Uruguai
(Foto: AFP Photo/Pablo Porciuncula )
O secretário americano de Estado, John Kerry, declarou nesta segunda-feira (1º) que seu país espera trabalhar com o presidente eleito do Uruguai, Tabaré Vázquez, saudando a tranquilidade da eleição de domingo.
"Esperamos trabalhar com o presidente eleito Vázquez e seu governo para estreitar nossa relação bilateral", indicou Kerry em um comunicado.
O chanceler americano também agradeceu a "vibrante relação" mantida pela administração de Barack Obama com o Uruguai sob o governo do presidente José Mujica.
"Nossa cooperação e compromisso de longa data com o Uruguai e o povo uruguaio seguirão prosperando com o novo governo", garantiu Kerry.
Pouco antes, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, felicitou o novo presidente do Uruguai, destacando o apelo ao diálogo do presidente eleito e a alta participação de eleitores.
Insulza saudou as palavras do vencedor nas eleições de domingo, que convocou um grande acordo nacional, e disse que desta forma Vázquez reafirma o valor do diálogo como mecanismo de aproximação política e social.
O líder da organização regional destacou o alto nível do debate político durante a campanha eleitoral, na sua opinião a "prova do espírito construtivo das duas forças políticas" majoritárias no Uruguai, de acordo com um comunicado.
Tabaré Vázquez, um oncologista de 74 anos, superou sem surpresas e por ampla maioria no segundo turno o candidato de centro-direita Luis Lacalle Pou, de 41 anos e candidato do Partido Nacional, segundo dados do Tribunal Eleitoral.
Insulza também saudou a participação dos eleitores e a tranquilidade das eleições, afirmando que o Uruguai, um país de 3,3 milhões de habitantes, conta com 'um dos sistemas de partidos mais estabelecidos do continente' e com um consolidado regime democrático.

Todas as 70 ações do Ibovespa caem, e principal índice da Bolsa perde 4,37%

Todas as 70 ações do Ibovespa caem, e principal índice da Bolsa perde 4,37%

Do UOL, em São Paulo
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As 70 ações que compõem o Ibovespa fecharam em queda nesta segunda-feira (1º), levando o principal índice da Bolsa brasileira a uma desvalorização de 4,37%, a 52.276,58 pontos.
É a maior queda percentual diária desde 29 de setembro, quando o índice caiu 4,52%. É também a quarta sessão seguida que a Bolsa encerra em baixa, acumulando perdas de 5,91%.
As ações da Vale, da Petrobras e dos bancos, que têm grande peso sobre o Ibovespa, tiveram quedas expressivas. Os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) perderam 6,64%, os do Bradesco (BBDC4) recuaram 5,23%, e os do Itaú Unibanco (ITUB4) caíram 4,15%.
As ações ordinárias da Petrobras (PETR3), com direito a voto, tombaram 5,27%, e as da Vale (VALE3) –também ordinárias- tiveram desvalorização de 4,64%.  
No cenário brasileiro, os investidores ficaram preocupados com rumores de que o governo poderia aumentar impostos para reequilibrar as contas públicas em 2015, incluindo impostos sobre lucros pagos pelas empresas com ações na Bolsa (os chamados dividendos).
O gestor de uma administradora de recursos no Rio de Janeiro, que preferiu não ter o nome citado, disse à agência de notícias Reuters que "há preocupação sobre o que o governo pode vir a tributar e o mercado vai ficar bastante atento a isso".
No contexto externo, a Bolsa foi influenciada por mais um dia de queda do preço do petróleo e pela divulgação de um índice sugerindo estagnação na indústria chinesa.

Dólar cai 0,51%, a R$ 2,559

No mercado de câmbio, o dólar comercial começou dezembro em queda, e fechou com desvalorização de 0,51%, valendo R$ 2,559 na venda, após ter subido nas últimas duas sessões.
Em novembro, a moeda norte-americana acumulou alta de 3,75%. No ano, o dólar acumula valorização de 8,53%.

G63 Brabus 700 será SUV mais potente do Brasil

G63 Brabus 700 será SUV mais potente do Brasil

iCarros

O G63 Brabus 700 chega ao mercado brasileiro no início de 2015 para ocupar o posto de SUV mais potente à venda por aqui: Importadora trará ao País no início de 2015 o G63 Brabus 700, que rende 709 cv de potência e custa R$ 1,44 milhão G63 Brabus 700 será SUV mais potente do Brasil
A Strasse, importadora oficial no Brasil da Brabus Germany, empresa especializada em preparação de modelos da Mercedes-Benz, traz ao País o G63 Brabus 700. O modelo chega ao mercado brasileiro no início de 2015 para ocupar o posto de SUV mais potente à venda por aqui. Ele irá superar o G63 Brabus 620, que começou a ser vendido pela Strasse no País há pouco mais de um mês.
Enquanto o Brabus 620 tem preços entre US$ 359 mil (em torno de R$ 915 mil) e US$ 450 mil (em torno de R$ 1,14 milhão), o novo modelo irá custar a bagatela de US$ 565 mil (cerca de R$ 1,44 milhão).
O G63 Brabus 700 possui motor V8 biturbo que rende 709 cv de potência e 97,8 kgfm de torque. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e atinge a velocidade máxima, limitada eletronicamente, de 230 km/h. Mas a cereja do bolo está nos dutos banhados a ouro no motor. E ele não está lá só para ostentar: apesar do custo ser muito alto, o ouro dissipa melhor o calor, tendo uma função no desempenho do motor.
O carro já vem de série com suspensão regulável, rodas aro 21, pneus mais largos e de perfil mais baixo e sistema de exaustão que permite abrir ou fechar válvulas no duto do escapamento, deixando o ronco do motor mais esportivo ou mais discreto, conforme o gosto do cliente. São opcionais rodas aro 22 ou 23 e detalhes de interior.
Por fora, O Brabus 700 se diferencia pelo spoiler dianteiro com luzes de LED e pela saia traseira, enquanto o interior exibe detalhes exclusivos, pedais de alumínio e soleiras iluminadas.
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Gordon Brown anuncia fim da carreira política

 
21:53 01.12.2014

Gordon Brown anuncia fim da carreira política

© Russell Cheyne / Reuters"Não regressarei a Westminster após as próximas eleições gerais, nem à Câmara dos comuns, nem à Câmara dos lordes", disse Brown.

O antigo primeiro-ministro britânico Gordon Brown, que ocupou o cargo de forma efémera nos anos 2000, decidiu pôr termo à sua carreira política ao renunciar esta segunda-feira ao seu lugar de deputado para as Legislativas de 2015. 

Aos 64 anos, aquele que foi o ministro das Finanças de Tony Blair durante dez anos, antes de assumir a liderança do Partido Trabalhista e ocupar o número 10 de Downing Street (residência oficial do chefe do governo britânico) em junho de 2007, decidiu abandonar as lides políticas após três décadas de presença no palácio de Westminster. 

"Não regressarei a Westminster após as próximas eleições gerais, nem à Câmara dos comuns, nem à Câmara dos lordes", disse Brown, que optou pela discrição após as eleições de maio de 2010 que colocaram no poder o conservador David Cameron.

"Não tenho qualquer dúvida tratar-se de uma boa decisão. Lugar aos mais novos, com uma nova visão, uma nova energia e novas competências", insistiu durante um discurso pronunciado na igreja da cidade de Kirkcaldy, centro da Escócia, a sua região de origem.

"Vou fazer tudo para ajudar à eleição do meu sucessor aqui e de Ed Millband como primeiro-ministro do país", prometeu. 

A sua carreira iniciou-se em 1983 com o seu primeiro mandato de deputado. Quando ocupou o cargo de ministro das Finanças no consulado de Tony Blair, o seu "irmão-inimigo", ficou conhecido como o "chanceler de ferro" pela sua determinação em manter uma estrita política de contenção económica.  

Após substituir Blair, desencadeia um ambicioso programa para socorrer a banca em plena crise económica de 2008, mas não consegue evitar a queda da popularidade na campanha para as legislativas de 2010, que confirmam a emergência dos seus rivais Davis Cameron, líder do Partido Conservador, e do liberal-democrata Nick Clegg.   

Vencido após 13 anos de poder trabalhista, Gordon Brown retirou-se para a Escócia natal, onde se envolveu em projetos caritativos apesar de manter o mandato de deputado. 

A sua última intervenção política foi por ocasião do referendo sobre a independência da Escócia, realizado no dia 18 de setembro, em que teve um papel determinante para manter o Reino unido.

A histórica consulta saldou-se com uma vitória do "Não", que obteve 55% face aos 45% do "Sim".

Custo da Petrobras com seguro para executivos pode dobrar

Custo da Petrobras com seguro para executivos pode dobrar

Agência O Globo

Contrato está em fase de renovação e, no ano passado, estatal pagou US$ 3,8 milhões. © Foto: Alexandre Cassiano/Agência O Globo Contrato está em fase de renovação e, no ano passado, estatal pagou US$ 3,8 milhões.
A Petrobrás está se transformando para o mercado segurador, ao menos para o segmento que cuida de apólices de responsabilidade para executivos, numa analogia, àquele tipo de cliente que passou a bater muitas vezes o carro e, depois, ainda se mudou para um bairro com alto índice de roubo de veículos. A expectativa de profissionais do setor é que o custo da estatal com o seguro D&O (sigla para Directors and Officers Liability Insurance) de seus executivos e membros do Conselho de administração possa até dobrar devido à operação Lava-Jato. No contrato firmado no ano passado, o desembolso foi de US$ 3,8 milhões. A estatal não revela o quanto irá gastar em 2014.
O seguro de responsabilidade civil D&O protege os administradores de perdas resultantes da prática de um ato danoso, desde que não seja algo ilício, como corrupção, ou doloso (intenção de cometer o erro). E é esse tipo de apólice que arca com os custos advocatícios em processos contra executivos e empresas — e a Lava-Jato deve gerar algumas dezenas de milhões de gastos na defesa.
— Quando se tem um sinistro, as seguradoras fazem a revisão de todo o seguro para calcular um novo preço — explicou o executivo de uma seguradora especializada em coberturas para grandes empresas, que falou sob a condição de anonimato.
Também deve haver grande demanda por parte da Justiça americana, uma vez que a Petrobrás está sendo investigada pela Security Exchange Commmission (SEC, o regulador do mercado financeiro americano) e as leis anticorrupção americanas são muito mais severas. A demanda internacional será responsável por grande parte da alta nos custos, que vai na contramão do que estava acontecendo com a Petrobrás nos últimos anos. A apólice de 2013 representou uma queda de custo de 7,9%.
O contrato renovado pela Petrobrás em 2013 vigorou até o dia 3 de setembro e era de responsabilidade da Itaú Seguros. Foi feita uma renovação temporária para que uma nova licitação pudesse ser concluída. Procurada, a Petrobras não esclareceu se acionou o seguro antes de 3 de setembro. Disse ainda que a renovação está em curso e que a Itaú Seguros deverá emitir uma nova apólice com cobertura de US$ 250 milhões. Há um outro complicador nessa história. Em junho, a Itaú Seguros vendeu a sua área de grandes riscos para a americana ACE. Nenhuma das duas empresas se manifestou sobre o assunto.
Marta Viegas, sócia responsável pela área de Seguros e Resseguros de TozziniFreire Advogados, explicou que, até que haja uma decisão judicial, o seguro tende a arcar com as custas de defesa.
— Mas, se o executivo perder e for configurado dolo, então vai ter que devolver os valores gastos.

Estado de saúde de Pelé melhora a cada dia, segundo boletins médicos

Estado de saúde de Pelé melhora a cada dia, segundo boletins médicos

Doleiro Youssef permanece estável, informa hospital em novo boletim

30/11/2014 11h26 - Atualizado em 30/11/2014 13h11

Doleiro Youssef permanece estável, informa hospital em novo boletim

Boletim foi divulgado por volta das 11h deste domingo (30), em Curitiba. 
Youssef está preso na carceragem da PF desde março deste ano.

Do G1 PR
Doleiro Alberto Youssef, em depoimento nesta segunda-feira (10), em Curitiba (Foto: Reprodução)Doleiro Alberto Youssef passou mal na
carceragem da PF (Foto: Reprodução)
Um novo boletim médico divulgado pelo Hospital Santa Cruz, em Curitiba, por volta das 11h deste domingo (30), apontou que o doleiro Alberto Youssef apresenta bom estado geral, que está consciente e que aguarda o resultado de exames complementares.
O paciente é um dos réus do processo da Operação Lava Jato e precisou ser internado na tarde de sábado (29) após passar mal na carceragem da Polícia Federal (PF), onde está preso desde março deste ano. O boletim divulgado na tarde de sábado, horas depois do internamento, informou que não havia previsão de alta do doleiro. Um outro boletim médico deve ser divulgado na manhã de segunda-feira (1º), conforme o hospital.
Ao justificar o internamento, Antônio Figueiredo Basto, que representa Youssef, disse que seu cliente teve queda de pressão, sentiu dores abdominais e teve febre.  Esta é a quarta vez que Youssef passa mal na prisão e precisou ser levado para o hospital.