segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Nobel da Medicina distingue três cientistas que descobriram “GPS do cérebro” - Renascença

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domingo, 5 de outubro de 2014

País - Eleições 2014

Dilma vence em 15 estados; Aécio é o mais votado em dez

Agência Brasil
Com mais de 99,7% das urnas apuradas, os candidatos à Presidencia da República Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) conseguiram ganhar a preferência dos eleitores em 25 estados. Dilma foi a mais votada em 15 e Aécio, em dez. A candidata Marina Silva venceu no Acre, seu estado de origem, e em Pernambuco, com 48% dos votos válidos.
Candidata à reeleição, Dilma venceu em Alagoas, no Amapá, Amazonas, na Bahia, no Ceará, Maranhão, em Minas Gerais, no Pará, na Paraíba, no Piauí, onde obteve 70,5% dos válidos. No Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, em Sergipe e no Tocantins.
Candidato da oposição, Aécio venceu no Distrito Federal, Espírito Santo, em Goias, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, no Paraná, em Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo,estado com o maior número de eleitores, onde obteve 44,2% dos votos válidos.
No dia 26 de outubro, os eleitores voltam às urnas para escolher Dilma ou Aécio para a Presidência da República.
Publicado em domingo, 5 de outubro de 2014 às 21:26 Histórico

Crivella surpreende e vai disputar o 2º turno no RJ

Com menos de um ponto porcentual de vantagem, o candidato do PRB ao governo do Rio, senador Marcelo Crivella, surpreendeu e conquistou ontem o direito de disputar o segundo turno da eleição. Apurados os votos de 99,99% das seções, o parlamentar tinha 20,26% da votação, contra 40,57% do vencedor do primeiro turno, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que teve 40,57%. Crivella superou, nos últimos dias, o ex-governador Anthony Garotinho, que conquistou 19,73%. Outra surpresa foi o desempenho do postulante do PSOL, Tarcísio Motta. Com 8,92%, ficou em quarto lugar no Estado, pouco atrás de Lindbergh Farias (PT), que obteve 10%. Na capital, Tarcísio ficou em terceiro, atrás dos dois concorrentes que passaram ao segundo turno estadual.
O Rio foi a última unidade da Federação a começar a divulgar seus resultados eleitorais. O atraso aconteceu por causa da demora de eleitores para votar nas urnas com identificação biométrica dos eleitores, nos municípios de Niterói e Armação dos Búzios. As máquinas falhavam, obrigando os votantes a tentarem, por várias vezes, ser identificados. Até 19h, ainda havia gente votando. O Tribunal Regional Eleitoral local se recusou a revelar os números da apuração antes do fim da votação. Demorou tanto que, quando permitiu a divulgação, mais de 60% das urnas já tinham tido seus votos apurados.
Ao votar, em um clube de Copacabana (zona sul), Crivella antecipou sua estratégia no segundo turno. "Serão todos contra o PMDB", disse o candidato do PRB. "Não é possível ter 30 anos de PMDB. Democracia tem que ter alternância. Essa foi das eleições mais difíceis que disputei no Rio", declarou.
O líder Pezão votou às 11h em sua cidade natal, Piraí, onde foi prefeito duas vezes. Ele precisou de uma "cola" para copiar os números dos candidatos e revelou apenas ter votado em Dilma Rousseff, embora tivesse também o apoio do tucano Aécio Neves e do Pastor Everaldo (PSC).
"O voto é secreto, mas todo mundo sabe que eu votei na Dilma. Tenho um carinho imenso por ela, uma pessoa que ajudou muito o Estado do Rio de Janeiro. Tenho certeza de que vamos fazer grandes parcerias no próximo mandato", declarou.
Pezão disse que, ao longo da campanha e especialmente durante os debates, os adversários foram "comentaristas de obras prontas" e "não apresentaram nada para a população".
O pai do governador, Darcy de Souza, de 87 anos, ficou emocionado ao lembrar da infância do filho. "Para quem era operário, ver o filho chegar onde ele está..." comentou.
Com aparência abatida, Garotinho, votou em Campos, onde nasceu e foi prefeito, e não quis fazer previsões sobre possível segundo turno contra Pezão (PMDB), que acabaria não se concretizando.
"Vamos esperar a pesquisa da urna. Agora a margem de erro é zero", afirmou o candidato. "Enfrentamos um quadro político de muita adversidade. As maiores forças políticas e econômicas se juntaram contra nós: o governador e o prefeito do Rio, 86 prefeitos do Estado, 15 partidos, 1.800 candidatos. E apesar disso tudo chegamos inteiros", afirmou.

Dilma e Aécio disputarão 2o turno da eleição presidencial

domingo, 5 de outubro de 2014 21:33 BRT
 
"Eu tenho convicção que ele sairá vitorioso em Minas", disse. "O importante é que o Aécio entra no segundo turno em uma curva ascendente, muito próximo da Dilma", acrescentou.
Dos quase 143 milhões de brasileiros habilitados a votar, mais de 113 milhões compareceram às urnas para escolher o próximo presidente, na eleição mais acirrada desde 1989, a primeira eleição direta para presidente desde a redemocratização.
Marina surgiu como um furacão na corrida presidencial, ao substituir Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em 13 de agosto, como cabeça de chapa do PSB. Imediatamente após ser alçada à condição de candidata, pesquisas a mostraram próxima de Dilma em primeiro turno e com até 10 pontos de vantagem sobre a presidente na simulação de segundo turno.
Sob forte ataque de Dilma e de Aécio, Marina foi perdendo fôlego a partir de meados de setembro e caiu para a terceira posição nas pesquisas de intenção de voto divulgadas na véspera da eleição, atrás numericamente do tucano, embora em empate técnico.
Marina se colocava como uma alternativa à polarização entre PT e PSDB, que governam o país há 20 anos.
Em 2010, quando foi candidata à Presidência pelo PV e surpreendeu com 19,6 milhões de votos, Marina decidiu não apoiar nem Dilma nem o tucano José Serra no segundo turno.
Para o deputado federal Alfredo Sirkis (PSB-RJ), próximo de Marina, o resultado deste domingo não surpreendeu. "Era só analisar a tendência das pesquisas... Qualquer um que analisar a situação reconhece as circunstâncias difíceis em que essa campanha se deu", afirmou, referindo-se à candidatura emergencial de Marina após a trágica morte de Campos.
"Daqui para frente, eu pessoalmente sou favorável ao apoio a Aécio no segundo turno", disse Sirkis. "Desta vez a situação é totalmente diferente de 2010. Em 2010, inclusive eu fui favorável à posição de neutralidade. Em 2014, eu acho que é fundamental para a democracia no Brasil que haja alternância", completou.

Os números são impressionantes.


Datafolha: Aécio e Marina empatados, 2º turno confirmado

Intenções de voto nulo ou em branco eram 13%. Com Marina candidata, essa taxa recuou para 8%. Indecisos eram 14% e agora são 9%.

Eleições 2014

Com 21% no 1º turno, Marina empataria com Dilma no 2º

Ex-ministra disputa a segunda posição com Aécio Neves (20%), diz Datafolha
Taxa de eleitores sem candidato cai com a entrada de Marina no lugar de Campos, morto na semana passada
Datafolha: Aécio e Marina empatados, 2º turno confirmado
Marina Silva (PSB) entra na disputa pela Presidência com 21% das intenções de voto. Segundo o Datafolha, ela larga em segundo lugar na corrida presidencial, um ponto à frente de Aécio Neves (PSDB) –o que os coloca em situação de empate técnico– e 15 pontos atrás de Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.
Inicialmente inscrita como vice na chapa de Eduardo Campos, o presidenciável do PSB morto no último dia 13, a ex-ministra tem um desempenho que afasta a chance de a eleição ser resolvida no primeiro turno.
Já na simulação de segundo turno, Marina, que deve ser oficializada candidata na quarta-feira (20), fica numericamente à frente de Dilma, com 47% das intenções de voto contra 43% da presidente.
É uma situação de empate técnico nos limites máximos da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Marina Silva (PSB) entra na disputa pela Presidência com 21% das intenções de voto. Segundo o Datafolha, ela larga em segundo lugar na corrida presidencial, um ponto à frente de Aécio Neves (PSDB) --o que os coloca em situação de empate técnico-- e 15 pontos atrás de Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT. Inicialmente inscrita como vice na chapa de Eduardo Campos, o presidenciável do PSB morto no último dia 13, a ex-ministra tem um desempenho que afasta a chance de a eleição ser resolvida no primeiro turno. Já na simulação de segundo turno, Marina, que deve ser oficializada candidata na quarta-feira (20), fica numericamente à frente de Dilma, com 47% das intenções de voto contra 43% da presidente. É uma situação de empate técnico nos limites máximos da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Contra AécioDilma venceria o segundo turno por 47% a 39%. Nesse caso, os oito pontos de diferença representam uma ampliação da vantagem da petista. Em meados de julho, o cenário era de 44% a 40% (empate técnico).
A hipótese de conclusão da eleição no primeiro turno é afastada porque Marina surgiu com quase o triplo das intenções de voto em Campos (8%), porém sem provocar alteração nas taxas dos rivais mais competitivos.
Com Campos no páreo, Dilma também tinha 36%. Aécio alcançava os mesmos 20%.
Na comparação direta entre o cenário atual, com Marina, e o cenário anterior, com Campos, caíram de forma notável os percentuais de eleitores sem candidato.
Intenções de voto nulo ou em branco eram 13%. Com Marina candidata, essa taxa recuou para 8%. Indecisos eram 14% e agora são 9%.
Vários analistas apresentaram Marina como possível herdeira de um grupo crescente de eleitores descontentes com o sistema político. Nos protestos de junho de 2013, um sentimento de rejeição aos partidos ficou explícito.
Contra Aécio, Dilma venceria o segundo turno por 47% a 39%. Nesse caso, os oito pontos de diferença representam uma ampliação da vantagem da petista. Em meados de julho, o cenário era de 44% a 40% (empate técnico). A hipótese de conclusão da eleição no primeiro turno é afastada porque Marina surgiu com quase o triplo das intenções de voto em Campos (8%), porém sem provocar alteração nas taxas dos rivais mais competitivos. Com Campos no páreo, Dilma também tinha 36%. Aécio alcançava os mesmos 20%. Na comparação direta entre o cenário atual, com Marina, e o cenário anterior, com Campos, caíram de forma notável os percentuais de eleitores sem candidato. Intenções de voto nulo ou em branco eram 13%. Com Marina candidata, essa taxa recuou para 8%. Indecisos eram 14% e agora são 9%. Vários analistas apresentaram Marina como possível herdeira de um grupo crescente de eleitores descontentes com o sistema político. Nos protestos de junho de 2013, um sentimento de rejeição aos partidos ficou explícito.
Os dados da atual pesquisa combinam com esse tipo de interpretação. Muitos que pensavam em fazer um voto de protesto (anular), ou estavam com dificuldade para escolher, vão de Marina se essa opção estiver ao alcance.
Outra informação que reforça essa tese aparece na simulação de primeiro turno da atual pesquisa sem o nome de Marina no cartão de resposta –situação que seria possível caso o PSB deixasse de lançar a ex-ministra de Lula e abrisse mão da candidatura própria.
Nesse cenário, Dilma venceria a eleição já no primeiro turno com 41% (oito pontos a mais que a soma de seus rivais). Mas o percentual de eleitores sem candidato continuaria alto: 13% de brancos e nulos, 12% de indecisos.
Os dados da atual pesquisa combinam com esse tipo de interpretação. Muitos que pensavam em fazer um voto de protesto (anular), ou estavam com dificuldade para escolher, vão de Marina se essa opção estiver ao alcance. Outra informação que reforça essa tese aparece na simulação de primeiro turno da atual pesquisa sem o nome de Marina no cartão de resposta --situação que seria possível caso o PSB deixasse de lançar a ex-ministra de Lula e abrisse mão da candidatura própria. Nesse cenário, Dilma venceria a eleição já no primeiro turno com 41% (oito pontos a mais que a soma de seus rivais). Mas o percentual de eleitores sem candidato continuaria alto: 13% de brancos e nulos, 12% de indecisos.
Um conjunto de dados da atual rodada do Datafolha sugere que a entrada de Marina na disputa ocorre num momento de recuperação de Dilma. Além da ampliação de sua vantagem sobre Aécio no teste de segundo turno, a avaliação do governo melhorou (confira na pág. A6), sua taxa de rejeição oscilou para baixo (35% para 34%), e as intenções de voto espontâneas com seu nome oscilaram para cima (22% para 24%).
Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto.


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Apuração: Pernambuco tem 61% das urnas apuradas e Paulo Câmara está com 66% dos votos | Política: Diario de Pernambuco

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