sexta-feira, 21 de março de 2014


NOVOS ENDEREÇOS! MAIS UMA VEZ PEÇO A TODOS QUE SE MOBILIZEM NESTA IMPORTANTE QUESTÃO! Instruções no final da nota.
Em respeito à Constituição Federal, artigo 225 queremos protestar quanto a infeliz iniciativa do promotor de justiça de Apodi, no Estado do Rio Grande do Norte que, ao invés de prestar a tutela constitucional de proteção aos jumentos, sugeriu e incentivou que os animais sejam abatidos para consumo humano a fim de resolver o problema do abandono e superpopulação destes animais na região. Mesmo depois de criada a Associação Protetora de Animais em Apodi, que já retirou das rodovias mais de 600 jumentos, reduzindo a incidência de acidentes nas rodovias estaduais e federais, tal proposta ultrajante foi apresentada como forma de lidar com o problema da superpopulação de jumentos abandonados vagando em vias públicas. Sendo, inclusive, tal abandono crime previsto em lei.
Apesar do apoio de alguns políticos (dos prefeitos de Apodi; de Itaú, Ciro Bezerra; de Mossoró e de Jucurutú), segundo matéria publicada pelo o Globo (http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/abate-de-jumentos-provoca-polemica-no-rio-grande-do-norte/3214312/) a proposta está chocando a população brasileira que dela tomou conhecimento e está provocando o repúdio de entidades de proteção animal.
Seria mais produtivo evitar um confronto com a sociedade uma vez que muita gente é contra o abate de cavalos e jumentos para fins de consumo. Seria mais adequado não gastar tempo, energia e dinheiro confrontando este público em uma guerra eterna, e considerar outros problemas e situações, também importantes, que poderiam ser mais bem discutidos e trabalhados em prol de uma sociedade cada vez melhor.
Não há abate de cachorros porque a maior parte da população se sentiria ofendida e porque o cachorro não é criado para este fim, e o mesmo vale para animais como os jumentos. Da mesma forma que a maioria da população brasileira se sentiria ofendida com o abate de animais de companhia, a ideia de se abater jumentos é chocante. Por isso mesmo os frigoríficos de abate de cavalos nem mesmo têm a intenção de divulgar o produto internamente, pois vale mais a pena permanecer anônimo no Brasil, pois assim as pessoas não irão reclamar do que afronta um público tão grande. Ainda mais que o Brasil não permite o consumo de carne de equinos.
Neste sentido já existe um Projeto de Lei de autoria do Deputado RICARDO IZAR, de 2013, que dispõe sobre a proibição de abate de equinos, equídeos, mulas e jumentos em todo o Território Nacional segundo o qual fica evidente que a Constituição Federal prioriza a proteção ao meio ambiente, de maneira que o art. 170, inciso VI, da CF é enfático ao prever que a ordem econômica deve obedecer ao princípio de defesa ao meio ambiente.
Apesar da existência de dispositivos constitucionais garantindo aos cidadãos brasileiros o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão (CF, artigo 5º, XII) e o direito de propriedade (CF, artigo 5º, XXII), observados os princípios gerais da atividade econômica (CF, artigo 170), não se pode ignorar que a Constituição Federal também protege os animais enquanto seres sensíveis. Ao vedar as práticas que submetam animais à crueldade (CF, artigo 225 par.1º, inciso VII, parte final), o legislador constitucional reconhece-os não como bens semoventes, coisas ou recursos materiais, mas como sujeitos jurídicos tutelados do Estado e representados pelo Ministério Público, como já previa, desde há muito tempo, o Decreto 24.645/34. Nesse mesmo diapasão, a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) estabeleceu, em seu artigo 32, que o ato de abusar, maltratar, ferir ou mutilar animais constitui crime, dispositivo este que vai ao encontro do mandamento supremo de tutela à fauna. Este PL conta com o apoio de uma petição que conta até o momento com 36 mil assinaturas de apoio (http://www.change.org/pt-BR/peti%C3%A7%C3%B5es/congresso-nacional-minist%C3%A9rio-da-agricultura-n%C3%A3o-permita-o-abate-de-cavalos-para-consumo-da-carne-2).
Uma petição outra (https://www.change.org/pt-BR/peti%C3%A7%C3%B5es/minist%C3%A9rio-da-agricultura-n%C3%A3o-aprovem-o-abate-para-consumo-de-jumentos-em-apodi-rn) foi criada no dia 15 de março de 2014 com o propósito de se opor à adoção desta pratica de abate dos jumentos para consumo humano, contando já com 1.709 apoiadores até o momento.
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Ministério Público do Distrito Federal e Territórios
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quinta-feira, 20 de março de 2014


TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF
Para Aguiasemrumo@yahoo.com.br
Hoje em 1:36 AM

TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF


Posted: 19 Mar 2014 06:06 AM PDT
Pelo visto continuam achando que somos massa de manobra e que nossas mentes não funcionam mais. A resposta será bem clara em outubro a todos que pensam assim, sem sombras de dúvidas.

Depois de cobranças no blog e a repercussão negativa, o parlamentar que foi eleito por dois mandatos como representante dos integrantes da Polícia Militar, deputado Patrício, fez mais um pronunciamento ontem no plenário da CLDF para cobrar a ausência dos comandantes da PMDF e CBMDF, bem como do Corregedor Geral da PMDF, convocados para dar explicações acerca das prisões de policiais ocorridas recentemente que, segundo palavras do parlamentar, foram decretadas ilegais e inconstitucionais pela juíza, porém sem citar a autoridade.

Segundo o deputado, a ausência dos gestores convocados vai de encontro à Lei Orgânica e o Regimento Interno da CLDF, configurando crime de responsabilidade ao desrespeitar o Poder Legislativo. Afirmou ainda que "manobras" podem até ser feitas, mas a Lei têm que ser cumprida.

Foram protocolados mais cinco requerimentos de informações e solicitado uma reunião dos parlamentares para avaliar a ausência e desrespeito à Comissão de Segurança que aprovou a convocação.

"Ora, se já houve uma clara falta de respeito e cometimento de crime pelos gestores, conforme afirma o deputado, porque ainda se reunir para saber o quê os parlamentares pensam em vez de adotar imediatamente as providências que o caso requer?", disse um policial ouvido pelo blog.

A verdade é que os policiais e bombeiros já não acreditam mais em nada que venha desse governo e muito menos de seus representantes, tornando muito pouco provável alguma proposta que atenda às categorias ainda esse ano. A reestruturação que está sendo elaborada pelas corporações, mesmo com a presença maior de membros nas comissões, está causando muita desconfiança de que seja realmente encaminhada, além do temor de que o Decreto assinado pelo governador mês passado, que reajusta salários em cima do Auxílio-moradia, possa vir a ser revogado em função de uma ADIN - Ação Direta de Inconstitucionalidade, como foi feito com o Decreto que bonificava os integrantes dos órgãos de segurança no caso de apreensões de armas de fogo.

Para finalizar, o deputado afirmou: “Há um clima de insatisfação muito claro. Se o governo finge que atende, finge que paga, os policiais fingem que trabalham e é assim que vamos fazer até que se restabeleça a dignidade nos quartéis e na segurança pública. A sociedade está sofrendo por incompetência e por má gestão".


Da Redação
Posted: 19 Mar 2014 03:56 AM PDT
Quero te convidar leitor, a vir comigo num exercício de imaginação. Use todo seu poder mental para figurar a seguinte situação: Suponha que você seja um policial; suponha que esteja trabalhando em uma viatura com seu colega. Imagine que esteja utilizando todo equipamento e armamento que o Estado disponibiliza: pistola, fuzil, algema, colete balístico, etc. Você está pronto para cumprir sua obrigação constitucional que é preservar a ordem e a segurança pública. Agora, imagine que você e seu parceiro depararam com um flagrante de crime. Tráfico de drogas. O flagrante te impede de aguardar reforço, embora o tenha acionado. Você aborda o criminoso, apreende a mercadoria, preenche toda aquela burocracia legal. De repente, você e seu parceiro se vêem cercados por outros marginais. Estes, com uma pá destroem sua viatura. Arremessam tijolos. Chutam seu parceiro e caminham na sua direção, desferindo um tapa na sua nuca. O que você faria? Antes de continuar lendo, detenha-se um pouco na solução desse enigma. Como você se comportaria diante deste quadro? Quero esclarecer que ele é real. Aconteceu recentemente com uma guarnição de policiais no Rio de Janeiro. Vamos às possíveis respostas:

Primeiro: vocês são dois policiais apenas, cercados por mais de 10 criminosos. Você é o legítimo representante do Estado, inviolável portanto no exercício de seu dever. Seu dever, como dito, é preservar a ordem e a segurança pública. Você dispõe de armas para isto mesmo, garantir sua segurança e a de terceiros. Além do mais, há um patrimônio público, a viatura, sob sua responsabilidade. Deixá-lo ser destruído implica em omissão. Então você usa os recursos que o Estado te deu, a arma de fogo inclusive. Alveja dois ou três criminosos, que morrem. Prende mais um ou dois. O restante foge. Sabe o que ocorreria? As filmagens nunca apareceriam. Os criminosos estavam desarmados. A imprensa divulgaria a chacina praticada por dois policiais contra civis desarmados. Você seria preso, excluído e condenado. Não necessariamente nesta ordem. Sua esposa te deixaria, pois não ficaria casada com um criminoso. Seus filhos, nunca te visitariam na cadeia até porque você não acha apropriado para eles ficarem frequentando presídio. Os direitos humanos pediria sua execução sumária. Esta não seria a melhor resposta então. Vamos para a seguinte.

Segunda: você e seu parceiro são resignados. Aceitam que destruam a viatura, calados. Também concordam que não devem usar armas de fogo pelos fatos narrados acima. Sujeitam-se apanhar um pouco, afinal o dano é menor. Os traficantes pegam a droga de volta e se dão por satisfeitos. Você sai agradecido, afinal não foi baleado e apanhar um pouco não é tão ruim. Seis meses depois alguém divulga as imagens. Seus filhos não querem que você vá até a escola na reunião de pais, pois temem que alguém descubra que você apanhou na televisão. Sua esposa conclui que você é um banana na rua e quer cantar de galo em casa. Seu chefe resolve abrir um procedimento por omissão, já que você devolveu a droga aos bandidos, não prendeu ninguém e os deixou destruir a viatura. Você será preso, excluído e condenado. Não necessariamente nesta ordem. Não conseguirá outro emprego. Os direitos humanos não te defenderão porque você tem(?) o Estado a seu favor. Também esta não seria a melhor opção. Vejamos outra possibilidade.

Terceira: você descobre que seu parceiro gosta de trabalhar, então dá um jeito de mudar de parceiro. Consegue um mais lento nas decisões e surdo, para não ouvir o rádio. Deixa de atender ocorrência, não atende o rádio, finge que está doente. Seus superiores começam reclamar da sua embromação. A sociedade também, pois querem PM que apanha, não que escamoteia. Logo descobrem que você é um peso morto. Começam a te punir sucessivamente até te excluir da corporação. Sua esposa, seus filhos, seus amigos descobrem que você é não só omisso, mas medroso, covarde, banana. Provavelmente não arrumará outro emprego, nem outra mulher, nem outros filhos. Amigos? Jamais. Esta também não é a resposta certa.

Quarta: você ora para nascer de novo. Deseja nunca ter sido policial na vida. Pensa em candidatar. Mas descobre que tudo isto é uma ficção, impossível de ocorrer. Então você começa a desesperar. Não deixará de ser policial jamais, esta cruz é que tem que carregar. Provavelmente você vai ficar maluco diagnosticado, mas vão dizer mesmo é que você amarelou. Voltamos ao quadro da resposta anterior. Então, fácil concluir que esta também não é a melhor resposta. Me ajudem aí (sic). Qual é a resposta certa?

Rachel Sheherazade é mais homem que muitos homens que conheço. Tem coragem de falar o que precisa ser dito. Dê-me dez iguais a ela e teremos um País diferente. As policiais deveriam lhe oferecer segurança, medalhas e oblação. Não fazem isto porque têm medo. Agora, uma deputada de que me recuso a falar o nome a processa por dizer a verdade. Dizer que não gosta de polícia pode, mas eu dizer que não gosto de bandido é proibido? Que País é este? Vou mandar meus filhos embora o quanto antes. Este não é um lugar de se viver.
(Coronel Avelar Lopes de Viveiros, comandante da Academia da Polícia Militar/GO)


Fonte: http://www.dm.com.br/texto/169627
Posted: 19 Mar 2014 02:30 AM PDT

Existem indivíduos que se escondem numa penumbra cinzenta, autodenominando-se “críticos do sistema”, quando, na verdade, suas atitudes expressam a cômoda indiferença e a plena incapacidade de propor e fazer o novo. A eles não cabe falar em soluções, mas sim apontar os problemas!

Essas pessoas, por não possuírem capacidade intelectual e técnica razoáveis, se satisfazem em repetir citações de terceiros que, pelos seus raciocínios, dizem exatamente aquilo que eles queriam dizer, mas, por razões que só eles podem entender e explicar, não disseram.
Para essas pessoas, as coisas no seu estado atual estão ruins, mas ai de quem ousar alterá-las. Qualquer medida nova (seja ela a criação de UPPs, BCSs, cursos de formação de Cabos, concursos para cursos de formação de Sargentos, cursos para aviação policial, cursos oferecidos pela SENASP, CATE, COESP etc.) representa apenas uma dentre as duas únicas alternativas existentes: estagnação ou retrocesso!

Esse tipo de crítico é aquele que, se não há processos seletivos internos para ascensão na carreira, cursos de aperfeiçoamento ou cursos voltados para a sua atualização profissional na instituição a qual pertence, ele reclama. Porém, se os cursos existem, ele não se inscreve (geralmente ele acha que o seu conhecimento é maior do que aquele que é exigido no edital!), se se inscreve não realiza as etapas seguintes e, pasmem, ainda consegue a proeza de encontrar motivos para desmerecer aqueles que se dedicam aos estudos em busca de uma melhor qualificação pessoal e profissional. São os pobres de espírito!

Ele é um daqueles que passam a maior parte do tempo falando o quanto estão descontentes e decepcionados com a instituição a qual pertencem e que pretendem deixar de integrá-las para ir à busca de “algo melhor”. Porém, passados 30 ou 40 anos de serviço, como não buscaram a qualificação necessária para alçar “vôos maiores”, ainda ocupam espaço na instituição que tanto abominam. Estes são os desprovidos de iniciativa.

Ele é um exímio descobridor das razões pelas quais o Estado está investindo (claro, quando o Estado faz isto!) em qualificação profissional: “vou virar chofer de político”; “é para me bitolar”; “é para que eu passe a perseguir e dedurar os meus colegas”; “é para me explorar mais ainda”; “é para controlar o meu serviço”. Sim, ele também é dotado do poder de premonição!

Por fim, existem aqueles que se descobriram críticos do sistema quando foram alijados das funções que exerciam em gestões anteriores ou quando foram transferidos para a reserva ou aposentados. De repente, não mais que de repente, se veem dotados de uma capacidade de análise nunca antes exercida. O sistema de segurança pública, dada a profusão na qual surgem “analistas e consultores de segurança pública” é um ambiente fértil para o aparecimento desse tipo de crítico.

Caso queiramos identificar qualquer um desses pseudocríticos, após ele fazer mais uma brilhante constatação de um problema, perguntemos a ele: “qual solução você propõe?”. Ele responderá algo parecido com: “a mim não compete encontrar as soluções, quem deve fazer isso é quem recebe para tal! Eu apenas direciono os holofotes, aponto o dedo, identifico os culpados, jogo para a galera…!”

A crítica é o exercício da capacidade de julgar, analisar fatos, detectar problemas, propor soluções. É um passo indispensável no processo de construção do novo. Porém, a crítica desprovida de argumentos válidos, minimamente lógicos e que não propõe mudanças factíveis, ou seja, a crítica pela crítica, a crítica vazia, fere o bom senso, beira a simples difamação, demonstra incapacidade de raciocínio e ridiculariza aquele que a propaga.clique aqui


Fonte: Abordagem Policial

quarta-feira, 19 de março de 2014


TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF
Para Aguiasemrumo@yahoo.com.br
Hoje em 1:41 AM

TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF


Posted: 18 Mar 2014 02:30 AM PDT

Atualização das Promoções em 28 FEV 2014
existentes
Promoção reduzindo em 50% (30 meses)
***Promoção reduzindo em 75% (15 meses) - Vedada Pelo TCDF(Decisão) nº 4941/2013
ST

27
27
27
1º SGT

109
136
136
2º SGT

52
188
188
3º SGT
0

188
188
CB
7

25
195

         
    TOTAL
564
734
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terça-feira, 18 de março de 2014


TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF
Para Aguiasemrumo@yahoo.com.br
Hoje em 1:23 AM

TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF


Posted: 17 Mar 2014 03:26 AM PDT
Maceió é a quinta cidade mais violenta do mundo Foto: Priscylla Régia/Alagoas24Horas

De acordo com relatório de ONG mexicana, 41 municípios da América Latina marcam presença no ranking

Em 2012 eram 14 cidades; no ano de 2013, 15. Em 2014, o relatório anual da ONG mexicana Conselho Cidadão Para a Segurança Pública e Justiça Penal adicionou mais um município brasileiro ao ranking de 50 cidades com maior índice de homicídios do mundo.

A maioria das “mais violentas” está no continente americano (46 cidades), e na América Latina, em particular (41). Os países latino-americanos com maior problema de violência são Honduras, Venezuela, Guatemala, El Salvador, México e Brasil.

Com uma taxa de 187 homicídios a cada 100 mil habitantes, a cidade hondurenha de San Pedro Sula ocupou pelo terceiro ano consecutivo a liderança do ranking. O segundo lugar fica com Caracas, capital da Venezuela, e, em terceiro, Acapulco, no México, com taxas de 134 e 113, respectivamente, a cada 100 mil habitantes.

Saíram da lista as seguintes cidades que figuravam na lista de 2012: Brasília e Curitiba, no Brasil; Barranquilla, na Colômbia; Oakland nos EUA e Monterrey no México. Todas estas tiveram taxas inferiores ao 50° colocado, Valencia, na Venezuela

As 16 cidades brasileiras que estão na lista são:

- Maceió (AL) com 79,8;
- Fortaleza (CE) com 72,8;
- João Pessoa (PB) com 66,9;
- Natal (RN) com 57,62;
- Salvador (BA) com 57,6;
- Vitória (ES) com 57,4;
- São Luís (MA) com 57,0;
- Belém (PA) com 48,2;
- Campina Grande (PB) com 46,0;
- Goiânia (GO) com 44,6;
- Cuiabá (MT) com 44,0;
- Manaus (AM) com 42,5;
- Recife (PE) com 36,8;
- Macapá (AP) com 36,6;
- Belo Horizonte (MG) com 34,7 e
- Aracaju (SE) com 33,4.

Abaixo, confira a lista completa:


Fonte: Redação da Revista Fórum


Reportagem do Fantástico de ontem retrata a situação em Honduras, na cidade de San Pedro Sula, considerada a mais violenta do mundo.
Acesse aquipara assistir
Posted: 17 Mar 2014 02:53 AM PDT
Só o conhecimento traz a consciência! Esse texto deve ser lido por todos.

Os regimes políticos tendem a reformar a organização policial e penal, procurando ajustar as instituições preexistentes aos seus pressupostos, criando novas instituições ou extinguindo as antigas. Essa reorganização do sistema penal é parte de qualquer transição política.

Quando uma conspiração de generais, empresários e agentes dos Estados Unidos depôs o presidente João Goulart em 1º de abril de 1964, em pouco tempo procederam à reorganização das instituições e agências de segurança. Pesquisadores, entre os quais os da Comissão da Verdade, revelaram a existência de um sistema de espionagem e repressão, organizado de forma hierárquica e tentacular.

O comando político-militar da última ditadura (1964-85) aprofundou ao máximo a militarização do policiamento, consagrando o modelo que separa a polícia judiciária e a polícia ostensiva de feições castrenses. A Polícia Militar superou em número e visibilidade todos os outros aparatos policiais ou militares. O efetivo policial-militar é maior que o efetivo das três Forças Armadas e também é maior que o efetivo de todas as outras polícias.

Durante o período ditatorial, a Polícia Militar era comandada diretamente por oficiais do Exército. A Constituição de 1988 preservou parcialmente este modelo, conservando as polícias e corpos de bombeiros militares como força auxiliar e reserva do Exército. O governador eleito nomeia o comandante-geral da PM e CBM, mas o Exército, e, portanto, o presidente eleito que é o seu comandante supremo, pode vetá-lo. A hierarquia, disciplina, treinamento e administração da segurança pública, continuaram, em larga medida, submetida aos padrões militares.

A atual Constituição Federal também preserva, além da militarização (uma hiper-militarização, em se tratando da PM), a fratura do ciclo de policiamento em agências ostensivas e agências judiciárias, e a divisão das agências em carreiras superiores e subalternas (delegados/agentes, oficiais/praças, etc). Corpos de Bombeiros, além de militarizados e divididos em superiores/subalternos, são ainda parte da Polícia Militar em muitos estados da federação.

O art. 144 da Constituição de 1988 se tornou uma verdadeira camisa-de-força, impedindo a reestruturação das agências de segurança pública de acordo com as exigências de um regime democrático. Instaurou o duplo comando estadual/federal das PMs e CBMs, manteve a fratura do ciclo de policiamento em ostensivo/judiciário e a divisão de carreiras em superiores/subalternos, estabeleceu um obscuro conceito de “ordem pública” e impediu que os Estados pudessem discutir e reformar seus órgãos de segurança pública, de acordo com as suas peculiaridades. E mais importante, deu ao policiamento militarizado imposto por decreto-lei a força de norma constitucional aprovada em processo constituinte.

As políticas de segurança continuaram a ser pautadas pela lógica da guerra contra “inimigos internos”, segundo a cartilha nacional-securitista. Desde então, este modelo tem sido muito criticado e surgiram várias propostas para a sua reforma. Esses projetos reformistas giraram em torno de algumas palavras de ordem, como a desmilitarização e a unificação. Outros tentaram realizar reformas sem modificação constitucional, através de programas de integração entre Polícia Civil e Polícia Militar ou policiamento comunitário.

A maior parte dos planos e programas de governo estaduais e federais, no entanto, vão no sentido da instrumentalização política do modelo existente, não sendo incomum o reforço da lógica militarista na política de segurança pelas autoridades eleitas. Uma das consequências deste disso é a falsa polarização entre segurança e direitos humanos, que favorece a demagogia autoritária de políticos conservadores, que, uma vez no poder, se põem a incentivar uma conduta desrespeitosa, violenta e discriminatória pela polícia, em nome do “combate à criminalidade” em defesa dos “cidadãos de bens” e contra os novos “inimigos internos”, os “bandidos (pobres)”.

A mais recente iniciativa legislativa pela revisão constitucional da organização da segurança pública é a PEC 51/2013. Há motivos para acreditar que esse é a proposta mais completa de reforma da organização policial brasileira, capaz de contemplar demandas de movimentos populares e de grande parte dos policiais.

O que traz a PEC 51/2013? No que ela difere de propostas anteriores? Em primeiro lugar, a proposta difere das anteriores por incluir várias propostas anteriores, trazendo ainda propostas novas, e reformulando-as de modo consistente e mais amplo.

A PEC 51/2013 prevê a desmilitarização das polícias, desvinculando-as do Exército Brasileiro, e estabelecendo assim, de uma vez por todas, a salutar separação entre a função policial e a função militar – para que assim os profissionais das respectivas áreas possam cumprir a sua função sem ambivalências e invasões de competências alheias.

Os governos estaduais poderão organizar uma ou mais policiais estaduais desmilitarizadas, de ciclo completo e carreira única. A possibilidade de várias polícias estaduais pode ser estabelecida por territórios ou por tipos de crimes. Os governos estaduais ainda poderão regulamentar as polícias municipais, que também devem ser desmilitarizadas, de ciclo completo e carreira única.

A PEC 51/2013 também prevê a criação de ouvidorias de polícia. Essas ouvidorias, independentes e com participação da sociedade civil, são instrumentos de controle externo complementares ao controle interno realizado pelas atuais corregedorias de polícia. Os mecanismos de controle externo e interno contribuem para a responsabilização do policial pelo seu trabalho.

A polícia brasileira tem sido critica por protagonizar muitos episódios gravíssimos de violações dos direitos básicos dos cidadãos. Os casos mais espetaculares são os massacres, quando a ação policial provoca um elevado (e não raro subestimado) número de mortos e feridos de uma só vez: Candelária, Carandiru, Eldorado de Carajás, Favela da Maré, etc.

Menos visualmente espetaculares, mas ainda assim impressionantes, são os incontáveis de casos de abuso de autoridade, agressão, humilhação, extorsão, prisão ilegal, tortura e execuções sumárias cometidos por policiais pulverizados no tempo e espaço. Um “massacre a conta gotas” é realizado pela polícia brasileira, com destaque para a Polícia Militar, com uma execução aqui, outra ali, uma durante o serviço fardado, outra fora de serviço, que ao final de um ano resultam em milhares de mortes, e sabe-se lá quantos ao longo de décadas de policiamento militarizado.

conquanto se possa imaginar que uma ínfima fração da violência policial seja justificada pela resistência violenta de suspeitos à prisão, ameaçando gravemente a vida do policial ou de terceiros, a esmagadora maioria dos casos denunciados sequer são investigados. Os dados concretos indicam que as maiores vítimas são as camadas socialmente excluídas, os jovens e os negros ou pardos. Entre as vítimas letais, destaca-se que a maioria tinha sinais de execução sumária e não tinham antecedentes criminais, contrariando o discurso oficial da morte em combate de criminosos contumazes. As armas nas mãos podem ser “plantadas” após a morte, mas em muitos casos sequer existe essa preocupação, tal a certeza de que não haverá consequências.

As famílias e vizinhanças vítimas da violência extrema reivindicam justiça e assistência, mas também a desmilitarização da polícia. Apesar da alta vitimização por violência policial, esta possui um forte apoio de amplos setores da sociedade civil, acuados por uma gigantesco sentimento de insegurança. O imaginário do medo, explorado e amplificado pelo sensacionalismo midiático, serve de combustível para essa imolação massiva dos socialmente excluídos, que são tidos como suspeitos, até que se prove o contrário.

Nos últimos meses, os fluxos e refluxos de mobilização popular e a resposta autoritária dos governantes levou a repressão militarizada a se exibir nas principais vias públicas dos centros urbanos. As táticas de guerra, agressões físicas e verbais, prisões ilegais, abuso de autoridade e tiros “para matar” e bombas atirados contra pessoas desarmadas. A diferença foi o uso de balas de borracha, gás de pimenta, tasers e gás lacrimogênio, ao invés da munição letal que é usada nas favelas e periferias das regiões metropolitanas.

A violência policial-militar se exibiu em público, com milhares de testemunhas, muitas delas “armadas” com câmeras de vídeo e fotografia e conexões com a internet. Fotos, vídeos e testemunhos circularam pelas redes sociais, refutando a versão “oficial” da polícia e da mídia. E mesmo assim, ainda houve os costumeiros massacres e desaparecimentos forçados, ligados à política antidrogas nas periferias e favelas.

É difícil determinar se foram as balas de borracha na avenida ou as balas de chumbo nas favelas que provocaram maior repercussão. Infelizmente, parecem ter sido as de borracha, o que não impediu a solidariedade das vítimas dessa com a família do pedreiro Amarildo de Sousa e dos dez mortos no Massacre da Maré. Sem descartar a repercussão que possam ter tido as poucas revelações feitas pela Comissão Nacional da Verdade.

Talvez o mais importante agora seja que a exigência de desmilitarização ganhou as ruas, em conjunto com várias outras reivindicações difusas, que guardam em comum a recusa à governabilidade conservadora imperante no Brasil. Se quisermos construir um Estado Democrático de Direito, é preciso romper com a instituição do policiamento militarizado e implementar uma nova organização policial.

Matheus Boni Bittencourt* (* Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Espírito Santo e servidor público estadual.)
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segunda-feira, 17 de março de 2014


Artista cria imagens incríveis para incentivar adoção de cães abandonados0 Comentário(s)

Por Mariana Seman Ribeiro, em 17/03/2014 às 14:00

Sarolta Bán criou o projeto Help Dogs with Images (em português “Ajude Cachorros com Imagens”) para incentivar a adoção de cães abandonados.
Sarolta é uma fotógrafa húngara especialista em manipulação de foto digital. Ela cria imagens incríveis e agora vai usar esse talento para chamar a atenção para os cachorros que estão em abrigos.
A artista acredita que uma foto vale mil palavras. Por isso, com o projeto, esses cachorros terão mais chances de serem vistos e adotados por uma nova família.
Através do Facebook, Sarolta Bán está pedindo que as pessoas enviem fotos de cachorros (ou de outros animais) que estão precisando de um novo lar.
É necessário curtir a fanpage primeiro e depois enviar a foto. Depois, Sarolta vai criar uma bela montagem com a foto e compartilhar na própria fan page.
Além disso, a pessoa que adotar o cachorro vai ganhar a impressão da imagem feita pela artista.
Fonte: Portal do Dog