GRAVE: @STFezes cancela sessão plenária. Flávio Dino fechou o Supremo Tribunal Federal.
A crise está tão absurda que o STF fechou as portas. A pressão está ficando insustentável.
A decisão ilegal de Dino sobre a PF também proíbe ministros de decidir sobre o caso.
Flávio Dino basicamente interditou o STF.
Senado está rendido. E o sistema dá indícios não se preocupar mais com eleições.
O caos é tão grande que é impossível prever o que pode acontecer nas próximas horas.
Estamos vivendo sob anarquia institucional. Não esqueçam que Lula é o pai dessa crise
Data vênia
Sem aparelhamento do Congresso e Polícia Federal toda hora se Impicha a Dilma...
Pergunta ⁉️ show 🌽
- será que vamos ter eleições?
Reflexão antes de votar
Golpe milionário no desgoverno perdulário molusco 🦑 pai feito pelo molusco 🦑 junior....Sem falar no tio da contag...
Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
Relatórios da Polícia Federal usados por ministros do STF, como Alexandre de Moraes e André Mendonça, têm gerado forte controvérsia: policiais afirmam que esses documentos de inteligência não deveriam servir como base para decisões judiciais, pois não possuem valor probatório e desviam da função investigativa da corporação.
O que está acontecendo
- Relatórios de inteligência da PF foram utilizados por Alexandre de Moraes e André Mendonça em decisões recentes no STF.
Paulo Gonet tem envolvimento direto e pessoal com o caso Banco Master. Em tese ele não poderia se manifestar por estar diretamente implicado em corrupção e desvio de procedimento manifestando opinião estando envolvido até o pescoço com a ida do filho à Londres para degustar whisky com Vorcaro e no jatinho particular do banqueiro bandido… é além de suspeito.
- Policiais federais criticam o uso desses documentos, pois:
- São internos e restritos, sem caráter probatório.
- Não têm a finalidade de apurar crimes, apenas reunir informações.
- Não deveriam ser solicitados diretamente por ministros, já que cabe à PF produzir e encaminhar informações espontaneamente.
Posição da Polícia Federal
- A Associação dos Delegados da PF iniciou consulta interna para definir posicionamento oficial.
- Delegados afirmam que relatórios de inteligência não podem circular fora da corporação nem fundamentar processos criminais.
- A própria PF ressalta que esses relatórios:
- São de difusão restrita.
- Não podem ser usados como prova ou fundamentar decisões judiciais.
- Não substituem a via processual adequada.
Exemplos recentes
- Alexandre de Moraes usou relatório da PF para incluir André Mendonça no inquérito das fake news.
- André Mendonça utilizou outro relatório para pedir o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de inteligência, Leandro Almada.
- O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, declarou que parte dessas investigações é nula, pois não houve pedido formal do Ministério Público.
Implicações
- O uso desses relatórios fora de seu escopo levanta suspeitas de desvio de finalidade e conflito institucional entre STF e PF.
- Há risco de politização da atividade policial, já que documentos sem valor jurídico estão sendo usados em disputas internas da Corte.
- O episódio aprofunda a crise entre ministros e gera debate sobre os limites da atuação da PF e do Judiciário.
Em resumo: os relatórios da PF são documentos de inteligência sem valor probatório, e seu uso por ministros do STF tem sido criticado como um desvio de escopo da função policial. Recomenda-se acompanhar fontes oficiais e confiáveis para entender os desdobramentos dessa crise institucional.
Data vênia
As Instruções se encontram em chamas
Bancada do governo dentro do STF é considerada grave porque fere diretamente o princípio da independência entre os Poderes e a imparcialidade da Suprema Corte. O que está acontecendo hoje não é uma bancada formal, mas uma crise institucional marcada por acusações de alinhamento político de ministros e embates internos que envolvem o governo, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.
O que está acontecendo no STF
- Origem da crise: A Operação Compliance Zero investigou fraudes no extinto Banco Master. Relatórios da PF revelaram proximidade entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
- Embates internos: O ministro André Mendonça retirou o sigilo de documentos e acusou Moraes de irregularidades. Moraes, por sua vez, pediu investigação contra Mendonça por abuso de autoridade.
- Impacto no governo: Mendonça afastou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, decisão que foi contestada pela Advocacia-Geral da União (AGU). Isso arrastou o Executivo para dentro da crise.
- Reação institucional: O presidente do STF, Edson Fachin, prometeu resposta “firme, proporcional e rigorosa” e defendeu que nenhuma autoridade está acima da Constituição.
Por que é grave falar em “bancada do governo”
- Independência judicial: O STF deve atuar como guardião da Constituição, sem alinhamento político.
- Risco de captura institucional: Se ministros forem vistos como representantes de um governo, a credibilidade da Corte é abalada.
- Crise de confiança: A percepção de parcialidade mina a legitimidade das decisões do Supremo e pode gerar instabilidade democrática.
Consequências possíveis
- Afastamento temporário de ministros: Juristas já sugerem que Moraes e Mendonça sejam afastados de processos ligados ao caso Master.
- Código de ética interno: Fachin defendeu a criação de regras de conduta para ministros, para evitar conflitos de interesse.
- Pressão política: O presidente Lula criticou vazamentos e defendeu reforma no Judiciário, o que pode abrir debate sobre mudanças estruturais.
#VINGANÇ4eJUSTIÇAporORELHAdoaQuemDoer
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