segunda-feira, 7 de setembro de 2026

REVIRAVOLTA FACHIN RETIRA PEDIDO DE MORAES PARA INVESTIGAR MENDONÇA XANDÃO E ALCOLUBRE SEM SAÍDA!


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

URGENTE:

Ala de Andrei Rodrigues da PF, deu marmita com fezes para Daniel Vorcaro.

Edson Fachin retirou do inquérito das fake news o pedido de Alexandre de Moraes para investigar André Mendonça, transferindo o caso para análise direta da Presidência do STF. A decisão impõe prazo de cinco dias para manifestação da PGR e de Mendonça, deixando Moraes e Alcolumbre sem avanço imediato.  

Pontos Centrais da Decisão

- Retirada do inquérito das fake news: Fachin desentranhou o pedido de Moraes e abriu procedimento separado sob sua relatoria.  
- Prazo processual: PGR terá cinco dias úteis para se manifestar; depois, Mendonça terá igual prazo.  
- Caráter da medida: Fachin deixou claro que não há arquivamento nem julgamento de mérito; trata-se apenas de instrução preliminar.  

Contexto da Crise

- Origem: Mendonça retirou sigilo de relatório da PF que expôs mensagens entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master).  
- Reação: Moraes pediu investigação contra Mendonça por suposto abuso de poder e favorecimento político.  
- Movimento político: Alcolumbre sinalizou que, se houver impeachment de Moraes, Mendonça também seria incluído, tentando equilibrar pressões no Senado.  

Implicações

- Moraes sem controle: O pedido não tramitará mais no inquérito relatado por ele.  
- Mendonça sob análise: Apesar da retirada, o ministro continua alvo de questionamentos, agora sob condução de Fachin.  
- Alcolumbre limitado: A estratégia de impeachment cruzado perde força sem decisão imediata no STF.  

A manobra de Fachin neutralizou o embate direto entre Moraes e Mendonça dentro do inquérito das fake news, centralizando o controle na Presidência do STF. O resultado imediato é paralisação da ofensiva de Moraes e contenção da articulação de Alcolumbre, deixando ambos sem saída prática até nova deliberação.

Reflexão 🪞 

O autoproclamado “defensor da democracia” foi exposto como peça-chave no escândalo do Banco Master. Surge como advogado e funcionário de um dos maiores criminosos financeiros do país. A imprensa, antes cúmplice, agora hesita em admitir o erro de ter sustentado sua imagem de “herói”.  

Mensagens revelam intimidade com o banqueiro corrupto, mas ele insiste em conduzir inquéritos sem se declarar suspeito. A mídia militante, constrangida, tenta justificar sua conivência, mas não há perdão possível: foram sustentáculo de sua ascensão.  

O contraste é claro: Bolsonaro preso, mas correto; Moraes solto, mas equivocado. Os próximos dias definirão se ainda resta esperança para a democracia ou se o país seguirá rumo ao autoritarismo.

Data vênia 

O Poder Judiciário nunca “governou o povo” na história brasileira.

O Judiciário brasileiro não governa o povo; ele atua como árbitro e guardião da Constituição. A ideia de “governo pelo Judiciário” é equivocada: sua função é limitar abusos dos outros poderes e assegurar que o povo seja governado pelas leis e pela Constituição, não por juízes.

https://youtu.be/QzvW3bc-XSc?is=oDzvns6fX-bC-HD1

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