Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
Carros chineses já ocupam quase 20% do mercado brasileiro, graças à tecnologia avançada, eletrificação e preços competitivos. Isso é visto como parte de um processo de desindustrialização de 40 anos, que já afetou setores como brinquedos, calçados e eletrônicos, e agora ameaça a indústria automotiva nacional.
- Participação chinesa no mercado: Carros chineses já representam quase 20% das vendas no Brasil.
- Qualidade e inovação: São elogiados pelo design arrojado, eletrificação e tecnologia embarcada.
- Impacto negativo: Apesar de bons para o consumidor, reforçam a dependência de importações e reduzem a relevância da indústria local.
- Histórico da desindustrialização:
- Anos 1980: início da transferência de manufaturas para a Ásia.
- 1990s: abertura comercial expôs a indústria nacional.
- 2001: entrada da China na OMC acelerou a competição.
- 2003–2010: boom das commodities levou à “especialização regressiva” (exportação de básicos, importação de manufaturados).
- 2010–2018: queda da participação da indústria no PIB.
- 2019–2026: e-commerce chinês (Shein, Temu, AliExpress) intensificou a pressão.
Exemplos de setores já afetados
- Brinquedos: mais de 60% dos vendidos no Brasil são chineses; marcas nacionais desapareceram.
- Calçados: fábricas no RS fecharam devido a preços imbatíveis.
- Têxtil: confecções perderam espaço após fim da “taxa das blusinhas”.
- Eletrônicos: CCE, Gradiente e Philco Nacional praticamente sumiram.
- Siderurgia e pneus: importações chinesas 20–30% mais baratas.
Carros chineses são competitivos e beneficiam o consumidor, mas representam uma ameaça estrutural à indústria nacional. Sem estratégia de longo prazo e políticas industriais, o Brasil pode perder definitivamente sua capacidade de produzir veículos com tecnologia própria.
Data vênia
A disputa entre Alexandre de Moraes "ideológica" e a plataforma Rumble segue gerando debates sobre até onde vai a autoridade do judiciário brasileiro em relação a empresas sediadas nos Estados Unidos.
Segundo Martin De Luca, advogado da Rumble, as medidas atribuídas ao ministro configuram violação das leis americanas, já que envolvem pedidos de dados de usuários, remoção de conteúdos e bloqueio de receitas sem autorização da justiça dos EUA.
ARMADILHA
Circula nas redes sociais, sobretudo entre apoiadores do presidente, a tese de que o Brasil estaria a caminho de se tornar uma "potência mundial". Essa visão se apoia em três pilares:
- STF alinhado ao Executivo, garantindo blindagem jurídica às decisões do governo.
- Congresso sob controle da base aliada, permitindo avanço das pautas do PT sem resistência.
- Regulação das big techs, vista como forma de combater a "desinformação" e proteger a democracia.
Essa combinação, segundo as postagens, seria suficiente para tirar o país da crise e projetá-lo como referência global.
Contraponto
Apesar do otimismo da narrativa, os indicadores econômicos do governo Lula 3 mostram contraste: a taxa Selic está em 14,5% ao ano, colocando o Brasil entre os países com crédito mais caro do G20.
Em abril, a cesta básica registrou alta em todas as 27 capitais pelo segundo mês consecutivo. A Petrobras também anunciou reajustes sucessivos nos combustíveis, enquanto a dívida pública já supera R$ 7,5 trilhões. Paralelamente, pesquisas dos principais institutos apontam desaprovação majoritária ao governo. Lula encerra o seu terceiro mandato com a maior rejeição desde a sua entrada na vida pública.
(Conexão Política, 24 de maio de 2026)
O ministro do STF André Mendonça avalia abrir uma investigação por obstrução de Justiça no caso das fraudes bilionárias no INSS que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Apesar de advertências, Lula teria apoiado a retirada do delegado responsável, o que intensificou a crise política e jurídica.
O que está acontecendo
- Investigação principal: A Polícia Federal apura fraudes bilionárias no INSS, com suspeitas de ligação ao entorno de Lulinha.
- Ação de Mendonça: O ministro André Mendonça, relator do caso no STF, estuda abrir procedimento específico para apurar se houve obstrução de Justiça.
- Advertências ignoradas: Mendonça teria alertado dois ministros de Lula sobre interferências indevidas antes da troca do delegado.
- Decisão política: Lula, mesmo aconselhado, manteve a substituição do delegado, o que aumentou a tensão no Planalto.
Reações e desdobramentos
- Supremo Tribunal Federal (STF): Mendonça cobra explicações da PF e exige independência da nova equipe.
- Oposição: Parlamentares acionaram a PGR e pediram esclarecimentos ao diretor-geral da PF, acusando ingerência política.
- PT: Internamente, o partido tenta minimizar o desgaste, alegando que a troca foi burocrática e necessária para agilizar as apurações.
Pontos críticos
- Quebra de sigilo: Já houve autorização para analisar mensagens e movimentações financeiras ligadas a Lulinha.
- Pressões internas: Delegados relataram pressão política e risco de atrasos nas investigações.
- Divisão entre investigadores: Parte da PF defende focar apenas nas fraudes do INSS, enquanto outros querem aprofundar o elo com Lulinha.
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