Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção
O presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, declarou em evento no Dia do Trabalhador (1º de maio de 2026) que “nós, vermelhos, temos causa”, o que gerou forte reação pública e acusações de ativismo judicial. Ele afirmou que a Justiça do Trabalho deve atuar contra a precarização do emprego e limitar o “capitalismo selvagem”, mas sua fala foi interpretada por críticos como uma confissão de militância ideológica.
O que foi dito
- Declaração polêmica: “Nós, vermelhos, temos causa. Não temos interesse. E que fique bem claro isso.”
- Contexto: Discurso no 22º Congresso Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Conamat), em Brasília.
- Defesa institucional: O ministro disse que o TST deve proteger os vulneráveis e combater a precarização do trabalho, especialmente em plataformas digitais.
Reações e interpretações
- Críticas:
- Juristas e veículos como o Diário do Poder classificaram a fala como ativismo judicial e “escândalo institucional”, por supostamente substituir a imparcialidade pela militância.
- Defesa:
- O próprio ministro afirmou que não existem “juízes azuis ou vermelhos”, mas sim quem atua por interesses e quem atua por causas.
Contexto institucional
- O TST é a instância máxima da Justiça do Trabalho no Brasil, responsável por uniformizar a interpretação da legislação trabalhista.
- A Constituição Federal prevê que a Justiça do Trabalho deve equilibrar forças entre capital e trabalho, mas não autoriza juízes a se engajarem em causas partidárias.
- Por isso, declarações que remetem a cores políticas (“vermelhos” vs. “azuis”) são vistas como problemáticas, pois podem comprometer a imagem de imparcialidade do Judiciário.
A fala do presidente do TST expôs uma tensão entre a defesa de uma justiça social ativa e a exigência de neutralidade institucional. Enquanto apoiadores veem sua posição como um compromisso com os trabalhadores e contra a precarização, críticos enxergam uma perigosa aproximação entre magistratura e militância política.
LÓGICA MILITANTE
Biologia explica níveis de organização da vida e processos emergentes, DNA ou à hierarquia celular.
Data vênia:
Critério biológico é suficiente, biologia contribui para entender como a vida funciona.
Considerações:
Justo!
Ou então, que se construam cadeias trans masculinas e femininas! Jamais colocar junto, se a vitimização for parâmetro. Lembrando sempre que ser Mulher é dádiva, única, concedido por Deus biologicamente.
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EIS A QUESTÃO
O projeto BINGO na Paraíba mostra que a cooperação Brasil–China não é só subordinação: há transferência de tecnologia, capacitação de pesquisadores e aplicações estratégicas em áreas como fármacos, criptografia e agricultura de precisão. A parceria já envolve universidades brasileiras (USP, INPE, UFCG) e instituições chinesas, com desenvolvimento conjunto de instrumentação e software, além de investimentos bilateral.
Brasil–China no BINGO
- Localização: Sertão da Paraíba, município de Aguiar.
- Objetivo científico: Detectar oscilações acústicas de bárions (BAO) e estudar Fast Radio Bursts, contribuindo para pesquisas sobre matéria escura.
- Participação brasileira: USP,i INPE e UFCG lideram a construção, receptores e software de análise.
- Participação chinesa: Yangzhou University, Shanghai Astronomical Observatory, University of Science and Technology of China e CETC54 fornecem refletores e estruturas.
- Governança: Maioria de cientistas brasileiros no comitê (6 brasileiros, 1 chinês).
- Investimento: Cerca de R$ 35 milhões, com financiamento da FAPESP, MCTI, CNPq, governo da Paraíba, FINEP e instituições chinesas.
- Aplicações futuras: além da radioastronomia, há cooperação em radares, computação quântica e tecnologias de comunicação.
Implicações para o Brasil
- Ganho real: acesso a tecnologias de ponta e formação de mão de obra qualificada.
- Autonomia científica: protagonismo brasileiro no desenvolvimento de receptores e software.
- Aplicações práticas: impacto em setores estratégicos como saúde, finanças e agronegócio.
- Risco: dependência tecnológica futura se não houver equilíbrio na parceria.
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