O presidente Michel Temer escolheu o ministro Raul Jungmann para assumir o novo ministério da Segurança Pública. A decisão foi tomada hoje e o anúncio será feito nesta segunda-feira, 26. O ministério será criado por Medida Provisória.
Ainda não está definido quem irá substituir Jungmann no Ministério da Defesa. O ministro sempre foi o nome preferido do governo para a nova pasta que será responsável pela Polícia Federal, hoje vinculada ao Ministério da Justiça.
O presidente se reuniu hoje com Jungmann no Palácio do Jaburu, além dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria de Governo), Sergio Etchegoyen (GSI) e o deputado Darcisio Perondi (MDB-RS), vice-líder do governo. AS INFORMAÇÕES SÃO DA (Andreza Matais) ESTADÃO
Joesley Batista e Ricardo Saud apresentaram detalhes no inquérito que apura se Temer beneficiou a empresa Rodrimar com a edição do decreto que prorroga os contratos de concessão no porto de Santos. Do Estado de Minas:
Um novo capítulo das investigações da Polícia Federal que apuram o suposto pagamento de propina na edição pelo presidente Michel Temer do Decreto dos Portos foi revelado. Em depoimentos ocorridos nos dias 15 e 16 deste mês, Joesley Batista, dono da J&F, e Ricardo Saud, ex-executivo do grupo, apresentaram detalhes no inquérito que apura se Temer beneficiou a empresa Rodrimar com a edição do decreto que prorroga os contratos de concessão no porto de Santos.
Em documentos revelados com exclusividade pelo Jornal Nacional, os dois delatores falam de uma fazenda que poderia ser de propriedade do presidente, além de uma medida de Temer para beneficiar a J&F no Porto de Santos. Segundo a reportagem, a J&F comprou uma área da Rodrimar para construir um terminal de cargas e escoar a produção da Eldorado Celulose.
A obra do terminal estava atrasada e tinha sido embargada pela Companhia Docas de São Paulo (Codesp). O ex-executivo, então, disse que procurou Temer em Brasília. Contou que o então vice-presidente tomou nota de detalhes e disse que ligaria para a Codesp para ver o que estava acontecendo. Saud disse, então, que poucos dias depois um diretor da Eldorado informou que a obra havia sido liberada e estava “a pleno vapor”.
– Relator do inquérito que investiga o presidente Michel Temer e a edição de um decreto de maio de 2017 que mudou regras de concessões para empresas portuárias, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou em 15 de dezembro passado a quebra de sigilo bancário e fiscal de vários investigados nesse caso. Barroso atendeu a um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) do dia 12 de dezembro. A informação foi confirmada pela assessoria do órgão, que informou que foram quebrados os sigilos de pessoas físicas e empresas, sem nominá-las.
Além de Temer, são investigados no inquérito dos portos o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR), Antonio Celso Grecco e Ricardo Mesquita, dono e diretor da empresa portuária Rodrimar, respectivamente. Outro possível alvo da quebra de sigilo é João Baptista Lima Filho, coronel aposentado da PM paulista e amigo do presidente. Embora ele não conste do rol de investigados, seu nome é citado diversas vezes em relatórios da Polícia Federal no inquérito.
Em petição ao STF, o delegado da PF Cleyber Lopes, responsável pelo inquérito, havia tratado da necessidade de quebrar o sigilo de suspeitos e de empresas. A PGR destacou que pediu a medida em dezembro, por iniciativa própria, antes da petição da PF. O inquérito dos portos no STF não está em segredo, mas pedidos de cautelares, como quebras de sigilo bancário, são feitos em procedimentos à parte esses, sim, sigilosos. O pedido da PGR [de quebrar os sigilos de investigados] foi integralmente deferido [por Barroso] ainda no mês de dezembro.
Durante o plantão, no recesso Judiciário, em complemento, a PGR entendeu necessária a extensão da quebra para outra pessoa jurídica, indicada pela PF, e assim, pediu ao relator que fosse incluída, informou a Procuradoria. Após, a PF apresentou nova representação de quebra de sigilo bancário e fiscal e a PGR verificou que esse pleito já estava contido no pedido apresentado em dezembro.
PRAZO
A PF também havia apontado a necessidade de prorrogar o prazo para a conclusão da investigação. A PGR informou que recebeu o inquérito na quinta-feira (22) e vai analisar o pleito e as diligências que ainda estão pendentes. Em geral, o órgão concorda com a prorrogação pedida pela PF quando o delegado lista as medidas investigativas que deve tomar (como interrogatórios e solicitações de documentos).
Neste domingo (25), o ministro Barroso afirmou em despacho, no âmbito do inquérito, que conversou com o delegado Cleyber Lopes, que lhe assegurou não ter vazado a ninguém informações sigilosas sobre o caso. O inquérito dos portos voltou ao noticiário nas últimas semanas após a divulgação de um relatório parcial, feito por um escrivão e um agente da PF, que levanta indícios de irregularidades.
A investigação foi aberta no ano passado na esteira da delação da JBS. O decreto sob apuração ampliou de 25 para 35 anos os prazos dos contratos de concessão e arrendamento de empresas que atuam em portos e permitiu que eles possam ser prorrogados até o limite de 70 anos. Loures, o deputado da mala da JBS, é suspeito de ter defendido interesses da empresa Rodrimar na elaboração do texto.
No dia 1º de dezembro de 2017, o sistema de bateria 100MV da Tesla entrou em funcionamento no sul da Austrália depois de ser construído em apenas 100 dias, a pedido do próprio Elon Musk.
A bateria já provou que é útil. No dia 14 de dezembro, uma termelétrica a carvão mineral passou por um problema e teve que interromper sua geração de energia. Em milissegundos, a bateria da Tesla já estava fornecendo energia para a rede da região.
Agora ela prova que além de útil, é também rentável. De acordo com um relatório da Renew Economy, site australiano especialista em energia renovável, o sistema de baterias da Tesla pode ter gerado aos seus donos, Neoen, cerca de $800 AUD (US$800 mil ou R$2.547,02) em poucos dias.
Atualmente, 70/MW/39MWh da capacidade da bateria está reservada para o governo do estado Austrália Meridional em casos de necessidade. Já o restante, 30MW/90MWh, está sob controle da Neoen. A empresa tem vendido sua produção por $14 (R$36) por MWh nos dias 18 e 19 de janeiro de 2018, enquanto não pagava quase nada para gerar eletricidade.
O governo da Austrália tem grande interesse nas baterias Tesla porque há anos vem enfrentando problemas de geração de energia, com termelétricas antigas que não funcionam bem, altas temperaturas e com a inconsistência da geração de energia solar e eólica. Algumas regiões do país têm enfrentado altos preços de energia e blackouts frequentes.
A bateria é resultado da parceria entre a francesa Neoen e da Tesla, que criou o design eficaz da bateria. A bateria tem a mesma tecnologia que as baterias dos carros Tesla. Ela é conectada a uma fazenda de energia eólica australiana e é a maior bateria de lítio do mundo, sendo descrita por Musk como três vezes mais poderosa que a próxima melhor bateria do mundo.
Desafio do Twitter
A ideia da construção da bateria surgiu de um desafio feito por um fã no Twitter. Ele questionou se o dono da Tesla encarava com seriedade o desafio da geração de energia na Austrália, e Musk não só respondeu que sim, mas que a obra seria entregue em 100 dias. Se o prazo não fosse cumprido, o estado australiano receberia energia elétrica de graça. A contagem regressiva começou no dia 30 de setembro, depois que o projeto foi aprovado pelo estado, e a bateria foi inaugurada em apenas 60 dias.
A bateria consegue fornecer energia para 30 mil casas por uma hora, mas por enquanto será usada apenas para estabilizar o fornecimento regular de energia. As duas empresas estão construindo uma bateria de 20MW no estado australiano de Victória.
Baterias no mundo todo
Outras baterias menores semelhantes também ajudam na oferta de energia na Califórnia, Havaí, Nova Zelândia e Reino Unido. Hotéis de luxo na África do Sul também usam pequenos sistemas para armazenar energia da Tesla.
A empresa prometeu enviar baterias para Porto Rico, que perdeu quase todos os sistemas de geração de energia quando o furacão Maria passou pela região em 2017.
A Tesla deve enfrentar competidores à altura em 2019, quando uma bateria 50% maior que a australiana será ligada na Coreia do Sul. [The Science Page, BBC]
Relembre no vídeo abaixo o lançamento da Tesla Energy, em 2015:
Preocupação de especialistas é se os smartphones poderiam aumentar o risco de desenvolver tumores no cérebro ou na região da cabeça e pescoço
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TECH POLÊMICA
Os possíveis efeitos cancerígenos do uso intenso de celulares são temas de debates frequentes. Cientistas já realizaram uma série de estudos para identificar se e até que ponto as ondas de radiofrequência emitidas pelos dispositivos podem ser prejudiciais, mas parece que não chegaram a uma conclusão.
Como explica uma matéria publicada neste sábado (24) pela BBC Brasil, as ondas de radiofrequência são uma forma de radiação não ionizante, que se desprende dos raios X ou ultravioleta.
Um texto do site da Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS, sigla em inglês) explica que "a preocupação é se os smartphones poderiam aumentar o risco de desenvolverem-se tumores no cérebro ou na região da cabeça e pescoço".
As ondas emitidas pelos celulares "não são intensas o suficiente para danificar diretamente o DNA ou aquecer os tecidos do corpo" e "não está claro como os celulares poderiam causar câncer". Mas estudos indicam a possibilidade de desenvolver a doença, mesmo que não seja comprovada.
A BBC explica que a Taxa de Absorção Específica (SAR, sigla em inglês) ajuda a identificar os celulares que emitem mais ou menos radiação. O índice nos permite saber que parte da radiação á retida pelo tecido humano.
Os fabricantes devem informar aos órgãos reguladores de cada país qual é o SAR - que corresponde ao uso do telefone em sua potência máxima - de seus produtos. Muitos compradores sequer verificam essa informação. Para facilitar a consulta, a Agência Federal Alemã de Proteção à Radiação listou os celulares que mais geram ondas de radiofrequência e disponibilizou ao público.
As primeiras posições da lista são o OnePlus 5T, Huawei e o Lumia 630 da Nokia. Também estão na lista o iPhone 7 (em décimo lugar), o iPhone 8 (12º lugar) e o iPhone 7 Plus (15º), além do Sony Xperia XZ1 Compact (11º), o ZTE Axon 7 mini (13º) e o Blackberry DTEK60 (14º).
Não são estipulados níveis seguros de radiação, mas o órgão de proteção ao meio ambiente na Alemanha, o Der Blaue Engel, só aprova aparelhos com um nível de absorção de até 0,60 watts por kg.
Todos os telefones listados ultrapassam o dobro do limite.
Na lista dos celulares com menor radiação, os modelos da Samsung lideram. O primeiro na lista é o Sony Xperia M5 (0,14), seguido do Samsung Galaxy Note 8 (0,17) e S6 edge+ (0,22), Google Pixel XL (0,25) e Samsung Galaxy S8 (0,26) e S7 edge (0,26).
Os modelos Moto G5 plus e Moto Z da Motorola também estão entre os que emitem as mais baixas radiações do mercado.
Para saber a quantidade de radiação que o seu celular emite, basta consultar o manual do equipamento, o site do fabricante ou o site da Comissão Federal de Comunicação dos Estados Unidos (FFC, por sua sigla em inglês).
Segundo o jornal ‘El País’, dinheiro seria resultado de suborno pago por empresas estrangeiras em troca de garantias de contratos com a PDVSA; vários centros financeiros europeus foram usados para camuflar negócios
Jamil Chade, correspondente, O Estado de S.Paulo
14 Dezembro 2017 | 22h51
GENEBRA - Bancos de Andorra e da Suíça foram utilizados por pelo menos cinco anos pela cúpula do então presidente Hugo Chávez (1999-2013) para desviar US$ 2,3 bilhões da Venezuela, segundo o jornal espanhol El País. O dinheiro viria de subornos pagos em troca de contratos entre empresas estrangeiras e a PDVSA, a estatal de petróleo do país.
Hugo Chávez em Caracas, em 2012; denúncias de corrupção atingem cúpula do chavismo Foto: REUTERS/Jorge Silva
Os dados revelados pelo jornal espanhol e confirmados nesta quinta-feira,14, pelo Estadoindicam que o Banco Privado de Andorra, também envolvido em pagamentos de subornos da Odebrecht, foi o canal utilizado para parte dos pagamentos. Dali, o dinheiro seguia para a Suíça. A investigação, que já dura dois anos, agora permite refazer parte do caminho do dinheiro.
O Estado apurou que, em visita à Suíça, a ex-procuradora-geral da Venezuela Luisa Ortega Díaz tratou especificamente deste caso com os investigadores em Berna, em outubro. Depois da Suíça, ela viajou para Madri, onde esteve com autoridades espanholas. Foram seus dados que, segundo fontes, completaram a rota do dinheiro. Sua análise é de que, além de Suíça, Andorra e Espanha, o caminho incluía Emirados Árabes e República Dominicana.
Estima-se que pelo menos 37 contas foram abertas em nome de empresas de fachada, todas no Panamá. Os pagamentos ocorreram entre 2007 e 2012 e envolveram uma dezena de pessoas e laranjas. Em grande parte, os subornos eram pagos por empresas estrangeiras que buscavam contratos com a PDVSA. Para camuflar os pagamentos, a rota do dinheiro incluía paraísos fiscais e bancos suíços.
Segundo documentos, um dos cabeças do esquema foi o ex-vice-ministro de Energia Nervis Villalobos, responsável por elaborar a estratégia de fornecimento de energia no país. Membro do governo entre 2004 e 2006, detido na Espanha em outubro, ele aguarda extradição para os EUA.
Os documentos revelam que Villalobos abriu 12 contas que receberam US$ 146 milhões. Ele alegou ser um engenheiro de sucesso, que seu patrimônio de US$ 82,6 milhões vinha de honorários de serviços de intermediação. Além de Andorra, ele também tinha contas na Suíça.
Outro ex-ministro é Javier Alvarado, que também comandou a Corporación Eléctrica Nacional (Corpoelec), empresa suspeita de corrupção nos EUA. Em cinco contas, ele recebeu US$ 55 milhões, mesmo enquanto estava no governo de Chávez. Além de Andorra, ele também mantinha seu dinheiro na Suíça.
O ex-presidente da PDVSA Rafael Ramírez, que comandou a estatal por 12 anos, também é foco da investigação. O executivo saiu do posto apenas após ganhar imunidade como embaixador da Venezuela na ONU, já no governo de Nicolás Maduro. O dinheiro poderia estar na conta de seu primo Diego Salazar, com sete contas em nome de seis empresas diferentes em Andorra. Sozinho, ele movimentou US$ 25 milhões e foi preso semana passada. Na Venezuela, ambos também são alvo de investigações.
Foi justamente uma transferência suspeita para uma de suas contas, de 89 mil euros, que levou a França a soar o alerta para Andorra. Em 2012, houve outra transação suspeita. Salazar tentou enviar US$ 47 milhões da Suíça para a França, na suposta compra de uma propriedade. A rede é completada por Omar Farias, um empresário ligado ao chavismo que teria recebido US$ 692 milhões em Andorra.
O esquema usado pelos intermediários era quase sempre o mesmo. Para justificar ao banco os pagamentos, alegavam que eram comissões por trabalhos de consultoria. De acordo com as investigações, esses trabalhos jamais foram realizados.
Segundo o jornal espanhol, a juíza de Andorra, Canòlic Mingorance, suspeita que os chavistas cobravam entre 10% e 15% do total dos contratos com empresas estrangeiras. Uma parte desses pagamentos pode ter vindo da China que, ao longo dos anos, reforçou sua presença com contratos com a PDVSA.
O banco utilizado para receber os pagamentos era o BPA, de Andorra, o mesmo que foi considerado instrumento para a lavagem de dinheiro de grupos criminosos russos e acabou sofrendo uma intervenção. De acordo com Andorra, parte do dinheiro que passou pelo principado saiu antes que fosse bloqueado, em 2015. Na Suíça, o Estado apurou que pelo menos US$ 118 milhões em nome de venezuelanos estariam bloqueados após suspeita de corrupção.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) ajuizou uma ação civil pública para apurar a prática de corrupção relacionada ao desperdício de toneladas de medicamentos em dois estoques da Secretaria estadual de Saúde. De acordo com as investigações, as imagens de incontáveis caixas de remédios vencidos, que tiveram repercussão nacional em 2016, foram causadas por um esquema de fraudes montado pelo ex-governador Sérgio Cabral com a ajuda do secretário de Saúde de seu governo, Sérgio Côrtes. Outra peça central no esquema é o empresário Arthur Soares, o Rei Arthur, dono das empresas responsáveis pela gestão da Central Geral de Abastecimento (CGA) da Secretaria. Além de Cabral, Cortes e Soares, outras 17 pessoas, entre agentes públicos e empresários, são alvos do processo. O MP conduz uma investigação para a apurar as responsabilidades civil e penal relacionadas ao desperdício dos medicamentos, encontrados em depósitos em Niterói e Nova Iguaçu, no Grande Rio. Ambos os locais eram administrados por empresas de Arthur Soares. De acordo com o ex-subsecretário estadual de Saúde Cesar Romero, delator premiado da Lava-Jato no Rio, a licitação para a escolha do gestor da CGA foi fraudada. A disputa foi vencida pelo consórcio Log Rio – formado pelas empresas Facility e Prol, ambas do empresário Arthur Soares, o Rei Arthur – que levou um contrato de R$ 255 milhões. Este contrato durou sete anos, até ser suspenso em abril de 2016, logo depois que uma inspeção encontrou no local mais de 300 toneladas de medicamentos vencidos.
A ação civil pública, distribuída à 2ª Vara de Fazenda Pública, é o primeiro dos desdobramentos do inquérito sobre os estoques de medicamentos. Na delação, Cesar Romero afirmou que as empresas assumiram a gestão da CGA sem ter qualquer experiência em logística de saúde. Isso teria ocasionado, segundo ele, graves problemas no armazenamento e distribuição de medicamentos aos hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Romero garantiu que, em reiteradas ocasiões, medicamentos com prazo de validade vencidos foram destruídos em desacordo com as normas estabelecidas pela Anvisa.