sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

BOPE - Batalhão de Operações Especiais Policiais) que trabalhará diretamente subordinado as FORÇAS ESPECIAIS DOS COMANDOS ANFÍBIOS em ações conjuntas terra e ar.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

POSITIVO & OPERANDI

SELVA!!!



MINISTÉRIO DO EXERCITO
  Palácio Duque de Caxias

Plano Estadual de Intervenção Militar em decorrência a ineficiência estadual de gerir proteção e segurança pública para a Sociedade Fluminense.

Plano Operacional Estadual de Intervenção Militar

Os Generais das Forças Armadas serão os Comandantes diretos de seus Coronéis das Forças Armadas Terrestres e Aéreas, para delegar-lhes as missões.

O Exmo. Sr.Cel. Ivan Cosme de Oliveira Pinheiro, ficará a comandar diretamente todos Delegados de Polícia, assim como todos os Cel. Policiais Militares do Comando Geral ao Secretário de Segurança Pública que será nomeado ainda está semana.

Haverá mudança em todos os Quartéis das Forças Auxiliares a seguir como descricionados abaixo.

Quartéis das Forças Auxiliares Operacionais (Excluindo o BOPE - Batalhão de Operações Especiais Policiais) que trabalhará diretamente subordinado as FORÇAS ESPECIAIS DOS COMANDOS ANFÍBIOS em ações conjuntas terra e ar a serem desenvolvidas a partir desta semana.

Os demais Quartéis de Força Auxiliar que são denominados exercerem patrulhamento em áreas de risco ou áreas vermelhas.
Estarão sendo Comandados com base fixa dentro da própria unidade, por Coronéis do Exército com Cursos de Forças Especiais, Guerrilhas Urbanas e Ações no Haiti para que desenvolva ações contundentes e eficazes diretamente em áreas conflagradas de auto risco em decorrência de atuação de grupos de milícias armadas do Narcotráfico.
Todas as Comunidades onde existem milícias de Narcotraficantes serão consideradas a partir da data de hoje como território hostil, sendo autorizados as FORÇAS ESPECIAIS, FORÇAS ARMADAS, BOPE, PARAQUEDISTAS E O CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS juntamente com as FORÇAS AUXILIARES DA POLÍCIA MILITAR agirem de forma contundente, ríspidas, e até mesmo com o uso de Força Letal caso haja necessidade quando assim forem atacadas sobre qualquer tipo de ameaça física real contra a vida de qualquer integrante das FORÇAS CONJUNTAS AMIGAS.

Os demais Quartéis de Força Auxiliar que não estão enquadrados como pertencentes a áreas conflagradas como de auto risco ou áreas vermelhas.
Serão comandados por Cel. de Infantaria onde os CMTs dos Batalhões e todo o Estado Maior deverá ser co-auxiliador do mesmo em ações operacionais em suas áreas.
O Secretário de Segurança Pública, será denominado Secretário de Estado e o mesmo será subordinado ao Cel. mais antigo da Coordenação de Operações Avançadas, onde o mesmo estará recebendo diretrizes e ordens do CMT. DO CML e onde será repassadas ao Secretário de Estado e assim ao Cel. mais antigo até chegada a tropa.
Será considerado CRIME MILITAR todo e qualquer envolvimento de TROPAS FEDERAIS, ESTADUAIS, CIVIL com milícias de Narcotraficantes, onde o Sistema de Inteligência do Exército estará monitorando 24hs quaisquer tipo de Conduta incondizente, por meios de escutas telefônicas autorizadas pela justiça, bem como informações levantadas pela  Inteligência do Exército.

Todas as Operações em Comunidades a partir de hoje, serão consideradas como ÁREA DE TERRITORIO HOSTIL e estará respaldado pelo Ministério da Defesa toda reação de Forças Hostis de Narcotraficantes que resultem em Prisão ou Morte de Narcotraficantes e associados ao Narcotráfico.
A partir da data de hoje todo o Estado do Rio de Janeiro está sobre o Comando de Intervenção Militar do Palácio Duque de Caxias até 31/12/2018 podendo alongar -se está intervenção caso se ache necessário para o bem estar Social de todos.

Nas DELEGACIAS DISTRITAIS.

A autoridade Distrital dos Delegados de Polícia, estarão Subordinados Diretamente ao Ministério da Defesa, e será Nomeado um Cel. Detentor de Formação Jurídica para estar Deliberando e Delegando ordens aos mesmos, onde caberá o Papel de Apoio Jurídico para Registro de APF, CONFRONTOS ARMADOS, APREENSÕES, ÓBITOS para que sejam relatados e registrados da forma da Lei.
Ademais serão elaborados no decorrer do Processo de Implantação do Plano de Intervenção Militar a função dos Delegados de Polícia de DELEGACIAS ESPECIALIZADAS.

A CIDADE DA POLÍCIA será a BASE CENTRAL de APRESENTAÇÃO DE MATERIAL APREENDIDO, ARMAS, DROGAS, bem como da PRISÃO DE NARCOTRAFICANTES.

PALACIO DUQUE DE CAXIAS
COMANDO MILITAR DO LESTE.

Rio de Janeiro 16, Fevereiro 2018.

SECRETÁRIO De “Insegurança” Do Rio É AFASTADO Em CONSEQUÊNCIA Da INTERVENÇÃO FEDERAL








O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Roberto Sá, foi afastado de seu cargo nesta sexta-feira (16) em consequência da intervenção federal que será decretada ainda hoje na área de segurança pública fluminense. O governador Luiz Fernando Pezão (MDB) comunicou a intervenção à cúpula da área em reunião pela manhã, no Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

…….> Em entrevista ao “RJTV”, da TV Globo, Sá disse que, ao ser informado sobre a intervenção pelo governador, colocou o cargo à disposição. “Hoje de manhã tivemos reunião em que o governador nos comunicou [a intervenção] e, naquele momento, deixei, de forma muito clara, o cargo à disposição, do governador para que essa pessoa [interventor] tenha toda liberdade escolher a quem queira designar.”
O governador embarcou na manhã de hoje para Brasília, onde será assinado na tarde desta sexta, pelo presidente Michel Temer (MDB), o decreto por meio do qual a União intervirá nas forças estaduais.

Numa reunião tensa, que acabou por volta da 0h desta sexta, foi decidida a intervenção. Participaram do encontro o presidente Temer, Pezão, ministros e representantes do Congresso.
NA PRÁTICA, PEZÃO PERDERÁ TODOS OS SEUS PODERES SOBRE AS CORPORAÇÕES POLICIAIS. Um general do Exército Walter Braga Netto, de perfil centralizador, assumirá o comando das polícias Civil e Militar do Estado. O general Braga Netto é comandante militar do Leste.
O presidente Michel Temer decidiu no início da madrugada desta sexta decretar intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. O Exército passará a ter responsabilidade sobre as polícias, os bombeiros e a área de inteligência do Estado, inclusive com poder de prisão de seus membros.
Na prática, o oficial vai substituir o governador do Rio na área de segurança. A decisão do governo federal contou com o aval de Pezão.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que Pezão se mostrou favorável à intervenção no Rio –pelo menos “na parte” na qual o presidente da Câmara participou da reunião realizada com o presidente Temer. Maia chegou depois que a reunião com o presidente e ministros já havia começado. Inicialmente, o governador do Rio teria resistido a aceitar a proposta. Segundo Maia, Pezãotinha uma proposta parecida, mas o plano não andou. Maia disse que caberá a Temer detalhar o plano, para que ele “tenha início, meio e fim”.
A previsão é de que o decreto determine a intervenção até o final de 2018. A ideia inicial é que a tropa das Forças Armadas saia às ruas para tentar coibir a violência e oferecer sensação de segurança à população. Não se trata de uma típica intervenção federal, onde o governador é afastado, mas uma intervenção em que apenas a área de segurança passará ao controle do governo federal.
Com este decreto, o comandante militar do Leste poderá afastar os comandantes das polícias Militar e Civil, mas ainda não há decisão sobre o que será feito.
DECRETO SERÁ VOTADO NA CÂMARA E NO SENADO
As sessões no Congresso Nacional para apreciação do decreto de intervenção na segurança pública do Rio devem ocorrer a partir da próxima semana. Segundo técnicos do Legislativo, serão duas votações distintas, uma na Câmara e outra no Senado, convocadas pelos respectivos presidentes das Casas.
Na Câmara, conforme Rodrigo Maia disse na manhã de hoje, a ideia é votar o decreto entre segunda e terça-feira (dias 19 e 20) direto no plenário.
Pela Constituição, ainda será preciso formar antes o Conselho da República, criado para deliberar sobre intervenção federal, estado de defesa, estado de sítio e questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas.
O conselho é constituído por seis cidadãos brasileiros natos, com mais de 35 anos, que ainda não foram nem sequer indicados. O conselho também é composto pelo presidente da República; os presidentes da Câmara e do Senado; os líderes da maioria e da minoria da Câmara, Lelo Coimbra (MDB-ES) e José Guimarães (PT-CE); e do Senado, senadores Raimundo Lira (MDB-PB) e Humberto Costa (PT-PE); e o ministro da Justiça, Torquato Jardim.
BRAGA NETTO É CONSIDERADO NOME FORTE
O homem que estará à frente da segurança pública do Rio é considerado um nome forte de liderança dentro do Exército.
Natural de Belo Horizonte (MG) e integrante do CML (Comando Militar do Leste), no Rio, ele esteve à frente na organização de duas ações militares de segurança nacional, entre 2016 e 2017: Olimpíada e crise de segurança no Espírito Santo.
Em 2016, durante a Olimpíada do Rio, ele foi nomeado um dos comandantes da segurança, atuando como coordenador-geral da Assessoria Especial para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do CML. O papel dele na operação foi visto com bons olhos dentro do Exército.


Temer Irá Ao Rio Neste Sábado Para Reunião No Palácio Guanabara Sobre Intervenção Https://







o presidente Michel Temer irá ao Rio de Janeiro neste sábado (17) discutir a intervenção federal no Estado. A reunião foi marcada no Palácio Guanabara.
Temer assina no começo da tarde desta sexta-feira (16) o decreto de intervenção na segurança pública no Rio de Janeiro. Ele fará um pronunciamento em cadeia de rádio e TVsobre o assunto. O governo decidiu decretar intervenção nesta quinta-feira (15).
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi convencido por ministros do governo a aceitar a intervenção federal no estado. Ministros estiveram ontem no Rio para convercer o governador.

Temer Irá Ao Rio Neste Sábado Para Reunião No Palácio Guanabara Sobre Intervenção Https://








O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sérgio Etchegoyen, reagiu de forma contundente à pergunta de um jornalista sobre uma possível ameaça à democracia de intervenção na Segurança Publica do Rio de Janeiro.
– Gostaria de dizer uma coisa como soldado, como militar que fui a vida toda. As Forças Armadas jamais foram ameaça à democracia, em qualquer tempo desde a redemocratização. Ameaça à democracia é a incapacidade das estruturas policiais de conter a violência.

O CAMINHO DA PROPINA!! PF Reconstitui O Caminho Da Propina Entregue À Gleisi Hoffmann









O esquema dos repasses de propina endereçados a senadora Gleisi Hoffmann foi reproduzido pela Polícia Federal.
O delator Antônio Carlos Pieruccini acompanhado por um investigador da PF percorreram todos os locais onde as remessas de dinheiro sujo foram repassadas para a senadora.
Com abundância de detalhes Pieruccini explica como foram realizados, onde foram feitos, quais as quantias e para quem foram entregues os pacotes com dinheiro vivo.
Numa das oportunidades, de acordo com o delator, o próprio ex-ministro Paulo Bernardo recebeu e conferiu a grana.
O vídeo é de causar extrema indignação.
Veja abaixo:

Exército No Rio De Janeiro Terá Licença Para Matar, Segundo O Decreto De Intervenção Federal









Uma detalhe importante está na notícia sobre a intervenção militar decretada por Temer no Rio de Janeiro:
“O decreto, que o presidente assina hoje, dá poderes totais para o general Braga Neto, chefe do Comando Militar do Leste, sobre todas as forças de segurança do estado, incluindo as polícias militar e civil, e o autoriza a tomar as medidas que achar necessárias para conter a ação do crime organizado no Rio”.
“Tomar as medidas que achar necessárias” é a senha para que os militares do Exército matem alvos que considerarem hostis. A instituição pode agir como foi na primeira fase da operação brasileira no Haiti, que adotou procedimentos similares.





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira​

Positivo e Operandi!

Temer Fará Pronunciamento Em Rede Nacional Para Explicar Intervenção No Rio.









O presidente Michel Temer fará hoje à noite um pronunciamento em cadeia de rádio e televisão para explicar as razões da intervenção na área de segurança do Rio. A gravação será feita nesta tarde, após todos os atos serem definidos. Por volta do meio-dia, Temer assinará o decreto que estabelece as regras da intervenção.
Segundo auxiliares, o decreto se limitará a área de segurança e não se estenderá a administração do estado. O texto do decreto já trará a indicação do general Braga Neto, comandante Militar do Leste, como interventor da área de segurança do Rio. A intervenção vai durar até o dia 31 de dezembro deste ano.
Ao discutir a decretação da intervenção na área de segurança do Rio de Janeiro, o governo projetou uma alternativa para, apesar da vedação constitucional, conseguir votar a reforma da previdência. A ideia é, havendo um cenário positiva em relação a deputados favoráveis à proposta de emenda constitucional, suspender os efeitos da intervenção federal no Rio por cerca de dois dias, e ai votar a PEC. A Constituição veda votação de emenda constitucional durante a vigência de uma intervenção federal.