quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Charles Aznavour, com 84 anos, cantando com duas netas



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Charles Aznavour o maior cantante Francês de todos os tempos! Apresentação é muito bonita. Mas, o melhor é a letra da música. Uma lição para a vida, para nós e para o mundo.


Hier Encore
Charles Aznavour

Ainda Ontem
Ontem ainda , Eu tinha vinte anos
Acariciava o tempo e brincava de viver
Como se brinca de namorar
E vivia a noite
Sem considerar meus dias que escorriam no tempo
Eu fiz tantos projetos que ficaram no ar
Alimentei tantas esperanças que bateram asas
Que permaneço perdido sem saber aonde ir
Os olhos procurando o Céu mas, o coração posto na Terra

Ontem ainda eu tinha vinte anos
Desperdiçava o tempo acreditando que o fazia parar
E para retê-lo, e até ultrapassá-lo
Eu só fiz correr e me esfalfar
Ignorando o passado, conjugando o futuro
Eu precedia de mim qualquer conversação
E opinava que eu queria o melhor
Por criticar o mundo com desenvoltura

Ontem ainda eu tinha vinte anos
Mas perdi meu tempo a cometer loucuras
Que não me deixa, no fundo nada e realmente concreto
Além de algumas rugas na fronte e o medo do tédio
Porque meus amores morreram antes de existir
Meus amigos partiram e não mais retornarão
Por minha culpa eu criei o vazio em torno a mim
E gastei minha vida e meus anos de juventude
Do melhor e do pior descartando o melhor
Imobilizei meus sorrisos e congelei meus choros

Onde estão agora, meus vinte anos?

Temer Discute Criação De Ministério Da Segurança Pública. Para Cuidar Da PF








Durante encontro com ministros e comandantes das Forças Armadas, nesta quarta-feira (14), o presidente Michel Temer debateu a criação do Ministério de Segurança Pública. A pasta será responsável por cuidar da Polícia Federal (PF), entre outras atribuições.
O objetivo do governo federal com a criação da pasta é conter a crise de segurança e a escalada de violência que se espalhou por diversos estados do país. Além disso, segundo ministros, Temer estará atendendo a um pedido da chamada “bancada da bala” na Câmara dos Deputados, que faz esta solicitação desde 2017.

Como apurado pelo blog da jornalista Andréia Sadi no ‘G1’, o Ministério da Justiça (MJ), que hoje comanda a PF e outras polícias, será praticamente esvaziado. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também deixará o MJ.
Segundo explica o texto, os órgãos mais importantes que serão mantidos sob os cuidados da Justiça são o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Fundação Nacional do Índio (Funai).


A medida provisória que instituirá o Ministério de Segurança Pública deve ser assinada ainda nesta semana. A separação das atribuições será realizada posteriormente, por meio de um decreto.
O ministro da Justiça Torquato Jardim é aliado do governo Temer em decisões importantes que envolvam a pasta, como foi o caso da escolha de Fernando Segovia como novo diretor-geral da Polícia Federal.
Nomes cotados
Um dos nomes cogitados na reunião desta quarta foi o de Luiz Fleury, que era governador de São Paulo quando ocorreu o Massacre do Carandiru, quando 111 presos morreram, em 2 de outubro de 1992.
Outro nome defendido por algumas é o do subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha.

Quem ajuda precisa de ajuda vamos ajudar meu Povo!






Este anjo sofreu muito tinha um dono que amarrava ele com correntes, com isso ele mordia a pata ficou com uma ferida muito grande e não conseguimos salvar, precisamos de sua ajuda a cirurgia ficou 1200 reais pedimos sua ajuda pode ser um real.



Amigos pedem perdão e sua ajuda está moça que está me pedindo ração e doente e cuida de muitos animais no centro de Salto SP ela estava no auxílio doença foi tirada hoje não tem como viver com um problemão no pulmão.




Agradeço muitíssimo por lutar junto comigo, assim algumas criaturas de Deus terá a oportunidade de viver sem fome sem dor sem sede Deus abençoe imensamente.



Santander agência 0354 conta 01004535-8 Marcelina Beatriz lamas

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CANDIDATOS Terão DOIS FUNDOS PÚBLICOS Para FINANCIAR CAMPANHA Em 2018: Mais De R$ 2,5 BILHÕES, Nas Mãos De Condenados, Indiciados E Investigados.




Da Redação

15/02/2018




CANDIDATOS terão DOIS FUNDOS PÚBLICOS para FINANCIAR CAMPANHA em 2018: > mais de R$ 2,5 BILHÕES, nas Mãos de Condenados, Indiciados e Investigados …
.Profissão POLÍTICO: A Única que os Postulantes São FINANCIADOS com Recursos Públicos, PIOR, Roubados da Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura, etc. .— Os candidatos nas eleições deste ano terão direito a dois fundos públicos para financiar suas campanhas, Fundos: ELEITORAL e PARTIDÁRIO têm juntos mais de R$ 2,5 BILHÕES
…. Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deixa claro que é permitido o uso de recursos tanto do fundo eleitoral, orçado em R$ 1,7 bilhão em 2018, quanto do fundo partidário, que totaliza R$ 888 milhões. Isso é importante tendo em vista a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2015, proibiu as doações de empresas, e o baixo volume das doações feitas por pessoas físicas. Segundo o tribunal, a resolução apenas segue o que já tinha sido decidido pelos parlamentares que, no ano passado, ampliaram as fontes de financiamento das campanhas.
No caso do fundo partidário, parte do dinheiro já está carimbada para outras despesas, como os 20% que devem ser investidos nas fundações partidárias. A maior parte, porém, estará liberada.
Em eleições anteriores, inclusive a última, de 2016, o fundo partidário já tinha sido usado para o financiamento de campanhas. Mas na época ainda não havia um fundo específico para a eleição, que viria a ser aprovado pelo Congresso apenas em 2017. Isso criou dúvidas sobre a possibilidade de usar o fundo partidário também em 2018. Com a resolução do TSE, os candidatos terão direito aos dois fundos, em vez de um só.
“Os partidos políticos podem aplicar nas campanhas eleitorais os recursos do Fundo Partidário, inclusive aqueles recebidos em exercícios anteriores”, diz trecho da resolução. As mudanças na legislação promovidas no ano passado criaram o fundo eleitoral, mas não restringiram o uso do fundo partidário. A lei dos partidos políticos, de 1995, já dizia que os recursos do fundo poderiam ser usados em campanhas eleitorais.
— A lei dos partidos políticos de 1995 permite que o fundo partidário seja usado em campanhas eleitorais. Não houve inovação nesse sentido. Nos debates (no Congresso), houve proposta de excluir esse dispositivo, mas não passou. Foi mantido na lei. A Justiça Eleitoral está simplesmente seguindo o que está na lei — explicou o ex-ministro do TSE Henrique Neves.
— É a primeira eleição que terá fundo especial para a eleição. A crítica que se fez é que, se há um fundo específico, o fundo partidário não poderia ser mais utilizado. Eu pessoalmente acho que quem ventila esse argumenta está falando uma grande bobagem, porque o partido pode definir como aplica seus recursos da forma que entender melhor – avaliou o advogado constitucionalista e eleitoral Tony Chalita.
No fim do ano passado, o deputado Cícero Almeida (Pode-AL) chegou a consultar o TSE formalmente para saber se seria possível continuar utilizando o fundo partidário em 2018. Mas ele retirou a a consulta e o tribunal não chegou a se manifestar sobre isso. A resolução deixando claro que é permitido usar os dois fundos durante a eleição não tem relação com essa consulta. O parlamentar explicou que havia divergências internas no PRTB, seu antigo partido. Com sua saída da legenda, o PRTB deixou de ter deputado, mas continuou recebendo recursos em razão da eleição de Cícero Almeida em 2014. Assim, ele apresentou uma consulta ao TSE. Não era seu objetivo restringir fontes de financiamento de campanha. Ele também não esperava que o assunto viesse a causar polêmica.
Em 2016, o fundo partidário foi importante para a campanha do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, do PRB. Ele arrecadou R$ 9,66 milhões, dos quais R$ 9,4 milhões vieram do fundo do seu partido. Em São Paulo, o candidato do PRB, Celso Russomanno, ficou apenas em terceiro lugar na disputa pela prefeitura, mas também recebeu expressiva ajuda do partido. Dos R$ 6,29 milhões arrecadados, R$ 5,595 milhões vieram do fundo partidário.
RECURSOS PROPORCIONAIS
As regras do fundo eleitoral estabelecem que 48% dos recursos serão distribuídos proporcionalmente ao número de deputados de cada partido; 35% em razão do número de deputados eleitos no último pleito, em 2014; 15% na proporção do número de senadores; e 2% igualmente entre todos os partidos com registro no TSE. Os recursos do fundo eleitoral não usados na campanha devem ser devolvidos aos cofres públicos.
No caso do fundo partidário, 95% são distribuídos proporcionalmente à quantidade de votos obtidos na última eleição para a Câmara, e 5% são divididos igualmente entre todos os partidos com registro. As sobras eleitorais devem ser devolvidas à legenda. A resolução do TSE permite que os recursos destinados “à criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres” podem ser usados nas campanhas das candidatas.
A resolução do TSE faz uma restrição ao uso dos recursos do fundo partidário. Eles “não poderão ser utilizados para pagamento de encargos decorrentes de inadimplência de pagamentos, tais como multa de mora, atualização monetária ou juros, ou para pagamento de multas relativas a atos infracionais, ilícitos penais, administrativos ou eleitorais”.

Lewandowski Abre Um Precedente Para Livrar Lula Da Cadeia.









Denúncia Contra Cristiane Brasil Está Parada No MP Eleitoral Há Oito Anos








Constança Rezende
Estadão
As suspeitas de associação ao tráfico durante a campanha eleitoral de 2010 contra a deputada federal e ministra nomeada Cristiane Brasil (PTB-RJ) nunca foram investigadas na esfera eleitoral. A denúncia é de uma suposta coação de eleitores e consta de inquérito criminal da Polícia Civil revelado pelo Estado no dia 3 de fevereiro.
As acusações foram recebidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) em 10 de agosto de 2010 e, nove dias depois, enviadas ao Ministério Público Estadual. O procedimento correto seria a abertura de um procedimento investigatório, o que não ocorreu. Ao Estado, a Procuradoria Regional Eleitoral admitiu não ter registro da denúncia.
Em 19 de agosto de 2010, a denúncia chegou ao 7.º Centro de Apoio Operacional do Ministério Público Estadual, segundo registro do Tribunal. E, conforme a movimentação eletrônica, está lá até então. O MP estadual negou ter conhecimento da denúncia e afirmou, em nota, que as eleições gerais de 2010 eram de responsabilidades da Procuradoria Regional Eleitoral. A Promotoria disse ainda que “não localizou nenhum outro procedimento senão aquele inquérito policial remetido ao MPF no dia 26/1” revelado pelo Estado.
SEM CONCLUSÃO – A Procuradoria, por sua vez, declarou que a denúncia não chegou ao órgão. De acordo com a instituição, em casos como o envolvendo a deputada, o MP Estadual usualmente abre o procedimento, verifica que não é sua atribuição direta, por ser matéria eleitoral, e o remete à PRE. Esse procedimento, aparentemente, não foi concluído, porque a Procuradoria Eleitoral não tem registro de ter recebido os documentos e não abriu inquérito para apurar crime eleitoral nesse caso.
Cristiane, que na época era vereadora licenciada e secretária municipal de Envelhecimento Saudável da capital, não se candidatou em 2010, mas naquele ano apoiou a candidatura do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB) – então seu cunhado – à reeleição. Ela se candidatou e foi eleita deputada em 2014. Cristiane e Vinicius negam as acusações.
REPASSE DE DINHEIRO – A denúncia acusa Cristiane de repassar dinheiro a traficantes que controlavam comunidades do bairro de Cavalcanti, na Zona Norte do Rio, reduto eleitoral da parlamentar, em troca de apoio na região. Além dela e de seu ex-cunhado, outros três assessores da deputada também foram apontados como envolvidos no caso. As acusações incluem supostas ameaças a moradores que fariam propaganda para outros candidatos e a líderes comunitários que teriam resistido a apoiar a petebista.
Denúncias sobre a suposta ação da deputada e seu grupo em Cavalcanti foram encaminhadas em 2010 às Ouvidorias da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual. Elas geraram um inquérito na Polícia Civil, que ouviu Marcus Vinicius e expediu uma intimação para convocar Cristiane, vereadora licenciada na época, a depor. Esse depoimento nunca aconteceu, e a investigação pouco avançou, ao longo de oito anos.
FORO ESPECIAL – Depois que o Estado procurou a polícia e o MP Estadual e questionou sobre as investigações, a Procuradoria de Justiça do Rio anunciou que enviaria os autos para o Ministério Público Federal. O MPF encaminhou o material para a Procuradoria-Geral da República, em Brasília, porque Cristiane é deputada federal desde 2015 – três anos após a posse no mandato. Como parlamentar, ela tem direito a foro especial no Supremo Tribunal Federal.
Os autos enviados à PGR têm anexados apenas um mapa das ruas de Cavalcanti, obtido na internet, um perfil de Cristiane do Wikipédia e uma galeria de fotos da deputada na escola de samba do bairro. Essas imagens foram tiradas da página da parlamentar na internet. Um dos assessores de Cristiane na época supostamente envolvido no caso foi identificado na denúncia como Alexandre Dum.
MORADORES COAGIDOS – Ele é acusado de invadir casas dos moradores do bairro para forçá-los a arrancar cartazes de candidatos adversários de Marcus Vinicius. Ao abordar agressivamente os moradores, Dum e outros, segundo a denúncia, diriam agir “a mando de Zezito”. Este seria José da Silva Miguel Filho, chefe do tráfico no Morro da Primavera, no mesmo bairro. Ligado à facção criminosa Amigos dos Amigos, é foragido do sistema penitenciário, porque em 2007 passou para o regime semiaberto e não retornou ao presídio.
Cristiane afirmou, por meio de sua assessoria, que não concorreu às eleições de 2010, quando era secretária municipal, e disse que foi alvo de denúncia anônima e infundada. Lembrou que não chegou a ser ouvida na investigação e afirmou sofrer uma “campanha difamatória”. Essa afirmação também é sustentada por seu pai, o presidente do PTB, Roberto Jefferson.
Marcus Vinicius negou em depoimento envolvimento com criminosos. O Estado não localizou Alexandre Dum, nem seu advogado. A Polícia Civil alegou que o inquérito criminal sobre associação ao tráfico é sigiloso e não comenta sobre o caso.

Ritmo alucinante para a Lava Jato nos próximos dias








A ‘Lava Jato’ vai fazer o povo delirar nos próximos dias. Um ritmo extremamente forte vai sacudir a maior operação contra a corrupção da história.

Segundo a jornalista Mirian Leitão de ‘O Globo’ ‘há vários motivos para isso, que vão da maneira como a Polícia Federal distribuiu o trabalho no fim do ano até o amadurecimento de investigações que vinham sendo feitas. As operações, que ficaram escassas nos últimos meses, devem ser retomadas neste pós-carnaval’.

O recesso do Judiciário fez com que o ritmo diminuísse, mas ‘passado o carnaval, há uma elevação natural do ritmo em outras atividades. É o que acontecerá a partir das próximas semanas’.

‘Em Curitiba, numa sala blindada trabalham policiais federais da Força-Tarefa para decifrar as informações do sistema Drousys, no qual a Odebrecht escondeu os dados da contabilidade paralela da corrupção.

 Inicialmente, a empreiteira entregou o sistema incompleto e só no fim do ano passado os investigadores passaram a trabalhar sobre os dados integrais. Essa nova rodada de informações poderá envolver outras pessoas na Lava-Jato ou trazer mais elementos para as atuais investigações. Novos peritos foram enviados a Curitiba para apressar o trabalho de análise desses dados, sobre os quais o Ministério Público também trabalha há algum tempo.’

O ano será muito produtivo, com muitos corruptos sendo encurralados e, ao menos na 1ª e 2ª instâncias, inúmeras condenações.

De qualquer forma, um avanço será finalmente notado nos trabalhos do STF. Políticos com ‘foro privilegiado’ envolvidos em casos de corrupção, finalmente serão julgados. É o caso de Gleisi Hoffmann, por exemplo.

Via: JORNAL DA CIDADE ONLINE