terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Preso Preventivamente Desde Abril De 2015, Vaccari Recorre Ao Supremo










Chegou às mãos do relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, no dia 8 de fevereiro, um habeas corpus da defesa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. O advogado Luiz Flávio Borges D’Urso quer que a prisão preventiva do petista, que já dura dois anos e 10 meses, seja revogada.
Vaccari foi absolvido duas vezes e teve sua pena de 10 anos mais do que dobrada, para 24, pelo Tribunal da Lava Jato. Ainda restam à defesa embargos no âmbito do TRF-4 antes que os desembargadores determinem a execução da pena.
“Primeiro, essa prisão é injusta, por conta da desnecessidade da prisão preventiva, e também a ausência do trânsito em julgado, cuja execução provisória é inconstitucional. A defesa do Sr. Vaccari continua a lutar contra essa grande injustiça que ele ainda suporta”, ressalta o defensor do petista.
O ex-tesoureiro do PT foi preso no dia 15 de abril de 2015, por decisão do juiz federal Sérgio Moro, na 12ª fase da Operação Lava Jato. Ao mandar prendê-lo, o magistrado viu risco de o dirigente petista, “em tal posição de poder e de influência política”, persistir na prática de crimes “ou mesmo perturbar as investigações e a instrução” da ação penal da qual é réu sob a acusação de corrupção e lavagem de dinheiro.
Passados quase três anos, o petista foi absolvido duas vezes e condenado uma vez em segunda instância. Na primeira sentença favorável, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região o livrou de uma pena de 15 anos proferida por Moro, e também de um dos mandados de prisão.
Na segunda vez em que foi absolvido, em setembro de 2017, o presidente da 8ª Turma, Leandro Paulsen, destacou que a absolvição de Vaccari não afeta a sua prisão preventiva, porquanto está determinada em outra das nove ações penais que tramitam contra ele.
Já em outra ação penal julgada pela Corte, os desembargadores aumentaram de 10 para 24 anos a pena do tesoureiro do PT. O desembargador Leandro Paulsen, que absolveu Vaccari nas duas apelações criminais julgadas anteriormente, esclareceu que “neste processo, pela primeira vez, há declarações de delatores, depoimentos de testemunhas, depoimentos de corréus que à época não haviam celebrado qualquer acordo com o Ministério Público Federal e, especialmente, provas de corroboração apontando, acima de qualquer dúvida razoável, no sentido de que Vaccari é autor de crimes de corrupção especificamente descritos na inicial acusatória”.
A ação na qual Vaccari viu sua pena ser aumentada trata das propinas pagas pelo Grupo Keppel em contratos celebrados com a empresa Sete Brasil Participações para o fornecimento de sondas para utilização pela Petrobras na exploração do petróleo na camada do pré-sal. Parte dos pagamentos teria ocorrido por transferências em contas secretas no exterior e outra parte iria para o Partido dos Trabalhadores.
O petista ainda está condenado a 6 anos e 8 meses (setembro de 2016), 10 anos (fevereiro de 2017) e 4 anos e 6 meses (junho de 2017) pelo juiz federal Sérgio Moro.

Governadora De Roraima, Suely Campos, Diz Que O Estado Está “À Beira De Um Colapso”.










Em reunião agora com Michel Temer e sua comitiva, a governadora de Roraima, Suely Campos, diz que o estado está “à beira de um colapso”.
“Nossa capacidade de ofertar serviços públicos está comprometida. Estamos à beira de um colapso. O crime organizado está se aproveitando da vulnerabilidade dos venezuelanos para trazer drogas e armas, e fortalecer seus tentáculos no Brasil e no exterior. Existe a conexão com o crime organizado comandado por venezuelanos, entrando na esfera da segurança nacional”.
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Você nunca verá na TV brasileira: Mônica Moura conta como Lula utilizou 3 milhões de dólares em El Salvador (Veja o Vídeo)







Denúncia Gravíssima: 

Este vídeo você nunca verá nos telejornais brasileiros.
Lula financiou uma campanha política para presidente em El Salvador, utilizando o nosso dinheiro.
O relato de Mônica Moura, a esposa do marqueteiro João Santana é chocante.
Ela conta em detalhes, como foram gastos 3 milhões de dólares do nosso dinheiro, do dinheiro do povo brasileiro para eleger um presidente de esquerda ligado à guerrilha.

Como Lula E Seu Sobrinho Transformaram Estas Obras Em Angola Num Esquema Criminoso Financiado Pelo BNDES








Por volta de ano e três meses, tonaram-se  réus o ex-presidente  Lula , o empresário Marcelo Odebrecht,  o sobrinho do petista Taiguara Rodrigues, e mais oito pessoas por um suposto esquema de desvios envolvendo a empreiteira e liberação de verbas do BNDES para obras em Angola. As acusações são para os crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa.

Conforme denuncia do Ministério Público, os delitos foram cometidos entre  os anos de 2008 e 2015 e contaram com a atuação de Lula junto ao BNDES e outras instituições  federais para que fosse certa a liberação de financiamentos pelo banco público para a realização de obras de engenharia no exterior. A execução das construções ficousob a responsabilidade da  empreiteira Odebrecht, que  repassou aos envolvidos quantia equivalente R$ 30 milhões.
A denúncia é baseada emprovas coletadas no deflagrar da Operação Janus, realizada em maio de 2016, além de depoimentos.Segundo o Ministério Publico o conjunto das evidências e dos fatos relatados por testemunhas não deixa dúvidas sobre a participação do ex-presidente e dos demais envolvidos no esquema.
Entre as provas, estão: e-mails trocados entre os envolvidos e fotos que registraram encontro do ex-presidente com o sobrinho e empresários em Angola. E registros de uma reunião da Diretoria de Administração do BNDES em 2010, com participação de Lula, na qual o banco decidiu “que elaboraria uma agenda de ações para o período de 2011 a 2014”.
“Ao findar o mandato de presidente da República em dezembro de 2010, Lula deixou criadas as bases institucionais, no âmbito do BNDES, para que tivesse continuidade, nos anos seguintes, o esquema de favorecimento, mediante financiamentos internacionais, a empresas ‘escolhidas’ para exportação de serviços a países da África e América Latina”, afirma a representação.
Os procuradores apontaram que parte da propina foi pago por meio de palestras  ministradas pelo ex-presidente a convite da construtora. Com tudo os recursos recebidos a título de palestras proferidas no exterior estivessem formalmente justificados, o MPF passou a suspeitar que os contratos escondiam o real motivo da transferência de recursos da Odebrecht para o ex-presidente.
Pela atuação em favor da empreiteira, Lula teria aceitado, além da remuneração pelas palestras, outras vantagens indiretas, como pagamentos de despesas pessoais de seu irmão José Ferreira da Silva. A ação menciona gastos de pelo menos R$ 10 mil com plano de saúde e outros R$ 10 mil em combustíveis. Saques totalizando mais de R$ 1 milhão em dinheiro realizados pelos funcionários da Exergia Brasil são indícios de que os envolvidos queriam ocultar a movimentação do dinheiro. A mesma manobra foi encontrada na T7Quatro, outra companhia de Taiguara, onde mais de R$ 160 mil foram retirados em papel-moeda.
Na ação, o MPF afirma que, ainda no início do esquema, foram cooptados empresários e funcionários da Exergia Portugal. Com a promessa de subcontratações, a empresa lusitana concedeu a Taiguara, “de maneira praticamente gratuita”, uma filial no Brasil. Além disso, passou a bancá-lo, antes mesmo que fosse contratado no processo de terceirização promovido pela Odebrecht. Nesse período, o sobrinho do ex-presidente recebeu, segundo as investigações, R$ 699 mil a título de despesas de viagens internacionais. Posteriormente, o repasse passou a ter o caráter de “pro labore”, cujo valor era de US$15 mil mensais, totalizando ao menos US$ 255 mil dólares.
Enquanto ocupava o Planalto, Lula praticou corrupção passiva. Fora do exercício do cargo, entre 2011 e 2015, o ex-presidente teria cometido tráfico de influência em benefício dos envolvidos. Além disso, os investigadores da Procuradoria da República no DF acusam o petista de haver lavado dinheiro 44 vezes por meio de pagamentos justificados pela subcontratação da empresa Exergia Brasil, criada por Taiguara em 2009.
A suspeita sobre o sobrinho do ex-mandatário foi levantada pelo fato de sua empresa ter firmado 17 acordos para prestar serviços complexos à Odebrecht, justamente nas obras realizadas em Angola a partir de 2011, mesmo sem qualquer experiência prévia no ramo de engenharia e tendo apenas completado o ensino médio. Pelos contratos, a empresa de Taiguara recebeu da Odebrecht, entre 2009 e 2015, R$ 20 milhões. A companhia nunca mais prestou serviços a nenhum cliente: todo o faturamento veio da construtora baiana.
Para os investigadores, Lula concordou com a criação da Exergia, supervisionou e aconselhou Taiguara na captação de contratos junto à Odebrecht. A conclusão é corroborada por mensagens de celular e e-mails encontrados no celular e notebook do sobrinho. Em algumas conversas, o jovem expressa muita emoção por conseguir fácil acesso ao tio e demonstra gratidão ao segurança do ex-presidente, responsável por intermediar os contatos.
Em 2010, o petista apresentou seu sobrinho a empresários e autoridades estrangeiras em Angola. Naquele ano, o BNDES aprovou oito empréstimos para a Odebrecht que, juntos, somaram US$ 350 milhões. As concessões continuaram nos anos seguintes, quando a empresa firmou outros 22 contratos que chegaram a US$ 2 bilhões. O petista, por sua vez, afirmou que não tinha conhecimento dos negócios do sobrinho e que a denúncia não possui “qualquer elemento que possa mostrar de forma real e concreta” a sua atuação. Reportagem recente do Estadãodemonstra que os arriscados empréstimos estão com altíssimo risco de calote, que será coberto pelo Tesouro Nacional.
Antes de seus negócios em Angola, Taiguara vivia em situação econômica difícil, em apartamento simples e sem luxos, segundo seu depoimento à CPI do BNDES. Depois da entrada da Odebrecht em sua vida, passou a morar em uma cobertura duplex em Santos (SP) e adquiriu um veículo Land Rover avaliado em R$ 200 mil. Para o MPF, é óbvio que o súbito enriquecimento do empresário é inexplicável.





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira​


Uma quadrilha toma de assalto o país leva cerca de 10% de nosso PIB, algo como 600 bilhões de Reais, coisa nunca vista no mundo, deixa um rastro de 13 milhões de desempregados e ainda querem o que?

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Thais Queiroz 🇧🇷 Brazilian 🇺🇸 resident in LA ⚖️ Attorney 🗺 World Traveler 🍺yes, please! 🚭 no, thanks! 💁🏻‍♀️Represented by 2020 Influencers

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URGENTE: EM BOA VISTA MICHEL TEMER DA LIVRE ACESSO PARA ENTRADA DE VENEZUELANOS NO BRASIL







“Ninguém Vai Impedir Os Refugiados [De Virem] Para Cá”

Acaba de dizer Michel Temer, em Boa Vista, descartando o fechamento das fronteiras.
“Em 2016, fiz um discurso na ONU e disse que o Brasil jamais se recusaria a receber refugiados. Mas vamos disciplinar, vamos ordenar essa entrada.”

ACABOU PARA LULA; Marcelo Odebrecht entrega nota fiscal de “Lula, o filho do Brasil”









LASCOU-SE DE VEZ; Marcelo Odebrecht entrega nota fiscal de “Lula, o filho do Brasil”

Marcelo Odebrecht entregou à Lava Jato uma nota fiscal de R$ 250 mil referente a apoio financeiro para o filme “Lula, o filho do Brasil”.
Segundo o empreiteiro, quando tinha prestado depoimento a PF ‘aparentemente os pagamentos não estavam vinculados diretamente ao filme, ou seja, o nome da empresa não apareceria como uma das financiadoras do projeto’. Marcelo Odebrecht tinha se comprometido a buscar documentos, contratos e notas fiscais que embasaram os pagamentos.