sábado, 10 de fevereiro de 2018

Ao recusar HC, Fachin deu um grande passo para salvar Lula da prisão







O ministro Edson Fachin negou a liminar do habeas corpus de Lula, alegando supressão de instância. No entanto, ele acabou dando um grande passo para salvar Lula da prisão.
Isso porque ele jogou o mérito para o plenário do STF, drilbando Félix Fischer, relator da Lava Jato no STJ.
Explica O Antagonista que na prática, “Fachin suprimiu a instância do STJ e evitou, assim, que Félix Fischer não só rejeitasse a discussão em torno da execução de pena de condenados em segunda instância (por ser uma decisão do STF), como entrasse na discussão sobre a validade das provas, confirmando a decisão do TRF-4 — provas contra as quais a defesa de Lula não tem argumentos.”
“Fachin deu ouvidos aos embargos auriculares de Sepúlveda Pertence, para salvar Lula.”
Via: PAPOTV

‘Amizade’ De Filha De Michel Temer Com Petista Surpreende E Levanta Suspeita







A filha do presidente da República, #Michel Temer, Luciana Temer, de 48 anos, mostrou-se preocupada com acusações que levaram seu pai a estado de declínio na época em que o dono da empresa JBS relatou áudios que comprometiam Temer. A moça, professora universitárias de duas faculdades e primogênita de Temer, tem um amplo currículo, incluindo ser secretária de assistência social do governo petista de Fernando Haddad e trabalhou também ao lado de Geraldo Alckmin e Gabriel Chalita.
Em entrevista concedida, Luciana Temer deixou claro que defende a legalização do aborto, assim como a regulamentação da prostituição. Questionada de como reage com os escândalos de corrupção  que seu pai está envolvido, a mulher afirma que tem plena consciência de quem é Michel Temer e conhece os limites éticos do pai.
Para justificar, Luciana diz que a corrupção é algo endêmico e alerta que a sociedade ”precisa ser mais educada”.
Amizade com Haddad
Luciana Temer atribuí elogios ao ex-prefeito petista de São Paulo, a moça avaliou que Haddad foi se ”aprimorando intelectualmente” e que ambos são professores universitários. Luciana diz que, assim como ela, Haddad fez um caminho de busca e de consciência. A filha de Temer diz que se associou ao partido MDB justamente para trabalhar com Haddad na época em que se tornou assistente social de seu governo. No entanto, Luciana diz que não tem nenhum tipo de vínculo partidário e que não se submete a este tipo de perfil, pois não seria sua cara.
Além de trabalhar com o ex-prefeito de São Paulo, Luciana também ficou ao lado de Geraldo Alckmin. Na entrevista, a moça avaliou que se identifica muito mais com o trabalho de Haddad do que com Alckmin, mostrando ter muito mais afinidade com o pensamento [VIDEO]do petista.
Conselho do pai Michel Temer
Luciana avaliou que, para ela, Michel Temer está longe de ser um homem machista. A moça evidenciou um conselho que ela e suas irmãs receberam do pai: ser independente. Segundo Luciana, Temer explicou para as meninas que a única forma de ganhar independência e liberdade é pagando suas próprias contas e ganhando seu próprio dinheiro, sem depender de ninguém. A moça enfatiza que isso não seria um conselho de uma pessoa machista.
Sobre Marcela Temer, Luciana diz que respeita muito sua madrasta, mas tem um ”outro perfil”. Marcela está ao lado de Temer há mais de 12 anos e, segundo Luciana, é uma grande companheira de seu pai. #PT #Política

Um Novo Conflito Está Começando A Se Formar Entre O Ministério Público Federal (MPF) E As Forças Armadas







Um novo conflito está começando a se formar entre o Ministério Público Federal (#MPF) e as Forças Armadas. A procuradora-geral da República, #Raquel Dodge, decidiu enviar um pedido para a ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia , para que seja desarquivado o caso da morte do deputado Rubens Paiva, que teria sido torturado e morto durante o regime militar.
Paiva foi assassinado dentro do quartel do Exército no ano de 1971, no Rio de Janeiro. O MPF acusou cinco #Militares de homicídio, ocultação de cadáver e por associação ao crime.

Em 2014, o ministro da Corte, já falecido, Teori Zavascki, decidiu arquivar o caso.
Teori se baseou na Lei de Anistia, onde os militares são protegidos de serem punidos por crimes que tenham motivação política durante o regime militar.
Raquel Dodge entrou com uma ação na Corte pedindo que o caso seja reaberto argumentando que crimes de tortura não prescrevem e pede para que sejam analisados precedentes internacionais e seja mudado o alcance da Lei de Anistia. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos questiona essa lei brasileira, ressaltando que mortes, torturas e desaparecimento devem ser punidos no Brasil. A atitude de Dodge causou uma reação imediata no Exército que divulgou em seu site um artigo detonando o MPF.
Forte declaração
Por meio de um artigo intitulado de “O Mistério da Lava Jato”, o exército criticou duramente o MPF. De acordo com o artigo, o MPF agiu totalmente errado ao ser negligente quando perdeu as chaves de acesso ao sistema MyWebDay.
O conteúdo desse sistema trazia informações preciosas e provas que podiam ser analisadas diante da delação dos executivos da construtora Odebrecht. Porém, o sistema acabou ficando nas mãos de procuradores da República que não souberam aproveitar o material. O MPF impediu que a Polícia Federal (PF) tivesse acesso para não tomar a frente dos acordos de leniência com as empresas e a delação dos executivos.
Investigações
O material contido dentro desse sistema poderia solucionar pontos importantes das investigações. O juiz federal Sérgio Moro chegou a determinar que a PF pericie o material, mas porém, já era tarde, as chaves de acesso foram alteradas ou perdidas e nada se conseguiu tirar dos servidores que vieram da Suíça.
Para o Exército, o MPF tomou caminhos errados ao querer exclusividade no material e evitar que a PF se aproximasse. O correto era os procuradores terem testado as chaves de acesso quando o material chegou e não se preocupado apenas em guardar o conteúdo para que não vazasse as informações.

Diretor-Geral Da PF Rasga A Fantasia E Inocenta Temer No Caso Dos Portos








O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, afirmou que não há indícios de que o decreto dos Portos sancionado pelo presidente Michel Temer (PMDB) beneficiou a empresa Rodrimar e chegou a sugerir que não houve crime no episódio. A declaração foi dada à agência de notícias “Reuters”, em entrevista publicada nesta sexta-feira.


— No final, a gente pode até concluir que não houve crime. Porque ali, em tese, o que a gente tem visto, nos depoimentos, as pessoas têm reiteradamente confirmado que não houve nenhum tipo de corrupção, não há indícios realmente de qualquer tipo de recurso ou dinheiro envolvidos. Há muitas conversas e poucas afirmações que levem realmente a que haja um crime — disse.
INVESTIGAÇÃO – O episódio envolvendo o Porto de Santos é a única investigação em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que envolve o presidente da República, que nomeou Segovia para o cargo no fim do ano passado. Apesar da fala do diretor-geral, o inquérito é conduzido pelo delegado Cleyber Malta Lopes, que tem autonomia para conduzir a investigação. Em janeiro, ele encaminhou 50 perguntas ao presidente sobre o episódio.
A suspeita inicial da investigação é de que um decreto do governo Temer foi feito sob medida para atender aos interesses de empresas do setor portuário. O pedido de abertura de inquérito foi feito ainda pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot.
ARQUIVAMENTO – Segovia afirmou à “Reuters” que é necessário se aprofundar na investigação, buscar provas em todos os lugares porque, “quando a gente concluir a investigação e não houver realmente o fato, a gente possa afirmar ‘olha não houve crime, não houve o fato’”. Ele estimou, porém, que a investigação deve acabar rápido.
— Mas eu acredito que não dure muito mais tempo, não tem muitas diligências mais a serem feitas. Acredito que em um curto espaço de tempo deve ter a conclusão dessas investigações — disse.
Apesar da indicação de que a PF pode recomendar o arquivamento da investigação, a competência para pedir legalmente o fim do inquérito é da Procuradoria-Geral da República. Em casos semelhantes, o STF costuma atender pedidos de arquivamento.
UMA ÚNICA MALA – É a segunda vez desde que assumiu o cargo em novembro do ano passado que o diretor-geral da PF comenta sobre uma investigação envolvendo o presidente. No passado, ele criticou o relatório da própria organização que concluiu que o presidente recebeu propina da J&F, ao afirmar que talvez “uma única mala” não fosse suficiente para confirmar o crime, em referência à mala de dinheiro recebida pelo ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures.
Segovia disse ainda que, caso haja um pedido da Presidência, a PF pode abrir uma investigação interna para apurar a conduta do delegado Cleyber Malta Lopes nos questionamentos apresentados ao presidente no decreto. Ao responder as perguntas, Temer reclamou da “impertinência” dos questionamentos, que teriam colocado em dúvida sua “honorabilid

MPF Pede À Justiça Que Geddel Seja Condenado A 7 Anos De Prisão Por Obstrução De Justiça







Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) enviou à Justiça nesta sexta-feira (9) as alegações finais em uma ação na qual o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) é réu por obstrução de Justiça.
No documento, os procuradores pedem que Geddel seja condenado a sete anos de prisão por ter tentado impedir a celebração de um acordo de delação premiada do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro.

Funaro é apontado como parceiro do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em vários esquemas de propina, inclusive na Caixa Econômica – o ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição financeira entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff.

A Batata De Vanessa Grazziotin Esta No Forno PF Tem 30 Dias Para Concluir Inquérito Contra Senadora Do PCdoB








A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal conclua em 30 dias as investigações contra a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). A apuração é desdobramento da delação de executivos da Odebrecht. Foi apontado pagamento de R$ 1,5 milhão via caixa dois à campanha da parlamentar para a prefeitura de Manaus em 2012. A negociação, segundo Reis, envolveu o marido de Vanessa, o ex-deputado Eron Bezerra, presidente do PCdoB amazonense. Em manifestação sobre o caso, Vanessa afirmou que todos os recursos de sua campanha “foram legalmente contabilizados”.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Pedido de Dodge a Cármen Lúcia deixa quartéis em clima tenso






Militares não gostaram da atitude da Procuradora-Geral da República e reagiram duramente. 
Um novo conflito está começando a se formar entre o Ministério Público Federal (MPF) e as Forças Armadas. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidiu enviar um pedido para a ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para que seja desarquivado o caso da morte do deputado Rubens Paiva, que teria sido torturado e morto durante o regime militar.
Paiva foi assassinado dentro do quartel do Exército no ano de 1971, no Rio de Janeiro. O MPF acusou cinco #Militares de homicídio, ocultação de cadáver e por associação ao crime.
Em 2014, o ministro da Corte, já falecido, Teori Zavascki, decidiu arquivar o caso.
Teori se baseou na Lei de Anistia, onde os militares são protegidos de serem punidos por crimes que tenham motivação política durante o regime militar.
Raquel Dodge entrou com uma ação na Corte pedindo que o caso seja reaberto argumentando que crimes de tortura não prescrevem e pede para que sejam analisados precedentes internacionais e seja mudado o alcance da Lei de Anistia. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos questiona essa lei brasileira, ressaltando que mortes, torturas e desaparecimento devem ser punidos no Brasil. A atitude de Dodge causou uma reação imediata no Exército que divulgou em seu site um artigo detonando o MPF.
Forte declaração
Por meio de um artigo intitulado de “O Mistério da Lava Jato”, o exército criticou duramente o MPF. De acordo com o artigo, o MPF agiu totalmente errado ao ser negligente quando perdeu as chaves de acesso ao sistema MyWebDay.
O conteúdo desse sistema trazia informações preciosas e provas que podiam ser analisadas diante da delação dos executivos da construtora Odebrecht. Porém, o sistema acabou ficando nas mãos de procuradores da República que não souberam aproveitar o material. O MPF impediu que a Polícia Federal (PF) tivesse acesso para não tomar a frente dos acordos de leniência com as empresas e a delação dos executivos.
Investigações
O material contido dentro desse sistema poderia solucionar pontos importantes das investigações. O juiz federal Sérgio Moro chegou a determinar que a PF pericie o material, mas porém, já era tarde, as chaves de acesso foram alteradas ou perdidas e nada se conseguiu tirar dos servidores que vieram da Suíça.
Para o Exército, o MPF tomou caminhos errados ao querer exclusividade no material e evitar que a PF se aproximasse. O correto era os procuradores terem testado as chaves de acesso quando o material chegou e não se preocupado apenas em guardar o conteúdo para que não vazasse as informações.