sábado, 3 de fevereiro de 2018

Novo Escândalo De TRILHÕES DE REAIS Chegam Até Lula, PT E Toda A Companhia







Empreiteiras, BANCOS, Grupos Empresariais, FUNDAÇÕES, AUTARQUIAS e Centenas de Estatais, e por aí vão ! Veja o escândalo entre ITAU e o Ex Presidente da Petrobras o Gabrielli (Corruptelli), depois de enterrar a PETROS em Bilhões investidos no apagar das Luzes daquele ano, saiu da Presidência da Petrobras e passou a Membro do conselho do ITAU com salário de Milhões no ano ! CPMI fez vista grossa às denuncias !
ASSISTA AO COMENTÁRIO DE CLAUDIO DANTAS DE O ANTAGONISTA
Via: noticiasbrasilonline.com.br

General pede ‘exemplar punição’ a Lula







O Excelentíssimo General Gilberto Pimentel, presidente do Clube Militar, publicou no site da instituição, um artigo no qual pede “exemplar punição” ao ex-presidente condenado pelo TRF-4, Luis Inácio Lula da Silva.
Confira o texto na íntegra:
PONTO DE INFLEXÃO
A bem da verdade, para a Justiça, não há quaisquer dúvidas a respeito dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro praticados pelo ex-presidente no exercício do mandato. Isso não está mais em discussão.
É o que se pode inferir das palavras de um dos desembargadores do TRF4 antes de proferir seu voto: “O julgamento dessa turma põe fim à discussão acerca da matéria de fato. Restando, eventualmente, se houver recurso aos tribunais superiores, exame de questão de direito, mas não mais, a rigor, questões de fato”.
Não há como desconsiderar que o réu está envolvido em diversos outros processos e que outras condenações semelhantes estão por vir.
Como falar, então, em candidatura ou pré-candidatura deste cidadão a cargo político e pior, ao mais alto cargo da Nação, o mesmo em que foram cometidos os crimes agora julgados e muitos outros ainda por serem?
Será que raciocinam com as consequências para nosso país, aqueles que ainda avaliam pública e insistentemente hipóteses que tornem viável o exercício da Presidência da República do Brasil por um condenado? E me refiro, em especial, a instituições como a mídia, políticos e setores do próprio judiciário. Será que isso é bom para uma democracia sempre em busca de se consolidar? Não seria muito mais racional abrir espaço para discutir os danos decorrentes de tal situação?
Será que por um momento imaginam as dificuldades de relacionamento de toda a ordem com as demais nações? E o constrangimento e grau de confiança de um chefe de estado ao negociar com seu colega condenado pela prática de crimes tão graves? E como exerceria sua liderança, tal governante, sobre instituições como as Forças Armadas, só por exemplo, basicamente calcadas na disciplina e no cumprimento das leis?
Pelos podres poderes remanescentes, ainda consideráveis, acumulados graças ao uso criminoso do governo, pelo seu perfil populista, que ainda lhe garante significativo índice de aceitação, sobretudo nas camadas menos esclarecidas e, também, pela extensão incomparável dos crimes cometidos – “principal articulador do esquema de corrupção do seu governo”- é, de longe, o ex-presidente, a principal figura dessa funesta geração de políticos, independente de coloração partidária.
Sua exemplar punição, sobretudo, abrirá caminho, e até certa jurisprudência, para um acerto de contas com todos os demais que não honraram seus cargos eletivos. Um golpe mortal na corrupção. O contrário seria nossa maior tragédia.
Gen Gilberto Pimentel
Presidente do Clube Militar
26 de janeiro de 2018
Via: papotv.com.br

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Perfeito!

"Sua exemplar punição, sobretudo, abrirá caminho, e até certa jurisprudência, para um acerto de contas com todos os demais que não honraram seus cargos eletivos."

Gen Gilberto Pimentel

 Presidente do Clube Militar

MPF investiga Cristiane Brasil por associação ao tráfico




Deputada é alvo de inquérito policial que apura suspeitas de tráfico de drogas e associação para o tráfico durante campanha de 2010


Reprodução/PTB




A deputada federal e ministra nomeada do Trabalho, Cristiane Brasil (PTB-RJ), é alvo de um inquérito policial que apura suspeitas de tráfico de drogas e associação para o tráfico durante a campanha eleitoral de 2010. A investigação foi enviada nessa sexta-feira (2/2) à Procuradoria-Geral da República, em Brasília, porque Cristiane possui foro privilegiado.
O inquérito também apura suposto envolvimento no caso do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB), ex-cunhado da parlamentar, e três assessores dela na época. Eles são acusados de dar dinheiro a traficantes de Cavalcanti, bairro pobre da zona norte da cidade e uma das bases eleitorais da deputada.
O procedimento foi aberto inicialmente pela Polícia Civil após denúncias encaminhadas por e-mail à Ouvidoria da corporação. O jornal Estado teve acesso ao teor do inquérito policial. Os nomes dos autores das denúncias foram preservados por motivo de segurança.


Conforme os denunciantes afirmaram no inquérito, assessores de Cristiane – que na época era vereadora licenciada e comandava uma secretaria municipal do Rio na gestão de Eduardo Paes (MDB) – pagaram a traficantes para terem o “direito exclusivo” a fazer campanha na região. Cristiane não se candidatou em 2010, mas naquele ano deu apoio para candidatura de Vinícius – então seu cunhado – à reeleição. Ela se candidatou e foi eleita deputada em 2014. Cristiane e Vinicius negam todas as acusações.
O inquérito investiga também se líderes comunitários foram constrangidos pelos criminosos a fazer campanha eleitoral. Nas denúncias há referências a “Zezito”, apontado como chefe do tráfico das comunidades Vila Primavera, Parque Silva Vale e JJ Cowsert, localizadas no bairro de Cavalcanti.
Chefão
Segundo um dos denunciantes afirmou no inquérito, os traficantes chegaram “ao absurdo de levarem as presidentes das associações do bairro para conversar com o chefão do morro porque elas não queriam trabalhar para a vereadora (Cristiane). A intenção dele (assessor) era que o chefão fosse mandar dar uma surra nelas e obrigá-las a trabalhar para a vereadora ou em caso de recusa até mesmo matá-las”.
Uma líder comunitária relatou na investigação formal que foi ameaçada porque não participou de panfletagem da campanha da hoje ministra nomeada. Um dos assessores de Cristiane à época foi acusado de, em cumplicidade com um primo apelidado de “Cigarrão”, invadir casas dos moradores para a retirada de cartazes de outros políticos por ordem de Zezito.
Ritmo
Em quase oito anos o inquérito andou devagar. Cristiane Brasil nunca foi ouvida, apesar de ter sido expedida contra ela, em 29 de setembro de 2011, uma intimação para depoimento. A Polícia Civil tentou intimar Cristiane no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa. Na época ela era secretária de Envelhecimento Saudável do município.
O inquérito tramitava desde 2010 na Delegacia de Combate às Drogas. Na semana passada, depois de o Estado pedir acesso aos autos, a investigação foi remetida pela Polícia Civil ao Ministério Público Estadual.
O MP Estadual imediatamente anunciou que o remeteria ao Ministério Público Federal no Rio. Em 2015, porém, Cristiane, após ser eleita deputa federal em 2014, ganhou direito a foro especial no Supremo Tribunal Federal (STF).
Ela foi nomeada há um mês ministra do Trabalho pelo presidente Michel Temer. O objetivo de Temer era obter apoio do PTB, presidido por Roberto Jefferson, pai da deputada e presidente da legenda, à Reforma da Previdência. Uma série de decisões judiciais, a mais recente da presidente do Supremo, ministra Cármen Lucia, a impediu provisoriamente a deputada de tomar posse.
O outro ladoO advogado de Cristiane Brasil, André Miranda, disse que o inquérito que investiga sua cliente tem como base uma denúncia “apócrifa”, sem fundamentos: “Tudo isso que está sendo falado é de uma denúncia apócrifa e nada disso foi confirmado no inquérito. Nada deu ensejo a um ajuizamento penal. Até uma pessoa que não existe pode ser acusada de alguma coisa”.
Por meio de nota, a assessoria do deputado Marcus Vinícius disse que ele prestou esclarecimentos sobre uma “denúncia anônima” e alegou “motivações políticas de algum adversário incomodado com a atuação do parlamentar na região”.
Em seu depoimento à Polícia Civil, Vinicius alegou que nunca teve envolvimento com traficantes ou qualquer pessoa ligada a atividade ilícita. Ele admitiu, porém, que, em 2010, esteve em várias comunidades carentes “com o objetivo de fazer campanha política para a reeleição ao cargo de deputado estadual”. Afirmou que durante as visitas “não viu nem entrou em contato com qualquer pessoa ligada à atividade ilícita do tráfico de drogas”.
Sobre o envio dos autos para o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual afirmou que “inúmeros inquéritos tramitam entre as delegacias” e o MP-RJ. Já a assessoria da Polícia Civil afirmou que o delegado Felipe Curi, titular da Delegacia de Combate às Drogas, disse na semana passada que o inquérito policial estava sob sigilo. Por esse motivo, não poderia responder nenhuma pergunta da reportagem.

O STF Julga De Acordo Com O Réu!









O Brasil inteiro vai estar de olho, se Fachin levar ao plenário o HC de Lula, e os ministros mudarem o entendimento da prisão em 2ª instância. Será um aviso claro aos brasileiros: O STF julga de acordo com o réu!

Campanha petista por 1 milhão de Habeas Corpus por Lula achincalha a Justiça







É a onda do ‘vale tudo’ na tentativa de salvar o meliante mor.
Enquanto os advogados extrapolam os limites da ética e da decência, a militância adota a tática do achincalhamento, a tentativa de conseguir tirar algum proveito buscando o caos, detonando a ordem jurídica.
Nesse sentido, o objetivo é que sejam impetrados 1 milhão de Habeas Corpus em favor de Lula.
O PT, estrategicamente, está se escondendo, para não explicitar o seu vínculo com esta bandalheira, mas é a cúpula petista que está por trás de mais esta algazarra.
Modelos de Habeas Corpus estão sendo distribuídos em todo o país.
Não se sabe qual será o resultado, mas para o PT o que interessa é implantar a desordem e tentar tirar algum proveito disso.
Via: jornaldacidadeonline.com.br

Temer nega ter 'jogado a toalha' pela reforma da previdência



Questionado se o governo pretende colocar o projeto para votação mesmo sem ter os 308 votos necessários, o presidente disse que isso será decido "até o dia da votação"



postado em 02/02/2018 23:06

Segundo Temer, o que não pode é arrastar a discussão da Previdência por todo o ano(foto: Diego DEAA/Divulgação)
Segundo Temer, o que não pode é arrastar a discussão da Previdência por todo o ano(foto: Diego DEAA/Divulgação)
Um dia após afirmar que "já fez sua parte" em relação à reforma da Previdência, o presidente Michel Temer negou que tenha desistido do projeto e afirmou que está trabalhando junto aos parlamentares para chegar aos 308 votos necessários. Nas contas do emedebista, que deu entrevista ao RedeTV News na noite desta sexta-feira, 2, faltam ainda entre 30 e 40 votos para colocar o tema em votação.

"Eu nem peguei a toalha ainda, imagina jogá-la", respondeu Temer ao ser questionado se tinha desistido do projeto. Em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, concedida na quinta-feira, o emedebista havia declarado considerar que já fez sua parte nas reformas e que "agora é preciso convencer o povo, porque o Congresso sempre ecoa a vontade popular".

Segundo Temer, o que não pode é arrastar a discussão da Previdência por todo o ano. "Temos que votar (a reforma) no mês de fevereiro. Estamos avançando com o tema em relação aos parlamentares e temos contabilizados 271 votos. Então faltam 30 e poucos votos, 40 votos", disse.

Questionado se o governo pretende colocar o projeto para votação mesmo sem ter os 308 votos necessários, o presidente disse que isso será decido "até o dia da votação".

Em relação ao projeto, Temer voltou a negar que ele pune os mais pobres, uma vez que deixa de fora os trabalhadores rurais e prevê regras mais amenas para os do Benefício de Prestação Continuada (BCP). Ele também reiterou que a reforma é baseada no princípio da igualdade, uma vez que faz os trabalhadores privados e servidores públicos obedecerem às mesmas regras e o mesmo teto. "Servidor que ganha acima do teto terá que fazer previdência complementar", disse, acrescentando que o Judiciário - um dos setores que mais resiste à reforma - tem dado mostras de corporativismo, mas que parte de seus membros admite o mérito do projeto.

Lembrando que o déficit previdenciário em 2017 foi de R$ 268 bilhões e que pode chegar a R$ 320 bilhões este ano, o presidente alertou ainda que a não aprovação do projeto pode fazer o País "quebrar" e passar por uma situação semelhante à de alguns Estados brasileiros hoje ou de países no exterior, onde os benefícios foram atrasados ou mesmo reduzidos.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Gilmar Mendes ‘foge’ de Lula e dá declaração conturbada para petistas







O ministro do STF se pronunciou sobre problema que atinge Lula após condenação em segunda instância.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), gilmar mendes, deu declarações a respeito de condenados em segunda instância e da Lei Ficha Limpa. Como sabemos, o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi condenado a 12 anos e um mês pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal, da 4ª Região. O petista estaria inelegível, ou seja, impedido de concorrer as eleições presidenciais deste ano e ainda corre o sério risco de ir para a cadeia. Lula foi acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Gilmar Mendes evitou pronunciar o nome de Lula, mas deu um ”tiro no pé” do ex-presidente quando afirmou que, conforme a Lei Ficha Limpa, um político não poderia se candidatar à presidência, caso esteja envolvido em casos de corrupção.
Mendes disse que como houve uma decisão em segundo grau, a Lei não permite a eleição. Gilmar Mendes lembrou que foi um dos críticos da lei aprovada no Congresso em meados de 2010 e disse que agora essa questão estaria definida de forma pacífica.
A respeito da prisão após condenação em segunda instância, Gilmar Mendes citou que a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, evitou trazer o tema à tona, pois já foi discutido duas vezes pelos magistrados. Mendes disse que cabe apenas a Cármen a decisão de colocar em pauta o assunto.

O fato de Lula ser condenado mobilizou ministros do STF para tratar sobre prisões em segunda instância. Lula corre o risco de ir imediatamente para a cadeia após sua condenação e decisão dos ministros de 2016, que aprovaram a condenação partindo do entendimento de magistrados em segunda instância.
Lula diz que é um ”perseguido político” e sua defesa enfatiza que o ex-presidente é inocente de todos os crimes apontados. O petista é acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo um imóvel localizado no Guarujá, litoral de São Paulo. O imóvel seria resultado de propinas em acordos com empreiteiras.

Os desembargadores do TRF-4 tiveram a tensa missão de decidir o futuro do petista, a votação foi 3 x 0, colocando Lula em situação delicada e ainda aumentando sua pena. A princípio, o juiz federal Sérgio Moro decidiu que Lula ficaria 9 anos e seis meses na prisão, porém a segunda instância resolveu atribuir 12 anos e um mês de cadeia. O petista tinha como objetivo se tornar candidato nestas próximas eleições, pesquisas de intenções de votos estariam mostrando que Lula está na primeira colocação.

Via: blastingnews