quarta-feira, 20 de setembro de 2017

General Eduardo Villas Bôas



gshow.globo.com
General Eduardo Villas Bôas diz acreditar no Brasil: 'Um país com um potencial como o nosso é claro que tem jeito'
No 'Conversa com Bial', líder do Exército falou sobre sua carreira e luta contra uma doença neuromotora degenerativa

General Eduardo Villas Bôas ao lado de Pedro Bial (Foto: TV Globo)

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Parabéns meu General Villas Boas pela bela entrevista em Conversa com Bial.


Fonte:

Caetano Veloso fala verdades indigestas para Dallagnol ao recebê-lo em sua casa



Caetano Veloso recebeu recentemente Deltan Dallagnol em sua casa no Rio de Janeiro. O cantor e compositor descreveu em detalhes a conversa que teve com o procurador da Lava Jato

caetano veloso deltan dallagnol
Deltan Dallagnol e Caetano Veloso encontraram-se recentemente na casa do artista
Caetano Veloso recebeu em sua residência no Rio de Janeiro o procurador Deltan Dallagnol para uma conversa sobre política. O encontro aconteceu em Ipanema e foi intermediado pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP).
Caetano e a sua esposa, Paula Lavigne, têm promovido desde o início de 2017 bate-papos reunindo artistas e políticos para discutir a conjuntura brasileira. São convidados desde gente mais identificada com a esquerda a grupos mais à direita, com o intuito de vencer diferenças e fortalecer uma pauta comum.
“Não houve momento de discordância. Deltan ficou bem à vontade”, afirmou Randolfe.
Em artigo publicado nesta terça-feira (19) no jornal O Globo, Caetano contou detalhes do encontro com Dallagnol.
O cantor aproveitou a conversa com o procurador para dizer-lhe que detestou a cena do powerpoint.“Dallagnol falou disso no encontro como tendo sido algo que não deu certo, embora desmentisse que tivesse dito não ter provas mas ter convicção”, lembrou.
Caetano afirmou ainda ter falado com ênfase, diante de Deltan, sobre “a importância histórica da figura de Lula e o significado de sua força política”.
Confira os principais trechos do texto de Caetano:
O encontro com Dallagnol se deu nas vésperas do ato de desagravo ao juiz Marcelo Bretas, cujas decisões tinham sido desqualificadas pelo ministro Gilmar Mendes. Antes da chegada de Deltan, ouvimos procuradores públicos do Rio. Gostei muito das falas deles e, ouvindo também o que disseram nossos colegas artistas, combinei comparecer ao ato.
Minha posição em relação à Lava-Jato não mudou em essência. Pelo timing de minhas respostas às entrevistas citadas vê-se que não fui um opositor da força-tarefa como os que só viam nela uma perseguição ao PT. Minhas palavras de relativa desconfiança só surgiram quando o impeachment de Dilma já tinha se dado e o governo Temer já se instalara, com figuras importantes do seu núcleo sob a mira da operação. De modo que um petista poderia achar que não critiquei a operação quando o PT parecia ser seu único alvo.
Fui contra o impeachment. E acho que suas consequências são péssimas. Mas os artigos de Jânio sobre a força-tarefa, que considero necessários, me pareceram mesmo ranzinzas. Não me alegraria que os resultados do impeachment confirmassem seu pessimismo em relação à Lava-Jato.
Sou, em princípio, um apoiador do movimento interno da sociedade brasileira que a produziu. Por isso mesmo não gostei quando o juiz Moro soltou a gravação do telefonema de Dilma pra Lula, depois do prazo estipulado, o que teve papel importante na resposta da opinião pública e deu força ao movimento pró-impeachment. E detestei a cena do powerpoint. Dallagnol falou disso no encontro como tendo sido algo que não deu certo, embora desmentisse que tivesse dito não ter provas mas ter convicção.
Gosto de um artigo de Caio Rodriguez que saiu na “Ilustríssima”, onde se vê um paralelo não entre a Lava-Jato e a italiana Mãos Limpas, mas entre ela e o caso da luta jurídica americana relativo à frequência de uma aluna negra em escola de bairro branco. No artigo os acordos de leniência aparecem como modificadores do capitalismo brasileiro, coisa que não aconteceu na Itália.
Por outro lado, me lembro de ter falado com ênfase, no encontro com Deltan, sobre a importância histórica da figura de Lula e o significado de sua força política. Ao sair, ele se ofereceu para me responder a qualquer pergunta que futuramente me ocorresse.
É saudável que nós brasileiros fiquemos de orelha em pé para que movimentações importantes não venham a servir à manutenção das nossas desigualdades. Porque não somos campeões em corrupção mas somos campeões em desigualdade. É com tudo isso em mente que apoio, em meu íntimo, a Lava-Jato.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Ex-Comandante Das Forças Armadas No Haiti Apoia General Mourão



Que Sugeriu Intervenção Militar?

  • 20/09/2017
O general quatro-estrelas da reserva Augusto Heleno publicou ontem, em uma rede social, uma declaração de apoio ao general da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão, que, em uma palestra na sexta-feira passada, defendeu a possibilidade de intervenção militar em razão da crise política no País. Heleno foi o primeiro comandante brasileiro da Força de Paz no Haiti, em 2004.
“Meu apoio irrestrito ao meu amigo de longa data e respeitado chefe militar (Mourão)”, escreveu Heleno, no Facebook.

No texto de desagravo, o general afirmou que é “preocupante o descaramento de alguns políticos, indiciados por corrupção e desvio de recursos públicos, integrantes da quadrilha que derreteu o País, cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável, com 45 anos de serviços dedicados à Pátria”. “Aconselho que, pelo menos, se olhem no espelho da consciência e da vergonha”, escreveu Heleno.

Funcionários Dos Correios Entram Em Greve; Serviços Serão Afetados


  • 20/09/2017
Os funcionários dos Correios vão entrar em greve a partir das 22h desta terça-feira (19). A decisão foi tomada pela categoria em assembleia realizada nesta noite e aprovou a paralisação sem data para terminar. Cerca de 1,3 mil funcionários da empresa em todo o Paraná devem cruzar os braços neste primeiro momento, segundo projeções do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sintcom). Além do estado, a movimentação convocada pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) vai afetar os serviços em todo o Brasil.
De acordo com o secretário-geral do Sintcom, Marcos Rogério Inocencio, ainda não está confirmado o fechamento de nenhuma agência nesta quarta-feira (20), mas garante que praticamente as unidades dos Correios vão estar com atendimento comprometidos. Segundo ele, ainda falta definir alguns pormenores da greve com o resto do país, o que inclui o fechamento das agências e o número total de servidores que devem parar. O cronograma e as ações do movimento paradista devem ser anunciados somente na manhã de quarta.


Ainda assim, ele garante que serviços essenciais, como a entrega de correspondências e encomendas, até os serviços prestados pelas agências, como o Banco Postal, serão prejudicados. Inocencio afirma ainda que, no Paraná, cerca de 25% dos mais de 6,3 mil trabalhadores dos Correios aderiram à greve neste primeiro momento e a expectativa é que esse número aumente nos próximos dias.
A direção da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a direção da Fentect chegaram a abrir negociação na tentativa de evitar a paralisação, mas, após três reuniões, os representantes dos trabalhadores saíram insatisfeitos com os termos das conversas e agora optam pela greve. A categoria pede 8% de reposição salarial e ainda se manifestam contra algumas ações, como a ameaça de demissão motivada, privatização, fechamento de agências, suspensão de férias e horas-extras, reformas trabalhista e previdenciária, entre outros assuntos

Cresce O Clamor Por Intervenção Constitucional No Brasil



 Informa A Dra. Janaína Paschoal

  • 19/09/2017
Nas ruas o assunto é um só: ninguém acredita mais nas instituições brasileiras.
A doutora Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, publicou em sua conta pessoal na rede social do Twitter que é quase inevitável reverter o quadro de insatisfação da população com a classe política.
E é verdade. Não há mais nenhum viés de esperança na classe política brasileira. Os grupos que mais ganham força e voz nas ruas são aqueles que defendem uma intervenção constitucional.



Temer Amava Cunha Que Amava Geddel Que Amava Moreira Que Amava Padilha…






  • 19/09/2017
Parodiando Carlos Drummond no seu clássico “Quadrilha” (de “Alguma poesia”, 1930), peço desculpas por trocar o nome de pessoas simples do povo por “homens públicos” denunciados ou presos por corrupção:
“Temer amava Cunha que amava Geddel que amava Moreira que amava Padilha que amava Henrique que amava Loures que amava Joesley que não amava ninguém. Temer está em apuros, Cunha e Geddel na Papuda, Moreira morrendo de medo, Padilha negando a “famiglia”, Henrique recolhido ao xadrez, Loures em prisão domiciliar e Joesley, encarcerado por ter feito delação seletiva, preferia não ter nada a ver com a história e reza o terço para salvar sua vida…”

A segunda denúncia da Procuradoria Geral da República, no apagar das luzes da gestão de Rodrigo Janot, é robusta e ampla. É nutrida por um alentado histórico da montagem do esquema de saque ao Estado Brasileiro, através do conluio privado-público. O doleiro Lúcio Funaro, também na cadeia, detalhou muitas transações. A peça descreve, em 245 páginas, a indicação de figuras afinadas com o propinoduto – que rendeu ao menos R$ 587.101.098,48! – para cargos importantes em ministérios e diretorias de estatais. Revela como o interesse de grandes grupos econômicos, notadamente a JBS, era atendido mediante contrapartidas, mercantilizando a administração do país. Tudo continua e se agrava quando o PMDB, “o partido da moral homogênea”, assume totalmente as rédeas do governo central.
O documento do Ministério Público reitera que não há objetivo de “criminalizar a política” e “não questiona o fato de um governo conquistar ampla base política e ter êxito na aprovação de suas medidas no Parlamento”.  O que se revela é que, “no lugar de negociações políticas, temos negociatas ilícitas nas quais a moeda de troca não era simplesmente divisão de poder para governar, mas sim a compra de apoio político com a utilização de dinheiro público”.
Por mais profunda que seja a investigação, dessa e de várias outras operações, há, até aqui, um estranho silêncio em torno de instituições financeiras e de algumas figuras. Uma delas é Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central na era Lula e atual poderoso Ministro da Fazenda. Ele foi, durante quatro anos, presidente do Conselho de Administração da J&S, holding controladora da JBS. Nunca percebeu nada?
Assim como não é aceitável o velho “rouba mas faz”, nem o repaginado “rouba mas é pela causa”, é preciso também repudiar o “rouba mas implementa as ‘reformas’ que o mercado quer”.
Em qualquer país com mínimo padrão político civilizatório, um governo que sofresse tal grau de acusação sairia rapidinho pela porta dos fundos do palácio. Aqui será preciso crescente clamor popular para escorraçá-lo. Ou um Geddel colocando tudo às claras.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira!

Pela primeira vez na história da República brasileira, temos um presidente denunciado criminalmente por atos de corrupção cometidos no exercício do mandato. Sai um homem de confiança do Temer da cadeia e entra outro e assim por diante. Isso bastaria para que Michel Temer tomasse a decisão de renunciar para abreviar a crise, Michel Temer faz parte do Grupo de bandidos dos Batistas. Assim, se os irmãos Batistas entregaram seus comparsas, melhor para o Brasil, pois preferível o pior à dura verdade, do que uma eternização da mentira e corrupção. O Brasil passou pela trajetória do Impeachment da Dilma e passará também pela trajetória do afastamento do Temer (Artigo 81 CF), pois caso contrário será uma catástrofe MORAL e ÉTICO para o Brasil. Não podemos e eu não defendo qualquer tipo de corrupção ou safadeza de um líder político, independente do Partido. Afinal, o próprio presidente declarou há meses que ministros denunciados na Lava Jato teriam que renunciar. Agora, o próprio presidente foi atingido, mas ao contrário do que afirmou, promete resistir, junto com seus ministros, muitos deles na mesma situação.

É como eu sempre digo: Político e Representante na vida pública corrupto devem ser enxergado com o mesmo ódio e repulso que enxergamos os assassinos, estupradores ou os pedófilos. Pois é isso que eles são, a escória da humanidade. Suas ações corruptas dão inicio a acontecimentos trágicos para a nossas vidas, a criança, a idosa que morre de fome, Os animais domésticos que são membros da família que passam por todas as dificuldades em um país prospero como o nosso, foi porque um vagabundo desses surrupiou milhões para sua conta. A idosa que morre na fila de um hospital por falta de médicos, leitos e remédios foram porque um vagabundo desses meteu a mão nos cofres públicos. A mulher que é estuprada na esquina por falta de uma viatura policial foi porque um político patife desviou milhões para sua conta fantasma no exterior, para comprar carrões, iates e joias caras para sua prostituta de luxo. Eles são a causa primária desse degradante efeito borboleta.. Político corrupto é o pior bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de nossas vidas, o que será de nosso país?

Respeito ao General Mourão



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.
Todo respeito ao General Mourão é pouco!
Cel Muniz Costa
Do que falou o General
A balbúrdia política que tomou conta do Brasil é tão grande que prejudica até a compreensão de fatos evidentes que dizem respeito a todos nós.  Parece que há no País um default de bom senso e conhecimento.
Quando um ex-presidente prega, em seu exclusivo benefício, uma eleição que não está prevista em lugar algum da Constituição, simplesmente para confrontar a Lei que ele violou, a ideia toma foros de legitimidade e os golpistas por natureza comemoram.
Quando se levantam os protestos contra um presidente no exercício do mandato que tenta levar generais ao Planalto para lhe emprestarem solidariedade contra um outro poder constituído, as vivandeiras profissionais fazem cara de paisagem.
Mas quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, em um momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do pseudolegalismo se agitam.
E aí entra em ação o velho esquema movido a má fé e ignorância que se vale de desgastados clichês para fazer crer que os generais ameaçam a democracia e o Estado de Direito.      
Será? Antes de mais nada, é bom distinguir quem ameaça o quê.
De que generais precisa o Brasil?
Dos que empoleirados no poder calam e consentem ante um quadro de flagrante deterioração social e política do País? E que, anônimos e serviçais, ainda por cima criticam os que, por fé de ofício, posicionam-se diante desse quadro?
Ou o Brasil precisa dos generais que dizem o que a Nação espera ouvir: que, na hipótese de persistir a degringolada política e institucional do País, o Exército atuará de acordo com suas responsabilidades constitucionais, segundo um estudo de situação continuamente atualizado e um planejamento consistente? E que, movidos pelo dever, o fazem desassombradamente?
Persiste em largos segmentos da sociedade brasileira o desconhecimento sobre o Exército e o seu papel. Tanto daqueles que vêm pregando uma intervenção à revelia dos poderes constitucionais, quanto dos que pretendem que ele se quede mudo e omisso diante da falência desses mesmos poderes.
Mas uns e outros podem guardar suas faixas e apitos, por que não vai acontecer nem uma coisa e nem outra.
O Comandante do Exército, o General Mourão e outros chefes militares têm falado a mesma coisa: que o Exército atuará sempre de acordo com suas missões constitucionais, orientando-se em meio a essa grave crise pelos princípios da legitimidade, legalidade e estabilidade.
Que a situação é grave ninguém de bom senso e minimamente informado desconhece ou nega. Mas o que parece não estar sendo percebido pela sociedade é a extensão e agudeza dessa gravidade.
Existem interesses nacionais de grande relevância para a sociedade brasileira que não podem ser comprometidos diante de um apagão institucional.
O mais crítico, neste momento, é o da segurança, já em colapso no Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas não vêm recebendo os recursos orçamentários mínimos para cumprir suas missões, ou pior, estão sendo colocadas à disposição de quem não tem competência alguma para empregá-las.
E diga-se, como em outras áreas públicas, recursos em montante inferior ao encontrado no apartamento de um único corrupto, o que suscita a hipótese de o crime no Brasil dispor de mais poder e recursos do que as instituições que defendem o Estado, a sociedade politicamente organizada, no caso, todos nós.
Mas se no Rio de Janeiro e em outros Estados as ameaças já são dramáticas, existem outras, menos visíveis, mas nem por isso menos importantes, que atingem a soberania, a incolumidade do patrimônio nacional e a paz social, todas inalienáveis.
O Estado de um país com o tamanho, a complexidade e a importância do Brasil não pode entrar em colapso ou ser capturado por interesses não nacionais.
Essa hipótese existe? Existe sim.
O General Mourão não precisa de intérpretes ou defensores. Nem ele falou em nome do Exército, que só se manifesta pela voz de seu Comandante. Para entender as manifestações das Forças Armadas é preciso estuda-las e compreende-las, como instituições, nas suas estruturas, culturas e missões.
As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil. Há décadas, as Forças Armadas brasileiras não trabalham com hipóteses, mas sim com capacidades.
E o general falou da capacidade do seu Exército, do meu Exército, do nosso Exército - instituição nacional, regular e permanente, organizada com base na hierarquia e disciplina - atuar na defesa da Pátria e como última barreira  na manutenção da Lei e da Ordem.
Para decepção de golpistas, vivandeiras e cassandras, o general falou do Exército que o Brasil tem.


Fonte: