segunda-feira, 24 de julho de 2017

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MPF investiga esquema de propina destinada a Geddel Vieira Lima




Procuradoria deve denunciar o ex-ministro por corrupção passiva e lavagem de dinheiro





© Ueslei Marcelino / Reuters

POLÍTICA EX-MINISTROHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) investiga um esquema de pagamento de propina que teria como beneficiário final o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso em regime domiciliar em Salvador. O político é suspeito de influenciar a liberação de recursos do FI-FGTS a empresas em troca de repasses.

De acordo com informações do UOL, esta investigação deve ser a base de uma denúncia pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Atualmente, o MPF também trabalha na apresentação da primeira denúncia contra Geddel, concentrada no crime de obstrução de Justiça. A estimativa é que ela seja apresentada em duas semanas.
Segundo apuração da Operação Greenfield, desdobramento da Lava Jato,Geddel e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teriam atuado em conjunto para agilizar liberações de recursos do FI-FGTS em troca de propina. A dupla teria liberado R$ 1,2 bilhão em recursos para receber vantagens ilícitas. Ambos negam participação no esquema.

                                        Por Aguiasemrumo:Romulo Sanches de Oliveira.

É como eu sempre digo: Político corrupto deve ser enxergado com o mesmo ódio e repulso que enxergamos os assassinos, estupradores ou os pedófilos. Pois é isso que eles são, a escória da humanidade. Suas ações corruptas dão inicio a acontecimentos trágicos para a nossas vidas, a criança que morre fome em um país prospero como o nosso, foi porque um vagabundo desses surrupiou milhões para sua conta. a idosa que morre na fila de um hospital por falta de médicos, leitos e remédios foi porque um vagabundo desses meteu a mão nos cofres públicos. A mulher que é estuprada na esquina por falta de uma viatura policial foi porque um político patife desviou milhões para sua conta fantasma no exterior, para comprar carrões, iates e joias caras para sua prostituta de luxo. Eles são a causa primária desse degradante efeito borboleta.. Político corrupto é o pior bandido que possa existir na face da terra. Suas atitudes decidem o que será de nossas vidas, o que será de nosso país?

TJ decide pela 2ª vez que filho da presidente do TRE-MS troque presídio por clínica médica




Breno Fernando Solon Borges deixaria o presídio de Três Lagoas (MS), mas saída foi impedida por um mandado de prisão preventiva.


G1 entrou em contato com a defesa do jovem, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. A desembargadora Tânia Garcia de Freitas prefere não falar sobre o assunto.
Filho da presidente do TRE-MS sai da cadeia em Três Lagoas, MS
Breno está preso desde o dia 8 de abril, quando foi flagrado com outros dois jovens com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização. Por esse fato, o jovem havia conseguido a internação médica.
Porém, não conseguiu deixar o presídio por causa de um mandado de prisão preventiva expedido a pedido da Polícia Federal em consequência da operação Céberus, deflagrada em 13 de junho.
As investigações apontaram que Breno estava entre os integrantes de uma organização criminosa especializada no contrabando de armas planejava novamente o resgate de um detento na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande.
Iniciadas em março, quando o líder da organização orquestrou uma tentativa de fuga da Penitenciária de Três Lagoas com o uso de uma pistola calibre .380, o nome de Breno apareceu em um dos celulares apreendidos. Naquela situação, após análises dos celulares apreendidos, com autorização judicial, constatou que Breno auxiliaria na fuga do preso em Três Lagoas, inclusive chegou a deslocar-se até a cidade para a ação criminosa.
Ao total foram indiciados sete suspeitos, acusados de integrar organização criminosa e tentativa de fuga de preso mediante violência. Tendo em vista o abalo a ordem pública e a garantia da aplicação da lei penal, foi decretada a prisão preventiva dele e dos demais integrantes do grupo.

Megashows com ingressos esgotados: sem crise para os ricos




Cultura

Mercado


por Eduardo Nunomura e Jotabê Medeiros — publicado 23/07/2017 00h30, última modificação 21/07/2017 16h44
A empolgação com U2 e Rock in Rio revela um contrassenso: com 14 milhões de desempregados, de onde sai tanto dinheiro?


U2
A máquina do show business em ação


Que tipo de crise é essa? Em menos de duas horas, sumiram todos os ingressos para os três shows do U2 no Morumbi, em outubro. São três estádios lotados, uma estimativa de público de mais de 200 mil pessoas. Detalhe: os ingressos custavam até 1.360 reais e havia filas online para comprar de até 70 mil pessoas.

Rock in Rio 2017, que será realizado nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, no Parque Olímpico do Rio , esgotou os ingressos ainda no início de abril (o preço era de 455 reais), também em poucas horas. São 700 mil pessoas em 7 dias de evento, com atrações como Justin Timberlake, Lady Gaga, Aerosmith e outros.

O site Rockin’ Chair, que faz acompanhamento do mercado de show business no Brasil, registrou aumento substantivo no preço dos ingressos no País. Em 2013, o preço médio dos megashows era 420 reais. Em 2017, já está em 525 reais. Na quinta-feira 6, esperava-se uma nova corrida por ingressos caros. Começaria a venda dos tíquetes para a temporada paulistana de Amaluna, nova superprodução do Cirque du Soleil (que será abrigada no Parque Villa-Lobos a partir de 5 de outubro). Custam entre 250 e 450 reais.
O grupo de entretenimento canadense retorna ao Brasil, após quatro anos, com Amaluna, que estreou em Montreal em 2012 e já passou por 30 cidades de 10 países e foi visto por mais de 4 milhões de espectadores.

Mesmo espetáculos alternativos, menores, como o show do cantor americano criado na Venezuela Devendra Banhart, no Cine Joia, que só será em novembro, estão com entradas esgotadas. Até domingo 2, a mostra multimídia Steve Jobs, no MIS, em São Paulo, chegou a 12 mil visitantes – a abertura foi em 15 de junho.

A euforia pelo consumo de arte de elite voltou também ao mundo das artes visuais. Após 12 anos sem filas, o Masp tem de novo a perspectiva de aglomerações em torno de uma exposição de arte. Toulouse-Lautrec em Vermelho é a clássica mostra de artista europeu do século XIX, com 75 obras vindas de empréstimos do mundo todo (algumas delas pedidas com mais de um ano de antecedência).
Cirque du Soleil, com novo espetáculo, segue atraindo milhares com preços em ascensão constante no Brasil (Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas)
Ironicamente, a megaexposição do Masp acontece num momento de retração de investimentos públicos. Foi realizada inteiramente com dinheiro privado: o escritório Pinheiro Neto Advogados investiu 2 milhões de reais na montagem. Alexandre Bertoldi, sócio-gestor do escritório, diz considerar que o Brasil, a exemplo dos Estados Unidos, onde doações privadas sustentam o sistema cultural, possui empresas saudáveis que podem (e devem) contribuir para o desenvolvimento.

“Temos empresas e instituições que ainda podem dar dinheiro. Se não se conscientizarem disso, não sei o que vai acontecer com a arte e a cultura”, analisa, acrescentando que não se pode mais contar com o setor público. “A Lei Rouanet era uma tábua de salvação, mas também está muito mais difícil agora”, afirmou Bertoldi. Segundo ele, o Masp “está vindo de um grande buraco” e a hora é de modificar a cultura do mecenato no Brasil.

Esse cenário coincide com a política da exclusividade das empresas de comércio de ingressos. Os promotores buscam um público privilegiado, uma espécie de “bolha” de prosperidade. No caso do U2, houve uma venda prévia com três dias de antecedência para os portadores de cartões do Banco do Brasil. No caso do Cirque du Soleil, é o Banco Original o privilegiado.
Só depois entra a venda geral, com um montante reduzido de ingressos. Mas, no evento do U2, isso provocou reclamações de consumidores, que entraram com uma ação no Ministério Público contra a empresa vendedora, a Tickets for Fun, alegando que teria havido oferta sem a efetiva disponibilidade de ingressos.
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Paul McCartney em sua quinta visita ao País (Foto: Lenny/FotoArena)
As empresas promotoras dos shows do U2 no Brasil (Live Nation, Move Concerts e DC Set, esta última de Roberto Carlos) contrataram a empresa Tickets for Fun para realizar as vendas e, ao receber reclamações sobre a venda, repassaram-nas para a companhia de tíquetes. A empresa informou já estar analisando o processo de compra para detectar possíveis erros.

Só para os dois primeiros shows da banda irlandesa no Morumbi foram comercializados mais de 100 mil ingressos pela internet, o que, segundo a Tickets for Fun, comprovaria que muitos ingressos foram vendidos sem problemas. “Gente, ALGUÉM conseguiu comprar o ingresso do U2? Não é possível, eu só vejo nego falando que não conseguiu, mas os ingressos esgotaram em 1 min”, escreveu Giovanna Medeiros em um fórum do jornal O Globo.

Há ainda um pulsante mercado secundário de venda de ingressos, que foi potencializado pela internet. Sites como StubHub, MonTickets e ViaGogo agem como cambistas online, vendendo livremente centenas de tíquetes a preços inflacionados. Giovanna e outros fãs que desejam ver a banda ao vivo teriam de desembolsar entre 992,86 reais, por um lugar na pista, e 9.900 reais por um nababesco assento na chamada red zone pelo StubHub, oito vezes mais que o preço oficial.

Na teoria, o mercado secundário funciona, mundialmente, como um intermediário entre pessoas que compraram o ingresso, desistiram de ir ao evento e não querem sair no prejuízo. O site facilitaria esse contato entre os fãs retardatários e aqueles com ingressos na mão. O problema é que esse mercado age ao arrepio de qualquer legislação ou fiscalização. Na Itália, a promotora Live Nation admitiu, em novembro, vender tíquetes de um show da banda Coldplay diretamente para a empresa ViaGogo, onde os ingressos apareceram minutos após esgotados no canal oficial . Procurados, os sites não responderam aos pedidos de entrevista.

Toda essa aparente bonança de consumo cultural ocorre num cenário que tem todos os ventos desfavoráveis. O dólar está alto, em torno de 3,30 reais, o que encarece turnês internacionais, cujos contratos são feitos na moeda americana. As passagens aéreas também ficam mais caras, e a economia, desacelerada, seria um fator de inibição para o consumidor.
Mas o que se vê é o contrário. Eduardo Hiraoka, do site Rockin’ Chair, explica que o bloco formado por Chile e Argentina, ao lado do Brasil, viabiliza a vinda das superbandas para estes lados: “Hoje em dia, grandes turnês são essenciais para qualquer banda, mesmo que nem haja um disco novo para divulgar, já que a venda de discos perdeu espaço. Por isso, mesmo bandas consagradas como o U2 dependem de extensas turnês internacionais”.
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Toulouse-Lautrec em Vermelho: primeira megaexposição no Masp em 12 anos, a mostra não tem financiamento público e já projeta grandes filas na frente do museu
Num momento de caos econômico e golpe político, há um grupo de pessoas que ignora a crise e mantém o padrão de consumo de luxo. Os ricos, no cenário de crise fabricada do Brasil, ficam ainda mais ricos. Sem colocar o dinheiro em circulação, mantendo ativos altíssimos no mercado financeiro, surfam na crista da crise sem se abalar pelas restrições por que passa a maioria dos brasileiros. E não são só eles. Há outros segmentos incólumes da população.

“Um jovem solteiro, já formado e empregado, que não tem filhos, com um estilo de vida de que não quer abrir mão, tem dinheiro no bolso para gastar”, resume Benjamin Rosenthal, pesquisador na área de cultura de consumo da Fundação Getulio Vargas. Esse mesmo raciocínio, explica Rosenthal, vale para outras formas de constituição familiar, como os casais gays e os divorciados.
Em épocas assim, o consumo de bens culturais sofre retração nas famílias tradicionais, aquelas que possuem despesas fixas de educação, plano de saúde e moradia. Essas deixam de frequentar cinemas, teatros, museus e outros espetáculos, e preferem ficar em casa, o que aumenta os gastos com supermercados e serviços de entretenimento doméstico, como os games, internet de banda larga e streaming de vídeos.

Na crise, os organizadores de megaeventos sabem que o público é menor, porém mais fiel. Rosenthal afirma que eles têm ideia clara do poder de atração de cada espetáculo e podem fixar preços, muitos deles estratosféricos, pelo fato de serem eventos únicos.

COMO LULA, GLEISI PODERÁ ESTAR PRESA NA CAMPANHA ELEITORAL DE 2018



CORRUPÇÃO


GLEISI PODE SER CONDENADA E PRESA ANTES DA ELEIÇÃO. LULA TAMBÉM.

Publicado: 24 de julho de 2017 às 00:01 - Atualizado às 00:06



COMO LULA, GLEISI PODE SER CONDENADA ANTES DA ELEIÇÃO E PRESA



Além do ex-presidente Lula, caso a instância superior confirme a sentença do juiz federal Sérgio Moro, também a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), poderá chegar à campanha de 2018 atrás das grades. Ela é ré em ação em que é acusada de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O processo contra Gleisi pode ser julgado ainda este ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O STF foi unânime ao aceitar denúncia por corrupção. Gleisi recebeu R$1 milhão da roubalheira à Petrobras para sua campanha, em 2010.
Se Gleisi Hoffmann for condenada, o STF deve também cassar e declarar vago o seu mandato, e manda-la para a prisão.
Gleisi responde pelos mesmos crimes que condenaram Lula a 9 anos e meio de prisão: corrupção e lavagem de dinheiro.
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, em geral leva 180 dias para julgar recursos da Lava Jato.

domingo, 23 de julho de 2017

Governador Do MT Pode Estar Envolvido Em Central De Espionagem




O escândalo da central clandestina de espionagem em Mato Grosso – mostrado pelo Fantástico há dois meses – ganha mais um capítulo. A investigação agora é para saber quando começou, se ainda existe gravação clandestina e se o governador Pedro Taques, do PSDB, está envolvido diretamente no esquema criminoso.

Surgem As Provas. Contratos, Extratos E Notas Da Odebrecht Provam Culpa De Lula E Políticos Na Corrupção










Ex-executivos da Odebrecht apresentaram contratos fictícios, comprovantes de transferências, extratos bancários, registros telefônicos e outros documentos para corroborar parte das acusações feitas nos depoimentos prestados nos acordos de delação premiada com a Lava Jato.
Os papéis serão usados pelo Ministério Público Federal na tentativa de provar os crimes narrados pelos colaboradores nos depoimentos.


Políticos envolvidos têm se apegado ao discurso de que a palavra dos delatores não é suficiente para provar as acusações –e que são necessários outros elementos que reforcem o que foi dito.
Parte dos papéis entregues tem indicativos mais concretos: extratos bancários, comprovantes de transferência ou até contratos fictícios.
Um deles, de R$ 9,6 milhões, foi assinado entre a Odebrecht e Duda Mendonça. Segundo os delatores, nenhum serviço foi prestado à empreiteira: parte desses recursos foi usada para camuflar o pagamento de uma dívida da campanha de Paulo Skaf (PMDB) ao governo de São Paulo em 2014.
A defesa de Duda diz que o marqueteiro não vai se pronunciar. Skaf, em nota, afirma que nunca pediu nem autorizou ninguém a pedir contribuições “que não as regularmente declaradas”.
Expediente semelhante, dizem os delatores, foi usado para pagar serviços do publicitário Paulo Vasconcelos na campanha de Aécio Neves à Presidência, em 2014. Contratos e notas fiscais foram entregues ao Ministério Público. Aécio e Vasconcelos negam irregularidades.
Também foram documentadas transferências de contas da companhia no exterior para uma offshore atribuída ao publicitário João Santana, que fez campanhas para o PT entre 2006 e 2014, e recebeu do grupo também por eleições de outros países.
Outro grupo de documentos ajuda a reforçar a narrativa dos colaboradores de proximidade com os delatados e de influência sobre decisões. Neste estão trocas de e-mails entre empresários e agentes públicos, além de anotações e relações de telefonemas feitos para autoridades.
É o caso de duas planilhas anexadas por Marcelo Odebrecht com registro de telefonemas feitos a Antonio Palocci e ao Palácio do Planalto, em um número atribuído por ele a Dilma Rousseff. Serão usados para corroborar a versão