quinta-feira, 25 de maio de 2017

OAB protocola nesta quinta pedido de impeachment de Temer





Documento foi endossado por representantes da entidade em 24 estados e no DF





POLÍTICA NA CÂMARAHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Depois de decidir, na madrugada do último dia 21, por 25 votos a 1, que entraria com pedido de impeachment do presidente Michel Temer, na Câmara dos Deputados, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deve entregar a denúncia nesta quinta-feira (25).

O documento, endossado por representantes da entidade em 24 estados e o DF, segundo informações do portal G1, será juntado a outros 16 pedidos de impeachment que já foram protocolados na Casa.
Em nota, o presidente da OAB, Carlos Lamachia, lembrou que a instituição cumpre seu papel, "mesmo que com tristeza, porque atua em defesa do cidadão”.
Para os membros da comissão especial da OAB, Temer incorreu em crime de responsabilidade ao não informar às autoridades competentes o teor de parte da conversa que teve com o empresário Joesley Batista, dono da JBS, no Palácio do Jaburu. As informações são da Agência Brasil.
Joesley gravou a conversa e entregou cópias do áudio à Procuradoria-Geral da República, com quem firmou acordo de delação premiada, já homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com a OAB, Temer faltou com o decoro ao se encontrar com um empresário alvo de diversas investigações em curso, sem registro em sua agenda e prometido agir em favor de interesses particulares.
Caberá ao presidente da Câmara decidir se aceita ou não os pedidos para abrir o processo que pode tirar Temer do poder. Nessa quarta-feira (24), Rodrigo Maia afirmou que é preciso ter paciência e que a decisão não será tomada 'da noite para o dia'.





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Esses corruptos são genocidas, são eles que matam as pessoas que estão morrendo nas filas dos hospitais em todo Brasil. Verdadeiramente os maiores traidores da pátria e seu povo!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Coldplay - Adventure Of A Lifetime (Official Video)

O Nome que confio!



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Este eu recomendo. Este eu confio!

JBS TENTA SE LIVRAR DA LEI ANTICORRUPÇÃO NOS EUA




ENROLADOS


JBS USA ESTÁ SUJEITA À DURA LEI ANTICORRUPÇÃO AMERICANA
Publicado: 24 de maio de 2017 às 00:01 - Atualizado às 00:00


EUA TÊM LEI DURA CONTRA CORRUPÇÃO E JBS TENTA PÔR CULPAR NA J&F PARA SE LIVRAR DE MULTAS BILIONÁRIAS



A mudança de Joesley Batista & caterva para os Estados Unidos não garante a imunidade que conseguiram no Brasil. Lá, a Justiça é severa na punição de empresas que, operando no país, pagam propina ou suborno no exterior. A JBS USA, em Greeley, sede de 56 unidades de produção de Joesley nos EUA, está sujeita ao rigor da Lei de Práticas Corruptas no Exterior (FCPA, sigla em inglês). A JBS USA responde por mais de 50% do faturamento de R$170 bilhões do grupo JBS. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Como não terá vida fácil com a Lei de Práticas Corruptas, os donos da JBS tentam acordo de leniência no Departamento de Justiça dos EUA.
A estratégia é atribuir a corrupção no Brasil à “J&F”, blindando a JBS USA do escândalo, na tentativa de escapar da punição da FCPA.
A FCPA foi criada especificamente para evitar o suborno de governos estrangeiros em troca de benefícios para empresas americanas.
Especialistas em legislação criminal americana acham que a JBS USA pode estabelecer o recorde histórico de multas com base na FCPA.



Acordo com irmãos da JBS pode ter sido mal menor, diz Dallagnol





Coordenador da Lava Jato também destacou que os "fatos que vieram à tona são crimes gravíssimos"






POLÍTICA AVALIAÇÃOHÁ 2 HORASPOR FOLHAPRESS


Ruim com eles, pior sem eles. Acordos generosos de delação premiada, como o que beneficiou os irmãos Joesley e Wesley Batista, podem não parecer justos, mas nem sempre há alternativas melhores na mesa.


Foi o que defendeu o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, a uma plateia insatisfeita com o destino dos donos da JBS.
"No mundo ideal todo mundo seria punido. O grande problema é que não vivemos no mundo real", disse nesta terça-feira (22), no lançamento em um shopping de São Paulo do seu livro "A Luta contra a Corrupção", com a visão do Ministério Público para a operação que assumiu três anos atrás.
Dallagnol frisou que falava hipoteticamente, pois o caso foi fechado pela Procuradoria-Geral da República, e não pela Justiça Federal do Paraná, onde atua. Chegou a brincar que a pergunta feita pela jornalista Mariana Godoy, que conduziu o debate, merecia uma saída à francesa. "Este é o momento em que a campainha toca, e todo mundo sai pro lanche."
Dito isso, afirmou que os "fatos que vieram à tona são crimes gravíssimos", por envolverem um presidente da República (Michel Temer) e um presidenciável (Aécio Neves).
Dallagnol sugeriu que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode ter se visto sem opções. "Quais eram as alternativas aos irmãos?"
Eles não eram réus e não estavam presos quando procuraram Janot. Joesley e Wesley podiam até estar sob investigação, mas processos costumam demorar "anos e anos" até darem em algo.
Dallagnol lembrou da demora de mais de duas décadas até que o Supremo Tribunal Federal condenasse Paulo Maluf, nesta mesma terça. Destacou ainda que ao menos o crime de corrupção que era imputado ao parlamentar "já era, prescreveu".Voltando aos irmãos: "Conseguiria ele [Janot] aquelas gravações com outras pessoas? Não que eu saiba".
Daí a possível inevitabilidade do acordo que, para a população, deixou a impressão de que "os irmãos 'Ley' ganharam na mega-sena", como colocou Godoy.
Dallagnol foi recebido por mais de cem pessoas que o aplaudiram de pé, gritando "Lava Jato! Lava Jato!".
Uma delas: a maquiadora Valdirene Paschoalini, 35, que aderiu a uma pintura facial com a bandeira do Brasil que fazia a metade esquerda do seu rosto brilhar com purpurina.
Dallagnol viu em Godoy, da Rede TV!, um rosto amigo. No começo da sabatina, ela adiantou que assinou as "Dez Medidas contra a Corrupção", projeto de lei pelo qual tem "muito carinho" e é capitaneado por Dallagnol.
Ele foi questionado sobre como a sociedade poderia confiar no Judiciário, após a interceptação de uma ligação entre o ministro do STF Gilmar Mendes e o senador Aécio Neves (PSDB).
Segundo relatório policial, Aécio "pediu ao ministro para que telefonasse para o senador Flexa Ribeiro (PSDB-AM)". Solicitou que o magistrado orientasse Flexa a votar como Aécio queria no projeto de lei sobre abuso de autoridade.
Dallagnol não pegou a isca e evitou críticas diretas a Gilmar. Afirmou esperar uma "grande renovação política em 2018" e se disse decepcionado com a morosidade dos parlamentares para combater a corrupção. "Depois de três anos de Lava Jato, Congresso é uma fonte seca em medidas contra a corrupção."
Comparou a falta de credibilidade dos políticos a uma clínica onde se vai acreditando que, no fundo, o médico quer seu mal. "Ele receita remédio, e você não confia que é para o seu bem. Que é para ele lucrar mais em cima de você."
Arrancou gritos de "fofo" quando disse que tinha quatro anos na época de Diretas-Já, em 1984.
Questionado sobre a maré favorável a membros do Judiciário na política, voltou-se à plateia e disse que de lá poderiam sair novos representantes - na arquibancada, a empresária e socialite Rosangela Lyra, a líder do movimento Nas Ruas, Carla Zambelli, e o promotor Roberto Livianu, presidente do Instituto Não Aceito Corrupção.
Ao jornal "Folha de S.Paulo", em abril, Dallagnol disse que não "descogita" seguir carreira política nem virar pastor evangélico no futuro.
Ele criticou a ideia do juiz ou procurador herói que salvará a nação das garras da corrupção. A mudança, disse, depende da mobilização popular. "Somos cidadãos consumistas. Sentamos no sofá de casa e esperamos que o Estado nos sirva. Não teremos mudança enquanto confiarmos em heróis."
Ao longo da noite, ganhou da plateia títulos como "excelentíssimo" e pedidos para que colocasse "Lula na cadeia".
Já nos minutos derradeiros, pediu para que o público não temesse fazer perguntas críticas à Lava Jato. Ninguém se voluntariou. Ele preferiu não falar com jornalistas. Com informações da Folhapress.

Sandro Mabel pede demissão e é o 4º assessor de Temer a deixar o governo





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O ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) pediu demissão na noite desta terça-feira (23) ao presidente Michel Temer. Ele era um dos assessores que despachavam do terceiro andar do Palácio do Planalto – mesmo pavimento do gabinete presidencial  e ajudavam o governo na interlocução com o Congresso Nacional e com empresários.

Palacianos afirmam que Mabel era um dos interlocutores do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) junto ao governo, principalmente, durante o processo de cassação do ex-presidente da Câmara. O agora ex-assessor de Temer nega.

"Nunca tive essa missão. Até porque o Eduardo Cunha tinha acesso a todos do palácio, muito mais do que eu. Portanto, a informação não é verdadeira", escreveu Mabel ao Blog.

Com a saída do assessor especial, já são quatro assessores de Temer que deixam o Planalto. Além de Mabel, já saíram José Yunes, Rodrigo Rocha Loures e Tadeu Fillipelli.






Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

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Renan diz que demitiria Meirelles e pede renúncia negociada de Temer






BRASÍLIA (Reuters) - O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), disse nesta terça-feira que demitiria o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, caso ocupasse a Presidência da República, e defendeu uma renúncia negociada do presidente Michel Temer que inclua eleição indireta para presidente e convocação de eleições gerais no anos que vem, com uma Assembleia Constituinte.
Durante sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan também criticou a proposta de reforma trabalhista, que era pauta de discussão do colegiado, e afirmou que um governo impopular como o de Temer não pode fazer reformas estruturais.
"Se eu fosse presidente da República, eu ontem teria demitido o ministro Meirelles, que saiu do silêncio do seu gabinete para dizer à imprensa em coletiva que com Michel ou sem Michel ele ia tocar essas reformas no Brasil. O grau de complexidade que vivemos hoje no Brasil não comporta mais essa ingênua declaração", disparou o senador, líder do PMDB, mesmo partido de Temer.
Renan disse que a experiência internacional mostra que a flexibilização de direitos trabalhistas tem como reflexo imediatamente o "achatamento da massa salarial" e defendeu a ampliação do leque de reformas para incluir a taxação do capital e da distribuição de dividendos.
"É muito importante que nós discutamos mais essa matéria. Votar essa matéria hoje, ou ler esse relatório hoje, de solavanco, de afogadilho, colocando goela abaixo de algumas pessoas para que o Legislativo demonstre que o Executivo não está paralisado, que está com um rumo predefinido, isso sinceramente não pode acontecer", disse.
"É inadmissível que um governo com essa rejeição queira fazer uma reforma estruturante unilateral. Isso não vai acontecer, não pode acontecer."
Ao mesmo tempo que criticou a decisão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de apresentar um pedido de abertura de processo de impeachment contra Temer, em meio a acusações de que é alvo no âmbito da delação do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, Renan defendeu que se dialogue com o presidente para que se chegue a uma transição "negociada e rápida".
"Defender impeachment nesta hora é dizer, em outras palavras, em português claro, que não aprendeu nada com os últimos meses, com os últimos anos no Brasil."
"O melhor era que nós conversássemos com o presidente para que ele entenda o seu papel histórico a cumprir, façamos uma transição negociada --rápida e negociada-- elejamos um presidente da República, um vice-presidente da República, garantamos eleições gerais em 2018 com Assembleia Nacional Constituinte", defendeu o senador, que já foi citado em depoimentos de delatores da operação Lava Jato.
(Por Eduardo Simões, em São Paulo)





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Esses corruptos são genocidas, são eles que matam as pessoas que estão morrendo nas filas dos hospitais em todo Brasil. Verdadeiramente os maiores traidores da pátria e seu povo!