terça-feira, 2 de maio de 2017

Lava Jato coloca Judiciário, bancos e publicitários na mira certeira do novo alvo








BBC Brasil
Depois de chegar à investigação de oito ministros, 24 senadores e 39 deputados após delações de executivos e ex-executivos do grupo Odebrecht, a expectativa é de que a Lava Jato siga analisando depoimentos de empreiteiras – possivelmente inchando ainda mais a lista de políticos acusados de corrupção e outras atividades ilegais.

Mas há também, pelo que a BBC Brasil apurou, a expectativa de que a operação ganhe fôlego para, potencialmente, avançar por novas áreas – como o Judiciário, mais especificamente o Superior Tribunal de Justiça (STJ), e bancos e outras empresas financeiras.

Responsável por negociar acordos de delação, o Ministério Público Federal diz que as investigações podem avançar, no setor público, por todas as áreas em que houve indicação de cargos.
“Qualquer colaborador que estiver disposto a confirmar detalhes do esquema criminoso pode trazer novos detalhes e provas. Percebe-se que há loteamento de cargos por todo lugar na esfera pública, portanto, a apuração pode levar a outros setores públicos”, informou o MPF no Paraná, por meio da assessoria de imprensa.
Mas que áreas são essas? Com base em menções feitas nas delações já assinadas, nas negociações em curso e pelo que disseram à reportagem advogados e responsáveis pelas investigações, a BBC Brasil preparou a lista, abaixo, identificando potenciais próximas fontes de delações e novos alvos da Lava Jato:
Judiciário e mais políticos – Prestes a fechar um acordo de delação premiada, a construtora OAS pode aumentar o número de políticos a serem investigados e reforçar as suspeitas contra muitos dos já citados – como foi o caso de declarações dadas pelo sócio da OAS Léo Pinheiro na quinta-feira, noticiadas pela imprensa, envolvendo o ex-presidente Lula.
Há ainda a expectativa de que as delações de executivos e ex-executivos da empreiteira possam levar a operação a investigar o Judiciário, mais precisamente o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Advogados acreditam que os investigadores devem buscar detalhes ligados à Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal, anulada pelo STJ em 2011.
A operação havia sido deflagrada dois anos antes para apurar crimes financeiros e desvio de verbas públicas que envolviam diretores de empreiteiras e partidos políticos. O STJ, contudo, entendeu que a coleta de provas começou a ser feita de forma irregular, uma vez que a quebra do sigilo telefônico de suspeitos tinha sido fundamentada em uma denúncia anônima.
O acordo de delação da OAS começou a ser negociado ainda no ano passado, mas, por determinação da Procuradoria Geral da República, foi suspenso após o vazamento de declarações atribuídas ao ex-presidente da construtora, Léo Pinheiro – entre elas, supostas citações ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), como parte de um pré-acordo assinado por Pinheiro.
Para muitos, é apenas uma questão de tempo para que as investigações cheguem ao Judiciário. Para alguns, só não chegaram ainda, por causa da dinâmica das investigações.
“A Lava Jato pegará o Poder Judiciário num segundo momento. O Judiciário está sendo preservado, como estratégia para não enfraquecer a investigação”, disse, ao jornal Folha de S.Paulo , Eliana Calmon, ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça, ex-corregedora nacional de Justiça.
Sistema financeiro e outros conglomerados – Desde o início da Lava Jato, instituições financeiras estão na mira dos investigadores.
Ainda em setembro de 2014, Luccas Pace Junior, assistente da doleira Nelma Kodama, afirmou em depoimento ao juiz Sérgio Moro que bancos eram coniventes com as operações de lavagem de dinheiro realizadas por seu grupo. Pace, que assinou uma das primeiras levas de delações, explicou que instituições financeiras permitiam fazer operações fictícias de importação que serviam para enviar dinheiro para o exterior.
A Lava Jato também já investigou contratos superfaturados de publicidade na Caixa Econômica Federal que levaram à condenação, por exemplo, do ex-deputado André Vargas. O BTG Pactual também está entre os alvos da investigação e André Esteves, ex-controlador do banco, chegou a ser preso acusado de tentar obstruir a Lava Jato.
Nos depoimentos de executivos e ex-executivos da Odebrecht divulgados este mês, apareceu o nome do ex-presidente do Banco do Brasil Aldemir Bendine, citado por ter pedido vantagem indevida para que a empresa renegociasse uma dívida com o banco.
A princípio, Marcelo Odebrecht teria se recusado a pagar, mas que, após reavaliar o pedido, autorizou o repasse de R$ 1 milhão em três parcelas depois que Bendine assumiu o comando da Petrobras, ainda no governo Dilma Rousseff, e já com a Lava Jato em curso. A BBC Brasil não localizou Bendine nem seu representante legal para comentar as acusações.
Segundo advogados ouvidos pela BBC Brasil, as relações de políticos com instituições financeiras podem ser um novo e ainda mais explosivo capítulo da Lava Jato, caso o ex-ministro Antonio Palocci, que ocupou o Ministério da Fazenda no governo Lula e a Casa Civil na gestão de Dilma Rousseff, assine um acordo.
Palocci teria tido uma primeira reunião para discutir a possibilidade de assinar uma colaboração e sinalizou ser capaz de tratar de temas que envolvam bancos e outros conglomerados.
A expectativa é que, com uma delação de Palocci, a nova linha de investigação esmiuçaria, em particular, corrupção na área da criação de leis e normas que regulam o setor financeiro.
Agências de publicidade e marketing político – As agências de publicidade e de marketing também sempre foram um foco permanente de atenção da Lava Jato, que já abriu diferentes inquéritos para apurar a participação de empresas do tipo em crimes como lavagem de dinheiro e corrupção.
Mas o depoimento de Mônica Moura, mulher do ex-marqueteiro do PT João Santana, sinaliza que as apurações podem envolver mais marqueteiros. O casal já assinou delação premiada.
“Todas as campanhas políticas que nós fizemos. Todas. Da Polis e antes da Polis, quando eu era apenas uma funcionária de outros marqueteiros, sempre trabalhamos com caixa 2, com recursos não contabilizados. Em todas as campanhas”, disse Mônica Moura ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, durante interrogatório na Justiça Federal de Curitiba, esta semana.
Outras frentes – Da prisão, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha dá recados de que poderia “explodir” o mundo empresarial com possíveis delações. Advogados acreditam que, além de comprometer o governo de Michel Temer, Cunha seria capaz de detalhar, por exemplo, supostos esquemas envolvendo fundos de pensão e empresas do setor de carne.
Outro investigado que poderia colaborar com as investigações, em especial oferecendo informação sobre elos entre Cunha, Cabral e o PT, é o empresário Eike Batista. No entanto, advogados acreditam que ele tentará conquistar a liberdade por meio de habeas corpus antes de dar início a um possível acordo de delação.
Há ainda investigações em curso envolvendo a Eletrobras e empresas do setor elétrico. A própria estatal conduz uma investigação interna para apurar casos de corrupção e erros nas demonstrações financeiras da companhia.
O Ministério Público Federal, por sua vez, afirma ter identificado esquema de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro em contratos entre Eletronuclear e as empresas Andrade Gutierrez e Engevix para as obras da Usina de Angra 3 – que teria movimentado até R$ 48 milhões em propinas.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Tenha um filho e será pai, tenha um cachorro e será um mestre. Marley e Eu

Instrumentalização fez Lula cavaleiro da triste figura.



Não deixe de ler. Reportagem do El Pais

Lula, marionete, fetiche e quixote da Odebrecht.
Se Miguel de Cervantes chama o Quixote, personagem central de sua obra, de "o cavaleiro da triste figura", na novela das confissões de Emílio e Marcelo, pai e filho do império da Odebrecht, Lula aparece como marionete e fetiche daquele império hoje em ruínas. Como Cervantes criou o personagem Don Quixote de la Mancha, os Odebrecht apresentam Lula como uma figura inventada por eles. Emílio, o pai, afirma que foi ele que, não só conseguiu a primeira vitória do ex-sindicalista em 2002, a custa de milhões, como também transformou aquele que Leonel Brizola – dirigente histórico da esquerda brasileira – chamava de "sapo barbudo", em um presidente elegante, com gravata, reformista, a quem ajudou a escrever a famosa "Carta ao Povo Brasileiro". Certo ou fanfarronada?
Emílio se vangloria de que Lula "não era de esquerda". Diz que "não era dos que gostavam de tirar dos ricos para dar aos pobres". Que também ele gostava de bancar o rico. Segundo suas confissões, Emílio conhecia Lula desde os anos 70, quando era sindicalista e então já dera uma mão ao empresário para amansar uma greve. Desde então, os Odebrecht se vangloriam de ter sido os ventríloquos de Lula, que atuaria em todos os momentos de conflito da empresa para resolver seus problemas e conseguir a aprovação de leis que lhes favoreceriam. "Fui até ele e lhe disse: 'você precisa tomar uma decisão'". Era Emílio quem decidia, segundo a versão que contou aos promotores da Lava Jato.
Os grandes empresários conheceram em seguida os pontos fracos de Lula, o nordestino pobre e sem estudos, com um certo deslumbramento pelo mundo do luxo e da boa vida, e saciaram suas fantasias. Nunca o deixaram viajar em um avião de carreira, afirmam. Talvez Lula tenha razão quando jura que nunca pediu um real aos empresários. Não era necessário. Eles mesmos se antecipavam a seus gostos e desejos e aos de sua falecida mulher, Marisa Letícia. Antecipavam-se para ajudar toda a sua família: a um de seus filhos, empresário novato do futebol americano, a seu irmão Frei Chico, a seu sobrinho Taiguara e até a seu fiel diretor do Instituto Lula, Paulo Okamoto.
Os Odebrecht afirmam que o usaram como presidente e depois o transformaram no lobista e fetiche do grupo dentro e fora do Brasil. Sustentam que foram eles que organizaram e custearam com centenas de milhões a sucessora Dilma, cuja campanha, diz Marcelo, foi ele quem "inventou", depois de saber antes de qualquer outro que ela seria a indicada por Lula. Queriam um sucessor ao qual Lula pudesse manejar para que eles continuassem mandando no país. Dilma, porém, se mostrou indócil, uma espécie de cavalo difícil de dominar, mas Lula lhes daria uma mão para domá-la e se manterem fortes com ela na presidência.
Causa um certo desconforto observar como o império Odebrecht usou Lula com sua auréola de ex-presidente mítico para convertê-lo em um logotipo de suas obras. Dá melancolia conhecer hoje a farsa das conferências que o grupo organizava para Lula pelo mundo para que lhes conseguisse obras e financiamento fáceis. Adulavam-no dizendo-lhe que pagariam suas palestras a preço de ouro: 200.000 dólares (620.000 reais), "como o ex-presidente americano Bill Clinton". O que Lula dizia em seus pronunciamentos era o de menos. O importante era que suas conferências levavam a marca da Odebrecht. Hoje ninguém mais chama Lula para falar nem lhe pagam por isso.
A Odebrecht também contou aos promotores que lhe concedeu, sob a designação de "o amigo", uma conta secreta da qual podia sacar dinheiro vivo, que era entregue em mochilas. Dizem que era uma conta de 30 milhões de dólares (93 milhões de reais). Se for comparada, porém, com os cerca de três bilhões (9,3 bilhões de reais) que a Odebrecht distribuiu entre os políticos de todos os partidos, aquela conta de Lula se parece mais com os cofrinhos que os pais vão enchendo de moedas para seus filhinhos. Em vista de tudo isso, ante a instrumentalização que a Odebrecht vem fazendo de Lula há quase 50 anos, fazendo dele também "o cavaleiro da triste figura", quase se chega a sentir compaixão de quem pretendia ser só inferior a Jesus Cristo. Dá vontade de exclamar: "Pobre Lula, quixote, em que te transformaram!".
O ex-presidente, que continua se vendo como "a alma mais limpa do Brasil", segue sendo, como também o descreveu Emílio, "um animal político". Há quem garanta que é um animal com sete cabeças. Acabará se apequenando depois das confissões dos empresários que um dia o endeusaram e manipularam e hoje o abandonaram à sua sorte, ou preferirá mostrar também os dentes confessando os pecados dos outros? Porque poucos como Lula devem ser depositários dos segredos e debilidades da emaranhada e sombria selva política brasileira. Atenção!
Juan Arias
El Pais
http://brasil.elpais.com/ brasil/2017/04/18/opinion/ 1492539041_855154.html

O Amor é a resposta!



adorocinema.com
Incondicional Trailer Original
Trailer do filme Incondicional. Incondicional um filme de Brent McCorkle com Lynn Collins, Michael Ealy
Por AdoroCinema


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
UMA VERDADEIRA LIÇÃO DE AMOR!
Esqueçam o personagem principal que é linda por dentro e por fora, se concentrem na estrela de primeira grandeza que é o coadjuvante Joe Bradford (Michael Ealy) ele rouba a cena por tanto Amor, respeito e carácter!
Fonte:

Pá de Cal



Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira.






*O real motivo que levou o juiz Sergio Moro a adiar a oitiva de Lula ....*
Renato Duque fechou delação premiada com MPF, o braço direito do Lula na empresa Sete Brasil criada por Lula para intermediar todas as contratações de compra na Petrobrás....
E os advogados acabaram de entrar com uma ação no STF pedindo que seja proibida a audiência dia 05 de maio de ( dia do enterro formal do Ex-presidente Lula a chamada pá de cal ) a audiência de Lula será dia 10 de maio
Existem rumores que com essa oitiva de Renato Duque dia 05 a prisão de Lula seja solicitada daí o desespero de seus advogados....
Todo o dinheiro de Lula (Nosso dinheiro, do Povo) está na Holanda, só na Sete Brasil ele recebeu U$ 7,1 Bilhões .....
E *Duque teria gravações em seu poder que comprovariam todas as falcatruas de Lula...*
A coisa tá feia....
Só a Claudia Chater prima de um doleiro preso, mandou numa única  operação U$ 5 Bi pra Venezuela e de la pra Dinamarca.....
São R$ 22.360.000.000,00 bilhoes de reais ou seja 218 prêmios da mega sena!
O desespero parte daí.....
Lula abriu 29 offshores na Holanda pra guardar seus R$ bilhões..... sabe quem abriu.....
RENATO DUQUE.......

Velório de Belchior



noticiasaominuto.com.br
Velório de Belchior tem cortejo e banda tocando suas músicas
Avião que fez o traslado do corpo de Belchior de Porto Alegre para Sobral, a 232 km de Fortaleza, aterrissou na cidade cearense às 7h40
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
A vida tem vários mistérios, e o maior deles é a morte. Nunca poderemos entender o porquê de um ente amado ter que partir. A dor que sentimos é imensurável. Nestas horas não há nenhuma palavra que possa ser dita que seja capaz de confortar os nossos corações. Tudo parece perder o sentido e ficar pequeno diante de tamanho sofrimento Descanse em paz Gênio da música e baita poeta Belchior!


Fonte:

A VERDADE SOBRE A QUÍMICA ENTRE DUAS PESSOAS




A química tem um propósito. Não é aleatória; não é um acaso. Há informações essenciais na atração que ocorre entre duas pessoas.
É importante para nós sabermos a utilidade da química para que possamos usá-la a sentimos mais amor em nossas vidas. Sem compreendermos que há uma ordem secreta para o amor, nos sentimos fora de controle. E ninguém gosta disso.
Não se preocupe, você não está fora de controle. Está apenas no amor. E há uma razão para você sentir uma forte atração química por certas pessoas.


Eu ouvi muitas vezes as pessoas falando sobre química como se fosse uma coisa ruim. Como devemos ser cautelosos com as pessoas pelas quais somos atraídas. E eu entendo por que isso é um aviso comum: Porque essas pessoas tendem a trazer os nossos problemas para a superfície.
É verdade que a forte atração faz um passeio selvagem no amor. Mas a pergunta é: Isso é realmente uma coisa ruim?
Algumas pessoas vão dizer que sim. Claro, se você quer que a vida seja fácil, então o caminho da forte atração não é para você (Nota: Existe um caminho fácil? Eu ainda estou tentando descobrir isso). Claro, todos nós queremos que o amor seja simples. Mas nós somos complicados! Então, por que nossos relacionamentos seriam diferentes?
De uma perspectiva espiritual, o amor deve ser um passeio selvagem. Isso não significa que devemos ficar em relacionamentos abusivos ou horríveis. Mas isso significa que reconhecemos que o amor vai fazer-nos crescer em versões mais completas de nós mesmos. E isso não é fácil!


Sentimentos como insegurança, dúvida, medo, inveja, julgamento e desprezo (todos sentimentos de ego) vão aparecer com as pessoas que mais desejamos. Devido a isso, muitos de nós categorizamos essas relações altamente atraentes como “ruins” ou “insalubres”. Espiritualmente falando, no entanto, essas relações estão fazendo o que devem fazer – trazendo seu ego para a superfície para que você possa transformá-lo.
Quando nos lembramos de que as relações são destinadas a nos ensinarem o crescimento, nos aproximamos do “mau” de maneira muito diferente. Sabemos que há uma lição em cada desafio – a lição é recuperar uma conexão com o amor.
Lições de amor assumem muitas formas diferentes. Às vezes, se reconectar com amor significa deixar a relação. Às vezes; se reconectar com o amor significa olhar ao redor e trabalhar através dos desafios. Às vezes, a lição é aprender a perdoar o seu parceiro. Às vezes, a lição é aprender a perdoar a si mesmo.
Sim, todos nós queremos a paz nos relacionamentos; que supostamente devem nos fazer felizes e amorosos. E quando isso não está acontecendo, sabemos que nos desviamos do caminho do amor e temos de voltar à pista. É assim que crescemos.
Não ignore ou subestime a química que você sente; lembre-se que ela existe por um motivo. As pessoas que mais te atraem são seus maiores mestres no amor. Mostre-se aberto para as lições que elas têm para você.
Por favor, deixe um comentário abaixo sobre o que você aprendeu com seus relacionamentos com mais química.