segunda-feira, 1 de maio de 2017

Maia descarta cassar deputados por crime anterior ao mandato





Na prática, o entendimento do presidente da Câmara representa uma espécie de salvo conduto para os parlamentares






POLÍTICA JURISPRUDÊNCIAHÁ 1 HORAPOR

Um dos 39 deputados alvo de inquérito na Lava Jato, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que os parlamentares só devem responder a processos no Conselho de Ética na Casa se os crimes apontados nas investigações tiverem sido cometidos no atual mandato. De acordo com Maia, esta é a "jurisprudência" no colegiado, que ele deve seguir.

"O que está acontecendo na Câmara desde 2015 e desde antes é que, por exemplo, o Eduardo Cunha [ex-presidente da Câmara, cassado em outubro] apenas respondeu a processo no Conselho de Ética porque mentiu no mandato. Então, há uma jurisprudência na Câmara que você responde pelo ato daquele mandato. Isso está meio que colocado hoje. Pode mudar amanhã", afirmou, em entrevista exclusiva ao Estado.
Na prática, o entendimento do presidente da Câmara representa uma espécie de salvo conduto para os parlamentares. Nos inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base nas delações da Odebrecht, a maior parte dos crimes descritos são anteriores a 2015, início da atual legislatura da Câmara. Um dos delatores - o ex-executivo Fernando Reis -, porém, afirmou que, mesmo com o avanço da Lava Jato, houve pedidos de caixa 2 na disputa eleitoral de 2016, embora não tenha citado nomes de políticos.
O discurso de Maia é semelhante ao da maioria dos atuais integrantes do Conselho de Ética. Levantamento do Estado publicado no dia 16 de abril mostrou que os membros do colegiado consideram os inquéritos autorizados por Fachin com base nas delações da Odebrecht insuficientes para justificar instauração de processos. Dos 21 titulares, 12 afirmaram que só provas de crime cometido no exercício do mandato levarão a ações por quebra de decoro parlamentar.
Caixa 2 - Com o caixa 2 representando quase metade das acusações que embasaram os inquéritos da lista de Fachin, Maia voltou a defender a tipificação penal do crime pelo Congresso, prevista no projeto das dez medidas de combate à corrupção enviado pelo Ministério Público e que já foi aprovado pela Câmara, mas está parado no Senado. Hoje, o ato está previsto apenas no Código Eleitoral.
O presidente da Câmara, no entanto, entende que, caso a prática venha a ser tipificado no Código Penal, atos praticados antes disso deverão ser anistiados. "Quando você tipifica, ele passa a ser crime. E o que os advogados dizem é que, se passou a ser crime, é porque antes não era", afirmou. Ele disse que há dois "caminhos" para resolver o "problema": só tipificar, "dando espaço de subjetividade de decisão futura do juiz", ou aprovar a anistia explícita, deixando claro que nem o que está previsto no Código Eleitoral pode gerar condenações.
O presidente da Câmara também defende a diferenciação entre o que é caixa 2 e que é corrupção nas investigações da Lava Jato. "São graves, mas são diferentes. A pessoa que pegou uma obra pública, superfaturou e pegou o dinheiro público para enriquecimento ilícito é uma gravidade diferente de alguém que financiou uma campanha eleitoral, com caixa 1 ou caixa 2", disse o parlamentar fluminense.
Excessos - Na entrevista, o deputado criticou o Judiciário e o Ministério Público pelo que chamou de excessos na Lava Jato. Para ele, o sigilo das delações da Odebrecht, que embasaram os inquéritos da lista de Fachin, deveria ter sido levantado de forma gradual e somente quando as denúncias fossem apresentadas ao Supremo.
Maia, no entanto, não pretende acelerar a tramitação do projeto que endurece penas por abuso de autoridade, já aprovado no Senado. Para ele, "talvez não seja o momento" de votá-lo na Câmara. "Da mesma forma que aprovar uma lei de abuso pode parecer vontade de acabar com a Lava Jato, nesse momento de criminalização da política, mudar o foro pode gerar ambiente de caça às bruxas muito grande", disse, em referência à Proposta de Emenda Constitucional que restringe o foro privilegiado, aprovado em primeiro turno no Senado na semana passada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

“Respeito”. Palavra que para algumas pessoas nem existe no dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa ter  É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico de desonesto! 


O que é ética?

A palavra “ética” é proveniente do grego “ethos”, que significa, literalmente, “morada”, “habitat”, “refúgio”, ou seja, o lugar onde as pessoas habitam. No entanto, para os filósofos, este termo se refere a “modo de ser”, “caráter”, “índole”, “natureza”.

DEPUTADOS DA LAVA JATO NÃO SERÃO CASSADOS PORQUE CRIME É ANTERIOR AO MANDATO





Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


“um peso, duas medidas”, significando ”tratar uns com justiça e outros com injustiça, ter condutas diversas diante de situações idênticas, aplicar a lei ou a regra com mais ou menos rigor de acordo com a conveniência”



IMPUNIDADE


'JURISPRUDÊNCIA' ESPERTA SÓ PUNE CRIMES COMETIDOS NO MANDATO
Publicado: 01 de maio de 2017 às 09:36 - Atualizado às 10:05




Um dos 39 deputados alvo de inquérito na Lava Jato, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que os parlamentares só devem responder a processos no Conselho de Ética na Casa se os crimes apontados nas investigações tiverem sido cometidos no atual mandato. De acordo com Maia, esta é a “jurisprudência” no colegiado, que ele deve seguir. E se caixa 2 virar crime, atos já praticados deverão ser anistiados.
Na prática, o entendimento do presidente da Câmara representa uma espécie de salvo conduto para os parlamentares. “O que está acontecendo na Câmara desde 2015 e desde antes é que por exemplo, o Eduardo Cunha [ex-presidente da Câmara, cassado em outubro] apenas respondeu a processo no Conselho de Ética porque mentiu no mandato. Então, há uma jurisprudência na Câmara que você responde pelo ato daquele mandato. Isso está meio que colocado hoje. Pode mudar amanhã”, afirmou, em entrevista exclusiva ao jornal Estado de S. Paulo.

CUNHA É CITADO COMO CASSAÇÃO DENTRO DA JURISPRUDÊNCIA (FOTO: LULA MARQUES)
O discurso de Maia é semelhante ao da maioria dos atuais integrantes do Conselho de Ética. Levantamento do Estado publicado no dia 16 de abril mostrou que os membros do colegiado consideram os inquéritos autorizados por Fachin com base nas delações da Odebrecht insuficientes para justificar instauração de processos. Dos 21 titulares, 12 afirmaram que só provas de crime cometido no exercício do mandato levarão a ações por quebra de decoro parlamentar.
Nos inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base nas delações da Odebrecht, a maior parte dos crimes descritos são anteriores a 2015, início da atual legislatura da Câmara. Um dos delatores - o ex-executivo Fernando Reis -, porém, afirmou que, mesmo com o avanço da Lava Jato, houve pedidos de caixa 2 na disputa eleitoral de 2016, embora não tenha citado nomes de políticos.
Na entrevista, o deputado criticou o Judiciário e o Ministério Público pelo que chamou de excessos na Lava Jato. Para ele, o sigilo das delações da Odebrecht, que embasaram os inquéritos da lista de Fachin, deveria ter sido levantado de forma gradual e somente quando as denúncias fossem apresentadas ao Supremo.
CAIXA 2
Com o caixa 2 representando quase metade das acusações que embasaram os inquéritos da lista de Fachin, Maia voltou a defender a tipificação penal do crime pelo Congresso, prevista no projeto das dez medidas de combate à corrupção enviado pelo Ministério Público e que já foi aprovado pela Câmara, mas está parado no Senado. Hoje, o ato está previsto apenas no Código Eleitoral.
O presidente da Câmara, no entanto, entende que, caso a prática venha a ser tipificado no Código Penal, atos praticados antes disso deverão ser anistiados. “Quando você tipifica, ele passa a ser crime. E o que os advogados dizem é que, se passou a ser crime, é porque antes não era”, afirmou. Ele disse que há dois “caminhos” para resolver o “problema”: só tipificar, “dando espaço de subjetividade de decisão futura do juiz”, ou aprovar a anistia explícita, deixando claro que nem o que está previsto no Código Eleitoral pode gerar condenações.
O presidente da Câmara também defende a diferenciação entre o que é caixa 2 e que é corrupção nas investigações da Lava Jato. “São graves, mas são diferentes. A pessoa que pegou uma obra pública, superfaturou e pegou o dinheiro público para enriquecimento ilícito é uma gravidade diferente de alguém que financiou uma campanha eleitoral, com caixa 1 ou caixa 2”, disse o parlamentar fluminense.
Maia, no entanto, não pretende acelerar a tramitação do projeto que endurece penas por abuso de autoridade, já aprovado no Senado. Para ele, “talvez não seja o momento” de votá-lo na Câmara. “Da mesma forma que aprovar uma lei de abuso pode parecer vontade de acabar com a Lava Jato, nesse momento de criminalização da política, mudar o foro pode gerar ambiente de caça às bruxas muito grande”, disse, em referência à Proposta de Emenda Constitucional que restringe o foro privilegiado, aprovado em primeiro turno no Senado na semana passada. (AE) 




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
O que é ética?
A palavra “ética” é proveniente do grego “ethos”, que significa, literalmente, “morada”, “habitat”, “refúgio”, ou seja, o lugar onde as pessoas habitam. No entanto, para os filósofos, este termo se refere a “modo de ser”, “caráter”, “índole”, “natureza”.
Vocês já pararam pra pensar quantas escolas, creches, moradias dignas, cestas básicas, quantos brasileiros pobres foram prejudicados pela ânsia desenfreada de um grupo de corrupção.
Interessante chamar de vossa excelência quem se encontra na lava-jato e chamar de “vagabundo” o honrado trabalhador? Brasileiro, desempregado por causa da corrupção.

O que é ética?

diariodopoder.com.br
Deputados da Lava Jato não serão cassados porque crime é anterior ao mandato
'JURISPRUDÊNCIA' ESPERTA SÓ PUNE CRIMES COMETIDOS NO MANDATO Publicado: 01 de maio de 2017 às 09:36 - Atualizado às 10:05
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
O que é ética?
A palavra “ética” é proveniente do grego “ethos”, que significa, literalmente, “morada”, “habitat”, “refúgio”, ou seja, o lugar onde as pessoas habitam. No entanto, para os filósofos, este termo se refere a “modo de ser”, “caráter”, “índole”, “natureza”.
Vocês já pararam pra pensar quantas escolas, creches, moradias dignas, cestas básicas, quantos brasileiros pobres foram prejudicados pela ânsia desenfreada de um grupo de corrupção.
Interessante chamar de vossa excelência quem se encontra na lava-jato e chamar de “vagabundo” o honrado trabalhador? Brasileiro, desempregado por causa da corrupção.
Fonte:

domingo, 30 de abril de 2017

Eu Amo você, me desculpa, preciso de você.

Se entrasse na disputa, Moro venceria Lula no 2º turno em 2018






Juiz venceria ex-presidente numericamente, com empate técnico: 42% a 40%




POLÍTICA DATAFOLHAHÁ 9 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

O nome do juiz federal Sérgio Moro, responsável por processos na primeira instância da operação Lava Jato, foi testado pela primeira vez na pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (30) pela Folha de S. Paulo. Na simulação de um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o magistrado, Moro venceria a eleição.


No cenário de primeiro turno em que Moro foi incluído, o juiz chega tecnicamente em segundo. No segundo turno, ele supera Lula numericamente, com empate técnico: 42% a 40%.
Ainda de acordo com a pesquisa de segundo turno, o ex-presidente também perderia para a ex-ministra e líder da Rede Sustentabilidade Marina Silva.
A pesquisa foi divulgada no jornal Folha de S. Paulo deste domingo (30). O Datafolha ouviu 2.781 eleitores, em 172 municípios, na quarta (26) e na quinta (27). A margem de erro é de dois pontos percentuais.




Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Moro é o cara!

Dos fatos: Sergio Moro é altamente preparado nos Estados Unidos "Washington Post diz que Sérgio Moro é ‘nerd’ treinado nos EUA. Bingo”! “Estudioso “da Operação Mão Limpas” Itália” pelas equipes de combate ao crime organizado!



A formação Guerreira do Senhor: SERGIO MORO O Juiz Templário.

A formação pessoal e profissional do Juiz Sérgio é realmente admirável. Formado em Direito, Mestre e Doutor. Antropologo, é fascinado por livros clássicos e apaixonado pelas artes de combate, pois é Faixa Preta 2DAN de karatê, 1DAN de Aikido e Faixa Roxa de Judô, além de exímio atirador (armas curtas e longas) são especialistas em combate com faca, com curso de operações especiais na PF, por isso é um guerreiro, um grande estrategista. É leitor voraz dos Grandes Pensadores e escritores universais, dentre eles o Nicolau Maquiavel.

Só uma pessoa com o conhecimento do escritor renascentista italiano, que escreveu sobre política de estado, teria essa sagacidade e a esperteza para destroçar a ideologia nefasta, comunista e exploratória implantada pelo PT - Partido dos "Trabalhadores".

Para isso, ele age com sobriedade e adota um estratagema de forma a não permitir que as suas decisões sejam contestadas pelos tribunais superiores, a exemplo do STF e do STJ.

Sergio Moro aprendeu tudo com Maquiavel, certamente devorando o Príncipe, seu livro mais conhecido.

Trabalha com paciência, como um exímio enxadrista, para acuar o ex-presidente e seus "vampiros" até o golpe fatal, o xeque-mate que se aproxima, com a movimentação cuidadosa no "Tatame da vida" e das peças no tabuleiro.

É assim que o juiz Sergio Moro está montando o quebra-cabeça do maior escândalo da história do país, organizando o jogo de xadrez com inteligência e a paciência de um monge Templário.

A prisão do Lula virá... E esse fato será o coroamento dessa operação incansável dos nossos Templários.

Ontem em entrevista, o Juiz Templário disse a seguinte frase do Nicolau Maquiavel: "Os homens julgam, em geral, na base das aparências mais do que da substância. Pois todos têm olhos, mas poucos possuem o dom da sagacidade". E acrescentou com tom forte na voz: "Eu me preparei à vida inteira para o combate... Não temo nada, sou um Homem livre e de bons costumes. Estou pronto para a guerra.”.



Da competência: Análise jurídica e processual sobre a Operação Lava Jato, procurou estudar a origem do crime lavagem de dinheiro, suas formas de combate no ordenamento jurídico brasileiro e faz uma analogia no direito comparado, sob a ótica das ordenações estrangeiras e suas ramificações como: narcotráfico, crimes organizados e suas infiltrações na Administração Pública sobre a forma de corrupção e formação de quadrilha envolvendo a estatal Petrobrás.



Do mérito: Padrão americano, mesma equipe o tempo todo! Não vasa nada. Prisão do Lula!



Não despacha crimes comuns; Exemplo cobranças, cheques sem fundo, roubo de bicicleta etc...



Dedicado as investigações de crime organizado produzindo só  na Lava Jato processos com mais de 10.000 folhas e sabe como ninguém fazer conexões de cada detalhe!



Resumo: Ninguém com todo respeito ao Supremo Tribunal Federal vão conseguir manter sigilo, ler e produzir 10.000 folhas de um processo lá.

COMPARTILHE- temos esta obrigação como brasileiros!

Brasil acima de tudo.

SENADORES DISCUTEM, EM CONVERSAS RESERVADAS, SUBSTITUIR RENAN NA LIDERANÇA




MUDANÇAS A CAMINHO

ATITUDE CONTRÁRIA ÀS REFORMAS E A TEMER O AFASTA DA BANCADA
Publicado: 30 de abril de 2017 às 00:01 - Atualizado às 00:14


CADA DECLARAÇÃO CONTRA ÀS REFORMAS DISTANCIA RENAN DOS COELGAS


Apesar dos desmentidos do amigo Romero Jucá (RR), os senadores do PMDB têm conversado sobre a destituição de Renan Calheiros (AL) da liderança da bancada. Ele se distancia dos colegas a cada ataque às reformas e ao governo, que quase todos apoiam no PMDB no Senado. A senadora Rose de Freitas (ES) até afirmou, em nome dos colegas, que as críticas refletem apenas a “posição pessoal” de Renan. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Para destituir Renan da liderança basta um ofício assinado por metade mais um dos senadores do PMDB apontando um novo líder.
Além de Jucá (só por enquanto), Renan conta na bancada apenas com um ou outro senador hostil ao governo, tipo Roberto Requião (PR).
Senadores do PMDB avaliam que a atuação de Renan como líder tem sido afetada por seu nervosismo pelas 13 investigações na Lava Jato.
Renan ainda não foi retirado do cargo para não parecer que o PMDB lhe puxa o tapete quando a Polícia Federal se aproxima da sua porta.

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Vocês já pararam pra pensar quantas escolas, creches, moradias dignas, cestas básicas, quantos brasileiros pobres foram prejudicados pela ânsia desenfreada de um grupo de corrupção.

Interessante chamar de vossa excelência quem se encontra na lava-jato e chamar de “vagabundo” o honrado trabalhador? Brasileiro, desempregado por causa da corrupção.

Indivíduo que pratica atividades criminosas com legitimidade de poder público deveria devolver em dobro tudo que recebeu, sem dó e sem piedade, inclusive os salários.

O Povo clama pela exposição Documental e Judicial Transitada em Julgado Já constando o nome completo dos condenados por corrupção. Considerando o cenário degradante de todo poder público atual deve ser publicado imediatamente o nome de todos os Gestores Públicos e Políticos que não são corruptos. Ética acima de tudo!



Lula consolida liderança para 2018; Bolsonaro é 2º colocado




Delações da Odebrecht estariam comprometendo candidatos tucanos




POLÍTICA DATAFOLHAHÁ 24 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) amplia a sua vantagem na corrida eleitoral para a Presidência da República em 2018. A novidade, no entanto, está na segunda posição, que pertence agora ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), tecnicamente empatado com a ex-senadora Marina Silva (Rede), de acordo com pesquisa Datafolha.


Lula é o primeiro nome mais lembrado de forma espontânea, com 16% das intenções de voto. Já Bolsonaro tem 7%.
A disparada dos primeiros colocados teria sido influenciada, segundo divulgado neste domingo (30) pela Folha de S. Paulo, pelas delações de ex-executivos da empreiteira Odebrecht, que atingiram os presidenciáveis tucanos, que, até então, eram os grandes adversários do PT na disputa.
Após as denúncias que atingiram o senador Aécio Neves (MG) e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, o PSDB cogita agora lançar um "outsider", como são chamados os candidatos não tradicionais da sigla, como é o caso do prefeito de São Paulo João Doria.
O Datafolha ouviu 2.781 eleitores, em 172 municípios, na quarta (26) e na quinta (27). A margem de erro é de dois pontos percentuais.