terça-feira, 27 de dezembro de 2016

MADONNA


Madonna: 54 anos de idade, 30 de polêmicas

Madonna completa 54 anos neste dia 16 de agosto, em plena atividade. A turnê MDNA tem dado o que falar por onde ela passa (do jeito que a cantora gosta), este ano marca o aniversário de seus 30 anos de carreira e ela ainda é a maior artista feminina da história do pop. Obviamente, a magia dela vai muito além da música, e os clipes que lançou ao longo dessas décadas ajudaram a formar a imagem forte da artista. Na seleção a seguir, você assiste a dez do vídeos polêmicos lançados pela Rainha do Pop.

CORAÇÃO & SAÚDE


Adote 12 medidas para proteger a saúde do coração

Mudanças muito simples mesmo fazem ele bater mais forte



O Ministério da Saúde estima que 31,5% dos óbitos no Brasil são provocados por doenças cardiovasculares, tornando-se a primeira causa de morte entre a população brasileira. A doença mata por ano, 7.6 milhões de pessoas no mundo todo, devido às suas complicações como AVC, infarto, entre outras.
hipertensão arterial e obesidade são consideradas duas das maiores vilãs da saúde do coração. Segundo dados do Ministério, cerca de 30 milhões de brasileiros têm hipertensão e há outros 12 milhões de brasileiros que ainda não sabem que possuem a doença no Brasil. Quando não controlada, a pressão arterial causa lesões na artéria aorta e provoca a sobrecarga do coração, que fica com o músculo mais rígido, aumenta de tamanho e fica inchado. Já o excesso de peso, principal causador da hipertensão, exige um esforço maior não só do coração, mas também de todo o sistema circulatório, sendo a principal causa do aumento da pressão e podendo levar ao desenvolvimento de insuficiência cardíaca, ou seja, da diminuição da capacidade do coração de cumprir a sua função de bombear efetivamente o sangue, que corre por todo o corpo, alimentando órgãos e tecidos vitais. Por isso, manter hábitos saudáveis é fundamental para blindar o coração. A seguir, confira 12 maneiras de proteger esse órgão vital.

Sono reparador

Estudos recentes apontam que cerca de 40% dos indivíduos hipertensos sofrem também de apneia obstrutiva do sono, alertando para uma relação entre as doenças. A apneia atinge aproximadamente sete em cada 100 pessoas e a incidência é maior no sexo masculino. Estima-se que 24% dos homens de meia-idade e 9% das mulheres são afetados pela apneia. A doença caracteriza-se pelo ronco que segue em um mesmo ritmo, vai ficando mais alto e, de repente, é interrompido por um período de silêncio. Neste momento, a pessoa fica totalmente sem respiração, mas, logo o ronco volta ao ritmo inicial. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Artur Beltrame Ribeiro, quem sofre de apneia do sono apresenta mais variabilidade da pressão e o aumento está ligado à lesão dos órgãos-alvo, como coração, cérebro e rins. Além disso, uma noite bem dormida tem a ver com viver mais, de acordo com um estudo da Universidade de Warwick e da Universidade Federico II, na Itália. De acordo com os pesquisadores, quem dorme menos de seis horas ou mais de oito ao dia tem 12% a mais de chance de morrer. Com a qualidade do sono prejudicado, crescem os ricos de acidentes, por conta da sonolência, e de ataques cardíacos em função do estresse.

CAIXA DOIS SEMPRE FOI CRIME, ADVERTE O PRESIDENTE DA AJUFE



ANISTIA ILEGAL E IMORAL

PARA JUIZ FEDERAL, CAIXA 2 NUNCA DEIXOU DE SER ILEGALIDADE
Publicado: 27 de dezembro de 2016 às 00:00 - Atualizado às 00:36


PARA PRESIDENTE DA AJUFE, ATO É CONSIDERADO CONTRIBUIÇÃO ILEGAL


Especialista em direito criminal e eleitoral, o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Roberto Veloso, avisa que quem pratica caixa 2 “já está criminalizado”, até porque é caracterizada, como sempre o foi, como contribuição ilegal para campanhas eleitorais. A nova lei individualiza as condutas. Para ele, é ilegal e imoral qualquer proposta para livrar de punição quem praticou caixa 2 eleitoral. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O líder dos juízes federais no Brasil recomenda permanente vigilância. Veloso diz que o Congresso “não pode abrir brecha para anistia”.
Roberto Veloso lembra que dinheiro de caixa dois pode ser fruto de corrupção, recursos públicos desviados, propina ou sonegação.
Políticos empenhados em “limpar” o passado tentaram aprovar anistia para crimes de caixa 2, em votação surpresa.

RJ vai pagar salários de novembro em parcelas a partir do próximo dia 5


Servidores do RJ que ainda não receberam terão salários parcelados em janeiro


Dezembro está quase no fim, mas os salários integrais de novembro foram pagos apenas aos servidores da segurança pública, do Legislativo e do Judiciário, além dos trabalhadores da ativa da educação: os demais funcionários públicos estaduais vão continuar em dificuldades, de acordo com um cronograma de pagamentos divulgado pelo governo do estado do Rio.
O restante da folha salarial de novembro vai ser quitado em cinco parcelas. A primeira, em 5 de janeiro, será de R$ 264; no dia 9, o valor depositado deve ser de R$ 342; no dia 11, mais R$ 221; dia 13, outros R$ 1.375. O que faltar deverá ser pago, segundo o governo, no dia 17.
Dezoito toneladas de alimentos arrecadadas
Sem salário, servidores e aposentados têm a ajuda de colegas e de outras pessoas para se manter. Funcionários do Judiciário, que têm recebido em dia, coletam doações e compram alimentos e brinquedos, que serão entregues aos que estão em dificuldade.
Até o momento, 18 toneladas de alimentos já foram arrecadadas, e o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe) fará nesta terça-feira a entrega de 500 cestas básicas. Quem quiser ajudar pode entregar as doações na sede do Muspe: Travessa do Paço 23, 13º andar, no Centro do Rio.

MINISTRO TENTOU, EM VÃO, TROCAR CÚPULAS DAS POLÍCIAS QUE CHEFIA





SEM FORÇA POLÍTICA


MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES.


MINISTRO TENTOU TROCAR DIREÇÃO DA PF E PRF, MAS NÃO CONSEGUIU
Publicado: 27 de dezembro de 2016 às 00:01 - Atualizado às 00:05


O ministro Alexandre de Moraes (Justiça) tenta, em vão, trocar os diretores gerais do Departamento de Policia Federal (DPF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), nomeados no governo Dilma. Mas, sem força política, ele não consegue nem mesmo impor um certo temor reverencial nas instituições, sobretudo depois do seu tímido apoio ao esforço dos policiais para serem excluídos da reforma da Previdência. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Moraes ainda fez de um capitão da PM paulista a figura mais poderosa do ministério, elevando a temperatura na briga interna entre polícias.
Alexandre de Moraes também não consegue apoio, principalmente do Planalto, para promover as mudanças que deseja no DPF e na PRF.
O Planalto alega ser desnecessária a troca do diretor geral da PF, até porque poderia ser interpretado como retaliação à Operação Lava Jato.
Fonte do Planalto afirma que o presidente Michel Temer não considera um problema a manutenção das atuais cúpulas do DPF e da PRF.

Governo Rollemberg é nota zero para 30% dos brasilienses, diz pesquisa


Michael Melo/Metrópoles







Prestes a encerrar o segundo ano de seu mandato e completar metade do tempo à frente do GDF, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) atinge também sua pior avaliação desde que assumiu o comando do Executivo em janeiro de 2015. Caiu para quase zero o índice de quem considera a gestão do socialista ótima e subiu vigorosamente o percentual de brasilienses que acham o governo ruim e péssimo. É o que revela a mais recente pesquisa de opinião realizada pelo instituto Dados a pedido do Metrópoles.
O levantamento foi feito presencialmente entre os dias 16 e 21 de dezembro e ouviu 1,2 mil pessoas em 26 regiões administrativas do DF. A margem de erro é de 2%. Do total de entrevistados, 44,2% consideram o governo péssimo, enquanto 24% classificam a gestão de ruim. Somando essas duas avaliações negativas, o total chega a 68,2%.


Há um ano, em dezembro de 2015, a mesma pesquisa mostrava um cenário menos intolerante. Naquela época, os críticos contumazes da administração socialista somavam 53,9%, índice que chegou a recuar para 48,3% em agosto deste ano.
Enquanto cresce a quantidade de insatisfeitos, diminui o grupo de apoiadores. Em dezembro de 2015, 1,2% da população considerava a administração de Rollemberg ótima e 14,2% achavam o governo bom. Agora, esses percentuais caíram dramaticamente.
Apenas 5,8% dos entrevistados avaliam que o governo é bom; e menos de 1% respondeu que o GDF, sob o comando de Rollemberg, está ótimo. Juntos, os índices de ruim e péssimo equivalem a 10 vezes a soma de bom e ótimo. Um conjunto de 23,9% considera a gestão atual regular.

*Clique em “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim’ e “péssimo” para ver o desempenho em cada uma dessas avaliações separadamente
Formadores de opiniãoMesmo nos segmentos tradicionalmente mais favoráveis ao socialista, aqueles que compõem a chamada fatia dos formadores de opinião, com melhor renda, escolaridade e moradia, a avaliação de Rollemberg está em queda.
Entre os residentes no Plano Piloto, o coração do DF, 47,3% têm a pior impressão possível da gestão Rollemberg, contra 15,7% que a consideram eficiente. Na linha dos que ganham muito bem (mais de 20 salários mínimos), a proporção de quem considera o governo ruim e péssimo para aqueles que o enxergam com bons olhos é de quatro para um (48,2,% a 12%).
MICHAEL MELO/METRÓPOLES
Nota zeroUma das demonstrações de maior irritação do brasiliense com o atual governo pode ser matematicamente medida. Perguntados sobre a nota que dariam a Rollemberg, quase um terço dos entrevistados (30,3%) foi radical e deu zero ao governador.
Um segundo grupo, formado por 15,2% da população, acha que o socialista merece 5. Somados aqueles que deram notas entre zero e cinco estão 84% das pessoas ouvidas. Apenas 14,6% dos entrevistados acham que Rollemberg merece, na condição de governador, avaliação entre 6 e 10. A pontuação máxima, aliás, não atingiu 1% das pessoas ouvidas.
Michael Melo/Metrópoles
Questionados sobre se o governo está indo “melhor”, “igual” ou “pior” que o esperado, os entrevistados na pesquisa Metrópoles/Dados também reagiram com impaciência. Um volume de 62,1% dos brasilienses considera que a gestão atual é pior do que se esperava; e 3,2% dizem que a administração é melhor do que o imaginado. Se observados os extremos, a avaliação negativa, neste caso, é 20 vezes maior que o conceito positivo sobre a administração Rollemberg.
Em agosto deste ano, a mesma questão tinha sido feita à população local e a resposta, na época, foi mais complacente. Naquela circunstância, 11,5% achavam que o governo ia melhor do que o esperado e 46,7%, pior. Em quatro meses, a simpatia do brasilense evaporou 15 pontos percentuais.

Expectativa versus realidadeEspecialistas ouvidos pelo Metrópoles associam o conceito muito negativo revelado pela pesquisa sobre a atual gestão à frustração da expectativa gerada em torno do nome de Rodrigo Rollemberg. Quando foi eleito, em 2014, havia um sentimento de revolta com a administração de Agnelo Queiroz (PT), tanto que o então gestor do Poder Executivo ficou em terceiro lugar nas votações, sem sequer chegar ao segundo turno. O então senador socialista viria para resgatar Brasília, o que até agora não ocorreu.
Rollemberg surgiu associado a uma mentalidade de renovação, de uma política feita por quem conhece a cidade e seus problemas. O cidadão esperava uma reviravolta em diversas áreas, mas isso não aconteceu. Não há nenhuma melhoria no serviço público, nem as questões básicas — como calçada, meio-fios e vias — foram resolvidas. A frustração é muito grande"
João Paulo Peixoto, cientista político da Universidade de Brasília (UnB)
Outra ponderação comum entre os que estudam os acontecimentos da sociedade é que há um sentimento, em todo o país, de insatisfação com a política. “Existe uma crise no Brasil, não só econômica, mas de valores, de identidade. A gente vê vários governos em sérias dificuldades, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Mas vemos também um descontamento imenso com a classe política. O impeachment da presidente Dilma Rousseff reforçou isso”, pondera a socióloga da UnB Maria Salete Machado.
De acordo com o economista e professor da UnB Roberto Piscitelli, muito da revolta do brasiliense é por, mais uma vez, se sentir enganado, vítima de promessas não cumpridas. “Foram feitos compromissos de campanha irrealizáveis, como concluir todas as creches e universalizar a educação integral, entre outros. A gente via que era impossível atender a tudo isso. Via que se tratava de demagogia”, analisa. E arremata: “As pessoas têm a sensação de que nada anda. E este é um sentimento muito ruim”.
Para Piscitelli, é um espanto que um terço da população tenha dado nota zero a Rollemberg, por pior que esteja a situação da cidade. “Nota zero é como se o aluno entregasse a prova em branco. Mesmo com uma questão errada, eu não daria nota zero para alguém, consideraria o esforço. A indignação é tamanha que a população não quer considerar nem a boa vontade dos gestores”, diz o professor.


PF cumpre mandados em empresas contratadas na campanha de Dilma e Temer






A Polícia Federal cumpre ordens judiciais nesta terça-feira (27) para investigar empresas contratadas pela campanha eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer, dentro de uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apresentada pelo PSDB, que busca cassar a chapa.
Os agentes visitam gráficas que, segundo as investigações já realizadas, não teriam prestado os serviços contratados. Em análise dos documentos apresentados concluída neste mês, peritos viram suspeitas de que recursos pagos teriam sido “desviados e direcionados ao enriquecimento sem causa de pessoas físicas e jurídicas diversas para benefício próprio”.
O objetivo da operação desta terça é verificar se empresas subcontratadas na campanha tinham capacidade operacional para efetivamente prestar os serviços.