terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Amor 'compra' mais felicidade que dinheiro, diz estudo de universidade britânica




Sofrer de depressão ou ansiedade é o que mais impacta negativamente os participantes, enquanto ter um parceiro ou parceira foi o que mais aumentou sua felicidade.




Ter uma boa saúde mental e estar em um relacionamento deixam as pessoas mais felizes que dobrar sua renda, aponta um novo estudo.


Ter uma boa saúde mental e estar em um relacionamento deixam as pessoas mais felizes que dobrar sua renda, segundo estudo (Foto: Henry Romero/Reuters)

Ter uma boa saúde mental e estar em um relacionamento deixam as pessoas mais felizes que dobrar sua renda, segundo estudo (Foto: Henry Romero/Reuters)
Ter uma boa saúde mental e estar em um relacionamento deixam as pessoas mais felizes que dobrar sua renda, segundo estudo (Foto: Henry Romero/Reuters)
A pesquisa feita pela London School of Economics, no Reino Unido, analisou as respostas de 200 mil pessoas de Austrália, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos sobre os fatores que mais influenciam sua sensação de bem-estar.
Sofrer de depressão ou ansiedade é o que mais impacta negativamente os participantes, enquanto ter um parceiro ou parceira foi o que mais aumentou sua felicidade.
O coautor do estudo, Richard Layard, diz que os resultados apontam que o "Estado deve assumir um novo papel" e reformular políticas públicas.

Comparação

Em uma escala de um a dez, dobrar o salário de alguém eleva sua felicidade em menos de 0,2, segundo o estudo.
Os pesquisadores dizem que isso se deve ao fato das pessoas se importarem mais com sua renda em comparação com as dos outros do que com como isso as afeta.
No entanto, estar em um relacionamento elevou a felicidade em 0,6 - perder um parceiro, seja por causa de uma separação ou de morte, teve o mesmo impacto no sentido contrário.
O maior impacto foi gerado por sofrer de depressão e ansiedade. Na pesquisa, o nível de felicidade caiu 0,7. Estar desempregado teve o mesmo efeito na escala proposta.

Prevenção

A pesquisa aponta ainda que o principal fator para prever se a satisfação de uma pessoa com sua vida adulta é sua saúde emocional durante a infância.
"A maioria das pesquisas sobre o bem-estar infantil se concentra no desempenho acadêmico, que é muito afetado pela renda familiar", diz o estudo.
"Mas a saúde emocional de uma criança é mais determinante no seu bem-estar no futuro. Isso pode ser impactado em alguma medida pela renda familiar, mas, acima de tudo, depende da saúde mental da mãe."
Os resultados serão apresentados em uma conferência realizada em parceria entre a London School of Economics e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) neste mês.

'Geração de bem-estar'

Layard defende ser necessário que governos desempenhem um papel diferente para contribuir para a felicidade dos cidadãos. Em vez de se preocuparem com a "geração de riqueza", eles deveriam se concentrar na "geração de bem-estar".
Não só como um objetivo em si de seus mandatos, mas também porque pesquisas da universidade com base em eleições europeias desde 1970 mostram que a satisfação de cidadãos com suas próprias vidas é o melhor quesito para prever se um governo será reeleito ou não.
"As evidências mostram que as coisas que mais importam para nossa felicidade e infelicidade são nossas relações sociais e nossa saúde física e mental", afirma o pesquisador.
"No passado, o Estado combateu incansavelmente a pobreza e o desemprego e problemas na educação e de saúde física. Mas é igualmente importante hoje fazer o mesmo com a violência doméstica, o alcoolismo, a depressão e a ansiedade, o isolamento de jovens, entre outros. É isso que deveria estar no centro das atenções."


Sem coletor adequado, secreções de pacientes podem chegar ao Lago


Rafaela Felicciano/Metrópoles



Denúncia é feita por servidores, que alegam também contato com o material recolhido. Secretaria nega riscos aos funcionários e à população



Usados em centros cirúrgicos, salas de recuperação e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), os coletores de secreção são essenciais no tratamento de pacientes. Neles, são colocados os dejetos dos doentes internados, como fezes, urina, sangue, pus e muco. O material, apesar do risco de contaminação, não tem recebido a atenção necessária, conforme denunciam servidores da rede pública de saúde do DF. De acordo com eles, os coletores não impedem o contato com o material, que também estaria sendo descartado diretamente no esgoto, tendo como destino o Lago Paranoá.
Segundo a denúncia feita ao Metrópoles, o Governo do Distrito Federal (GDF) chegou a fechar uma licitação, em 2012, para a compra de coletores que isolavam o material de quem os manuseava. Porém, afirmam os servidores, houve mudanças nas exigências do produto durante a execução do contrato. Desde então, os coletores usados não têm mecanismo de isolamento.
A licitação que viabilizou a aquisição dos coletores ideais, segundo os servidores, foi fechada por R$ 14,3 milhões em 2012 e publicada em junho de 2013. A compra incluiu três coletores de secreções, todos descartáveis e com tampas.
O produto licitado foi fornecido por alguns meses, até que, em agosto de 2014, foi autorizada a mudança do material a ser entregue à Secretaria de Saúde. Um documento obtido pelo reportagem (confira ao lado) mostra que a troca foi feita a pedido da empresa vencedora do pregão, a Emedcal Comércio de Produtos Hospitalares: “Fornecedor informou que solicitou a DCC e SUAG a troca do especificado produto de 2000ml para 3000ml”, diz.
O problema, segundo servidores que procuraram o Metrópoles, é que as unidades de saúde começaram a receber um produto que não isolava o contato dos funcionários com os dejetos.
Em protesto, eles deixaram os coletores de lado para usar alguns que já existiam na Saúde, com processo de lavagem mais fácil. Com isso, o estoque que foi recebido pela secretaria ao longo da execução do contrato ficou acumulado em um dos almoxarifados da Saúde, localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Hoje, está vencido.

Segundo a Secretaria de Saúde, há dois modelos usados na rede pública atualmente: o frasco com aspirador manual e o de vidro, que é acoplado ao sistema de vácuo das unidades. Em ambos, há contato dos servidores com as secreções durante a higienização dos coletores.


A pasta informou que, “independentemente do modelo dos coletores de secreção utilizados nas unidades de saúde, o uso do Equipamento de Proteção Individual é obrigatório e, por si só, quando utilizado, já mantém o servidor fora de contato com secreções”.
Descarte
De acordo com a denúncia dos servidores, os resíduos coletados não são descartados de forma correta e vão para o esgoto comum, podendo chegar ao Lago Paranoá.
Antes, as secreções iam direto para os tubos e, além do isolamento, todo material era levado para incineração em uma embalagem que impedia qualquer contato com os servidores. Desde que o coletor foi mudado, a lavagem é feita nas próprias unidades de saúde e todos os dejetos vão para o esgoto."
Servidora que pediu para não ter o nome divulgado
A Secretaria de Saúde confirmou que o material é direcionado ao setor de expurgo de cada unidade, mas negou que fezes, pus, urina e sangue são jogados no esgoto comum. “Os resíduos emitidos pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) após o tratamento contam com parâmetros mínimos de qualidade de efluentes para serem lançados no corpo hídrico (rio, ribeirão, lago)”, diz a nota enviada pela pasta.
Uma resolução da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por gerenciar o descarte de resíduos na área da saúde. Cabe à agência, com apoio do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), fiscalizar os descartes no DF. O Metrópoles procurou a Anvisa para saber se o GDF está cumprindo as determinações, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

Material vencido e interditado
Investigação
Sobre a denúncia de que os produtos comprados pela licitação estão acumulados e vencidos, a Secretaria de Saúde informou que “está analisando internamente o processo da compra realizada na gestão passada”.
A respeito da autorização para a mudança feita durante a execução do contrato, a pasta declarou que “a análise procura entender o motivo da troca do produto que foi adquirido. Neste momento, não é possível dar detalhes desta análise, uma vez que está em andamento”.
A empresa Emedcal Comércio de Produtos Hospitalares não atendeu às ligações da reportagem.


PGR: EMPREITEIRA RECEBEU R$ 200 MILHÕES DA PETROBRAS APÓS 'DOAÇÃO' A RENAN



DENÚNCIA AO STF


MPF ACUSA SERVENG DE PAGAR PROPINA POR CONTRATO NA PETROBRAS
Publicado: 13 de dezembro de 2016 às 10:38 - Atualizado às 11:50

Redação

SERVENG É ACUSADA DE PAGAR PROPINA DE R$ 800 MIL AO PEEMEDEBISTA (FOTO: PEDRO FRANÇA/ AG SENADO)


Na denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira, 12, contra o presidente do Congresso Renan Calheiros (PMDB), o procurador-geral da República Rodrigo Janot aponta que a empreiteira Serveng, acusada de pagar propina de R$ 800 mil ao peemedebista via doações oficiais em 2010, nunca tinha auxiliado o PMDB antes do acerto com a Diretoria de Abastecimento da Petrobras envolvendo o suposto repasse de propinas a políticos peemedebistas. Após este acerto, os valores recebidos pela empresa da Petrobras subiram mais de 380%.
“Apenas no ano de participação na primeira licitação e de assinatura do primeiro contrato de vultos começaram a ocorrer doações dessa pessoa jurídica ao Partido revelando elementos iniciais que confirmam os depoimentos de que as ‘doações oficiais’ eram propina paga dissimuladamente”, assinala o procurador-geral da República na denúncia de 65 páginas.
A partir de delações premiadas, inclusive do próprio ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, levantamentos das movimentações financeiras dos envolvidos e análises dos contratos da Serveng na Petrobrás, a Procuradoria-Geral da República destaca a coincidência entre os acertos da Serveng com políticos e o aumento exponencial dos contratos da empresa com a Petrobras.
Segundo levantamento feito pela Procuradoria-Geral da República, de 2003 a 2009, em sete anos, foram registrados pagamentos líquidos da Petrobras às empresas do grupo Serveng no total de aproximadamente R$ 51 milhões. De 2010, ano da primeira doação da Serveng ao PMDB, até 2014, os valores subiram para aproximadamente R$ 197 milhões.
“Apenas em 2010 a empresa obteve em consórcio o contrato da Refinaria Premium I (no Maranhão), no total bruto devido para si de R$ 236.999.659,29, e em outro consórcio o contrato para a construção de unidade de tratamento para a unidade de operações da Refinaria Duque de Caxias (no Rio), no total bruto devido para si de R$ 108.551.097,22. Até então, o maior contrato da Petrobrás com a Serveng era de aproximadamente R$ 25 milhões”, segue a denúncia.
As investigações apontaram que a empresa passou a ser convidada para mais licitações da diretoria de Paulo Roberto Costa após um executivo da Serveng acertar o suposto repasse de propinas por meio de doações eleitorais ao PMDB.
Na denúncia, Janot cita doações ao diretório nacional do PMDB que totalizaram R$ 800 mil e, posteriormente, foram repassadas ao comitê do partido em Alagoas que abasteceu a campanha de Renan ao Senado, em 2010.
Para a Procuradoria-Geral, os fatos levantados são mais do que mera ‘coincidência’.
“A assinatura da primeira autorização de serviço e a primeira doação da Serveng ao Diretório Nacional do PMDB serem no mesmo dia corroboram todo o esquema criminoso, deixando de ser mera coincidência de datas.”
Além destas transações que envolvem Renan, o Ministério Público Federal apontou que, desde 2010, quando começou a fazer doações ao PMDB, a Serveng fez doações oficiais que totalizaram R$ 6 milhões ao Diretório Nacional da sigla e a candidatos do partido.
Apesar de ser indicação do PP para o cargo, Paulo Roberto Costa passou a contar também a partir de 2006 com o apoio do PMDB no Senado para se manter na Diretoria de Abastecimento. Na época, ele havia ficado um tempo afastado da estatal após pegar malária e pneumonia em uma viagem que fez à Índia.
“Fiquei lá no morreu ou não morre. (Três gerentes) fizeram ‘N’ contatos políticos, porque tinham grande ideia que eu não ia voltar”, contou. “Nesse meio tempo, o PMDB do Senado resolveu me apoiar. Tem PMDB do Senado e tem PMDB da Câmara. Não são o mesmo PMDB”, relatou o ex-diretor em sua delação, corroborada com os relatos de outros delatores.
Empreiteira nega
“Apesar de não ter tido ainda acesso ao conteúdo da denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República, a Serveng Civilsan recebe com surpresa e indignação as notícias dando conta que um de seus funcionários foi também denunciado. Ao longo de toda a investigação a empresa esteve à disposição das autoridades tendo inclusive prestado detalhado depoimento. A alegação de que a Serveng Civilsan fez doações eleitorais com o fim de “participar de licitações mais vultosas na Petrobras” não faz qualquer sentido e sua inveracidade será provada na primeira oportunidade que nossa defesa tiver para se manifestar nos autos.”
Renan diz estar 'tranquilo'
“O senador Renan Calheiros jamais autorizou ou consentiu que o deputado Aníbal Gomes ou qualquer outra pessoa falasse em seu nome em qualquer circunstância.
O senador reitera que suas contas eleitorais já foram aprovadas e está tranquilo para esclarecer esse e outros pontos da investigação.
Assessoria imprensa
Presidência do Senado”
Aníbal Gomes nega envolvimento:
O deputado negou envolvimento em irregularidades, se disse surpreendido com a denúncia e afirmou que conheceu o executivo da Serveng Paulo Twiaschor em 2008 que lhe pediu uma audiência com Paulo Roberto Costa na Petrobras para tratar de um projeto privado. “Eles queriam saber se a Petrobras queria alugar um espaço de tancagem em um Porto privado em São Sebastião, no interior de São Paulo”, disse. Ainda segundo o parlamentar, mesmo com a reunião com Paulo Roberto a proposta não foi para frente.
O parlamentar também negou ter conhecimento da relação dos contratos da Serveng com doações da empresa para o PMDB. “Se existia amizade da Serveng com alguém do PMDB de Brasilia eu desconheço”, disse. Confira abaixo a íntegra da nota de sua defesa:
“Registre-se, sobre a denúncia do MPF apresentada hoje no Inquérito nº 4216, que o Deputado Federal Aníbal Ferreira Gomes foi intimado, anteriormente, para prestar esclarecimentos específicos nos autos dos Inquéritos nºs 3.984 e 3.989, mas não houve intimação específica do Deputado para sua oitiva no que diz repeito especificamente aos Inquéritos nºs 3.993 e 4.216, os quais tratam do assunto relacionado à Empresa Serveng.
Contudo, inobstante não ter ocorrido a oitiva específica do Deputado sobre os fatos em comento, não pode deixar de ser mencionado que, em oitiva realizada sobre a questão da Serveng, o próprio representante legal da Empresa Serveng, Sr. Paulo Twiaschor, já deixou esclarecido e registrado que o Deputado Federal Aníbal Ferreira Gomes jamais fez qualquer pleito de cadastramento da Empresa Serveng para que a mesma viesse a participar de processos licitatórios junto à Petrobras – até porque a Empresa já era cadastrada e já possuía contratos com a Petrobras -, tendo o Deputado solicitado única e exclusivamente uma audiência com o Sr. Paulo Roberto Costa para que fosse ali apresentado um projeto de tancagem, por parte da Empresa Serveng em parceria com a empresa chinesa Sinopec, e tal projeto não obteve aprovação no âmbito interno da Petrobras.
Ou seja, a verdade dos fatos é a seguinte:
1) tratou-se da apresentação de um projeto privado que teria seu custo arcado 100% com recursos privados por parte da Empresa Serveng em parceria com a empresa chinesa Sinopec, e o projeto sequer teve andamento ou aceitação no âmbito interno da Petrobras;
2) não houve qualquer pedido do Deputado para cadastramento da Serveng para participação em processos licitatórios da Petrobras, pois, frise-se, a Empresa Serveng, por ser uma empresa de grande porte, já era cadastrada e já possuía inclusive contratos assinados em andamento junto à Petrobrás;
3) o Deputado Federal Aníbal Ferreira Gomes jamais solicitou ou recebeu da Serveng qualquer vantagem para que fosse marcada a audiência com o Sr. Paulo Roberto Costa para apresentação do projeto de tancagem da Empresa Serveng, nem tampouco foi prometida ou oferecida qualquer vantagem ao Sr. Paulo Roberto Costa para que fosse agendada a audiência em questão;
4) sobre eventuais doações realizadas pela Empresa Serveng para o PMDB Nacional ou para o PMDB de Alagoas, o Deputado Federal as desconhece e jamais fez qualquer pedido neste sentido junto à Empresa Serveng e também jamais teve qualquer participação nas eventuais tratativas sobre tais doações;
5) repudia-se com veemência a versão dos fatos apresentada pelo Ministério Público Federal, cabendo registrar que os esclarecimentos necessários sobre os fatos em apuração serão prestados quando da apresentação da defesa, perante o STF, nos autos do Inquérito nº 4216 (ou do Inquérito nº 3993).
Por fim, o Deputado Aníbal Gomes coloca-se à inteira disposição de V.Sa. e também agradece a atenção dispensada. (AE)





Dois mil policiais reforçam segurança na Esplanada para votação de PEC



Proposta de emenda constitucional será votada nesta terça-feira em segundo turno




BRASIL BRASÍLIAHÁ 4 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


Com a possibilidade de manifestação por causa da votação da PEC dos gastos públicos, nesta terça-feira (13), no Senado, o trânsito na Esplanada dos Ministérios volta a ser bloqueado. A justificativa do governo é proteger, além dos cidadãos, os patrimônios públicos e privados, durante o protesto. O bloqueio começa na altura da Rodoviária do Plano Piloto e segue até a L4 Sul, nos dois sentidos do Eixo Monumental.

Segundo informações do portal G1, durante a interdição, a recomendação é para que os motoristas utilizem as vias N2 e S2, que são paralelas ao Eixo Monumental e passam por trás dos anexos. 
Como aconteceu durante outras manifestações na capital federal, policiais militares também farão revistas pessoais nos manifestantes e em passageiros dos ônibus que vão desembarcar na Esplanada, que só poderão ocupar o gramado central do local. 
O efetivo da Polícia Militar que vai estar na Esplanada pode chegar a 2 mil homens e mulheres. Cerca de 60 bombeiros militares e 20 agentes do Detran também estarão de prontidão.


Ministro do STF nega novo pedido para suspender votação da PEC do teto



Luís Roberto Barroso já havia rejeitado outros três pedidos apresentados pela oposição; para o magistrado, não cabe ao Judiciário interferir em discussão travada no Congresso Nacional.



O ministro do STF Luís Roberto Barroso (Foto:  Carlos Humberto / SCO/ STF)
O ministro do STF Luís Roberto Barroso (Foto: Carlos Humberto / SCO/ STF)

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (13) um novo pedido apresentado por senadores da oposição para suspender a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um limite para os gastos federais pelos próximos 20 anos.
A ação foi apresentada nesta segunda (12) pelas senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) para tentar evitar a votação do último turno da PEC no Senado.
No mandado de segurança, as parlamentares oposicionistas relataram que a tramitação da proposta no Senado foi feita com “pressa”, impedindo um debate mais aprofundado nas sessões de discussão, inclusive com a “cassação” do direito de parlamentares falarem.
Na última quinta (8), um dia depois de Renan Calheiros ser mantido pelo plenário do STF no comando do Senado, ele fez três sessões para viabilizar votação da PEC nesta semana.
Os senadores começaram a discutir, no final da manhã desta terça, a votação do último turno da PEC no parlamento. O texto já foi aprovado em dois turnos na Câmara e em uma rodada no Senado.
Se a proposta for aprovada mais uma vez pelos senadores nesta terça, faltará apenas a promulgação por parte do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), para que a nova regra de gastos federais entre em vigor.
A PEC prevê que o crescimento das despesas federais ficarão limitadas, nos próximos 20 anos, à inflação do ano anterior. Opositores do texto alegam que a medida vai fragilizar investimentos em áreas consideradas essenciais, como saúde e educação.
Já o governo Michel Temer, autor da PEC, defende que as medidas são necessárias para tentar conter o rombo nas contas públicas e sanear a economia do país.


Esse é a quarta tentativa da oposição de barrar a PEC do teto de gastos rejeitada por Barroso desde que a proposta foi enviada pelo governo ao Congresso Nacional, em junho.
No despacho desta terça, o ministro do STF repetiu argumento que já havia usado em decisões anteriores, de que não cabe ao Judiciário interromper a discussão da matéria no Legislativo. Além disso, o magistrado repetiu que não viu irregularidades no andamento da proposta no Senado.
“O Congresso Nacional, funcionando como poder constituinte reformador, é a instância própria para os debates públicos acerca das escolhas políticas a serem feitas pelo Estado e pela sociedade brasileira, e que envolvam mudanças do texto constitucional. Salvo hipóteses extremas, não deve o Judiciário coibir a discussão de qualquer matéria de interesse”, escreveu o ministro em trecho da decisão.

60% são contra PEC

Uma pesquisa do instituto Datafolha, publicada na edição desta terça-feira do jornal "Folha de S.Paulo", apontou que 60% dos entrevistados são contra a PEC do teto dos gastos federais.
Ainda de acordo com o levantamento, 24% da população é a favor da medida, 4% se disseram indiferentes e 12% não souberam responder.
A pesquisa ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.







EM SÃO BERNARDO, PF APREENDE R$ 300 MIL EM ESPÉCIE E CARROS DE LUXO



OPERAÇÃO HEFESTE

PF FLAGRA R$300 MIL NA AÇÃO CONTRA ROUBO NA PREFEITURA DO PT
Publicado: 13 de dezembro de 2016 às 10:55 - Atualizado às 11:47

Elijonas Maia

OS VEÍCULOS FORAM ENCAMINHADOS PARA A SUPERINTENDÊNCIA DA PF EM SÃO PAULO. (FOTOS: PF)

Durante o cumprimento de busca e apreensão em São Bernardo do Campo (SP), berço político do PT, na operação Hefeste, a Polícia Federal apreendeu R$ 300 mil em espécie. Além do dinheiro, dois carros de luxo foram apreendidos.
O atual prefeito de São Bernardo do Campo é Luiz Marinho (PT), amigo pessoal do ex-presidente Lula, de cujo governo foi ministro do Trabalho e Emprego e também da Previdência Social.
Os veículos foram encaminhados para a Superintendência da PF em São Paulo e o dinheiro deve passar por perícia.
A operação Hefesta de hoje tem o objetivo de desarticular um esquema de desvio de dinheiro público do Ministério da Cultura para a construção do Museu do Trabalho e do Trabalhador no município de São Bernardo do Campo.
São 60 policiais federais e 10 servidores da Controladoria Geral da União cumprindo 32 mandados expedidos pela 3ª Vara Federal de São Bernardo do Campo, sendo 8 mandados de prisão temporária, 8 mandados de condução coercitiva e 16 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Santos, São Bernardo do Campo, Barueri, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
A obra iniciou-se em 2012 e estava prevista para durar 9 meses, mas até hoje não foi concluída. A investigação da Polícia Federal apontou o desvio de recursos de projetos da Lei Rouanet e convênios do Ministério da Cultura com a prefeitura municipal. Segundo a PF, há indícios de superfaturamento de projetos, subcontratação ilegal de empresas sem licitação e duplicidade de objetos nos projetos de captação.


 Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Indivíduo que pratica atividades criminosas com legitimidade de poder público deveria devolver em dobro tudo que recebeu, sem dó e sem piedade, inclusive os salários.

A verticalização do crime gera criminalidade com recursos públicos e todo tipo de problema como estamos vendo. Sou de uma época que o crime era horizontal, para sair do nada e chegar ao topo não era qualquer um? Hoje políticos apequenados negociam direto com o poder, ameaçam, roubam, envolvem pessoas inocentes e graças a Deus temos uma Lava Jato!

O mais importante é: Acabar com “incubadora de bandidos” Reforma do Artigo 17 da Constituição Federal de 1988 Já! Urgente!

Se o STF acatar a tese da Lava Jato, que considera propina qualquer dinheiro de empresas para políticos, não vai sobrar ninguém mesmo e fica caracterizado o verdadeiro prostíbulo.



Negócios fajutos com países apequenados sem expressão nenhuma no cenário político internacional em nome da sobrevivência de uma plataforma política falida que não congrega a natureza da sociedade. Não existe ideologia no Brasil


Meu povo, minha nação. Somos roubados! Pagamos a conta! E quem investiga é preso?  Brasil acima de tudo! http://lavajato.mpf.mp.br/