Se você gosta de bananas, pare tudo que está fazendo e leia esses 10 fatos chocantes!
Se você acha que super alimentos são caros e inacessíveis às pessoas comuns, é melhor rever esses conceitos. Alguns desses são muito baratos e facilmente disponíveis pra qualquer pessoa no mundo. Um exemplo é esse alimento muito saudável chamado banana. Essa fruta doce é um dos alimentos mais saudáveis que você pode comer. Agora vamos te apresentar alguns dos maiores benefícios que você poderá desfrutar cada vez que comer uma banana. A maioria das pessoas ama bananas, e se você ainda tem dúvidas se deve adicioná-las à sua alimentação, nós te damos 10 boas razões pra isso. Bananas são excelentes pra combater a depressão, prevenir o câncer renal, diabetes, osteoporose e problemas de visão.
Verifique os 10 benefícios:
1. Bananas te tornarão mais inteligente e melhorará suas habilidades de aprendizagem, devido à capacidade de aumentar a atenção. Tudo devido a seu alto teor de potássio. Alguns especialistas acreditam que uma banana pode realmente ajudar os alunos antes de provas.
2. O ferro presente nas bananas melhora o sangue e ajuda pacientes com anemia.
3. Bananas previnem o desenvolvimento de câncer renal e a degeneração macular relacionada à idade. Irão te ajudar a construir ossos fortes devido à capacidade de melhorar a absorção de cálcio.
4. Comer bananas ajuda a prevenir ataques cardíacos e derrames, porque elas são super-ricas em potássio e pobres em sal.
5. As fibras da banana ajudam a regular o movimento do intestino.
6. Embora alguns possam achar difícil de acreditar, bananas normalizam o açúcar no sangue e estimulam a alívio do stress, o que melhora o humor e alivia os sintomas da TPM.
7. Se você lida com a depressão, a banana é a fruta ideal pra você. O corpo converte o triptofano em serotonina, o transmissor do bom humor.
8. A vitamina B6 ajuda a reduzir o inchaço e protege contra a diabetes tipo 2. Você também deve comer mais bananas para melhorar a sua saúde mental e estimular a produção de glóbulos brancos.
9. Comer 2 bananas antes de cada treino aumenta sua energia e mantém níveis normais de açúcar no sangue.
10. O consumo regular de bananas irá reduzir a perda de cálcio através da urina.
Informação foi confirmada pelo hospital e pelo advogado. Sérgio Gomes da Silva estava internado desde o dia 22.
Do G1 São Paulo
Sérgio Gomes, o Sombra, do caso Celso Daniel (Foto: Reprodução/TV Globo)
Morreu nesta terça-feira (27) em São Paulo o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, um dos principais personagens o caso Celso Daniel, assassinado em 2002.
De acordo com o Hospital Montemagno, Silva foi internado no centro médico no dia 22 de setembro, e faleceu às 6h30 desta terça-feira. A assessoria de imprensa do hospital não soube informar a causa da morte.
Segundo Podval, seu cliente faleceu inocente. "A gente anulou o processo. O processo ia recomeçar agora e ele faleceu inocente."O advogado Roberto Podval, que defendia Gomes, disse que a causa da morte foi natural. "Estou fora do país e não tenho muita informação. Ele estava doente e faleceu. É tudo o que eu sei", afirmou. "A causa morte não sei te dizer."
O assassinato Celso Daniel foi sequestrado após jantar, na capital paulista, com o empresário Sérgio Gomes da Silva, conhecido como Sérgio Sombra, suspeito de ser o mentor do homicídio. No retorno para Santo André, os dois notaram que a Pajero de Sombra estava sendo seguida.
De acordo com o MP, três carros perseguiram a Pajero, até o veículo parar devido a disparos.Celso Daniel foi, então, forçado a entrar em outro carro. O corpo dele foi encontrado dois dias depois em uma estrada de Juquitiba, na Região Metropolitana de São Paulo, com sinais de tortura e oito tiros.
Sete pessoas foram acusadas pelo crime – entre elas, Sombra – e seis já foram condenadas à prisão. Sombra respondia em liberdade devido a um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e ainda não tinha sido julgado por causa de recursos que seguem em andamento.
Fim do caso O promotor do caso Celso Daniel , Roberto Wider, de Santo André, disse que Sérgio Gomes continuava réu. "O Supremo tinha anulado o processo e a gente estava refazendo a instrução desde 2015. Estava ouvindo testemunhas de defesa e terminando a instrução para nova pronúncia e eventual julgamento", afirmou.
Segundo o promotor a morte de Sérgio Gomes representa o fim do caso Celso Daniel porque todos os demais integrantes da quadrilha foram submetidos a julgamento, foram condenados e o processo não foi anulado com relação a eles. "Agora só faltava ele, que era o mandante. Com a morte dele, extingue a punibilidade e o processo tem fim."
Segundo o promotor, quando o Ministério Público propôs denúncia mencionou a existência de outros mandantes, mas isso não foi apurado e por isso não tem mais ninguém agora sendo processado pela morte de Celso Daniel.
Wider lembrou que o empresário Marcos Valério mencionou o caso na operação Lava Jato. "O Marcos Valério, em um depoimento para o juiz Moro, ele mencionou que tinha medo do caso e por isso ele não falava. A gente mencionou desde o início que o Sérgio não era o único mandante. Isso está na nossa denúncia contra o Sérgio, mas não foram identificados os outros autores. Se forem outros autores, havendo possibilidade de serem processados, certamente a gente vai processar. Se não houver um fato novo não tem como a gente reabrir o caso."
Wider disse que informada a morte do Sérgio, obtém-se a certidão de óbito, que é necessária, e com isso extingue a punibilidade dele e extingue o processo porque o processo em andamento só visava apurar a responsabilidade dele.
O promotor disse que houve decisão de pronúncia contra Sérgio Gomes que foi anulada. Para ele, foi uma decisão muito questionável do Supremo Tribunal Federal e um embate em uma questão processual que já estava prejudicada. O promotor apontou que Gomes estava respondendo processo ainda. "Ele não foi condenado em face da morosidade da Justiça e dos percalços do processo. Agora, o convencimento do Ministério Público era no sentido de que ele era um dos mandantes, a prova era muito farta nesse sentido."
Para Wider, a morte de Gomes antes do julgamento é frustrante. "Eu tenho uma frustração porque o Ministério Público queria levar a julgamento o caso. Ocorreram algumas decisões do Tribunal do Juri, todas elas acolhendo a tese do Ministério Público no sentido de que o Celso foi vítima de um homicídio e não de um crime patrimonial. Isso o Tribunal do Júri decidiu reiteradas vezes nesse sentido, mas o mandante era uma peça-chave e eventual condenação do mandante poderia propiciar colaboração e identificação de outros envolvidos. Esse caso poderia ter sido resolvido na década passada".
O assassinato, ocorrido em 2002, causou divergência entre o Ministério Público, que apontava motivação política, e a Polícia Civil, que viu um crime comum no episódio.
Sobre a decisão, ainda cabem recursos chamados "embargo de declaração", que servem para esclarecer omissões ou contradições, mas não para reverter a decisão.
A decisão não extinguiu a ação penal a que Sombra respondia na primeira instância da Justiça deSão Paulo, que continuava tramitando. A denúncia contendo as acusações do Ministério Público também continuava válida.
Foram anulados somente os procedimentos realizados durante o curso da ação, desde 2003, para definir se ele era culpado ou inocente no caso. Deverão ser refeitos, por exemplo, depoimentos de testemunhas, perícias, sustentações orais dos advogados e promotores, além dos próprios interrogatórios.
Agora, defesa do ex-presidente e da esposa tem 10 dias para apresentar resposta à acusação
POLÍTICAJUDICIÁRIOHÁ 8 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO
O ex-presidene Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa, Marisa Letícia, foram intimados pela primeira vez depois da acusação do Ministério Público Federal sobre corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Segundo informações do jornal O Globo, o oficial de Justiça não encontrou o ex-presidente e a esposa em casa em duas ocasiões e, por isso, intimou ambos no último sábado (24), depois de o agente ler os termos do mandado para o casal. A certidão, assinada pelos dois, foi anexada nesta terça-feira (27) ao processo.
O procedimento de citação e intimação pretende avisar o réu sobre o recebimento da denúncia e sobre o prazo de 10 dias para que a defesa apresente uma resposta à acusação.
A greve dos bancários completou três semanas e já fechou quase 14 mil agências no país
ECONOMIACONTEC/FENABRANHÁ 12 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO
A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação - CEBNN/CONTEC e a Fenaban, que estão reunidos no hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, decidiram suspender as negociações e retomar a reunião na quarta-feira (28), às 15h.
A greve dos bancários completou três semanas e já fechou quase 14 mil agências no país, segundo o último balanço da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). De acordo com o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias instaladas, segundo último balanço do Banco Central.
A categoria já havia rejeitado a primeira proposta da Fenaban – de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.
Em nota, a Fenaban disse que a última proposta apresentada “resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos doze meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários”.
Após virar ré na Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) avaliou que a Operação está “completamente fora dos trilhos” e perde credibilidade do povo ao ceder a motivações políticas. Ela também criticou as prisões dos ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega, além do que chamou de “show midiático” na denúncia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para ela, as ações constituem tentativas de desmoralizar o Partido dos Trabalhadores nas últimas semanas da campanha eleitoral nos municípios. Segundo Gleisi, esses ataques atingem não o partido, mas a sociedade brasileira e o estado democrático de direito. “Não é possível. Eu lamento que o Brasil esteja passando por isso, e nós vamos fazer denúncia internacional, sim, porque temos que mostrar ao mundo que a democracia novinha do Brasil, a frágil democracia brasileira está passando por uma ação continuada de golpe”. Gleisi Hoffmann também acusou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de usar informações privilegiadas da Operação Lava Jato em campanha eleitoral, colocando sob suspeição a autonomia da Polícia Federal e constituindo improbidade administrativa. A senadora salientou a ilegitimidade do governo de Michel Temer, que, segundo ela, promove reformas que vão “matar o povo brasileiro”.
O governo asqueroso de Temer se vangloria de querer “imitar as potências”, desejo permanente nos políticos brasileiros que sempre apreciaram o gosto da sola de seus amos imperialistas. Em particular, defende uma reforma trabalhista brutal, que busca enfeitar dizendo que o modelo “deu certo na Alemanha”, valendo-se do desconhecimento do que foi esse “modelo alemão” de precarização do trabalho.
Se fossemos sintetizar: em Berlim, o chamado Plano Hartz-Agenda 2010 (lançada em 2003) congelou salários, criou um setor de remuneração baixa (€ 400) e um modelo de terceirização com trabalho temporário e subcontratação, permitindo o “empréstimo” de mão de obra, redução do valor da aposentadoria para 60% do último salário bruto e aumento da idade de aposentadoria de 65 para 67 anos, entre outras mudanças.
A reforma, introduzida pelo governo do então chanceler socialdemocrata Gerhard Schröder resultou em queda de 4,5% nos salários, com aumento da pobreza — pessoas que ganham até € 14 mil por ano mesmo com emprego.
O Plano Hartz
O Plano Hartz recebeu o nome de seu patrocinador, Peter Hartz, que dá o nome ao plano, um dos chefes da Volkswagen e que liderou a comissão que avaliou a reforma. Foi dividido em quatro pilares. Cada trecho deles foi aprovado no Parlamento em diferentes projetos de lei. A reforma era tão grande que foram necessárias quatro leis separadas. Começou em 2003 e a cada tantos meses foram aprovados o Hartz 1, Hartz 2, Hartz 3 e, finalmente, o Hartz 4.
No primeiro pilar, a lei tratava de “padrões trabalhistas não convencionais”. Isso significacontratos não permanentes, trabalhadores rotativos de curto prazo, empregados que eram contratados por agências e terceirizados para empresas. Conhecemos isso bem no Brasil, que teve triplicado o número de terceirizados na década petista. Mas Temer quer o que conseguiu o governo alemão: o que ocorreu é que a lei passou a permitir que esses contratos fossem simplificados. “Antes, a lei era muito estrita. Se você quisesse empregar uma pessoa, teria basicamente de ser um contrato permanente. Isso foi facilitado e os contratos temporários foram acelerados”, diz Daniel Samaan, economista da OIT. Mas, ao mesmo tempo, ficou estabelecido que os contratados teriam remuneração igual à dos empregados permanentes e teriam o mesmo tratamento dentro da empresa. Os mesmos salários e os mesmos benefícios teriam de ser dados.
O segundo Plano Hartz lidou com o que chamamos de “mini-jobs” (miniempregos). Esses são os empregos para pessoas que trabalham menos de 15 horas por semana: estudantes, aposentados ou alguém em busca de uma renda extra. Até então, os encargos trabalhistas mínimos afastavam as empresas desta modalidade de contratação; queriam uma exploração maior. O Plano Hartz 2 removeu os “empecilhos trabalhistas” como os direitos de rescisão de contrato e indenização, ao sabor da patronal.
A terceira parte do Plano é a concretização do que Karl Marx dizia, “o trabalhador não é um escravo assalariado de um patrão, mas de toda a classe burguesa”. Consistia na criação de uma agência federal de contratação de funcionários, que repassa um contrato precário de uma empresa a outra, quando a patronal necessita.
O Hartz 4 estabelecia maior rigidez para um trabalhador conseguir acesso ao seguro-desemprego. O período em que uma pessoa passou a receber o seguro também foi encurtado. A lei anterior previa que, por até 24 meses, uma pessoa receberia seguros “generosos”. Com a lei, isso foi reduzido para 12 meses. Os valores são significativamente reduzidos e as exigências para que essas pessoas recebam esses benefícios ficaram mais rígidas.
Alemanha e Brasil, outro 7 a 1
O resultado deste pacote de medidas não podia ser outro: em menos de uma década, a Alemanha atingiu a cifra de 10 milhões de trabalhadores terceirizados, o aprofundamento do “trabalho precário”, trabalhadores mal pagos, que são cedidos (ou emprestados) de uma empresa a outra e, no fim, recebem apenas parte do que é pago pelo contratante final.
Trata-se exatamente do que deseja Temer: jornada de trabalho de 12h, contratos de trabalho por produtividade e hora trabalhada (o que obriga o trabalhador a ter dois ou três patrões ao mesmo tempo para compor a renda familiar), criar os mini-empregos, o regime de intercâmbio de trabalhadores entre empresas e universalizar a terceirização do trabalho.
Temer e a chanceler alemã Angela Merkel
Este é o projeto de Temer, importado de um país imperialista a uma semicolônia como o Brasil. Naturalmente, o Brasil não dispõe dos recursos imensos que a Alemanha centraliza produto do saque e da rapina de sua burguesia nacional sobre todo o Leste europeu e os Bálcãs, que desde a década de 90 se tornaram uma verdadeira “linha de produção” da indústria alemã que lá explora mão-de-obra barata. Altamente dependente das economias centrais, na maior crise econômica desde a década de 30 e com os benefícios dos preços das matérias-primas tendo desaparecido, o Brasil reserva uma versão mais brutal desta mesma reforma.
Vejamos o que dizem os analistas burgueses que apoiam a reforma. Julimar da Silva Bichara, professor de economia da Universidade Autônoma de Madri, diz que “Se você leva esse tipo de reforma para países como o Brasil, onde a política social do Estado praticamente não existe, você está levando o pior dos mundos, ao flexibilizar de uma maneira selvagem o mercado de trabalho, e o se trabalhador perde o emprego, ele não tem proteção social”, destaca. “Não são situações comparáveis. Você copiar esse modelo e levar é o que se poderia fazer de pior.”
Segundo a economista Barbara Riedlmüller, da Universidade Livre de Berlim, a Agenda 2010 afetou todos os setores — até professores universitários tiveram congelamento salarial —, mas provocou as mudanças mais dramáticas nos setores com salários baixos e aposentados.
Ainda falando da Alemanha, passados dez anos da reforma trabalhista, o recurso dos mini-jobs acabou se generalizando. A expectativa do governo era de que 5% dos trabalhadores estivessem nesse sistema, mas a taxa hoje é de 20%. Mais de 7 milhões de alemães trabalham nesse regime.
Entre eles, estão muitos estudantes, mas também mães de família e aposentados em busca de um complemento para a renda. Outros, no entanto, não encontram uma opção melhor de emprego – uma situação provisória que acabou se tornando definitiva.
Hoje, quase todos os trabalhadores do setor de serviços têm contratos na faixa de € 450. Já na construção civil, prevalece o modelo de terceirização. Esses profissionais ganham tão pouco que recebem ajuda complementar do Estado para atingir o patamar considerado mínimo para a sobrevivência.
Saldo total: cerca de 15,5% dos alemães vivem na pobreza (antes da reforma eram menos de 5%), enquanto 10% da população dispõe de mais da metade dos bens do país.
A flexibilização na contratação do trabalho causou distorções tão fortes que o governo resolveu recentemente introduzir um salário mínimo, calculado em € 8,5 por hora de trabalho.
Contra a reforma trabalhista de Temer
O governo alemão impôs à força os ajustes exigidos pela patronal alemã contra os trabalhadores. Fez isso com os recursos quase inextinguíveis de uma potência imperialista que oprime outras nacionalidades e sobre as quais despeja as suas contradições. No Brasil de Temer, o peso inominável desta reforma faria as contradições econômicas estourarem por todas as costuras sociais.
A preferência de Temer por ajoelhar-se diante das botas do imperialismo alemão não nos comove nem ilude. O PT buscava relações semelhantes quando vendeu os recursos naturais do país à chanceler de Berlim. Nos opomos com todas as forças à reforma trabalhista, defendida pela mídia oficial, pelo judiciário golpista e as confederações patronais que enviam Temer como caixeiro viajante ao mundo para vender o Brasil. Somente os métodos da luta de classes dos trabalhadores, em unidade com a juventude, poderá organizar a resistência contra este ataque, exigindo que a CUT e a CTB, cúmplices do golpe institucional, cessem sua paralisia criminosa e convoquem uma greve geral para parar o país, em base a assembléias democráticas nos locais de trabalho.
Ontem fui ouvir as propostas do candidato Marcelo Crivella sobre a causa animal. Visitei com ele, o abrigo João Rosa em Pilares. O candidato que meu partido se coligou, Pedro Paulo não conseguiu me encontrar para falar da causa animal. Vou ouvir mais um candidato até sexta.
Encontro com protetores de animais do Abrigo João Rosa. Precisamos de uma legislação que cuide bem deles. Por isso, criei o projeto que regulamenta o Estatuto dos Animais. #Crivella10#RioComCrivella