terça-feira, 27 de setembro de 2016

Se você gosta de bananas


Se você gosta de bananas, pare tudo que está fazendo e leia esses 10 fatos chocantes!

Se você gosta de bananas, pare tudo que está fazendo e leia esses 10 fatos chocantes!

Se você acha que super alimentos são caros e inacessíveis às pessoas comuns, é melhor rever esses conceitos. Alguns desses são muito baratos e facilmente disponíveis pra qualquer pessoa no mundo. Um exemplo é esse alimento muito saudável chamado banana. Essa fruta doce é um dos alimentos mais saudáveis que você pode comer. Agora vamos te apresentar alguns dos maiores benefícios que você poderá desfrutar cada vez que comer uma banana. A maioria das pessoas ama bananas, e se você ainda tem dúvidas se deve adicioná-las à sua alimentação, nós te damos 10 boas razões pra isso. Bananas são excelentes pra combater a depressão, prevenir o câncer renal, diabetes, osteoporose e problemas de visão.

Verifique os 10 benefícios:

1. Bananas te tornarão mais inteligente e melhorará suas habilidades de aprendizagem, devido à capacidade de aumentar a atenção. Tudo devido a seu alto teor de potássio. Alguns especialistas acreditam que uma banana pode realmente ajudar os alunos antes de provas.
2. O ferro presente nas bananas melhora o sangue e ajuda pacientes com anemia.
3. Bananas previnem o desenvolvimento de câncer renal e a degeneração macular relacionada à idade. Irão te ajudar a construir ossos fortes devido à capacidade de melhorar a absorção de cálcio.
4. Comer bananas ajuda a prevenir ataques cardíacos e derrames, porque elas são super-ricas em potássio e pobres em sal.
5. As fibras da banana ajudam a regular o movimento do intestino.
6. Embora alguns possam achar difícil de acreditar, bananas normalizam o açúcar no sangue e estimulam a alívio do stress, o que melhora o humor e alivia os sintomas da TPM.
7. Se você lida com a depressão, a banana é a fruta ideal pra você. O corpo converte o triptofano em serotonina, o transmissor do bom humor.
8. A vitamina B6 ajuda a reduzir o inchaço e protege contra a diabetes tipo 2. Você também deve comer mais bananas para melhorar a sua saúde mental e estimular a produção de glóbulos brancos.
9. Comer 2 bananas antes de cada treino aumenta sua energia e mantém níveis normais de açúcar no sangue.
10. O consumo regular de bananas irá reduzir a perda de cálcio através da urina.

fonte-http://www.sitedobem.com/se-voce-gosta-de-bananas-pare-tudo-que-esta-fazendo-e-leia-esses-10-fatos-chocantes/



Sombra, do caso Celso Daniel, morre em hospital de SP

27/09/2016 15h16 - Atualizado em 27/09/2016 17h06

Informação foi confirmada pelo hospital e pelo advogado.
Sérgio Gomes da Silva estava internado desde o dia 22.

Do G1 São Paulo

Sérgio Gomes, o Sombra, do caso Celso Daniel (Foto: Reprodução/TV Globo)Sérgio Gomes, o Sombra, do caso Celso Daniel (Foto: Reprodução/TV Globo)
Morreu nesta terça-feira (27) em São Paulo o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, um dos principais personagens o caso Celso Daniel, assassinado em 2002.
De acordo com o Hospital Montemagno, Silva foi internado no centro médico no dia 22 de setembro, e faleceu às 6h30 desta terça-feira. A assessoria de imprensa do hospital não soube informar a causa da morte.

Segundo Podval, seu cliente faleceu inocente. "A gente anulou o processo. O processo ia recomeçar agora e ele faleceu inocente."
O advogado Roberto Podval, que defendia Gomes, disse que a causa da morte foi natural. "Estou fora do país e não tenho muita informação. Ele estava doente e faleceu. É tudo o que eu sei", afirmou. "A causa morte não sei te dizer."

O assassinato
Celso Daniel foi sequestrado após jantar, na capital paulista, com o empresário Sérgio Gomes da Silva, conhecido como Sérgio Sombra, suspeito de ser o mentor do homicídio. No retorno para Santo André, os dois notaram que a Pajero de Sombra estava sendo seguida.
De acordo com o MP, três carros perseguiram a Pajero, até o veículo parar devido a disparos.Celso Daniel foi, então, forçado a entrar em outro carro. O corpo dele foi encontrado dois dias depois em uma estrada de Juquitiba, na Região Metropolitana de São Paulo, com sinais de tortura e oito tiros.
Sete pessoas foram acusadas pelo crime – entre elas, Sombra – e seis já foram condenadas à prisão. Sombra respondia em liberdade devido a um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e ainda não tinha sido julgado por causa de recursos que seguem em andamento.

Fim do caso
O promotor do caso Celso Daniel , Roberto Wider, de Santo André, disse que Sérgio Gomes continuava réu. "O Supremo tinha anulado o processo e a gente estava refazendo a instrução desde 2015. Estava ouvindo testemunhas de defesa e terminando a instrução para nova pronúncia e eventual julgamento", afirmou.
Segundo o promotor a morte de Sérgio Gomes representa o fim do caso Celso Daniel porque todos os demais integrantes da quadrilha foram submetidos a julgamento, foram condenados e o processo não foi anulado com relação a eles. "Agora só faltava ele, que era o mandante. Com a morte dele, extingue a punibilidade e o processo tem fim."
Segundo o promotor, quando o Ministério Público propôs denúncia mencionou a existência de outros mandantes, mas isso não foi apurado e por isso não tem mais ninguém agora sendo processado pela morte de Celso Daniel.
Wider lembrou que o empresário Marcos Valério mencionou o caso na operação Lava Jato. "O Marcos Valério, em um depoimento para o juiz Moro, ele mencionou que tinha medo do caso e por isso ele não falava. A gente mencionou desde o início que o Sérgio não era o único mandante. Isso está na nossa denúncia contra o Sérgio, mas não foram identificados os outros autores. Se forem outros autores, havendo possibilidade de serem processados, certamente a gente vai processar. Se não houver um fato novo não tem como a gente reabrir o caso."
Wider disse que informada a morte do Sérgio, obtém-se a certidão de óbito, que é necessária, e com isso extingue a punibilidade dele e extingue o processo porque o processo em andamento só visava apurar a responsabilidade dele.
O promotor disse que houve decisão de pronúncia contra Sérgio Gomes que foi anulada. Para ele, foi uma decisão muito questionável do Supremo Tribunal Federal e um embate em uma questão processual que já estava prejudicada. O promotor apontou que Gomes estava respondendo processo ainda. "Ele não foi condenado em face da morosidade da Justiça e dos percalços do processo. Agora, o convencimento do Ministério Público era no sentido de que ele era um dos mandantes, a prova era muito farta nesse sentido."
Para Wider, a morte de Gomes antes do julgamento é frustrante. "Eu tenho uma frustração porque o Ministério Público queria levar a julgamento o caso. Ocorreram algumas decisões do Tribunal do Juri, todas elas acolhendo a tese do Ministério Público no sentido de que o Celso foi vítima de um homicídio e não de um crime patrimonial. Isso o Tribunal do Júri decidiu reiteradas vezes nesse sentido, mas o mandante era uma peça-chave e eventual condenação do mandante poderia propiciar colaboração e identificação de outros envolvidos. Esse caso poderia ter sido resolvido na década passada".

STF
Em 2014, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu pedido para anular o processo sobre a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, desde a fase dos interrogatórios.
O assassinato, ocorrido em 2002, causou divergência entre o Ministério Público, que apontava motivação política, e a Polícia Civil, que viu um crime comum no episódio.
Sobre a decisão, ainda cabem recursos chamados "embargo de declaração", que servem para esclarecer omissões ou contradições, mas não para reverter a decisão.
A decisão não extinguiu a ação penal a que Sombra respondia na primeira instância da Justiça deSão Paulo, que continuava tramitando. A denúncia contendo as acusações do Ministério Público também continuava válida.

Foram anulados somente os procedimentos realizados durante o curso da ação, desde 2003, para definir se ele era culpado ou inocente no caso. Deverão ser refeitos, por exemplo, depoimentos de testemunhas, perícias, sustentações orais dos advogados e promotores, além dos próprios interrogatórios.
caso celso daniel (Foto: globonews)Celso Daniel (Reprodução/ Globonews
)

Lula e Marisa são intimados após denúncia do MPF

Agora, defesa do ex-presidente e da esposa tem 10 dias para apresentar resposta à acusação




POLÍTICA JUDICIÁRIOHÁ 8 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


O ex-presidene Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa, Marisa Letícia, foram intimados pela primeira vez depois da acusação do Ministério Público Federal sobre corrupção passiva e lavagem de dinheiro.


Segundo informações do jornal O Globo, o oficial de Justiça não encontrou o ex-presidente e a esposa em casa em duas ocasiões e, por isso, intimou ambos no último sábado (24), depois de o agente ler os termos do mandado para o casal. A certidão, assinada pelos dois, foi anexada nesta terça-feira (27) ao processo.
O procedimento de citação e intimação pretende avisar o réu sobre o recebimento da denúncia e sobre o prazo de 10 dias para que a defesa apresente uma resposta à acusação.

Sem acordo, bancários decidem manter greve e suspender negociação



A greve dos bancários completou três semanas e já fechou quase 14 mil agências no país



ECONOMIA CONTEC/FENABRANHÁ 12 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação - CEBNN/CONTEC e a Fenaban, que estão reunidos no hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, decidiram suspender as negociações e retomar a reunião na quarta-feira (28), às 15h.


A greve dos bancários completou três semanas e já fechou quase 14 mil agências no país, segundo o último balanço da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). De acordo com o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias instaladas, segundo último balanço do Banco Central.
A categoria já havia rejeitado a primeira proposta da Fenaban – de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.
Em nota, a Fenaban disse que a última proposta apresentada “resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos doze meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários”.

















Gleisi diz que Lava Jato está 'fora dos trilhos' e governo ilegitimo vai “matar o povo brasileiro”


Resultado de imagem para Fotos Gleisi diz que Lava Jato

 18:42:00

Após virar ré na Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) avaliou que a Operação está “completamente fora dos trilhos” e perde credibilidade do povo ao ceder a motivações políticas. Ela também criticou as prisões dos ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega, além do que chamou de “show midiático” na denúncia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Para ela, as ações constituem tentativas de desmoralizar o Partido dos Trabalhadores nas últimas semanas da campanha eleitoral nos municípios. Segundo Gleisi, esses ataques atingem não o partido, mas a sociedade brasileira e o estado democrático de direito.

“Não é possível. Eu lamento que o Brasil esteja passando por isso, e nós vamos fazer denúncia internacional, sim, porque temos que mostrar ao mundo que a democracia novinha do Brasil, a frágil democracia brasileira está passando por uma ação continuada de golpe”.

Gleisi Hoffmann também acusou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de usar informações privilegiadas da Operação Lava Jato em campanha eleitoral, colocando sob suspeição a autonomia da Polícia Federal e constituindo improbidade administrativa. A senadora salientou a ilegitimidade do governo de Michel Temer, que, segundo ela, promove reformas que vão “matar o povo brasileiro”.

O que foi a reforma trabalhista da Alemanha, que Temer quer para o Brasil?


São Paulo| @AcierAndy


terça-feira 27 de setembro| Edição do dia

O governo asqueroso de Temer se vangloria de querer “imitar as potências”, desejo permanente nos políticos brasileiros que sempre apreciaram o gosto da sola de seus amos imperialistas. Em particular, defende uma reforma trabalhista brutal, que busca enfeitar dizendo que o modelo “deu certo na Alemanha”, valendo-se do desconhecimento do que foi esse “modelo alemão” de precarização do trabalho.
Se fossemos sintetizar: em Berlim, o chamado Plano Hartz-Agenda 2010 (lançada em 2003) congelou salários, criou um setor de remuneração baixa (€ 400) e um modelo de terceirização com trabalho temporário e subcontratação, permitindo o “empréstimo” de mão de obra, redução do valor da aposentadoria para 60% do último salário bruto e aumento da idade de aposentadoria de 65 para 67 anos, entre outras mudanças.
A reforma, introduzida pelo governo do então chanceler socialdemocrata Gerhard Schröder resultou em queda de 4,5% nos salários, com aumento da pobreza — pessoas que ganham até € 14 mil por ano mesmo com emprego.

O Plano Hartz

O Plano Hartz recebeu o nome de seu patrocinador, Peter Hartz, que dá o nome ao plano, um dos chefes da Volkswagen e que liderou a comissão que avaliou a reforma. Foi dividido em quatro pilares. Cada trecho deles foi aprovado no Parlamento em diferentes projetos de lei. A reforma era tão grande que foram necessárias quatro leis separadas. Começou em 2003 e a cada tantos meses foram aprovados o Hartz 1, Hartz 2, Hartz 3 e, finalmente, o Hartz 4.
No primeiro pilar, a lei tratava de “padrões trabalhistas não convencionais”. Isso significacontratos não permanentes, trabalhadores rotativos de curto prazo, empregados que eram contratados por agências e terceirizados para empresas. Conhecemos isso bem no Brasil, que teve triplicado o número de terceirizados na década petista. Mas Temer quer o que conseguiu o governo alemão: o que ocorreu é que a lei passou a permitir que esses contratos fossem simplificados. “Antes, a lei era muito estrita. Se você quisesse empregar uma pessoa, teria basicamente de ser um contrato permanente. Isso foi facilitado e os contratos temporários foram acelerados”, diz Daniel Samaan, economista da OIT. Mas, ao mesmo tempo, ficou estabelecido que os contratados teriam remuneração igual à dos empregados permanentes e teriam o mesmo tratamento dentro da empresa. Os mesmos salários e os mesmos benefícios teriam de ser dados.
O segundo Plano Hartz lidou com o que chamamos de “mini-jobs” (miniempregos). Esses são os empregos para pessoas que trabalham menos de 15 horas por semana: estudantes, aposentados ou alguém em busca de uma renda extra. Até então, os encargos trabalhistas mínimos afastavam as empresas desta modalidade de contratação; queriam uma exploração maior. O Plano Hartz 2 removeu os “empecilhos trabalhistas” como os direitos de rescisão de contrato e indenização, ao sabor da patronal.
A terceira parte do Plano é a concretização do que Karl Marx dizia, “o trabalhador não é um escravo assalariado de um patrão, mas de toda a classe burguesa”. Consistia na criação de uma agência federal de contratação de funcionários, que repassa um contrato precário de uma empresa a outra, quando a patronal necessita.
O Hartz 4 estabelecia maior rigidez para um trabalhador conseguir acesso ao seguro-desemprego. O período em que uma pessoa passou a receber o seguro também foi encurtado. A lei anterior previa que, por até 24 meses, uma pessoa receberia seguros “generosos”. Com a lei, isso foi reduzido para 12 meses. Os valores são significativamente reduzidos e as exigências para que essas pessoas recebam esses benefícios ficaram mais rígidas.

Alemanha e Brasil, outro 7 a 1

O resultado deste pacote de medidas não podia ser outro: em menos de uma década, a Alemanha atingiu a cifra de 10 milhões de trabalhadores terceirizados, o aprofundamento do “trabalho precário”, trabalhadores mal pagos, que são cedidos (ou emprestados) de uma empresa a outra e, no fim, recebem apenas parte do que é pago pelo contratante final.
Trata-se exatamente do que deseja Temer: jornada de trabalho de 12h, contratos de trabalho por produtividade e hora trabalhada (o que obriga o trabalhador a ter dois ou três patrões ao mesmo tempo para compor a renda familiar), criar os mini-empregos, o regime de intercâmbio de trabalhadores entre empresas e universalizar a terceirização do trabalho.

Temer e a chanceler alemã Angela Merkel
Este é o projeto de Temer, importado de um país imperialista a uma semicolônia como o Brasil. Naturalmente, o Brasil não dispõe dos recursos imensos que a Alemanha centraliza produto do saque e da rapina de sua burguesia nacional sobre todo o Leste europeu e os Bálcãs, que desde a década de 90 se tornaram uma verdadeira “linha de produção” da indústria alemã que lá explora mão-de-obra barata. Altamente dependente das economias centrais, na maior crise econômica desde a década de 30 e com os benefícios dos preços das matérias-primas tendo desaparecido, o Brasil reserva uma versão mais brutal desta mesma reforma.
Vejamos o que dizem os analistas burgueses que apoiam a reforma. Julimar da Silva Bichara, professor de economia da Universidade Autônoma de Madri, diz que “Se você leva esse tipo de reforma para países como o Brasil, onde a política social do Estado praticamente não existe, você está levando o pior dos mundos, ao flexibilizar de uma maneira selvagem o mercado de trabalho, e o se trabalhador perde o emprego, ele não tem proteção social”, destaca. “Não são situações comparáveis. Você copiar esse modelo e levar é o que se poderia fazer de pior.”
Segundo a economista Barbara Riedlmüller, da Universidade Livre de Berlim, a Agenda 2010 afetou todos os setores — até professores universitários tiveram congelamento salarial —, mas provocou as mudanças mais dramáticas nos setores com salários baixos e aposentados.
Ainda falando da Alemanha, passados dez anos da reforma trabalhista, o recurso dos mini-jobs acabou se generalizando. A expectativa do governo era de que 5% dos trabalhadores estivessem nesse sistema, mas a taxa hoje é de 20%. Mais de 7 milhões de alemães trabalham nesse regime.
Entre eles, estão muitos estudantes, mas também mães de família e aposentados em busca de um complemento para a renda. Outros, no entanto, não encontram uma opção melhor de emprego – uma situação provisória que acabou se tornando definitiva.
Hoje, quase todos os trabalhadores do setor de serviços têm contratos na faixa de € 450. Já na construção civil, prevalece o modelo de terceirização. Esses profissionais ganham tão pouco que recebem ajuda complementar do Estado para atingir o patamar considerado mínimo para a sobrevivência.
Saldo total: cerca de 15,5% dos alemães vivem na pobreza (antes da reforma eram menos de 5%), enquanto 10% da população dispõe de mais da metade dos bens do país.
A flexibilização na contratação do trabalho causou distorções tão fortes que o governo resolveu recentemente introduzir um salário mínimo, calculado em € 8,5 por hora de trabalho.

Contra a reforma trabalhista de Temer

O governo alemão impôs à força os ajustes exigidos pela patronal alemã contra os trabalhadores. Fez isso com os recursos quase inextinguíveis de uma potência imperialista que oprime outras nacionalidades e sobre as quais despeja as suas contradições. No Brasil de Temer, o peso inominável desta reforma faria as contradições econômicas estourarem por todas as costuras sociais.
A preferência de Temer por ajoelhar-se diante das botas do imperialismo alemão não nos comove nem ilude. O PT buscava relações semelhantes quando vendeu os recursos naturais do país à chanceler de Berlim. Nos opomos com todas as forças à reforma trabalhista, defendida pela mídia oficial, pelo judiciário golpista e as confederações patronais que enviam Temer como caixeiro viajante ao mundo para vender o Brasil. Somente os métodos da luta de classes dos trabalhadores, em unidade com a juventude, poderá organizar a resistência contra este ataque, exigindo que a CUT e a CTB, cúmplices do golpe institucional, cessem sua paralisia criminosa e convoquem uma greve geral para parar o país, em base a assembléias democráticas nos locais de trabalho.


Nestes eu voto neles eu confio!



João Valois compartilhou o álbum de Marcelo Crivella.
Ontem fui ouvir as propostas do candidato Marcelo Crivella sobre a causa animal. Visitei com ele, o abrigo João Rosa em Pilares. O candidato que meu partido se coligou, Pedro Paulo não conseguiu me encontrar para falar da causa animal. Vou ouvir mais um candidato até sexta.
Marcelo Crivella adicionou 3 novas fotos ao álbum "Abrigo João Rosa".
Encontro com protetores de animais do Abrigo João Rosa.
Precisamos de uma legislação que cuide bem deles. Por isso, criei o projeto que regulamenta o Estatuto dos Animais.
#Crivella10 #RioComCrivella