sexta-feira, 23 de setembro de 2016

45 MIL CAVALOS SELVAGENS SERÃO MORTOS PELO GOVERNO DOS EUA 21 SETEMBRO 2016

Por Sarah V. Schweig / Tradução de Katia Buffolo
Um conselho do governo recomendou que 45.000 cavalos e burros selvagens fossem mortos para dar lugar às grandes fazendas de carne - e os cidadãos estão prestes a pagar por isso.
Os contribuintes financiariam o maior abate de cavalos da história, após o National Wild Horse e o Burro Advisory Board do Bureau of Land Management (BLM) votarem pela eutanásia de todos os cavalos selvagens e burros em instalações mantidas pelo governo em todos os Estados Unidos.
Os defensores de animais estão inconformados com a decisão e estão se voluntariando para ajudar com quaisquer alternativas à matança.
EUA cavalos selvagens mortos governoCavalo selvagem amamentando filhote. (Fotos: Shutterstock)
“A decisão do conselho deliberativo do BLM de recomendar a destruição de 45 mil cavalos selvagens, atualmente nessas instalações, é a completa abdicação da responsabilidade pelo seu cuidado”, disse Holly Hazard, vice-presidente sênior do programas & inovações da Humane Society of the United States  (HSUS), em um comunicado de imprensa. A agência não estaria nesta situação não fosse a má administração por longo prazo.”
As alternativas à matança dos cavalos, tal como controle de fertilidade humanitário, foram ignoradas por mais de 20 anos, segundo Hazard, já que os cavalos e burros tem sido capturados pelo governo e levados de sua região silvestre para dar lugar aos criadores de gado. Nas instalações administradas pelo governo, os cavalos têm sido deixados em currais externos sob temperaturas de 38 graus, sem abrigo para protegê-los.
E as instalações estão ficando superlotadas. Apesar do Bureau of Land Management  afirmar que eles não enviam os cavalos para o matadouro, muitos dos cavalos que eles leiloam terminam na fila do abate. Um recente relatório de investigação descobriu que a BLM vendia cavalos para uma estância no estado do Colorado, nos Estados Unidos, e esta, por sua vez, os encaminhava ao México para o abatedouro.
EUA cavalos selvagens mortos governo2Cavalos selvagens andando livres.
Menos de 50 mil cavalos silvestres continuam em regiões selvagens, depois da remoção de mais de 270 mil cavalos mustang de terras particulares desde 1971, conforme a organização In Defense of Animals (IDA).
“Com as populações de cavalos selvagens criticamente baixas, o abate planejado equivale a um genocídio”, o grupo escreveu em um comunicado de imprensa.
"O BLM continua a perseguir os cavalos selvagens continuamente para removê-los da área, de forma que as terras públicas possam ser usadas por criadores de gado de corte", escreveu o grupo IDA, salientando que o número de vacas e ovelhas que vivem nestas áreas ultrapassa a quantidade de cavalos na proporção de 30 para um. As estâncias enormes que abastecem as fazendas industriais com animais destinados ao abate também estão para as fábricas também estão devastando o meio ambiente.
O BLM gastou milhões de dólares por ano para manter as instalações, mas não implementou um plano humanizado para esterilizar os cavalos. Ao contrário, o BLM experimentou um procedimento de esterilização invasiva nos cavalos selvagens, que provocando um protesto público.
Uma das maneiras era imobilizar fêmeas, enquanto um veterinário alcança a sua vagina, faz uma incisão na parede vaginal e, manualmente, torce e corta os ovários com um instrumento com uma corrente na extremidade
Este procedimento “pode resultar em sangramento prolongado ou... infecção”, de acordo com a National Academy of Sciences, que advertiu o BLM para não utilizar esta técnica para estes cavalos.
Outra maneira, é chegar ao órgão da fêmea através de uma incisão na sua lateral.
EUA cavalos selvagens mortos governo3O Bureau of Land Management está removendo os cavalos selvagens para dar lugar ao gado de corte.
Algumas semanas atrás, o Bureau of Land Management deixou de usar estes experimentos e, em vez disso, recomendou o assassinato em massa dos cavalos.
"Agora devermos estar atentos para assegurar que a agência não vá prosseguir com a “eutanásia” dos cavalos selvagens ou manter a castração de garanhões selvagens”, Ginger Kathrens, diretora executiva voluntária da organização The Cloud Foundation, que também atua no conselho deliberativo de cavalos selvagens do BLM, disse num comunicado de imprensa. Kathrens foi o único voto contrário ao abate.
Atualmente, Kathrens insiste na colaboração entre o governo e os defensores de animais para desenvolver, em larga, programas de controle de fertilidade Porcine Zona Pellucida (PZP) – vacinação humanizada, em vez de procedimentos dolorosos – que a National Academy of Sciences recomendou anos atrás. O BLM usou o método PZP algumas vezes, mas disse que, geralmente, ele “não é prático”.
Segundo Hazard, o HSUS "está preparado para implementar estas alternativas a qualquer momento. "
Exatamente quando (ou como) os cavalos poderiam ser mortos ainda não foi decidido – então, ainda há tempo para manifestar-se em favor deles.
Ligue para Sally Jewell, Secretária do Interior, no telefone 202-208-3100, para dizer que a matança de cavalos e burros selvagens da América é inaceitável. Envie um e-mail para o BLM no endereço eletrônico: director@blm.govAdicione seu nome à petição aqui.
O BLM não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários do The Dodo.
Atualização: O Bureau of Land Management (Gabinete de Gestão Territorial) respondeu ao protesto público no dia 15 afirmando que o departamento não tem planos vigentes de matar os cavalos e continuará a manter aqueles que não tenham sido vendidos em leilão. O departamento ainda não respondeu formalmente à proposta do conselho deliberativo, mas fará isto na próxima assembleia, informou a agência Reuters.
O site The Dodo irá acompanhar esta história conforme ela se desenrolar.

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS
Proclamada pela UNESCO em sessão realizada em Bruxelas em 27 de janeiro de 1978
Preâmbulo: Considerando que cada animal tem direito; considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos levaram e continuam a levar o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais; considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana do direito à existência das outras espécies animais, constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo; considerando que genocídios são perpetuados pelo homem e que outros ainda podem ocorrer; considerando que o respeito pelos animais por parte do homem está ligado ao respeito dos homens entre si; considerando que a educação deve ensinar à infância a observar, compreender e respeitar os animais,
Proclama-se:
Art. 1 - Todos os animais nascem iguais diante da vida e tem o mesmo direito a existência.
Art. 2º
a) Cada animal tem o direito ao respeito.
b) O homem, enquanto espécie animal não pode atribuir-se o direito de exterminar outros animais ou explorá-los, violando este direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.
c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem.
Art. 3º
a) Nenhum animal deverá ser submetido maltrato e atos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.
Art. 4º
a) Cada animal que pertence a uma espécie selvagem, tem o direito de viver livre no seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de reproduzir-se.
b) A privação da liberdade, ainda que para fins educativos é contrária a este direito.
Art. 5º
a) Cada animal pertencente a uma espécie, que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade, que são próprias da sua espécie.
b) Toda modificação deste ritmo e destas condições impostas pelo homem para fins mercantis é contrária a este direito.
Art. 6º
a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem o direito a uma duração de vida, conforme a sua natural longevidade.
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Art. 7º - Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.
Art. 8º
a) A experimentação animal, que implica em um sofrimento físico e psíquico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.
b) As técnicas substutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
Art. 9º - No caso do animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.
Art. 10º
a) Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem.
b) A exibição dos animais e os espetáculos, que utilizam animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Art. 11º - O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.
Art. 12º
a) Cada ato que leva ã morte de um grande número de animais selvagens, é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie.
b) O aniquilamento e a destruição do ambiente natural levam ao genocídio.
Art. 13º
a) O animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenha como fim mostrar um atentado aos direitos do animal.
Art. 14º
a) As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ser representadas em nível de governo.
b) B) Os direitos do animal devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.


Marcha de milhares em São Paulo é preparativo para greve geral em outubro

Segundo sindicalistas, projetos de reformas trabalhista e previdenciária fazem o país retroceder ao período anterior a Vargas. "Querem criar uma empresa sem trabalhadores, só com terceirizados"

por Rodrigo Gomes, da RBA publicado 22/09/2016 18:34, última modificação 22/09/2016 20:31

ensaio geral
Centrais e sindicatos cogitam greve geral para o dia 28 de outubro, mas data ainda vai ser definida
São Paulo – Em coro pelo 'Fora, Temer', milhares de trabalhadores de diversas categorias e dezenas de sindicatos e centrais sindicais, além de movimentos sociais apoiados pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, saíram em marcha pela ruas do centro de São Paulo, no final da tarde de hoje (22), para protestar contra as medidas de arrocho defendidas pelo governo Michel Temer. Os organizadores estimam que cerca de 50 mil pessoas participaram da manifestação. Para o próximo dia 5, as entidades prometem grande marcha em Brasília contra a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que congela investimentos do governo por 20 anos.
A mobilização dos trabalhadores em todo o país nesta quinta-feira foi contra a PEC 241, a reforma da Previdência, a terceirização, privatização do pré-sal, congelamento dos investimentos por 20 anos e a reforma do ensino médio (por meio da Medida Provisória 84, anunciada hoje, que altera a Lei 9.394, de 1996).
"Inúmeras categorias fizeram assembleias em frente às fábricas, vieram para a capital. Tivemos hoje um termômetro muito claro que os trabalhadores já se atentam para os riscos que todos nós corremos com as propostas de retirada de direitos da classe trabalhadora. Foi um esquenta para a greve geral. São etapas que a gente vai somando, agregando forças com os trabalhadores, para poder garantir que tenhamos um dia de paralisação", disse o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo.
"Foi apenas o início da mobilização para organizar a greve geral contra esse governo golpista", afirmou Douglas. A paralisação está indicada para 28 de outubro, mas a data ainda será avaliada. "A expectativa do governo golpista é aprovar a PEC 241 em outubro. Ao longo do mês, continuaremos em brasília para fazer o enfrentamento no Congresso. Nos estados, também estaremos pressionando os deputados para que votem contra a emenda, que vai ser um retrocesso para a saúde e educação", disse Douglas.

Lideranças

"Desde a manhã de hoje, no Brasil inteiro, a classe trabalhadora parou a produção num espetáculo de mobilização contra a reforma trabalhista e a reforma da Previdência", destacou o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre. Para ele, as reformas propostas pelo governo Temer para o mundo do trabalho fazem o Brasil retroceder para os tempos anteriores a Getúlio Vargas (1930-45/1951-54), criando um tipo de empresa sem trabalhadores, apenas com terceirizados.
"Querem privatizar o pré-sal, que é o nosso passaporte para melhorar a educação e a saúde. Não há um único trabalhador hoje que não tenha motivo para sair às ruas", ressalto Nobre. Ele também manifestou solidariedade ao ex-ministro Guido Mantega que, na sua opinião, foi vítima da ação arbitrária de um juiz arbitrário autoritário, ao ser preso pela Polícia Federal no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.
O presidente da Confederação Sindical Internacional (CSI), João Felício, destacou que ontem (21), em paralelo à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), houve ato contra o golpe e em solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Nova York. "Para o movimento internacional, não é só um ataque contra uma lenda do movimento sindical que ajudou a reconstruir o sindicalismo no Brasil. O golpe é contra a classe trabalhadora."
Segundo Felício, desde o ano passado os sindicalistas internacionais alertavam o mundo que o golpe no Brasil nunca foi porque este ou aquele político estivesse errado, mas, sim, porque estavam acertando. "A elite não gosta do povo pobre, dos trabalhadores, nem dos sindicatos, nem de Lula, nem de Dilma. O que eles querem é aplicar políticas para reduzir o papel do estado, e a esquerda é um empecilho a isso."
"Imagina só um trabalhador começar a trabalhar aos 15 anos e só poder se aposentar aos 65. Isso é uma atrocidade. Imagina 13º e férias terem que ser negociados. Isso é um absurdo. Não aceitaremos as reformas. Se eles acham que vão conseguir impor esse projeto sem resistência dos trabalhadores, vão perder", afirmou o presidente da CSI.
Secretário de Políticas Sociais da CTB, Carlos Rogério Nunes lembrou que tiraram uma presidenta eleita com 54 milhões de votos e colocaram alguém com 61 votos no Senado, com uma agenda que jamais passaria nas urnas. Segundo ele, também estão promovendo uma perseguição ao ex-presidente Lula.
João Paulo Rodrigues, coordenador nacional do MST, destacou que o povo está nas ruas não só em São Paulo como em outras cidades. Lembrou que é importante lutar contra o governo golpista, mas principalmente lutar para defender os direitos conquistados. Ele garantiu que o MST vai se somar a todas as lutas, "com as foices afiadas", para enfrentar Temer e o governo golpista.
Coordenador da Frente Brasil Popular em São Paulo e militante da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim ressaltou que são vários os golpes dentro do golpe. "O primeiro foi quando rasgaram a Constituição para tirar a Dilma. Agora, o novo golpe é a reforma da Previdência e para rasgar a CLT, desvincular os recursos da saúde e da educação. Essas são ações que atacam violentamente o povo brasileiro. Cada vez mais os objetivos do golpe ficam evidentes, nunca foi contra a corrupção. Temer tem vários corruptos no governo. O que querem é liquidar o pré-sal e os direitos sociais", disse.
Para o integrante da secretaria executiva da CSP-Conlutas Wilson Ribeiro, é possível lutar e vencer essa "figura ridícula" que é o presidente Michel Temer, que "parece saído de um filme B de terror". "Mostramos hoje, com os professores à frente, que é possível derrotar esse projeto terrível desse governo golpista que só vai atacar a classe trabalhadora."
O secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, lembrou que cresce a resistência à agenda do golpe, e que isso é visível nas ruas e nas empresas. "Essa agenda do Congresso e dos empresários quer acabar com os direitos garantidos na Constituição de 1988. Segundo ele, as mobilizações populares podem derrotar as propostas do golpe, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que limita os gastos públicos, e o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257, que retira direitos trabalhistas. "Estamos mais fortalecidos, hoje ficou demonstrado isso. É preciso reduzir as taxas de juros, parar de transferir bilhões em dinheiro público para engordar o bolso dos banqueiros."


Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Acrônimo

A última fase da operação havia sido realizada no dia 15 deste mês




POLÍTICA INVESTIGAÇÃOHÁ 4 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (23) uma nova fase da Operação Acrônimo. Entre os alvos estão o atual secretário-chefe da Casa Civil do governo de Minas Gerais, Marco Antônio Teixeira, e outro integrante do governo estadual.Também estão sendo cumpridos mandatos contra pessoas ligadas às consultorias MOP e OPR em MG.Outro alvo é um diretor da empreiteira OAS, cujo sócio Léo Pinheiro está preso em Curitiba (PR) no âmbito da Lava Jato, e também a sede da empresa em Brasília (DF).


De acordo com o portal G1, a Operação Acrônimo investiga um esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais e recebimento de vantagens indevidas por parte de agentes públicos.
A última fase da Acrônimo havia sido realizada no dia 15 deste mês. Na ocasião, a polícia se concentrou na suspeita de cooptação (quando pessoas são atraídas de forma ilícita) e pagamento de vantagens indevidas para fraudar licitações no Ministério da Saúde, beneficiando uma gráfica pertencente a investigados.
Além disso, também fora investigada a suspeita de interposição de uma empresa na negociação de vantagens indevidas a agente público para conseguir financiamento de projetos no exterior pelo BNDES em Angola, Cuba, Panamá, Gana e México e República Dominicana. Segundo a polícia, uma empreiteira brasileira foi a grande beneficiada.

Eike Batista sugere investigação em negócios do BNDES

Na mesa do Ministério Público Federal, em Curitiba, Eike sugeriu que fosse feita uma extensão das investigações sobre os negócios do BNDES


POLÍTICA LAVA-JATOHÁ 3 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

De acordo com o depoimento realizado pelo empresário, agora falido, Eike Batista, à Polícia Federal, na quinta-feira 1º de novembro de 2012, o então ministro da Fazenda, Guido Mantega pediu-lhe o equivalente a US$ 2,5 milhões para cobrir despesas de campanha do Partido dos Trabalhadores. "O ministro de Estado me pediu, que que você faz? Eu tenho 40 bilhões investidos no país, como é que você faz?”. Aceitou.

Na mesa do Ministério Público Federal, em Curitiba, Eike deixou algo além do seu testemunho espontâneo sobre um ministro da Fazenda coletando dinheiro para o partido do governo. Sugeriu que fosse feita uma extensão das investigações sobre os negócios do BNDES. “Eu entreguei todo o meu patrimônio como garantia”, disse, “olhem para os outros que não deram seus avais pessoais, que aí está a grande sacanagem”.
“Vocês que estão passando o Brasil a limpo, por favor, essa é uma área crítica. Porque é fácil né. Você bota o que quiser (como garantia ao crédito do BNDES). Uma fazenda que não vale nada, o cara avalia por um trilhão de dólares. É fácil, né.”

Saiba como será o novo ensino médio no Brasil

O novo modelo vai prever flexibilização do percurso do estudante



BRASIL ESTUDANTESHÁ 18 HORAS
POR FOLHAPRESS


O novo modelo para ensino médio, apresentado nesta quinta-feira (22) pelo governo Michel Temer (PMDB), flexibiliza o currículo da etapa, acaba com a obrigatoriedade de disciplinas de artes e educação física e traz um incentivo à expansão do ensino em tempo integral. As mudanças serão levadas ao Congresso por meio de uma MP (Medida Provisória), para acelerar a tramitação legislativa.


O texto provoca a maior alteração já feita na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), de 1996. Parte das mudanças devem passar a ser aplicadas a partir de 2017, enquanto outras terão implementação gradual na rede de ensino.
O novo modelo vai prever flexibilização do percurso do estudante. Hoje, todos os alunos do médio devem cursar 13 disciplinas em três anos.
Com a mudança prevista na MP, somente parte da grade -equivalente a cerca de um dos três anos de aulas da etapa- será comum a todos. Para o restante, haverá a opção de aprofundamento em cinco áreas: linguagens, matemática, ciências humanas, ciências da natureza e ensino técnico.
Ao aluno caberá a escolha da linha que quer se aprofundar. Mas a oferta dessas habilitações dependerá das redes e escolas. Ao menos duas áreas, entretanto, devem ser oferecidas.
O ensino de língua portuguesa e matemática será obrigatório nos três anos do ensino médio. Mas, ao contrário do que previa a LDB, as disciplinas de artes e educação física deixam de ser obrigatórias no ensino médio. Elas continuam obrigatórias da educação infantil ao ensino fundamental.
INTEGRAL
De acordo com o texto, a carga horária mínima de 800 horas anuais para a etapa deve ser ampliada progressivamente para o mínimo de 1,4 mil horas anuais. O texto afirma que essa ampliação deve seguir as metas já dispostas no PNE (Plano Nacional de Educação).
A previsão do PNE é ter, até 2024, ao menos 25% dos alunos em tempo integral. O país registra hoje 6% das matrículas nessa modalidade no médio.
Reforma do ensino médio Análise de Sabine Righetti: Reforma não resolve problemas que desembocam no ensino Leia perguntas e respostas sobre as mudanças Para expandir a oferta de tempo integral, o projeto prevê aporte financeiro do governo federal, de forma temporária, às redes estaduais que criarem novas vagas na modalidade. No entanto, esse valor - calculado por aluno- só será pago nos primeiros quatro anos e "respeitada a disponibilidade orçamentária para atendimento.
O ensino médio ainda poderá ser organizado em módulos e adotar o sistema de créditos ou disciplinas com terminalidade específica, "observada a Base Nacional Comum Curricular", a fim de estimular o prosseguimento dos estudos.
O texto também flexibiliza a contratação de professores sem concurso para atender a ampliação do ensino técnico. Também permite a contratação de professores sem formação específica na disciplina na qual vão atuar, desde que tenha "notório saber". Com informações da Folhapress.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

PESSOAS Não-humanas

O que confere a um indivíduo o status de SUJEITO?
A cor da sua pele já sabemos que não é.
Seu sexo também não.
Será o fato de ser "economicamente produtivo", contribuir para a economia com impostos?
Será a sua aparência? Seu saldo bancário? Sua religião?
Sua preferência política? Sua preferência sexual ou seu time de futebol?
O país onde nasce?
Um SUJEITO é, por definição, um centro de consciência, autônomo, capaz de ter sentimentos, emoções, desejos, medos e com interesse na própria sobrevivência e naquela de sua descendência.


Aluno escolhendo matéria nesta fase onde ficam os pilares centrais de discernimento em sociedade que são: Sociologia e Filosofia?


Exército admite realizar 'operações de inteligência' em manifestações de rua





BRASIL PROTESTOSHÁ 4 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Apenas duas semanas depois dos protestos violentos contra o governo de Michel Temer, que ocorreram nas ruas de capitais do país, em função do afastamento definitivo de Dilma Rousseff, o Exército brasileiro admitiu ao G1 realizar “operações de inteligência” permanentes em “manifestações de rua”.


Os ministérios públicos estadual e federal investigam um capitão, Willian Pina Botelho, de 37 anos, para saber se ele agia como agente infiltrado do Exército no dia 4 de setembro, quando Botelho e 18 ativistas foram abordados pela PM no Centro Cultural São Paulo, na Zona Sul da capital paulista. O grupo se preparava para participar do ato Fora Temer na Avenida Paulista.
A legalidade da ação policial é apurada pelo Ministério Público (MP) de São Paulo. A polícia liberou o militar pego junto com o grupo suspeito de portar objetos que seriam usados para depredar o patrimônio público e privado. Levados à Polícia Civil, os manifestantes foram responsabilizados por associação criminosa e corrupção de menores.
Mesmo tendo confirmado que era Botelho o homem de óculos, que aparece em vídeos e fotos da internet sendo detido pela PM, a assessoria de imprensa do Exército em Brasília não afirmou se o capitão estava mesmo trabalhando como agente infiltrado e se estava lá com autorização judicial.
“No caso específico ocorrido recentemente na cidade de São Paulo/SP, envolvendo oficial, o Exército Brasileiro aguarda a conclusão do processo administrativo, já instaurado pelo Comando Militar do Sudeste”, disse um trecho da nota na última sexta-feira (16), que não esclarece o que o oficial fazia no Centro Cultural São Paulo e se está apurando alguma irregularidade supostamente cometida por ele.
O Exército justificou a legalidade e emprego "permanente da inteligência" para benefício da população, mas não explicou se isso significa que vêm usando militares infiltrados em protestos populares.
“A atividade de inteligência tem respaldo legal. O Exército tem sido empregado frequentemente nas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). A utilização permanente da inteligência tem assegurado a eficácia nas operações, o emprego proporcional da Força e minimizado os efeitos colaterais na população”, alega as Forças Armadas.
Á época, PM alegou, por meio de nota, que liberou o capitão porque "não foram encontrados indícios de seu envolvimento em ações ilícitas". Segundo policiais ouvidos pela reportagem, Botelho não foi levado a nenhuma delegacia, e seu nome e identidade sequer foram anotados ou pedidos pela PM.

Granada é encontrada em shopping do RJ

O ocorrido fez com que fosse interditada parte da Estrada da Gávea, pista que dá acesso à Autoestrada Lagoa-Barra




BRASIL BOMBAHÁ 3 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Uma granada foi encontrada na escada de uma das entradas do Shopping Fashion Mall, na Zona Sul do Rio, na manhã desta sexta-feira (23). O ocorrido fez com que fosse interditada parte da Estrada da Gávea, pista que dá acesso à Autoestrada Lagoa-Barra.


De acordo com o portal G1, policiais isolaram uma faixa da via no sentido Lagoa e o Esquadrão Antibomba foi acionado para o local. Segundo o oficial do Core responsável pela ação, o artefato é uma granada defensiva. O corpo dela, ao explodir, libera vários fragmentos. Trata-se de uma arma de guerra usada para ferir inimigos e com grande poder de destruição.