terça-feira, 20 de setembro de 2016

PF faz busca em empresa que gerencia carreira de Wesley Safadão

A ação é parte da operação Maus Caminhos, da PF do Amazonas





JUSTIÇAHÁ 33 MINSPOR


A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão na empresa AudioMix, em Goiânia, na manhã desta terça-feira, 20. A ação é parte da operação Maus Caminhos, da PF do Amazonas, que visa desarticular uma organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 112 milhões do Fundo Estadual de Saúde do Amazonas.


Também é alvo de busca a casa do dono da AudioMix, Marcos Araújo. Segundo a PF, a empresa era utilizada pelo alvo principal do esquema desarticulado pela Maus Caminhos, o empresário Mohamad Mustafa, para lavar dinheiro oriundo dos desvios milionários da área de Saúde do Amazonas.
A AudioMix é uma empresa especializada no gerenciamento da carreiras de grandes nomes da música pop e sertaneja no Brasil. Entre eles, Wesley Safadão, Jorge e Mateus, Guilherme e Santiago, Israel Novaes e outros. "Com sede na cidade de Goiânia (GO), que é considerada o berço da música sertaneja, a AudioMix conta com empresas coirmãs, abrangendo praticamente todas as áreas do show business, permitindo a realização de serviços especializados e direcionados ao perfil de cada um dos artistas. As empresas coirmãs são: AudioMix Eventos, AudioMix Digital, AudioMix Records, Grantur e Tic Mix, todas voltadas ao segmento artístico, facilitando o atendimento junto a parceiros e contratantes de shows", diz o site da empresa.
"AudioMix é uma empresa goiana que trabalha com produção, planejamento, marketing, vendas, gestão de carreira e realização de shows no Brasil e no exterior. O sonho de Marcos Araujo, o 'Marquinhos' como é conhecido no show business, começou a se concretizar no ano de 2000, quando o empresário idealizou este projeto e colocou em pratica suas ideias arrojadas e inovadoras, o que fez se destacar no mercado, por isso hoje a Audio Mix é considerada a maior empresa de gerenciamento artístico na música brasileira", completa o site oficial da empresa.
A Maus Caminhos cumpre 13 mandados de prisão preventiva, 04 mandados de prisão temporária, 03 conduções coercitivas, 41 mandados de busca e apreensão, 24 mandados de bloqueios de contas de pessoas físicas e jurídicas (aproximadamente R$ 30 milhões), 31 mandados de sequestro de bens móveis e imóveis (aproximadamente R$ 50 milhões), todos expedidos pela Justiça Federal do Amazonas.
Por meio de uma entidade social sem fins lucrativos, o Instituto Novos Caminhos (INC), o grupo driblava os procedimentos licitatórios do setor de Saúde estadual e contratava empresas prestadoras de serviços utilizadas para desviar valores a serem investidos no atendimento à população.
A reportagem entrou em contato com a AudioMix, mas ainda não havia obtido, até às 10h30 desta terça-feira, uma posição da empresa. Com informações do Estadão Conteúdo.


Polícia indicia 3 servidores do GDF por tentarem extorquir SindSaúde


Michael Melo/Metrópoles

O ex-ouvidor da Vice-Governadoria Valdecir Medeiros; Edvaldo Simplício da Silva, técnico em políticas públicas e gestão governamental da Secretaria de Planejamento; e o ex-gerente de Cessões, Requisições e Ressarcimentos Christian Michael Popov foram indiciados por concussão e tentativa de lavagem de dinheiro



Três servidores do Governo do Distrito Federal foram indiciados por concussão (ato de exigir para si ou para outros, dinheiro ou vantagem em razão da função) e tentativa de lavagem de dinheiro. O ex-ouvidor da Vice-Governadoria do DF Valdecir Medeiros; Edvaldo Simplício da Silva, técnico em políticas públicas e gestão governamental da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag); e o ex-gerente de Cessões, Requisições e Ressarcimentos da Seplag Christian Michael Popov estão envolvidos no caso de extorsão denunciado pela presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues.
Edvaldo e Cristian teriam pedido propina para evitar que, por falta de certidões que deveriam ser apresentadas ao GDF, a entidade perdesse recursos descontados no contracheque de servidores filiados. Medeiros teria agido como interlocutor do esquema. O trio será ouvido nos próximos dias pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap).


A investigação está em fase final. Na oportunidade, eles poderão apresentar suas defesas ou até mesmo tentar um acordo de colaboração com a polícia para apresentar novas denúncias e indicar outros envolvidos. O meio para fazer o repasse ilegal seria um contrato de uma prestação de serviços inexistentes. A corretora de seguros Netsaron, que emitiria as notas fiscais, pertence à família de Edvaldo Simplício da Silva.
Os documentos simulariam a prestação do serviço de consultoria, na verdade nunca realizado. A cobrança de honorários seria firmada na quantia de R$ 200 mil. Porém, para que a negociação fosse adiante, Edvaldo exigiu o pagamento de um sinal no valor de R$ 50 mil, representando uma sinalização de aceite, denunciou a sindicalista.
Em uma carta endereçada ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), Marli contou que aceitou a proposta, mas não tinha interesse de pagar a propina exigida. Um contrato chegou a ser assinado com a corretora de seguros. O acordo garantia que o processo fosse “paralisado” dentro da secretaria até a regularização das certidões.
No grampo feito por Marli, Medeiros atua na condição de interlocutor de Edvaldo. Segundo ele, o prazo venceria dia 25. Por isso, “o acordo tinha que ser feito até terça-feira e não tinha como esperar até semana que vem”.
As declarações irritaram a sindicalista. “Além de me extorquir, ele (Edvaldo) está me pressionando? Ele traz um processo de R$ 214 mil e ainda bota a faca no meu pescoço? (…) Ele é servidor público. Você sabe que ele não pode fazer esse tipo de coisa. Esse cara está usando o cargo público para me extorquir”, reclama Marli no áudio (confira abaixo).

Busca e apreensão no Buriti
Na manhã de 17 de agosto, a Decap deflagrou uma operação (foto de destaque) para cumprir oito mandados de busca e apreensão na Vice-Governadoria, secretarias no Palácio do Buriti, e em residências de servidores envolvidos. O objetivo foi colher provas sobre as denúncias de um suposto esquema de pagamento de propina no GDF. A operação, em parceria com o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), teve como alvo as pessoas envolvidas nos grampos feitos pela presidente do sindicato.

O objetivo da operação foi apreender documentos, celulares, computadores e outros elementos de prova — como e-mails — de extorsão por parte de servidores públicos.
As primeiras gravações que apontavam para um possível esquema de propina e de desvio de dinheiro na saúde pública do DF vieram à tona em julho deste ano, quando foram divulgadas conversas entre Marli Rodrigues, o vice-governador Renato Santana e o ex-secretário de Saúde Fábio Gondim.
Parte desses diálogos insinua que o governador Rodrigo Rollemberg tinha conhecimento do esquema. Os trechos que citam o socialista foram enviados, no último dia 6, à Procuradoria-Geral da República (PGR). A PGR ficará responsável por definir se os trechos do inquérito trazem indícios suficientes para que se abra uma investigação sobre o governador.

Executivo relata propina à chapa de Dilma e Temer em 2014

Os processos, movidos pelo PSDB, apuram suspeitas de abuso de poder econômico e político



POLÍTICA JUSTIÇAHÁ 3 HORAS
POR FOLHAPRESS


Em depoimento ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta segunda-feira (19), Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, afirmou que a empresa pagou R$ 1 milhão em propina à chapa da ex-presidente Dilma Rousseff e do atual presidente Michel Temer em 2014.


Conforme a reportagem apurou, Azevedo disse que, no total, a construtora doou cerca de R$ 30 milhões às campanhas petistas em 2014.
Parte desse montante, segundo o ex-executivo, era propina referente a contratos assinados pela empresa com o governo federal, entre eles o que garantiu à Andrade participar da construção da Usina de Belo Monte, no Pará.
Segundo pessoas que presenciaram o depoimento ouvidas pela reportagem, ele não detalhou, no entanto, qual o percentual dos R$ 30 milhões era relativo a suborno.
Azevedo disse ainda que o R$ 1 milhão que entrou no caixa da campanha de Dilma e Temer foi proveniente de um pagamento de propina feito em março de 2014, antes do período eleitoral, ao diretório nacional do PT.
O depoimento, prestado em São Paulo, foi colhido pelo ministro Herman Benjamin, relator das ações quer pedem a cassação da chapa presidencial que venceu as eleições daquele ano.
Os processos, movidos pelo PSDB, apuram suspeitas de abuso de poder econômico e político, além de indícios de desvio de recursos da Petrobras para financiar a reeleição de Dilma e Temer.
Outro ex-executivo da Andrade Gutierrez, Flavio David Barra também foi ouvido por Benjamin.
Estavam previstos ainda depoimentos de mais quatro testemunhas, assim como Azevedo e Barra, investigados pela Operação Lava Jato: o empresário Augusto Mendonça; do ex-vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite; do sócio da UTC, Ricardo Pessoa; do operador Júlio Gerin.
Na sexta (16), ocorreram as oitivas do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, do lobista Hamylton Pinheiro Padilha Júnior e do engenheiro Zwi Skornicki, todos delatores do esquema de corrupção da Petrobras.
OUTRO LADO
O advogado do PT, Flávio Caetano, afirmou que os depoimentos desta segunda corroboram "a regularidade das doações feitas à campanha de Dilma e Temer".
"Ficou reconhecido a origem legal das doações, que provieram do mesmo caixa das doações feitas (pela Andrade Gutierrez) à campanha de Aécio Neves e Aloysio Nunes (que formavam a chapa adversária)", disse Caetano. Com informações da Folhapress. 

Denúncia contra Lula usa delação cancelada pelo juiz Sérgio Moro

Procuradores da Lava-Jato utilizam trechos do acordo de colaboração fechado com Fernando Moura, que acabou anulado pela Justiça, na ação apresentada contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. MP argumenta que provas e depoimentos permanecem válidos

 postado em 20/09/2016 06:52 / atualizado em 20/09/2016 07:18

Carlos Moura/CB/D.A Press - 17/3/16

A denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva utiliza declarações de um colaborador que teve o acordo de delação cancelado pelo juiz da Lava-Jato no Paraná, Sérgio Moro, a pedido do próprio Ministério Público. Trata-se de informação prestada pelo empresário Fernando Hourneaux de Moura sobre um encontro entre o ex-secretário-geral do PT Silvinho Pereira e Renato Duque, que esperava ser nomeado, como realmente foi, diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras.

Para a força-tarefa da Lava-Jato, foi nessa reunião que Duque “se comprometeu” a “zelar pelos interesses do PT”. “Esse compromisso assumido por Renato Duque era uma exigência da cúpula do Partido dos Trabalhadores e do governo federal, especificamente de Lula e de (ex-ministro José) Dirceu, embora ele tenha sido intermediado por Sílvio Pereira”, afirma a denúncia contra o ex-presidente protocolada na 13ª Vara Federal de Curitiba. O MPF, no entanto, sustenta que ainda pode usar as provas e depoimentos.

Sérgio Moro cancelou o acordo de colaboração de Fernando Moura, que narrou a reunião, porque ele mentiu em depoimento à Justiça quando alegou ter incriminado José Dirceu. O magistrado mandou descartar os depoimentos. “Os depoimentos a esse respeito de Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura devem ser descartados como elemento probatório a ser considerado, em vista da falta de credibilidade do acusado em razão da alteração significativa de seus depoimentos em juízo e sem justificativa”, afirmou Moro, em sentença que condenou José Dirceu e o próprio Moura.

O ex-ministro foi condenado porque o juiz usou outras provas, obtidas em documentos e testemunhos de colaboradores, como Milton Pascowitch. O magistrado considerou os depoimentos de Moura apenas como confissão e o condenou a 16 anos de prisão. Segundo Moro, em sentença de 17 de maio, os testemunhos de Moura não tinham prova de confirmação trazida por ele: “Sua colaboração consistia basicamente em seus depoimentos, pois ele não providenciou elementos probatórios materiais de suas alegações”.

A assessoria de imprensa do MPF assegura que, apesar de o acordo ter sido cancelado, são válidas as provas e declarações de Fernando Moura. “A utilização de documentos e informações repassadas por um colaborador que teve seu acordo quebrado está prevista no termo celebrado entre o investigado ou réu e o órgão de persecução”, afirmou a Procuradoria ao Correio. “No caso de quebra de acordo, as provas já produzidas pelos colaboradores poderão continuar a ser utilizadas contra os criminosos e os colaboradores perdem todos os benefícios que receberiam em razão da colaboração, como redução de pena e suspensão de processos”, disse o MPF do Paraná em nota de 13 de fevereiro, quando pediu o fim do acordo com Fernando Moura.


Politização levará campanha ao segundo turno, diz Haddad

Candidato à reeleição, prefeito de São Paulo aponta candidaturas com "agenda de destruição dos direitos sociais"

por Vitor Nuzzi, da RBA publicado 20/09/2016
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Para prefeito, não se trata de "nacionalizar" a campanha municipal , mas apontar os efeitos para as administrações. "Tem dois projetos hoje no país. O que foi derrotado está no poder"
São Paulo – Maior dose de politização na reta final levará a campanha para o segundo turno com o PT, disse ontem (19) à noite o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, candidato à reeleição, em plenária com sindicalistas ligados a quatro centrais (CUT, CTB, UGT e Nova Central). Segundo ele, algumas candidaturas trazem agenda "de destruição dos movimentos sociais", mas ainda não há clareza sobre o que está em jogo na eleição. "Existe um campo que apóia o governo Temer e suas reformas", afirmou, citando João Doria (PSDB), Marta Suplicy (PMDB) e Celso Russomano (PRB). Haddad afirmou que as reformas comprometem o setor público. "Temos necessidade de aumentar o investimento social e eles querem cortar."
De acordo com o prefeito, não se trata de "nacionalizar" a campanha, mas apontar os efeitos para as administrações. "Tem dois projetos hoje no país. O que foi derrotado está no poder", disse Haddad, para quem houve "sabotagem" não com o objetivo principal de mexer na Presidência da República, mas para "mudar a agenda".
Ele citou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que limita gastos da União à correção pela inflação do ano anterior. O prefeito e candidato citou nota técnica divulgada pelo Dieese, afirmando que se a PEC tivesse sido aprovada em 2002, por exemplo, haveria até  2015 menos R$ 378 bilhões na área da educação e menos R$ 296 bilhões na saúde. "O que está por trás dessa maquinaria é a Constituição de 1988", disse, referindo-se à ameaça de perda de direitos e defendendo mais politização e conscientização nestas duas semanais finais de campanha.
Haddad procurou mostrar otimismo, ao lembrar que em 2012, a 15 dias da eleição, estava com 15% das intenções de voto e terminou eleito. E disse ter encontrado, durante a campanha, pessoas que ainda associam Marta e Luiza Erundina (candidata do Psol) ao PT.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era esperado, mas não compareceu. Haddad afirmou que "está na hora de a gente defender o presidente Lula pra valer".
A plenária foi realizada na sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo, no bairro da Liberdade, região central da cidade. O presidente da CUT de São Paulo, Douglas Izzo, entregou uma carta-compromisso elaborada pelos sindicalistas. Participaram do ato, entre outros, o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, e o presidente estadual da Nova Central, Luiz Gonçalves, o Luizinho.

Despesa milionária com equipe de Dilma é mantida

Cofres públicos desembolsam R$ 1 milhão para quitar gastos com 47 ex-servidores públicos que atuaram na gestão de Dilma, mesmo após impeachment


POLÍTICA QUARENTENAHÁ 55 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


O montante de R$ 1 milhão se refere a um benefício autorizado pela Comissão de Ética da Presidência da República, a quarentena, em que ex-funcionários continuam recebendo salário por um período de seis meses.

Prevista na legislação brasileira desde 2000 e alterada em 2013, a quarentena impede que ex-integrantes da Administração Pública Federal trabalhem na iniciativa privada por terem acesso a informações privilegiadas.
A quarentena é paga atualmente a um número recorde de 91 ex-servidores públicos, sendo que 47 deles atuaram na gestão de Dilma, de acordo com o Portal IG.
De acordo com a Comissão de Ética da Presidência, o que alavancou o número de beneficiários, além do impeachment, foi a ampliação do rol de autoridades com direito à quarentena para funcionários de confiança e presidentes, vices e diretores de autarquias, fundações e empresas públicas ou sociedades de economia mista.


Temer prevê fim de déficit fiscal e garante sequência da Lava-Jato

Segundo Temer, a economia brasileira ainda continua em situação muito difícil. "Mesmo que melhoremos apenas um pouco no próximo ano, será um grande passo à frente," notou

Beto Barata/PR


 postado em 20/09/2016 09:14
O presidente Michel Temer disse, em entrevista exclusiva à emissora de TV Bloomberg na segunda-feira, 19, que o Brasil ainda terá um "pequeno déficit fiscal" em 2018. "Vai demorar dois ou três anos para eliminarmos (o déficit)", afirmou o presidente.

Segundo Temer, a economia brasileira ainda continua em situação muito difícil. "Mesmo que melhoremos apenas um pouco no próximo ano, será um grande passo à frente," notou.

Sobre a Operação Lava-Jato, Temer afirmou que não haverá obstruções aos trabalhos de investigação, mesmo que eles passem a focar mais seu partido, o PMDB. "A Lava-Jato vai continuar até que seja concluída, e que todos os crimes sejam revelados", disse à Bloomberg.

Temer também afirmou que, por não ter ambições políticas em 2018, ficará à vontade para lidar com questões "aparentemente impopulares", como o controle dos gastos e a reforma da Previdência. "Agora que eu assumi a Presidência definitivamente, vou adotar uma postura mais dura na política e economia", disse

Temer concedeu a entrevista na sede da Bloomberg em Nova York. Na manhã desta terça-feira, dia 20, o presidente do Brasil fará o discurso de abertura da 71ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).