sábado, 17 de setembro de 2016

SERVIDORES PÚBLICOS NÃO SÃO LADRÕES

O Blog do Fred, da Folha de S. Paulo, repercutiu nesta sexta-feira (19) o texto “SERVIDORES PÚBLICOS NÃO SÃO LADRÕES”, do Juiz EDUARDO PEREZ DE OLIVEIRA.


Publicado originalmente no perfil pessoal do Facebook, no texto o magistrado reflete sobre declaração do ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva em que compara o exercício de servidores públicos concursados e políticos.
Servidores Públicos não são ladrões
Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, a saber:
“O político, por mais LADRÃO que seja, todo ano tem que ENFRENTAR o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”
Eu fiquei em dúvida se era verdade, já que tem tanta mentira por aí sendo espalhada. Chegaram a inventar, vejam só, que os procuradores tinham dito não possuir provas contra o Sr. Luiz Inácio, somente convicção, o que é uma tremenda inverdade. Não se pode mesmo acreditar em tudo na internet.
Verdade ou mentira, fiquei aqui pensando se essa frase faz sentido.
Eu estou Juiz de Direito, aprovado em concurso público, também em outros cargos antes de lograr esta graça. Como a memória da gente é falha, eu me esforcei para lembrar como foi o processo.
Conferi, cuidadosamente, se eu não tinha sido financiado por alguma empreiteira. Também verifiquei se eu não tinha obtido meu cargo desviando dinheiro de alguma empresa pública, fazendo aí um caixa 2 para me apoiar. Pode ser a idade, mas não me veio à memória disso ter acontecido.
O que me recordo é do esforço dos meus avós, dos meus pais e dos meus familiares, mas muito esforço mesmo, para garantir educação, sem luxos. Também não me é familiar ter participado de esquemas ou ajustes partidários. Não dava tempo, saindo de casa para trabalhar às sete da manhã e voltando às nove, dez horas da noite, só com o horário do almoço para abrir os livros e enfrentar o escárnio.
Eu lembro de ter estudado muito, da frustração em razão do pouco tempo, das dúvidas se algum dia eu chegaria lá. Eu me recordo bem do dia da minha prova oral, num estado onde não conhecia ninguém, tremendo diante dos examinadores de uma banca absolutamente imparcial presidida pelo Desembargador Leandro Crispim.
Quem sabe estaria mais calmo se eu tivesse feito coligação, se uma mão lavasse a outra, se algum ajuste, talvez aquele esquema… Mas não daria certo. Veja você que eu estava prestando um concurso público e até a fase oral eu não tinha rosto, e a banca (que injustiça!) também era formada quase que absolutamente por gente concursada, magistrados aprovados em um concurso semelhante.
Não iria adiantar caixa 2, apoio parlamentar, conversa de bastidor. Eu estava ali para ser examinado imparcialmente pelos meus conhecimentos. Era só Deus e eu.
Vai ver, pensei, que meu caso é um daqueles fora da curva, uma das tais histórias malucas. Quem sabe a regra não fosse a interferência política e econômica nos concursos?
Conversei com vários colegas juízes e, fato estranho, todos confirmaram que não fizeram caixa dois, nem coligação, nem tiveram conversas de bastidores. Estudaram, com muito esforço, alguns com privação, e foram aprovados em um concurso impessoal e imparcial.
Para não dizer que é coisa de juiz, essa tal elite, falei com meus amigos procuradores, promotores, escreventes, oficiais de justiça, policiais civis e militares, delegados, professores, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e tantos outros aprovados em concurso público de provas e títulos.
Todos deram a mesma resposta: lograram êxito após muito estudo, de forma limpa e transparente.
“Mas nenhuma empreiterazinha?”, insisti. “Quem sabe alguma verba de empresa pública?”. Não. Foi estudo mesmo.
O mais curioso é que todos tiveram que apresentar certidão de antecedentes criminais, logo, nenhum podia ser ladrão. Nem ladrão, nem outra coisa. Algumas carreiras fazem sindicância de vida pregressa. Ai do candidato que não possui um passado ético, com certeza não entraria pela estreita porta do concurso público.
Aproveitei e, ainda meditando sobre a frase, me peguei pensando se todo ano, ou melhor, a cada quatro anos (alguns, oito), eu precisava enfrentar o povo.
Realmente, se o Sr. Luiz Inácio disse isso, ele está certo. Eu não enfrento o povo anualmente. Aliás, eu não enfrento o povo. Não tenho medo da minha gente, nem litígio com ela. Eu sou povo também. Pode parecer surpresa, mas concursado faz parte da nação.
Eu não enfrento, eu atendo. Eu recebo preso. Eu recebo mãe de preso, pai, vó, filhos, esposa de preso. Recebo conselheiro tutelar. Recebo advogado. Recebo as partes também. Ouço a vítima do crime, ou, em situações mais tristes, os que sobreviveram a ela. Eu vejo o agrícola que vai pedir para aposentar. Vejo o cidadão que não tem medicamento, a mãe que busca escola pro filho, o neto que busca uma vaga de UTI pro avô.
Eu cansei de ver o piso do fórum gasto de passar tanto calçado, de chinelo usado a sapato caro, de gente que vê no Judiciário seu único porto seguro. Gente que não conseguiu vaga em escola, em creche. Que não conseguiu remédio. Que se acidentou na estrada esburacada. Que trabalhou nesse calor inclemente do Centro-Oeste por quarenta anos ou mais, com a pele curtida de sol, e quando foi pedir aposentadoria disseram a ele que não tinha prova. Não sou quiromante, mas eu aprendi a ler a mão e o rosto desse povo. Aprendi a falar a língua deles, não porque eles vão votar em mim, mas porque é minha obrigação para aplicar a lei.
Essa mesma gente que os políticos enfrentam (enfrentam, vejam vocês!), segundo a tal frase, eu atendo todo dia. É meu dever, e com que prazer eu realizo esse dever!
Eu atendo essa gente que vem acreditando há décadas nesses políticos que, como um fenômeno natural, aparecem apenas de forma episódica e em determinadas épocas. Um povo que acreditou que teria saúde, educação, segurança, lazer, trabalho, aposentadoria, dignidade e tantos direitos básicos só por ser gente, mas não tem.
Esse mesmo povo que vota, que deposita na urna sua esperança, a recolhe depois despedaçada, cola o que dá e procura o promotor ou o defensor público, servidores concursados, quando não um nobre advogado dativo ou pro bono, para pedir ao juiz esse direito sonegado. São os concursados que garantem esse direito.
São os juízes que aplicam a lei criada pelos políticos eleitos para o Legislativo, e nessas horas em que a lei é dura e talvez não tão justa, quando devemos fazer valer o seu império, só nos resta ouvir e consolar.
Juízes, é preciso dizer, não são máquinas, porque nessas engrenagens desprovidas de coração que formam o sistema, é a nossa alma que colocamos entre os dentes do engenho para aplacar seu cruel atrito.
E quando estamos sozinhos, nós sofremos, nós choramos, porque lidamos também com a desgraça do povo, do nosso povo, do povo do qual fazemos parte e que não enfrentamos, mas atendemos.
Perguntei aos meus amigos promotores, defensores, escreventes, analistas, oficiais de justiça, professores, policiais, guardas civis metropolitanos, agentes carcerários, bombeiros, militares, médicos, agentes de saúde, enfermeiros e tantos outros, se eles por acaso enfrentavam o povo, mas me disseram que esse povo eles faziam era atender.
É também a alma deles que lubrifica essa máquina atroz que é o sistema.
É à custa da alma do concursado que o Estado se humaniza. Que o digam nossas famílias, nossos amigos… que digamos nós, quando abrimos mão de tanta coisa para cumprir nossa missão, quando para socorrer um estranho muitas vezes alguém próximo a nós precisa esperar.
Forçoso que se concorde, nós não enfrentamos o povo a cada dois, quatro anos. Nós o atendemos dia e noite, nós olhamos seu rosto, tentamos aplacar sua angústia em um país em que tudo falta, quando um médico e sua equipe não tem nem gaze no hospital público.
E fazemos isso porque amamos nossa profissão, seja ela qual for, não porque precisamos de votos. Nós chegamos onde chegamos com dedicação, não com esquemas, e sem lesar o patrimônio público ou a fé da nação.
São servidores públicos concursados que estão descobrindo as fraudes que corroem nosso Brasil, do menor município à capital do país, e serão servidores públicos concursados a julgar tais abusos. São servidores públicos concursados que patrulham nossas ruas, que atendem em nossos hospitais, que ensinam nossas crianças.
Nós não precisamos prometer nada para o povo, nós agimos.
Realmente, é preciso temer pessoas que possuem um compromisso com a ética, não com valores espúrios.
Fonte: Assessoria de Comunicação da ASMEGO, com informações da Folha de S. Paulo

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Caí mais revolucionário mentiroso.

Preciso de toda ajuda possível!

PIOROU - É LEPTOSPIROSE - JARDIM ÂNGELA, ZONA SUL DE SP 17/09/2016
A GINA MEDEIROS LEVOU NO VETERINÁRIO, MAS NÃO TEM COMO BANCAR A INTERNAÇÃO. ELA VAI TIRAR A CADELINHA DE LÁ - SÓ QUE VAI MORRER, POIS LEPTOSPIROSE PARALISA OS ÓRGÃOS.
SE VOCÊ PUDER AJUDAR COM QUALQUER QUANTIA, 10 REAIS QUE SEJA, DEPOSITE NA CONTA DO POST.
COMPARTILHEM!
...Ver mais
Gina Medeiros adicionou 3 fotos e um vídeo.
uas pessoas ajudaram até agora.....preciso de toda ajuda possível, não tenho como arcar com tudo sozinha, preciso de vocês. ,&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&Atualizando hoje vou tirar a nina da internação, não tenho como manter ela na clinica, to muito triste por isso, @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@Amigos, mais uma vez sem ter condições, e sem saber como pagar na clínica.... Socorri a Nina, já que ninguém se propôs em me ajudar pois bem ela ela estar com leptospirose isso mesmo, doença do rato, que paralisa todos os órgãos caso não seja socorrido, se ela vai sobreviver só deus sabe, ela preciso ficar internada, e preciso de ajuda pra pagar as despesas, pois sem emprego não sei como pagar, mas não poderia deixar ela morrer , se você poder ajudar eu agradeço desde já, meu zap 985849928, ela estar na clínica da draDel Pereira, número da clínica 5837 1688, pra quem quiser saber informações da Nina.
Agência 1958_5
Conta 15157_2
Conta corrente
Bradesco, CPF 02318194475

Corpo do ator Domingos Montagner é sepultado em São Paulo

17/09/2016 11h42 - Atualizado em 17/09/2016 14h05

Velório foi encerrado pouco antes das 11h deste sábado (17).
Ator morreu afogado no Rio São Francisco na quinta-feira.

Gabriela GonçalvesDo G1 São Paulo

O corpo do ator Domingos Montagner foi enterrado por volta das 11h40 deste sábado (17) na Zona Leste de São Paulo. Mais cedo, familiares e parentes participaram do velório em um teatro, em uma cerimônia que durou cerca de quatro horas e que foi aberta apenas para convidados. O ator morreu afogado na quinta-feira (15) em Canindé de São Francisco (SE).
A mulher de Montagner, Luciana Lima, acompanhou o velório e o enterro sem os três filhos do casal, que preferiram não comparecer. O corpo do ator foi seputado sob aplausos de parentes e amigos.
"O show tem que continuar e continuaremos por ele, sem dúvida", disse Francisco Montagner, irmão de Domingos.
Durante toda a manhã, amigos do elenco da novela 'Velho Chico', em ele que atuava, e do circo, fizeram homenagens ao ator.
A atriz Dira Paes disse que o ator era uma "pessoa que carinhosamente virava o líder do espaço."
Tiago Abravanel disse que Montagner era uma pessoa "simples" e amorosa".
A atriz Ingrid Guimarães afirmou que o ator era grato à vida. Também compareceram atores como Marcos Palmeira, Marcelo Serrado, Selma Egrei, Antonio Fagundes, Maria Fernanda Cândido, Ary França, Marco Ricca, Marcius Melhem, Alexandre Nero, Lucy Alves, Irandhir Santos, Luci Pereira, Gabriel Leone, Giullia Buscacio, Leopoldo Pacheco, Glória Pires, Cléo Pires, Carmo Dalla Vecchia, Fernando Sampaio, Thiago Lacerda, Rosi Campos, Nicette Bruno, Mariene de Castro, Claudia Ohana, Paula Burlamarqui, e os diretores Luis Fernando Carvalho e Amora Mautner.
O corpo do ator chegou ao teatro para ser velado por volta das 7h. Na sexta-feira (16), o trasladofoi feito de Aracajú para Jundiaí. Do lado de fora do teatro e também do cemitério, fãs vestidos de branco se aglomeraram e fizeram orações por Montagner.
A família de Montagner é do bairro do Tatuapé e, por isso, ele foi enterrado na Zona Leste de São Paulo.
Imagem do ator como palhaço colocada em teatro onde corpo será velado (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)Imagem do ator como palhaço colocada em teatro onde corpo foi velado (Foto: Gabriela Gonçalves/G1)
Família
Em mensagem publicada no perfil oficial do ator no Facebook, a família de Domingos Montagner agradeceu na sexta-feira (16) "as manifestações de carinho, apoio e solidariedade que tem recebido de todos e busca reunir a força necessária para atravessar - com serenidade e discrição - este momento difícil, íntimo e delicado ao lado dos amigos e familiares".
Montagner morreu na tarde de quinta-feira após desaparecer nas águas do Rio São Francisco, onde foi arrastado pela correnteza. O ator tinha 54 anos e interpretava Santo em "Velho Chico", novela da TV Globo.
O diretor do IML de Sergipe, José Aparecido Cardoso, informou que o resultado da necropsia apontou que Montagner morreu por asfixia mecânica provocada por afogamento. “Nós encontramos algumas lesões superficiais e a causa da morte foi constatada por afogamento”, afirmou. O laudo descartou que o ator tenha sentido algum mal-estar antes da tragédia. Ele deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
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O ator Domingos Montagner como Coronel Raimundo, personagem da microssérie 'Gonzaga - De Pai para Filho', durante gravação em 2013 (Foto: João Linhares/TV Globo)O ator Domingos Montagner como Coronel Raimundo, personagem da microssérie 'Gonzaga - De Pai para Filho', durante gravação em 2013 (Foto: João Linhares/TV Globo)
Como foi o acidente
O ator gravou cenas da novela na parte da manhã de quinta. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio, acompanhado da atriz Camila Pitanga. Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila avisou a produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.
Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local mais tranquilo. “Eles acharam que era seguro, mas, na verdade, era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, afirmou.A atriz descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio. Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Montagner. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou.
Mais de 50 pessoas do Corpo de Bombeiros, polícias Civil e Militar, Grupamento Tático Aéreo (GTA), composta por um helicóptero e um avião bimotor, além de uma equipe de mergulhadores, participaram das buscas pelo ator.
As equipes de buscas localizaram o corpo do ator preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, da prainha de Canindé de São Francisco – que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas, onde foi visto pela última vez.
Mapa Prainha de Canindé de São Francisco (Foto: G1)
Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela 'Velho Chico' (Foto: Caiuá Franco/TV Globo)Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela 'Velho Chico' (Foto: Caiuá Franco/TV Globo)
Perfil
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em 13 programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de "Cordel Encantado" (2011) e o presidente Paulo Ventura de "O brado retumbante" (2012), seu primeiro protagonista.
Ele também chamou atenção como o Zyah de "Salve Jorge" (2012) e o João Miguel de "Sete Vidas (2015). Montagner contou, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado "Mothern" (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: "Força Tarefa", "A Cura" e "Divã". A primeira novela, "Cordel Encantado", foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa "Gonzaga - de Pai Pra Filho", de Breno Silveira.
Em entrevista a Ana Maria Braga no "Mais Você", exibida pela TV Globo no último dia 7 de setembro, Domingos falou sobre as cenas gravadas no Rio São Francisco. "Quando você chega no primeiro dia de gravação e dá um mergulho, está batizado para o resto da vida. O sertão é um lugar incrível e precisa ser conhecido", disse Montagner.
Domingos Montagner Arte Linha do Tempo (Foto: G1)

 

Ana Hickmann relata novas ameaças de morte

Ana informou que seu advogado registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São paulo



SUSTOHÁ 38 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO



Ana Hickmann e seu marido, o empresário Alexandre Correa, relataram terem recebido ameaças de morte pelas redes sociais. 

Os dois usaram o Instagram para relatarem que o perfil @euvoumataralewin71 publicou em sua página a "vontade de matar Ana e Alexandre".
Correa chegou a comentar no perfil da pessoa que fez a ameaça: "Meu Deus, que medo de você".
Por conta das ameaças, Ana informou que seu advogado registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São paulo.
Em maio deste anos, Ana Hickmann, seu marido e sua assessora foram feitos reféns por Rodrigo Augusto de Pádua, um fã da apresentadora. Ele encurralou os três em um hotel de Belo Horizonte. Após luta corporal com o marido de Ana, Rodrigo atirou duas vezes e acertou Giovana Oliveira, que se recuperou dos ferimentos meses depois. O criminoso acabou assassinado por Alexandre, o marido de Ana, que alegou legítima defesa.

Globo vai manter cenas de Montagner em 'Velho Chico'







Segundo a nota da Globo, a decisão é uma "homenagem ao ator Domingos Montagner e ao grande trabalho realizado por ele na construção de Santo"


 DOMINGOS MONTAGNERHÁ 50 MINS
POR FOLHAPRESS


A produção de "Velho Chico" decidiu contar até o final a história de Santo dos Anjos, protagonista da história interpretado pelo ator Domingos Montagner. O ator morreu afogado no rio São Francisco na quinta-feira (15), durante um intervalo das gravações em Canindé do São Francisco (SE).


A novela das 21h da Globo tem mais duas semanas de exibição, até 30 de setembro. Em comunicado divulgado à imprensa, a emissora informou que a trama do personagem não será alterada e que ele continuará em todas as cenas até o desfecho.
Faltavam poucas cenas a ser gravadas por Montagner e, nelas, a solução foi adotar uma câmera subjetiva, filmando a cena sob o ponto de vista do ator.
Segundo a nota da Globo, a decisão é uma "homenagem ao ator Domingos Montagner e ao grande trabalho realizado por ele na construção de Santo".
A equipe de "Velho Chico" compareceu ao velório e ao enterro do ator na manhã deste sábado (17), em São Paulo. Despediram-se do ator o diretor Luiz Fernando Carvalho, a autora Edmara Barbosa, que escreveu os capítulos iniciais, e praticamente todo o elenco da novela. (Com informações da Folhapress)