segunda-feira, 12 de setembro de 2016

HP compra área de impressoras da Samsung por US$ 1,05 bilhão

12/09/2016 10h00 - Atualizado em 12/09/2016 10h05

Unidade responde por faturamento de US$ 1,8 bilhão à Samsung. 
Negócio representa consolidação mundial na área de impressora.

Do G1, em São Paulo

Impressora da Samsung. (Foto: Divulgação/Samsung)Impressora da Samsung. (Foto: Divulgação/Samsung)
A Samsung vendeu sua unidade de impressoras para a HP por US$ 1,05 bilhão, informaram as duas companhias nesta segunda-feira (12).
Essa é a maior aquisição já feita pela HP na área de impressoras. Representa também uma consolidação no segmento, já que a HP é a maior fabricante desses eletrônicos e a Samsung, a quinta. Segundo a consultoria IDC, a norte-americana 36,% de participação nas vendas em todo o mundo e a sul-coreana, 4,4%.
Para realizar o negócio, a Samsung vai transformar sua unidade de impressão em uma companhia separada e vender 100% de seu controle à HP. Essa área possui 6 mil funcionários, tem seus equipamentos produzidos na China e é responsável pelo faturamento de US$ 1,8 bilhão à Samsung.
A HP descreve assim o segmento como “ultrapassadas” os eletrônicos produzidos pela empresa por que fechou um negócio bilionário. “Impressoras são ultrapassadas, máquinas complicadas com dúzias de partes substituíveis que requerem serviço ineficiente e acordos de manutenção. Consumidores ficam constantemente frustrados com o número de visitas necessárias para manter as impressoras funcionando.”
Informa, no entanto, que o objetivo é “reinventar” o modo de produzir impressoras e copiadoras. “A aquisição posiciona a HP para reinventar a indústria da impressão, avaliada em US$ 55 bilhões, um segmento que não inovou em décadas”, informa em comunicado.
O negócio ainda carece de aprovação das autoridades regulatórias, mas HP e Samsung esperar que sua conclusão ocorra nos próximos 12 meses
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Mudanças & Trabalho 160912 1

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira


Terceirização tende enfraquecer os sindicatos? Porque
ocidente transferiu toda produção para Ásia? Porque a amada França que tanto
relutou e não se preparou para ás mudanças aprovou recentemente uma reforma
geral? Como conviver com 33 sumulas até a presente data na Justiça do Trabalho!

Pesquisador conclui que mais de 50% dos universitários são analfabetos f...

Cassação de Cunha vai a plenário; aliados manobram

Caso do peemedebista chega ao estágio final nesta segunda-feira (12)



POLÍTICA CÂMARAHÁ 1 HORAPOR


Exatos 336 dias após PSOL e Rede protocolarem pedido de cassação no Conselho de Ética da Câmara, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deverá ser julgado nesta segunda-feira, 12, pelo plenário da Casa. Depois de inúmeras manobras durante toda a tramitação do processo, o caso do peemedebista chega ao estágio final. Aliados de Cunha, porém, ainda pretendem adiar a votação ou aprovar uma pena mais branda.


Para que Eduardo Cunha tenha o mandato cassado são necessários votos de 257 deputados. Conforme o Placar do jornal O Estado de S. Paulo, 280 deputados já declararam voto a favor da perda de mandato. Cunha chega à reta final de seu processo enfraquecido. Outrora seus principais fiadores, muitos deputados do PMDB e do Centrão - grupo de 13 partidos liderados por PP, PSD, PRB e PTB - já declararam votos a favor da cassação. Ciente disso, o peemedebista se mobilizou nos últimos dias: mandou cartas, mensagens por celular e ligou para os deputados pedindo que faltassem ou se abstivessem durante a votação.
A sessão desta segunda=feira está marcada para começar às 19 horas, sem previsão de término. A primeira estratégia da "tropa de choque" de Cunha será tentar adiar a votação para depois das eleições municipais. Os aliados do deputado afastado prepararam um "kit obstrução", com requerimentos pedindo adiamento da votação ou retirada do caso da pauta. Para aprová-los, porém, é necessário o voto da maioria dos deputados.
Caso não consigam adiar, a tática será questionar o rito da votação. Deputados alinhados a Cunha vão apresentar questões de ordem pedindo que o plenário vote um projeto de resolução, e não o parecer pela cassação aprovado pelo Conselho de Ética, como tradicionalmente ocorre na Casa.
Diferente do parecer, o projeto admite emendas, o que abre a possibilidade de incluir uma pena mais branda para Cunha, como só a suspensão do mandato.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já afirmou que negará essas questões, mas ressaltou que a palavra final será do plenário. Na sexta-feira, Cunha entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal pedindo que a Câmara vote um projeto de resolução, e não o parecer pela cassação. Mas o pedido foi rejeitado no domingo, 11, pelo ministro Edson Fachin.
Caso a questão de ordem seja rejeitada pelo plenário, aliados do deputado afastado vão tentar recorrer à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, com pedido de suspensão do processo no plenário. O efeito suspensivo, porém, também precisará ser apreciado pela maioria dos deputados. Se aprovado, a sessão é interrompida e o processo fica paralisado até que o colegiado se posicione. Caso seja rejeitado, a sessão prossegue.
"Fazer defesa no mérito e organizar a defesa com base no regimento é legítimo, não significa que o plenário e a presidência vão aceitar", afirmou Maia.
Todos esses questionamentos deverão tomar muito tempo. Só depois de resolvidos começa a fase dos discursos. O relator do caso no conselho, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), fará um resumo do processo por 25 minutos. Em seguida será a vez da defesa. Cunha e seu advogado terão 25 minutos cada. O peemedebista já confirmou presença na sessão e disse que usará o tempo a que tem direito.
Ao programa Conexão Repórter, do SBT, veiculado na madrugada desta segunda-feira, Cunha disse que sua eventual cassação "está muito mais atrelada à guerra política".
Decoro
A representação contra Cunha foi protocolada no Conselho de Ética em outubro de 2015. PSOL e Rede pediram a cassação, acusando-o de quebrar o decoro parlamentar ao mentir aos pares quando disse, em depoimento à CPI da Petrobrás, em março de 2015, que não possuía contas no exterior. "Não tenho qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta que está declarada no meu Imposto de Renda", afirmou Cunha na época.
O deputado compareceu espontaneamente à CPI, criada por ele cinco dias após assumir a presidência da Câmara como retaliação ao governo Dilma, que não o apoiou na disputa pelo comando da Casa. Meses depois da declaração, contudo, documentos do Ministério Público da Suíça revelaram que ele era beneficiário de contas não declaradas naquele país que, segundo investigações da Lava Jato, foram abastecidas com propinas oriundas de contratos da Petrobrás.
A defesa de Cunha sempre negou que ele possuísse contas na Suíça, alegando que ele era apenas beneficiário de trustes.
Desde que o processo foi aberto no Conselho de Ética, Cunha recorreu a diversas manobras para tentar se salvar: conseguiu trocar o primeiro relator, anular votações, limitar a investigação e trocar integrantes para votarem a seu favor. As manobras fizeram com que o STF determinasse, em maio, seu afastamento da presidência da Casa e do mandato. O argumento é de que ele usava o cargo para atrapalhar o processo.
Cunha também usou o pedido de impeachment de Dilma para tentar negociar apoio no Conselho de Ética. Tentou negociar com o PT, mas sem conseguir o apoio, acabou aceitando o impeachment no início de dezembro de 2015. Afastado do cargo, as manobras começaram a perder força e em junho deste ano o colegiado aprovou o parecer pela cassação, abrindo caminho para a votação no plenário As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Médicos presos na Mr. Hyde contaminavam materiais durante cirurgias


Pixabay/Reprodução


Investigação descobre que equipamentos autorizados e pagos pelos planos de saúde eram inutilizados no momento dos procedimentos. Com isso, médicos ligados à Máfia das Próteses alegavam que era preciso usar, em caráter de emergência, produtos das empresas integrantes do esquema, a custo bem mais alto



Conforme avançam as investigações que deram origem à Operação Mr. Hyde, os investigadores descobrem um lado cada vez mais sombrio dos médicos suspeitos de integrar o esquema criminoso praticado pela Máfia das Próteses. Trechos inéditos do inquérito aberto pela Divisão Especial de Repressão Crime Organizado (Deco) mostram que os profissionais chegavam a contaminar as órteses e próteses que deveriam ser usadas nas cirurgias enquanto os pacientes estavam deitados nas mesas cirúrgicas.
De acordo com a apuração da polícia, o material pago e autorizado pelos planos de saúde era inutilizado no momento do procedimento cirúrgico, muitas vez com a pessoa já anestesiada e inconsciente. Dessa forma, os médicos alegavam que era preciso usar órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs) que pertenciam às empresas integrantes do esquema — de valores bem mais caros — em caráter de emergência.
Como os planos não autorizavam todos os materiais que a máfia queria usar para deixar a operação com um preço bem mais elevado, os médicos contaminavam os materiais, diziam que estavam com o paciente aberto na sala de cirurgia e precisavam usar outros materiais. Pressionados, os planos de saúde acabavam autorizando o procedimento"
Fonte policial ligada à Operação Mr. Hyde
TJDFT/ReproduçãoTJDFT/REPRODUÇÃO
Dinheiro vivoDe acordo com as investigações, médicos, empresários ligados às empresas fornecedoras de OPMEs e os chamados “pastinhas” — operadores do esquema — montaram uma rotina para realizar o pagamento das propinas. Os acordos eram quitados sempre em dinheiro vivo, nos estacionamentos dos hospitais, no interior de veículos ou dentro dos consultórios dos próprios médicos.



Em interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça, Micael Alves Bezerra, um dos sócios da empresa TM Medical, que que está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciário da Papuda, foi flagrado em uma conversa dizendo que já havia sacado R$ 50 mil em uma agência bancária.
A quantia seria entregue a um médico nas imediações de um hospital no Plano Piloto. O inquérito policial relata que investigadores cogitaram monitorar a entrega do dinheiro, mas, para não colocar a operação em risco, os agentes decidiram não acompanhar o pagamento da propina naquele momento.
O esquemaSegundo as investigações, ao menos uma empresa, a TM Medical, fornecia órteses, próteses e equipamentos à organização criminosa. Quanto mais materiais caros eram usados em cirurgias para colocação desses equipamentos, maior era a propina recebida pelos médicos, que chegavam a ganhar 30% extras sobre o valor pago pelos planos de saúde pela intervenção nos pacientes.
Desde que o caso veio há tona, ao menos 60 vítimas do esquema procuraram a polícia para prestar depoimento. Os relatos incluem mutilações e tentativa de homicídio, segundo consta no inquérito.
A Operção Mr. Hyde foi deflagrada em 1° de setembro. Naquela quinta-feira, 13 pessoas foram presas, incluindo médicos acusados de participar da Máfia das Próteses. No dia seguinte, cinco conseguiram habeas corpus no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e deixaram a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE).
Um dos que deixou a cadeia foi Henry Greidinger Campos, proprietário da Ortopedia Sudoeste, que, apesar de ser suspeito de integrar o esquema e até mesmo de orientar pacientes a mentir para planos de saúde, voltou a atender em seu consultório.
Sindicância no DFM e no CRM-DF
O Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) afirmaram que os fatos serão apurados com rigor e critério.
O CRM-DF informou, ainda, que será aberta sindicância para apurar a denúncia do ponto de vista ético e profissional, cujos indícios, se confirmados, podem dar origem a processo contra os médicos envolvidos, que ficam passíveis a penalidades previstas em lei específica, como a cassação dos registros.
De acordo com os artigos 68 e 69, do Código de Ética Médica, é proibido ao profissional interação com qualquer segmento da indústria farmacêutica e de outros insumos para a saúde com o intuito de manipular, promover ou comercializar produtos por meio de prescrição a pacientes.

Coronel teria histórico de pedofilia, diz testemunha

PM informou que o coronel, além de responder perante a Justiça comum, também será submetido a um Processo Administrativo Disciplinar que julgará sua expulsão



JUSTIÇA OUTROS CASOSHÁ 11 HORAS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO



Acusado de estupro de vulneráreis e corrupção ativa, o coronel reformado da Polícia Militar Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, foi preso no último sábado (10).

De acordo com o Jornal Extra, o foi desvendado quando uma menina de 2 anos que estava no carro com ele em uma loja de fast food, vestida minutos antes, foi vista nua.
— Essa não foi a primeira vez em que ele apareceu com uma criança por aqui — revelou uma testemunha, que relembrou: — Ele se assustou quando a atendente viu a menina, nua e virada para ele, mas continuou ali. Pegou o lanche, desligou os faróis e ficou no estacionamento por volta de 20 minutos.
A atendente ficou assustada com a situação e comentou com uma cliente, que ligou para a polícia. Em pouco tempo, os policiais apareceram por aqui — revelou a testemunha.
Ainda segundo o relato, o acusado se assustou ao ver a sirene acesa e tentou sair pelo outro lado, mas foi denunciado pelos cerca de 15 clientes que estavam no local.
— Ele, que nem chegou a sair do carro, ficou muito assustado ao ser reconhecido, com os olhos enormes — acrescentou a testemunha.
Em nota, a Polícia Militar informou que o coronel reformado, além de responder perante a Justiça comum, também será submetido a um Processo Administrativo Disciplinar que julgará sua expulsão.
Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, é presidente da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Rio de Janeiro desde 2010. Na década de 1990, o então capitão Chavarry foi investigado por envolvimento com o jogo do bicho e receber propina do contraventor Castor de Andrade.

Vídeo mostra coronel acusado de estupro tentando subornar PMs


Militar de 62 anos foi preso sob a acusação de estuprar um bebê de dois anos

JUSTIÇA RIO DE JANEIROHÁ 50 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Vídeo mostra coronel acusado de estupro tentando subornar PMs
https://www.noticiasaominuto.com.br/justica/278677/video-mostra-coronel-acusado-de-estupro-tentando-subornar-pms?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=278677


Um vídeo que circula na internet mostra o coronel reformado da Polícia Militar Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, tentando subornar os policiais que o prenderam na madrugada deste domingo (11), após flagrarem o oficial com uma criança de 2 anos do sexo feminino nua dentro do carro dele.


De acordo com o jornal Extra, o coronel pediu aos policiais, que são lotados no 22º BPM (Benfica), que não prosseguissem com a ocorrência e que resolvessem o caso ali mesmo. Ao perceber que se tratava de suborno, um dos agentes começou a filmar.
No vídeo, o coronel acusado de estupro diz: "Resolvo tudo na segunda-feira. Na segunda vai fazer sol. Tá ventando, hoje. Vamos acabar com essa ocorrência".
Os policiais ainda disseram, segundo o Extra, que o coronel ofereceu vantagens e gesticulou como se tivesse oferecendo dinheiro.
A Polícia Militar emitiu uma nota sobre o caso e confirmou a tentativa de suborno. Confira:
"De acordo com informações do 22º BPM (Maré), na noite de sábado (10/09), a unidade foi acionada para checar denúncia de estupro de vulnerável em Ramos e chegando ao local encontrou o veículo informado pelo denunciante. O carro foi abordado pelos policiais militares e no seu interior estava um senhor junto de uma criança nua. O senhor se identificou como Policial reformado e pediu que a ocorrência fosse encerrada, oferecendo vantagens aos policiais militares. A equipe recusou a oferta e o conduziu preso para o registro. O Policial já foi conduzido para a Unidade Prisional em Niterói. A Polícia Militar repudia e combate qualquer tipo de crime".