terça-feira, 28 de junho de 2016

Catálogo de empresa investigada pela PF está cheia de artistas famosos

Roberto Carlos, Daniela Mercury, Toquinho, Adriana Calcanhoto, Lucas Lima, Jorge Ben, Lulu Santos, entre outros, estavam na lista da Bellini Cultural

POLÍTICA LEI ROUANETHÁ 1 HORA
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A operação Boca Livre, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (28), investiga o desvio de R$ 180 milhões de recursos federais em projetos culturais provados junto ao Ministério da Cultura com benefícios de isenção fiscal. O principal alvo é o Grupo Bellini Cultural, que já captou R$ 80,6 milhões via lei Rouanet. 


Eventos corporativos, espetáculos com artistas famosos em festas privadas para grandes empresas, livros institucionais e até uma festa de casamento de luxo em Jurerê Internacional foram custeados com recursos da lei. 
Segundo informa o Diário do Brasil, o site do grupo Bellini foi tirado do ar, após a denúncia. No entanto, foi encontrado um catálogo (que pode ser vistoaqui) que mostra a grandiosidade do ‘leque’ de artistas que a empresa contemplava. Nomes de peso da música brasileira como Roberto Carlos, Daniela Mercury, Toquinho, Adriana Calcanhoto, Lucas Lima, Jorge Ben, Lulu Santos, entre outros, estavam na lista.
Ainda são investigados escritório de advocacia Demarest e as empresas Scania, Kpmg, Roldão, Intermédica Notre Dame, Laboratório Cristalia, Lojas Cem, Cecil e Nycomed Produtos Farmacêuticos. O Ministério da Cultura (MinC) também é alvo das buscas.

Novo vídeo mostra terrorista se explodindo após tiroteio

No atentado, pelo menos 50 pessoas morreram e outras 60 ficaram feridas, segundo informações do governo turco divulgadas pela CNN

MUNDO ISTAMBULHÁ 1 HORA
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Uma imagem das câmeras de segurança do aeroporto Ataturk, em Istambul, captaram o momento em que um dos três terroristas envolvidos no atentado é abatido por um policial. Em seguida, ele consegue ativar seu colete de explosivos causando destruição. 


No atentado, pelo menos 50 pessoas morreram e outras 60 ficaram feridas, segundo informações do governo turco divulgadas pela CNN. O Itamaraty afirmou que não existem brasileiros entre as vítimas

PF deflagra operação por fraude na Lei Rouanet











Ação cumpre 37 mandados de busca e apreensão e 14 prisões temporárias



POLÍTICA INVESTIGAÇÃOHÁ 12 HORAS
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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (28) uma nova operação. O alvo da ação são fraudes na Lei Rouanet, que permite a captação de recursos para projetos culturais por meio de incentivos fiscais para empresas e pessoas físicas.


De acordo com o jornal Estado de São Paulo, ao todo, 124 policiais cumprem 37 mandados de busca e apreensão e 14 prisões temporárias. A investigação cita as empresas Bellini Eventos Culturais, Toyota, Scania, KPMG e o escritório de advocacia Demarest.
Lei Rouanet foi criada no governo Fernando Collor (PTC/AL), em 1991. Na prática, por exemplo, a Lei Rouanet permite que uma empresa privada direcione parte do dinheiro que iria gastar com impostos para financiar propostas aprovadas pelo Ministério da Cultura para receber recursos.

Em Brasília, Fórum Mundial da Água discute compartilhamento hídrico Evento começa nesta segunda-feira (27/6) e vai até quarta (29/6)

Com a participação de cerca de 700 representantes de 60 países, Brasília sedia nesta segunda-feira (27/6) o lançamento oficial do 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá na capital federal em março de 2018. É a primeira vez que o Brasil sediará o evento. Neste ano, na chamada etapa “kick- off meeting”, serão três dias de reuniões, onde especialistas debaterão temas relativos ao compartilhamento de água. O objetivo é definir um roteiro para o fórum em busca de trabalhos que tragam soluções aos problemas enfrentado na área. 

Na manhã desta segunda-feira (27/6), o governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg informou que o investimento total no evento é de R$ 80 milhões. Desses, R$ 50 milhões são da iniciativa privada e os outros R$ 30 milhões, dos governo federal e do Distrito Federal. Segundo Rollemberg, a expectativa é de que 50 mil pessoas participem do evento em 2018. O tema desta edição do fórum é Compartilhando Água. Especialisras buscarão soluções que seguem as metas internacionais a serem atingidas até 2030, segundo os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. 

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“Há um conjunto de ações nas escolas, no setor produtivo, para que esse tema seja incorporado como estratégico para o futuro da humanidade”, disse. O governador afirmou que está é uma oportunidade para que sejam formados acordos bilaterais, multilaterais, estratégicos, para que se enfrente os problemas no país e no mundo. 

Segundo ele, há um esforço para que o tema faça parte das salas de aulas. “Desastres naturais estarão em debate. As ações já começaram: oficina com diretores e professores de escola. Esse tema permeara atividade pedagógicas das escolas de Brasília. Que seja tema interdisciplinar permanente pra dar salto qualitativo na consciência em relação à água”, afirmou.

O presidente da Agência Reguladora de Águas e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), Paulo Salles, explicou que no próximo ano, será realizado novamente o chamado “Kick off Meeting”, em que os temas tratados nesta etapa sejam rediscutidos. “É um processo de discussão nas áreas. Haverá reuniões no mundo inteiro”, disse.

Nesta tarde, ocorrem os trabalhos em grupo em que serão discutidos seis temas. O lançamento do fórum ocorre no Centro de Convenções Ulisses Guimarães e segue até o dia 29. 

Temas debatidos nesta tarde 

Clima -- segurança hídrica e mudanças climáticas: resiliência e desastres, adaptação mitigação, interface e ciência/política; 

Pessoas—água, saneamento e saúde;

Crescimento – água para produção sustentável: energia e alimentos, indústria, uso eficiente e infraestrutura

Qualidade—qualidade da água, águas residuais e reuso 

Ecossistemas – Água e ecossistemas: biodiversidade, sistemas hidrológicos, uso do solo 

Governança – governança da água: GIRH, gestão transfronteiriça e participação

Planalto acha que impeachment sai antes das Olimpíada





A torcida é para que, caso seja aprovado, a situação livraria livraria Michel Temer e o cerimonial do COI de constrangimentos na cerimônia de abertura
POLÍTICA VOTAÇÃOHÁ 2 HORASPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O governo interino acredita que a votação do impeachment no Senado será realizada dias antes de a Olimpíada começar, em 5 de agosto. A torcida é para que, caso seja aprovado, a situação livraria livraria Michel Temer e o cerimonial do COI de constrangimentos na cerimônia de abertura.
De acordo com a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, a dúvida ainda paira sobre se Dilma compareceria ao evento, mesmo que 'impeachmada'.
Segundo o Planalto, há possibilidade de Antonio Anastasia marcar a votação justamente para a semana de abertura, dias antes do início do evento.

Peritos descobrem que bicicleta de Dilma era elétrica e que ela nunca deu uma pedalada




Peritos contratados pelo Senado Federal para analisar as provas contra a presidente afastada Dilma Rousseff chegaram à conclusão de que ela não cometeu o infame crime das “pedaladas”.
“A bicicleta da presidente era um modelo elétrico, desses que estão na moda agora. Você pode reparar que nas fotos ela está sempre com a perna parada”, disse o perito Marcos Antonio de Souza. Um senador perguntou se não era natural que a perna aparecesse parada, já que se trata de uma foto. “Para explicar isso daí, eu cobro por fora”, disse o perito, encerrando a discussão.
O comunicado da decisão dos peritos foi comemorada com estardalhaço nas editorias de fotos de jornais e portais: “Vamos poder usar aquele velho trocadilho visual de pedaladas e uma foto dela na bicicleta. É uma das últimas coisas que ainda me traz alegria”, disse o editor de foto da Folha de S. Paulo.
Michel Temer já demonstrou preocupação: “Se ela emagreceu tanto sem fazer esforço, só seguindo a dieta Ravena, essa mulher é mais determinada do que imaginávamos à princípio”.


Governo brasileiro teme ‘efeito Oi’ no mercado

Nos primeiros cinco meses deste ano, número de pedidos de recuperações judiciais foi quase o dobro (95,1% maior) do que o registrado no mesmo período do ano passado
OI Economia brasileira REUTERS  
   São Paulo
Altamente endividadaa companhia telefônica Oi entrou, na semana que passou, com o maior processo de recuperação judicial da história do país, admitindo não ser capaz de pagar uma dívida de mais de 65 bilhões de reais. Em meio à forte recessão econômica, outras empresas de grande porte também podem seguir caminho semelhante ao da Oi, já que vêm mostrando dificuldades para cumprir seus compromissos financeiros.
Mais de uma dezena de companhias brasileiras foram avaliadas pelas agências de classificação de risco Fitch ou Moody's como empresas de alto risco de inadimplência. Elas receberam notas do tipo "CCC" (pela Fitch) e Caa1 (pela Moody's) em que há uma possibilidade real de calote. Entre elas, estão grandes companhias como as siderúrgicas CSN e a Usiminas, que sofrem atualmente com a fraca demanda interna de aço, a desaceleração da China e com o excesso de oferta global que limita as exportações.
As duas possuem a nota Caa1 pela Moody's. Segundo a agência de risco, a Usiminas, que hoje é a maior produtora de aço plano integrada da América Latina, também sofre com o impacto da desvalorização do real, já que quase 50% da dívida financeira da companhia é em moeda estrangeira. A dívida líquida da Usiminas era, no fim de março, de 5,547 bilhões de reais. As companhias estão empenhadas em driblar o efeito Oi. A Usiminas informou que fechou nos últimos dias um acordo de renegociação de sua dívida com bancos privados e com o banco de fomento do Brasil (BNDES). Procurada, a CSN não respondeu aos pedidos de comentários sobre o tema até o fechamento desta edição.
O aperto financeiro das empresas no início 2016 já bateu recorde. Nos primeiros cinco meses deste ano, o número de pedidos de recuperações judiciais foi quase o dobro (95,1% maior) do que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo uma pesquisa da empresa de dados financeiros Serasa Experian. As micro e pequenas empresas foram as que lideraram os requerimentos, com 433 pedidos, seguidas pelas médias (198) e grandes empresas (124). De acordo com o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, as dificuldades na obtenção de crédito, em meio a um quadro recessivo, prejudica a solvência financeira das empresas, que pedem recuperação judicial com o objetivo de evitar a falência. Ainda segundo Rabi, desde 2014, os pedidos de recuperação judicial de grandes empresas se acentuaram.
Para Ricardo Carvalho, diretor sênior da Fitch, o número de empresas que estão sob risco de não honrar suas dívidas é o maior observado na última década. A tendência é que os rebaixamentos de notas aumentem já que as companhias continuarão pressionadas pela conjuntura econômica. "Há uma perda de fuga de caixa forte. As razões são simples: há uma forte piora do ambiente de negócios, uma demanda retraída, queda de renda, preço baixo das commodities, alta taxa de juros, sem perspectiva de investimentos", explica. No ano passado, a agência de risco concedeu quatro downgrades para cada upgrade. Já em 2016, a Fitch estima de dez a 15 rebaixamentos para cada aumento de nota.
Outra empresa que atravessa um momento turbulento é a companhia aérea Gol. A empresa está na categoria “CCC” (Fitch) e “Caa1” (Moody’s). Apesar de hoje ser a líder brasileira em número de pessoas embarcadas, o cenário de recessão econômica no país, que afetou a demanda de passageiros, e a forte alta do dólar fizeram a companhia amargar perdas de 3,5 bilhões de reais no ano passado e fez a dívida líquida da Gol somar 6,05 bilhões de reais no fim do primeiro trimestre deste ano. A dívida líquida ajustada atingiu 14,5 bilhões. Neste ano, a companhia contratou duas consultorias financeiras para trabalhar estratégias que tragam mais liquidez à empresa. A companhia prevê cortou oito destinos de voo e  pretende retirar 20 aeronaves da sua frota ainda em 2016. Segundo a companhia, uma redução substancial da dívida é necessária visando o crescimento operacional, "balanceando pelo fortalecimento na estrutura de crédito de longo prazo".
Para o economista Alex Agostini, a forte queda do Produto Interno Bruto (PIB), a inflação alta e o nível da taxa de juros elevado não deixou imune nenhum dos setores da economia brasileira, mas tem causado maior estrago em empresas que já estavam no vermelho. "Se uma empresa já tinha um nível de endividamento grande no ano passado, muito provavelmente esse ano ela terá dificuldades financeiras gravíssimas e problemas para honrar seus compromisso. A maioria das receitas caíram e as despesa tem custo alto", explica.
Agostini descarta a possibilidade do Governo ajudar financeiramente as grandes companhias. "O Governo poderia conversar com o BNDES para renegociar a dívida, aumentar os prazos, mudar regulações, mas não aportar recursos nem dar mais crédito, não seria viável neste momento de ajuste fiscal. Nem para a Oi seria adequado fazê-lo, pois abriria precedente em um momento econômico muito difícil".

Outros arranjos também estão sendo realizados para evitar novas quebras. Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou uma Medida provisória que garante participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas em até 100%. Atualmente, existe o limite de 30% para sócios de fora. “Essa mudança na participação do controle estrangeiro é uma demanda das empresas para conseguir novos investidores”, explica Agostini.
Para tentar tirar a Oi da crise financeira que atravessa, o Governo Temer estuda acelerar uma mudança regulatória de todo o serviço público de telefonia fixa. Segundo a Folha de S.Paulo, a ideia é transformar as concessões em autorizações. A grande diferença é que em uma autorização, os bens usados na prestação dos serviços (antenas, infraestrutura de cabos e prédios) pertencem à operadora, e podem ser colocá-los nas negociações com credores.
A situação econômica da Petrobras também é uma das preocupações do Governo. Hoje, a estatal é a empresa mais endividada do país, com uma dívida bruta de mais de 450 bilhões de reais, segundo ranking da Economatica. A equipe econômica de Temer, concluiu no entanto, que neste momento não há uma necessidade da petroleira promover uma capitalização na Bolsa, segundo informação do jornal Estado de S.Paulo. A equipe, ainda segunda publicação, confia que a economia deve melhorar nos próximos meses, o que ajudará a Estatal a cumprir seus compromissos financeiros. Porém, não descarta que a capitalização volte a ser discutida caso o cenário econômico brasileiro não apresente uma melhora. Consultados pelo jornal, nem a Petrobras, nem o Ministério da Fazenda quiseram comentar sobre o tema.