sábado, 25 de junho de 2016

Empreiteiro relatará propina em obra de Aécio Neves, diz jornal

Léo Pinheiro, sócio da OAS, vai relatar que pagou suborno a assistentes do então governador de MG


POLÍTICA DENÚNCIAHÁ 1 HORA
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


O empreiteiro Léo Pinheiro, sócio e ex-presidente da OAS, deve relator que pagou suborno aassistentes de Aécio Neves na época em que ele era governador de Minas Gerais. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o esquema está documentado e envolve a construção da Cidade Administrativa.


Aécio foi governador de MG entre 2003 e 2010. A obra citada foi a mais cara de toda a gestão do tucano no estado. De acordo com Pinheiro, a OAS pagou 3% sobre o valor da obra a Oswaldo Borges da Costa Filho, um dos auxiliares do agora senador.
Mais conhecido como Oswaldinho, o assistente é apontadocomo tesoureiro informal das campanhas de Aécio entre 2002 e 2014. O senador nega irregularidades na construção afirma não ter recebido recursos ilícitos. Em nota, ele afirmou que as acusações são "falsas"e "absurdas".
A obra de Cidade Administrativa foi orçada inicialmente em R$ 949 milhões, mas custou R$1,26 bilhões aos cofres públicos. Junto ao custo de mobiliário e outros itens, o valor chega a R$ 2,1 bilhões.
A empreiteira de Pinherio fez três prédios do complexo junto à Odebrecht e à Quieroz Galvão. No acordo, Odebrecht era o líder, com 60% do valor contrato. OAS e Queiroz Galvão eram responsáveis por 25,71% e 14,25%, respectivamente. Como a OAS obteve R$ 102,1 milhões, os 3% da suposta propina corresponderiam a pouco mais de R$ 3 milhões.

Famílias de Gesteira escolhem local onde casas serão reconstruídas

25/06/2016 06h00 - Atualizado em 25/06/2016 06h00

Distrito de Barra Longa, comunidade foi afetada pelo rompimento de Fundão.

Igreja, salão paroquial e campo de futebol também serão reerguidos.

Do G1 MG
Vila e igreja em Gesteira, na zona rural de Barra Longa (MG), ficaram sob a lama após o estouro da barragem. Após o nível do rio descer, a marca de lama é vista no alto da fachada da igreja (Foto: Fábio Tito/G1)Vila e igreja em Gesteira, na zona rural de Barra Longa (MG), ficaram sob a lama após o estouro da barragem. Após o nível do rio descer, a marca de lama podia ser vista no alto da fachada da igreja (Foto: Fábio Tito/G1)
Famílias de Gesteira, distrito de Barra Longa, que foram afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, vão escolher neste sábado (25) entre duas áreas para reconstrução de oito casas, além de igreja, salão paroquial e campo de futebol. Os imóveis foram destruídos no desastre ambiental, ocorrido no fim do ano passado. 
De acordo com a mineradora Samarco -- cujas donas são a Vale e a anglo-australiana BHP Billiton --, a comunidade visitou os dois terrenos. O primeiro chamado Macacos tem sete hectares e o segundo, conhecido pelo nome Sr.Clércio, tem aproximadamente um hectare.

A partir da escolha, o projeto arquitetônico e urbanístico e os padrões de construção das moradias serão discutidos. A mineradora não informou uma data para o início das obras. "Uma vez fechados os acordos individuais, a expectativa é que os projetos de engenharia fiquem prontos até o fim do ano. A Samarco realizará a entrega do local, conforme assinado no acordo com os governos federal, de Minas Gerais e do Espírito Santo, até 2019", afirmou a empresa.
A votação, que vai ocorrer na creche da comunidade das 9h às 13h, vai ser dividida em duas etapas. Primeiro, um representante de cada uma das oito famílias que perderam suas casas vão escolher o terreno onde os novos imóveis devem ser reconstruídos. Em seguida, a previsão é que cerca de 50 famílias participem da votação para escolha do terreno onde serão reconstruídos os equipamentos públicos.
Outros distritos
Em 7 de maio, moradores de Bento Rodrigues escolheram o terreno que abrigará o novo distrito. A comunidade, que pertence ao município de Mariana, foi a mais afetada pelo mar de lama. A área escolhida por 206 votos (92% do total) é conhecida como Lavoura e pertence à empresa ArcelorMittal. Segundo a Samarco, a área destinada à construção é de 89 hectares.

Já moradores de Paracatu, outro distrito de Mariana, ainda escolherão o local para reconstrução. Segundo a Samarco, há três opções de terrenos, e a previsão é que a votação seja realizada em julho.

A barragem de Fundão se rompeu em 5 de novembro do ano passado, deixando 19 vítimas. Um dos corpos segue desaparecido. Além de afetar distritos e cidades, o mar de lama devastou o Rio Doce e chegou ao litoral do Espírito Santo.
Mapa mostra terrenos que poderão abrigar novo distrito de Gesteira, em Barra Longa (Foto: Samarco/Divulgação)Mapa mostra terrenos que poderão abrigar novo distrito de Gesteira, em Barra Longa (Foto: Samarco/Divulgação)

Temer: mulher deve se aposentar antes pois faz atividades extras em casa

O peemebedista considera que as mulheres devem deixar o mercado de trabalho um pouco mais cedo do que os homens, devido as atividades extras que exercem
POLÍTICA INTERINOHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O presidente interino Michel Temer afirmou que não concorda com a mudança na regra previdenciária que equipara as idades para homens e mulheres se aposentar.
De acordo com o jornal O Globo, o peemebedista considera que as mulheres devem deixar o mercado de trabalho um pouco mais cedo do que os homens, devido as atividades extras que exercem.
"Uma pequena diferença entre o homem e a mulher é razoável, por uma razão. Essa razão não é só minha, vejo escrita a todo momento. A mulher, além do trabalho externo, ela faz o trabalho interno na sua casa, é mãe, etc, às vezes cuida dos irmãos. Talvez uma pequena diferença valesse a pena", disse Temer.
Além disso, o presidente em exercício afirmou que não tem objeção à adoção da idade mínima para a aposentadoria. A medida é estudada por seu governo e tem o apoio ao menos de dois ministros, da Fazenda, Henrique Meirelles; e da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Teori contraria Janot e manda denúncia contra Lula para Justiça de Brasília Na peça, Teori sustenta que o caso não tem conexão direta com a Lava-Jato e, por isso, não precisaria ser enviado para a 13ª Vara Federal de Curitiba


 postado em 24/06/2016 18:00 / atualizado em 24/06/2016 18:10

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu enviar para a Justiça de Brasília a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposta participação na tentativa de impedir a colaboração premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.


NELSON ALMEIDA


Na peça, Teori sustenta que o caso não tem conexão direta com a Lava-Jato e, por isso, não precisaria ser enviado para a 13ª Vara Federal de Curitiba. A decisão contraria um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que queria que o caso ficasse sob os cuidados do juiz Sérgio Moro.

"Tais fatos não possuem relação de pertinência imediata com as demais investigações relacionadas às fraudes no âmbito da Petrobras. Na verdade, dizem respeito à suposta prática de atos, pelos investigados, com a finalidade de impedir e de aviltar a colaboração premiada entre Nestor Cerveró e o Ministério Público", afirma Teori.

O ministro justifica a decisão apontando que além de os fatos terem ocorrido em Brasília, "há outros motivos que militam pela fixação da competência para processar e julgar esta causa na Seção Judiciária do Distrito Federal", como o fato de a delação de Cerveró tramitar no Supremo.

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Na denúncia contra o ex-presidente Lula apresentada ao STF no início de maio, Janot afirma que o ex-presidente teve "papel central" na trama para tentar comprar o silêncio de Cerveró e tentar "embaraçar" as investigações da Operação Lava Jato.

O caso veio à tona com a prisão do então senador Delcídio Amaral, em novembro do ano passado. Em uma gravação feita pelo filho de Cerveró, Delcídio aparece oferecendo dinheiro e a possibilidade de uma fuga para fora do País para que o ex-diretor da Petrobras não contasse o que sabia ao Ministério Público.

Também foram denunciados o banqueiro André Esteves, o pecuarista José Carlos Bumlai e seu filho, Maurício, o assessor do ex-senador Diego Ferreira e o ex-advogado de Cerveró, Edson Ribeiro.

Teori decidiu enviar o caso à primeira instância porque Delcídio perdeu o foro privilegiado após ter o mandato cassado pelo Senado. A decisão atendeu a um pedido da defesa de André Esteves


Temer a Dilma: 'Voltar para sair não é um argumento que a favorece'


















Em entrevista nesta sexta-feira, o presidente interino anunciou que trabalha com "medidas para alegrar os investidores desde já"


Denise Rothenburg
Ciente de que seu mandato e seu futuro político no cargo estão ancorados na economia, o presidente em exercício, Michel Temer, anuncia que vêm por aí "medidas para alegrar os investidores desde já, para que eles tenham mais confiança no país." Econômico nos detalhes sobre o que virá, uma vez que as medidas ainda estão em estudo pela sua equipe, Temer diz que redução de juros ajuda, porém, deve ser discutida responsavelmente. "Há essa ideia, tanto é que conversei com o ministro da Fazenda rapidamente no dia em que dei posse ao presidente Ilan Goldfajn, do Banco Central. [A redução] tem um efeito concreto, mas tem o psicológico muito acentuado. Quando reduz juros responsavelmente, você sente que agora vai”, diz Temer, alertando, entretanto, que não adianta reduzir de "14,5% para 7% só para fazer um populismo." "Espero que haja espaço para fazer essa redução este ano, gravem o espero." No terreno político, ele classifica como inconstitucional a proposta de Dilma de antecipação das eleições e atira: “Voltar para sair não é um argumento que a favorece."



As considerações foram feitos numa conversa de uma hora, na manhã desta sexta-feira (24/6), no Palácio do Planalto. Ali, Temer não lacra totalmente a porta para aumento de impostos, se o governo considerar o único caminho. “Até o presente momento, o governo não falou em tributo. Economia é assim. Às vezes você tem que fazer adequações, mas fa-las-á no tempo certo. Se puder evitar tributos, tanto melhor", diz ele, recorrendo mais uma vez à mesóclise. 


De pronto para apresentar ao país já na próxima semana, Temer tem a inauguração da fábrica da Klabin, no Paraná, terça-feira, a Lei de Responsabilidade das Estatais, a ser sancionada. Certamente, algum veto virá, mas “nada que possa desnaturar o projeto”, diz ele, referindo-se como razoáveis as mudanças no tempo de experiência nas áreas afins para que se possa ocupar cargos nas empresas. Para esse mês ainda, promete a nomeação do novo ministro do Turismo. “Você sabe que eu não tive tempo de pensar nesse assunto? Aqui é incrível: Se trabalha das 8h até uma da manhã é para equilibrar o governo. Convenhamos, tive sete dias para organizar o governo. Deus me ajudou, você viu a equipe econômica que montamos. A base do país é emprego, economia”, afirmou.

No terreno político, Temer pisa com cuidado, mas a porta está aberta a todos. Quando perguntado se a falta de diálogo tirou Dilma, ele critica de forma indireta do comportamento da presidente afastada. “Só posso dizer que diálogo é fundamental. No estado democrático, você tem que exercer a atividade executiva amparada pelo Legislativo. Precisa ter esse conjunto de forças para governar. Qualquer outra visão é autoritária, você despreza o congresso nacional, ou se quiser ir mais além, critica o Judiciário, isso é uma visão antidemocrática e inconstitucional. Tenho dito sempre que precisamos reconstitucionalizar o país."

No diálogo constante, Temer afirma ainda que não dispensa ninguém. Refere-se inclusive à presença de Romero Jucá em suas reuniões no Planalto. “Muita vezes eu o chamo, é um parlamentar de um vigor extraordinário. Ajuda muito no Parlamento. Ele é investigado e não foi condenado. Não posso ter esse impedimento, sob pena de condenar antes de julgar e isso não cabe a mim”, diz ele, lembrando que tem conversado com todos, não deixando de fora sequer Eduardo Cunha, com quem conversou há três semanas.

A Câmara dos deputados é outro centro nevrálgico que o presidente diz que não pretende influir diretamente no sentido de escolher o sucessor de Cunha para um mandato tampão, mas dá sinais de que não deixará correr solto: “Se pudesse ter um candidato único, seria útil para todos”, diz ele, cheio de ressalvas em relação ao que coloca apenas como uma sugestão.

Em relação a Sérgio Machado, ele não esconde seu desconforto pela forma como foi citado. Fui checar se tem salinha lá. Não tem salinha.”. Eu com tantos empresários pelo país que eu converso, não iria fazer intermediação. Preciso de intermediação para fazer isso?”, diz Temer, que revelou ainda que, dia desses, na Base Aérea, foi verificar se havia uma salinha separada para conversas: “Não tem salinha!’, diz ele.

Quanto à Lava-Jato, ele considera que os sinais de combate à corrupção que o Brasil tem dado ao exterior são inequívocos. “Mais do que isso, impossível, as instituições estão funcionando e o Brasil está sendo passado a limpo”. Temer, embora reforce que as investigações devam perdurar enquanto houver escândalos a apurar, acredita que “o país não pode ficar 10 anos nesse processo”. 

Embora acompanhe o impeachment, ele também não deixa de monitorar o andamento do processo das contas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE): “Se for decisão do Judiciário, não me incomodo em deixar a Presidência. Mas tenho que pensar em meus direitos. Lancei e muita gente lançou a tese da separação de contas, que são prestadas fisicamente separadamente. Seria o único caso em que a condenação de alguém importa na condenação de outrem. Vou tentar demonstrar isso, mas se houver decisão do Judiciário, cumpre-se”. 

Cenário externo
Na conversa com jornalistas, o presidente em exercício foi ainda direto ao dizer que está fora de cogitação sair do Mercosul, mas não deixa de defender a necessidade de readequação de regras mais liberalizantes para acordos bilaterais, especialmente, em termos tarifários. Temer defende ainda que haja um adiamento da reunião que daria á Venezuela, a presidência do Mercosul. É preciso, primeiramente, resolver a questão interna do país, que é algo que cabe à Venezuela. 

Sobre o fato de o Reino Unido ter saído da União Europeia, Temer considera que o impacto político dessa decisão no Brasil será zero. Quanto à economia é preciso aguardar. Veja mais detalhes da entrevista na edição de amanhã do Correio Braziliense.

Mais de 1 milhão no Reino Unido pedem novo referendo sobre UE

Agencia EFE
25/06/2016 06h50 - Atualizado em 25/06/2016 08h48

Site da Câmara dos Comuns caiu devido ao alto nº de adesões.

Parlamento britânico considera debater pedido.

Do G1, em São Paulo
Foto compartilhada no Twitter mostra manifestantes diante do Parlamento (Foto: Reprodução/Twitter/Alex Rawlings)Foto compartilhada no Twitter mostra manifestantes diante do Parlamento na sexta-feira após a divulgação do resultado do referendo (Foto: Reprodução/Twitter/Alex Rawlings)
Uma petição pública no Parlamento britânico para que o Reino Unido realize outro referendo sobre a permanência na União Europeia (UE) superou neste sábado (25) 1,1 milhão de assinaturas. Na sexta-feira (24), foi divulgado o resultado do referendo em que 51,9% dos eleitores britânicos optaram por deixar associação com os países europeus. 
A solicitação fez com que o site da Câmara dos Comuns entrasse em colapso na sexta devido ao alto número de pessoas que entraram para aderir à proposta, segundo a Efe.

O texto, impulsionado por um cidadão identificado como William Oliver Healey, pede aos deputados a "implementação de uma norma pela qual se o voto para sair ou ficar (na UE) for inferior a 60%, com uma participação inferior de 75%, deveria ser convocado outro referendo.

Através de uma mensagem em seu site oficial, o parlamento afirmou que considerará este pedido para debate, o que se compromete a fazer com todas as iniciativas cidadãs que reúnam mais de 100 mil assinaturas. Uma comissão vai se reunir na próxima terça (28), quando poderá decidir se aprova a realização de um debate sobre o assunto.

Oficialmente, o referendo não é "vinculante", ou seja, ele não torna obrigatória a decisão de sair do bloco europeu. Mas o futuro primeiro-ministro britânico dificilmente será capaz de contrariar a decisão da população. Parlamentares também podem bloquear a saída do Reino Unido, mas analistas consideram que isso seria suicídio político.
Enquanto a direita britânica diz não ter pressa para formalizar o pedido de separação, os países da União Europeia fazem forte pressão para que o Reino Unido formalize a sua saída o mais rapidamente possível.
A saída do Reino Unido não será um divórcio amistoso, advertiu o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, que pede a Londres que apresente "imediatamente" o pedido de saída. "Não é um divórcio amistoso, mas também não era uma grande relação amorosa", declarou ao canal alemão ARD.
Processo para separação  
O processo para encerrar 40 anos de união não é automático e se anuncia um divórcio difícil, porque tem de ser negociado com os outros 27 membros do bloco. É a primeira vez que isso acontece.
A Câmara Baixa do Parlamento britânico, onde a maioria é contra a Brexit, deve pedir ao premiê para apresentar a Bruxelas a carta anunciando a saída do bloco, segundo a Deutsche Welle. Esse próximo passo ainda não tem prazo para acontecer. 

O Reino Unido deve ativar, então, a Cláusula 50 do Tratado de Lisboa, que desde 2009 funciona como uma espécie de Constituição Europeia, explicou a BBC. Uma vez que esse artigo é acionado não dá para voltar atrás.
A maioria dos 650 deputados federais britânicos é favorável à permanência do Reino Unido na UE. Ao menos 450 deles, de diversos partidos, articulam o lobby na tentativa de garantir a permanência britânica no mercado europeu – proposta polêmica e que deve enfrentar forte resistência dos outros países do bloco.
A manutenção desse elo, por outro lado, forçaria o Reino Unido a manter suas fronteiras com a UE abertas para trabalhadores europeus e continuar contribuindo para o orçamento do bloco – o que desagrada os partidários da Brexit.
Divisões profundas e os insatisfeitos
O resultado do plebiscito sobre a permanência na UE evidenciou profundas divisões entre os britânicos. Em grandes cidades como Londres, Manchester, Bristol, Leicester, Leeds e Liverpool, a maioria votou por permanecer na UE, enquanto em cidades menores e zonas rurais predominou a preferência pela saída do bloco.
Na sexta-feira, londrinos fizeram um protesto contra o resultado do referendo. A maioria dos eleitores da cosmopolita capital britânica, de 8,6 milhões de habitantes, votou contra a separação. Os londrinos também lançaram uma campanha bem-humorada pela independência da capital britânica nas redes sociais, como informou a BBC.
Referendo
A apuração foi divulgada por áreas de votação e a disputa, bastante acirrada. O "sair" começou à frente e chegou a ser ultrapassado pelo desejo de continuar na UE, mas logo retomou a liderança e foi abrindo vantagem até vencer com quase 51,9% dos votos. Foram 17.410.742 votos a favor da saída e 16.141.242 votos pela permanência - mais de 1,2 milhão de votos de diferença.

Após a divulgação do resultado o primeiro-ministro britânico, David Cameron, que se opunha à separação, anunciou que deixará o cargo em outubro. "Os britânicos votaram pela saída e sua vontade deve ser respeitada", afirmou o premiê. Ele ponderou que o país precisa de uma nova liderança para levar a decisão adiante. "A negociação deve começar com um novo primeiro-ministro".

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Veja quem visitou seu perfil: golpe chega ao WhatsApp

O golpe chega por meio de algum contato da vítima e apresenta a mensagem "Quem visitou seu perfil no WhatsApp?"




TECH CUIDADO!HÁ 53 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO


Uma campanha criminosa pode causar cobranças indesejadas aos usuários do WhatsApp. Usando a técnica de engenharia social presente em outros golpes, os cibercriminosos prometem informar quem visitou o perfil do usuário no aplicativo de mensagens.


Segundo o portal IG, o recurso também atrai usuários de outras redes sociais, como o Facebook. O golpe chega por meio de algum contato da vítima e apresenta a mensagem "Quem visitou seu perfil no WhatsApp? Sabe quem xeretou seu perfil?", seguida de um link fraudulento.