sexta-feira, 24 de junho de 2016

Vaquinha para Dilma viajar não é de frigorifico de filho de Lula, diz PT







A notícia de que a presidente afastada Dilma Rousseff fez uma “vaquinha” entre apoiadores para pagar por suas viagens pelo Brasil fez surgir suspeitas da origem do dinheiro.
Boatos tomaram a rede acusando a tal vaquinha de ser propriedade do filho de Lula. “Essa vaquinha foi criada na Friboi, um primo meu que trabalha lá e que conhece o filho do Lula falou que a vaquinha é de uma fazenda de Goiás”, disse um internauta.
“Fiquei sabendo que o curral da vaquinha já foi reformado pela empreiteira OAS, informação quente”, disse outro.
O PT e o Instituto Lula divulgaram nota conjunta explicando que o frigorífico não é do filho do ex-presidente e que ele “nunca viu uma vaca nem sequer tomou leite na vida”.




PMDB já sonha com vaga da Inglaterra na União Europeia



Fontes ligadas ao PMDB confirmaram ao Sensacionalista que o partido está de olho na vaga que pode se abrir na União Europeia com a saída da Inglaterra, que será decidida hoje num plebiscito no país.
Após conseguir a presidência do Brasil e todas as vagas que a acompanham na máquina pública, o partido mira mais alto. “O PMDB tem, atualmente, condições técnicas, morais e políticas para assumir qualquer cargo. Temos um substituto para o papa, para o Cristiano Ronaldo e para o cantor Roberto Carlos, só precisamos articular para colocar gente nossa lá para o bem do povo”, disse um auxiliar do presidente em exercício Michel Temer.
Após consultar seus advogados, a cúpula do PMDB se empolgou com a ideia. Segundo os especialistas, a república de Curitiba não tem acordo de extradição com a União Europeia.
Parte da campanha à favor da saída da Inglaterra teria sido bancada pelas contas de Eduardo Cunha na Suíça.
M Zorzanelli



Teori nega suspender bloqueio de bens de Eduardo Cunha

Ação da Lava Jato bloqueou imóveis, carros de ativos financeiros de Cunha.

Para defesa de Cunha, somente Supremo poderia determinar bloqueio.

Mariana OliveiraDa TV Globo, em Brasília

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (23) liminar pedida pelo presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pela suspensão do bloqueio de seus bens determinado por um juiz da Justiça Federal do Paraná.
No último dia 14, o juiz Augusto Cesar Pansini Gonçalves, da 6ª Vara Cível da Justiça Federal do Paraná, decretou a indisponibilidade de recursos financeiros e bens de Cunha.  A decisão foi dada após pedido de liminar do Ministério Público Federal (MPF) feito no dia anterior, em ação que cita também a mulher de Cunha, Cláudia Cruz, o ex-diretor da Petrobras Jorge Luiz Zelada, o suposto operador João Henriques e o empresário Idalécio de Oliveira. Eles também tiveram seus bens indisponibilizados.
Entre os bens bloqueados de Cunha estão imóveis, ativos financeiros, veículos, valores mobiliários, ações, cotas e participações societárias.
Cunha havia pedido a suspensão da ação até que os ministros do Supremo decidam, definitivamente, se um juiz de primeira instância pode ou não determinar a perda dos direitos políticos de parlamentares com foro privilegiado – que é o objetivo da ação na primeira instância. Para a defesa, só o Supremo poderia tomar medidas como estas contra um parlamentar.

Teori Zavascki, responsável pela Operação Lava Jato no STF, considerou que não há evidência de que houve usurpação da competência do Supremo na decisão Justiça Federal. O ministro pediu informações do juiz do Paraná e parecer do Ministério Público antes de uma decisão definitiva sobre o caso.

PF diz que escritório ligado a Paulo Bernardo recebeu R$ 7 milhões

Procurador Andrey Borges de Mendonça disse que esquema agiu "no coração do governo". O ex-ministro foi preso nesta manhã, em Brasília



André Violatti/Esp. CB/DA Press


O ex-ministro Paulo Bernardo recebeu mais de R$ 7 milhões de propina ente 2010 e 2015, período em que ocupou as pastas do Planejamento e das Comunicações, segundo investigadores da Operação Custo Brasil, deflagrada nesta quinta-feira (23/6). Hoje, ele foi preso após ordem da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, que ordenou a detenção de 11 pessoas preventivamente. Segundo o procurador Andrey Borges de Mendonça, o ex-ministro começou recebendo quase 10% do faturamento de uma empresa que realizou um negócio com o ministério.

Quando Bernardo ingressou no Ministério das Comunicações, no governo Dilma, ele continuou a obter subornos, mas em índices menores, de 4% a até 2%, de acordo com o procurador. “A corrupção infelizmente não é privilegio da Petrobras”, disse Mendonça, que integra a Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal, em entrevista coletiva na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, na manhã de hoje. “Está espraiada como um câncer. O Ministério do Planejamento, o coração do governo, estava atingido por esse mal.”


Segundo o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF em São Paulo, Rodrigo de Campos Costa, o esquema era baseado na escolha fraudulenta da Consist Software para administrar o sistema de créditos consignados de servidores públicos. Os empréstimos contraídos eram pagos com desconto em folha por servidores. Cada funcionário não sabia, mas pagava pouco mais de R$ 1 pela taxa de administração da Consist. No entanto, 70% desse valor era desviado para empresas e operadores até chegar a Bernardo, ao Partido dos Trabalhadores e a outros beneficiários. “Dezenas de milhares de funcionários públicos foram lesados”, afirmou o superintende-ajunto da Receita Federal em São Paulo Fábio Ejchel.

O caminho do dinheiro

1. Servidor “paga”* prestação do crédito consignado em folha
2. Desse valor pago, cerca de R$ 1 vai para a Consist, que administra o sistema de créditos
3. A Consist fica com apenas 30 centavos e repassa os demais 70 centavos para empresas do esquema
4. Várias empresas participam:
4.1. Uma delas é a empresas o escritório de advocacia da campanha da mulher de Bernardo, a senadora Gleisi Hoffman. Ele fica com um percentual inicial de quase 10% e faz pagamentos a Bernardo
4.2. Outra é o ex-vereador de Alexandre Romano, que fica com 20% a 25%. Ele repassa a maior parte do que recebe para o Partido dos Trabalhadores, por meio dos ex-tesoureiros Paulo Ferreira e João Vaccari

*As prestações são descontadas no próprio contracheque. Fonte: Polícia Federal e Ministério Público

Custo Brasil
De acordo com o superintendente regional da Receita Federal em São Paulo, Fabio Ejchel, o nome da operação se deve ao "aumento de custos" aos servidores públicos. "Isso prejudica a população. A corrupção é irmã gêmea da sonegação. Atuação conjunta dos órgãos é fundamental", destacou. O inquérito policial foi instaurado em dezembro de 2015, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para que a documentação arrecadada na 18ª fase da Lava-Jato, conhecida como Pixuleco II, fosse encaminhada para investigação em São Paulo.

Sergio Cabral e a arte de desaparecer O que se desenhou nesses dez anos de governo Sergio Cabral e Pezão (PMDB) foram muitas denúncias. Convivemos com o fisiologismo clássico dos caciques regionais por Vinícius Silva

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Cabral está desaparecido desde as manifestações de 2013, mas continua operando nos bastidores
O Cafezinho – Uma das falas mais inacreditáveis e que passou “despercebida” nas entrevistas dadas à mídia corporativa em que o então governador em exercício do Rio de Janeiro Francisco Dornelles (PP), ao decretar pela primeira vez na história “estado de calamidade pública” no Rio de Janeiro quando indagado sobre as causas da crise, foi:  “O que aconteceu ontem pertence à história". Como? O que aconteceu pertence à história?
Se o governador não é capaz de dizer, se a mídia corporativa (e seus respectivos interesses) é simplesmente incapaz de argumentar – “Mas, como assim?” – eu e O Cafezinho não nos furtaremos a dizer os responsáveis pela tragédia e o circo de horrores em que vivemos no Estado do Rio de Janeiro neste momento, e eles são o ex-governador Sérgio Cabral e o PMDB.
O PMDB governa o estado do Rio de Janeiro, e vários outros municípios da Região Metropolitana, inclusive a cidade do Rio de Janeiro sede Olímpica, há no mínimo 15 anos. Levando-se em consideração as pequenas intermitências, podemos falar em 20, 30 anos de governos do PMDB. Governos muito bem ocupados por outros partidos, como o PP, do atual governador, o PSDB, DEM, entre outros menores da centro-direita. Também não podemos esquecer que nossa centro-esquerda também habitou, desde sempre, os governos do PMDB, com alianças regionais e nacionais. Lula dizia que “Sergio Cabral era o cara” aqui no Rio. O PT carioca tornou-se um satélite do PMDB, assim como o PPS também o é em relação ao PSDB em São Paulo. O PCdoB também fez parte e apoio o PMDB fluminense até... ontem. Agora todos rejeitam o filho feio, mas estiveram lá, desde sempre.
E o que se desenhou nesses dez anos de governo Sérgio Cabral/Pezão/PMDB (isso sem contar a cidade do Rio e outros municípios)? Denúncias, muitas denúncias. Convivemos com o fisiologismo clássico dos caciques regionais, com o consórcio partidário-empresarial em que o orçamento de todas as grandes obras e concessões públicas foram repassadas para os grandes investidores/doadores de campanhas. Denúncias de compra de votos, de uso eleitoral da máquina pública. Denúncias de associação com milicianos/máfia (como esquecer da  já clássica entrevista do atual prefeito do Rio Eduardo Paes, PMDB, ao RJTV, dizendo que alguns “amigos” estavam ajudando na segurança em alguns bairros da zona oeste da cidade). Denúncias de envolvimento em corrupção de praticamente todos os caciques políticos do PMDB nas delações e investigações da Lava-Jato. Lembremos: Eduardo Cunha é deputado federal eleito pelo... PMDB do Rio de Janeiro!
E diante dessas “parcas” denúncias (com ironia, por favor), os políticos do PMDB do Rio de Janeiro vivem certa tranquilidade de gestão, principalmente em relação à pressão pública da grande mídia corporativa. Apesar do “aperto” recente. Também pudera, não?
O galopante endividamento público já vinha denunciado desde meados de 2014 por muitos políticos de oposição ao PMDB. Os juros associados às novas dívidas também. Os pedidos de auditoria da dívida pública estadual simplesmente ignorados. O aparelhamento do TCE por indicados políticos. O silêncio sorridente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, movido a muitos aumentos de sortidos auxílios. O avanço galopante do extermínio de pobres e repressão política promovidos pela PMERJ. A conveniente preguiça jornalística de jornalões e empresas de comunicação. Tudo isto no governo de... Sergio Cabral!
O ex-governador Sergio Cabral está desaparecido desde as Manifestações de 2013, quando todos os fatores acima listados estavam na boca de grande parte do jovens manifestantes que foram às ruas e, mais uma vez, foram reprimidos, violentados e perseguidos pela PM fluminense. Especialidade da casa.
Sergio Cabral desapareceu em 2013, mas continuou operando nos bastidores. Através da máquina do PMDB e do desencantamento da população fluminense, elegeu seu vice, Pezão, como governador em 2014. Também elegeu seu filho, Marco Antônio Cabral (PMDB) a deputado federal, e que hoje é o secretário estadual de esportes, no ano das Olimpíadas, diante da sua grande experiência de... 23 anos!
O governador Francisco Dornelles pode ter esquecido! A grande mídia corporativa também pode ter esquecido! Mas eu não esqueci, e certamente a população do Rio de Janeiro também não. Os responsáveis pelo estado de calamidade política em que vivemos neste momento são: Sergio Cabral e o PMDB.
Obs.: O Globo lançou, mais uma vez, um editorial on line e à tarde, só que dessa vez é, em nome das Olimpíadas e de nossa "imagem" internacional, uma tentativa de salvar o PMDB do Rio de Janeiro, até porque ele foi decisivo, via Eduardo Cunha, para a golpe e a manutenção do ilegítimo Michel Temer.

Gravação mostra dupla combinando depoimento em caso da Samarco

23/06/2016 07h30 - Atualizado em 23/06/2016 07h30

Áudio integra investigação da Polícia Federal sobre rompimento.

Barragem de Fundão "era doente", diz Polícia Federal após inquérito.

Rodrigo Rezende, Bruno Dalvi e Mário BonellaDo G1 ES e da TV Gazeta
Um dos áudios que integram o inquérito sobre o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, mostra, segundo a Polícia Federal, dois funcionários da Vog BR, que foi contratada pela mineradora para avaliar a estrutura da barragem de Fundão, combinando como deveria ser o depoimento na investigação do acidente. Ouça:

Depois, eles dizem como acham que a investigação vai terminar.
Otávio - a cara eu acho que não vai dar nada isso não.
Samuel - no máximo o que vai acontecer é que vocês vão ter que pagar uma multa bem cara para me tirar da cadeia
Otávio - a ta doido rapaz que cadeia o caralho....kkk
Para a PF, a direção da Samarco sabia das falhas na barragem de Fundão. É o que mostram as trocas de e-mails e ligações anexadas ao inquérito da polícia, que trazem conversas entre gestores da mineradora desde 2012. E o resultado das investigações foi apresentado em uma coletiva, nesta quarta-feira (22), no Espírito Santo.
De acordo com a polícia, as mensagens foram compartilhadas em e-mails e no sistema de comunicação interno da empresa. Nas conversas, diretores comentam sobre trincas na estrutura e que, se houvesse uma ruptura, a comunidade de Bento Rodrigues poderia ser atingida.
Samarco
A Samarco foi procurada pelo G1 e disse que "repudia qualquer alegação de conhecimento prévio de risco de ruptura na Barragem de Fundão. A empresa informa ainda que continuará prestando todos os esclarecimentos devidos nos autos do processo", diz a nota.
Desastre
A barragem de Fundão se rompeu no dia 5 de novembro de 2015, destruindo o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana. Os rejeitos atingiram mais de 40 cidades na Região Leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. A lama percorreu o Rio Doce até a foz e o desastre ambiental, que deixou 19 mortos, é considerado o maior do Brasil.   
Pós-desastre
A Polícia Federal afirma que a barragem da Samarco que rompeu em Mariana, em Minas Gerais, era uma barragem "doente", porque sempre apresentou falhas. O inquérito da PF aponta que o “monitoramento de Fundão funcionava com equipamento defeituoso, que o plano de emergência não tinha eficácia e que houve deficiência no sistema de drenagem interno da barragem”, entre outras falhas.
A polícia continuou monitorando a comunicação de funcionários da Samarco, mesmo depois que a barragem rompeu. Tudo isso está no inquérito que já foi encaminhado para o Ministério Público.
De acordo com a Polícia Federal, esse monitoramento revela falhas na construção e na segurança da barragem.
Conversas
No dia 18 de novembro de 2015, um e-mail entre o diretor de operações Kleber Terra e o gerente geral de projetos Germano Lopes tem como assunto o piezômetro, equipamento usado para monitorar a estabilidade da barragem.
Está escrito na mensagem: "estavam offline no dia os piezômetros de Fundão, Sela, Tulipa e Selinha em função de problemas de comunicação".
A polícia também gravou conversas telefônicas de funcionários da empresa falando sobre o equipamento.
Piezômetro
Wanderson - você lembra de um equipamento, um piezômetro tá mais afastado? lá nesse patamar ali, tá mais afastado...nós instalamos mais um instrumento lá?
Léo - a gente colocou um instrumento lá Wanderson, porque não sei se você lembra, quando começou observações do dreno, a gente estava suspeitando deeee daquele piezômetro 7 que estava com índice ehhh um pouco elevado, a gente estava duvidando da consistência dele...
Wanderson - onde que está essas leituras?  nós não analisamos ele hora nenhuma porque nem sabia que ele existia.
Samarco (Foto: Arte/ TV Globo)
Samarco (Foto: Arte/ TV Globo)
Nomes citados
Segundo o inquérito, Wanderson Silvério Silva é coordenador técnico de planejamento e monitoramento da empresa Samarco; Léo seria Leonardo Martins Agripino, engenheiro de processos responsável por estabelecer rotina de serviço para as barragens Santarém, Germano e Fundão; Otávio é, provavelmente, Othavio Afonso Marchi, sócio da empresa VogBR que prestou serviço para fazer a declaração de estabilidade da barragem fundão de 2013 a 2015.

Polícia prende três hackers suspeitos de desviar mais de R$ 10 milhões

Edição do dia 24/06/2016
24/06/2016 06h15 - Atualizado em 24/06/2016 07h08

Um menor também foi apreendido. São acusados de fazerem parte de uma quadrilha que roubava senhas bancárias para desviar dinheiro das contas.

Everton SouzaMogi das Cruzes, SP
Em Mogi das Cruzes-SP, a Polícia prendeu três pessoas e apreendeu um adolescente. Eles são suspeitos de fazer parte de uma quadrilha que hackeava senhas bancárias e podem ter desviado mais de R$ 10 milhões.
Os hackers roubavam as senhas de bancos dos clientes e, a partir daí, faziam tranferencias para diferentes contas. Os alvos eram correntistas com alta movimentação bancária. 'Laranjas' recebiam uma porcentagem para sacar o dinheiro e entregar para a quadrilha.
Imagens gravadas pela polícia, os investigadores seguem uma mulher que acabava de sacar R$ 5 mil de uma agencia dentro de um shopping em Mogi das Cruzes. Ela foi presa. Segundo investigadores, quando a pessoa 'emprestava' a conta para a transação, ela ganhava em torno de R$ 2 mil a R$ 3 mil.
O golpe vinha sendo aplicado desde janeiro deste ano. A polícia acredita que o chefe da quadrilha é um adolescente de 17 anos, que foi apreendido. A polícia já localizou outros dois integrantes desta quadrilha, um em São Paulo e outro na cidade de Macaé, interior do Rio de Janeiro. A suspeita é de que pelo menos 10 pessoas façam parte do esquema.
Os três presos foram levados para a cadeia de Mogi das Cruzes e o menor será apresentado hoje (24), na Vara da Infância.