quarta-feira, 8 de junho de 2016

Temer recebe empresários. Agora, Skaf quer ajudar governo a sair da crise Liderados pelo presidente da Fiesp, empresários se posicionaram contra aumento de Impostos. Interino prometeu "ordem e progresso"

BETO BARATA/PR
Skaf e Temer
'Que a partir de hoje a crise política fique de um lado, e a economia siga de outro', disse Skaf
São Paulo – O presidente interino, Michel Temer, recebeu hoje (8) representantes do PIB paulista, liderados pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, em cerimônia no Palácio do Planalto, prometendo "harmonia institucional" e obediência à "ordem jurídica" como receita para a saída da crise política e econômica. Recebido sob aplausos que "vêm do coração", segundo ele, Temer disse que se não houver obediência à ordem jurídica, não há o que fazer. "Por isso, o nosso lema é ordem e progresso. Se não tem ordem, não tem progresso", afirmou para cerca de  200 empresários e representantes de entidades patronais.
O interino disse também que "ideologia, hoje, está fora de moda" e que as pessoas estão interessadas em resultados. "Se vierem, todos aplaudem." Alegando ter tido pouco tempo para a formação do governo, Temer colocou todas as fichas na auto-elogiada equipe econômica, que, segundo ele, conseguirá resgatar o país da crise de confiança.
"Não ajo como se estivesse num governo transitório", afirmou Temer, que, como sinal da propalada harmonia institucional conquistada por seu gabinete, destacou a aprovação pelo Congresso de medidas como a Desvinculação da Receitas da União (DRU), que permite a flexibilidade de gastos ao Executivo, e o a revisão do Orçamento de 2016, com a previsão de déficit de R$ 170 bilhões.
Líder da caravana de empresários, e um dos maiores entusiastas do processo que culminou com o afastamento temporário da presidenta Dilma Rousseff, Skaf destacou a "boa vibração" sentida no encontro e manifestou apoio ao governo interino. "Viemos aqui não para protestar. Não está faltando protesto. Viemos anunciar a disposição de trabalhar pela retomada do crescimento", afirmou.
Apesar do apoio, Skaf apelou para a dissociação entre as crises política e econômica. "Que a partir de hoje a crise política fique de um lado e a economia siga de outro." Ele pressionou também o governo interino para que não considere a elevação da carga tributária e ameaçou com eventual recusa dos empresários em arcar com suas obrigações fiscais. "Não adianta se pensar em aumentar impostos. É necessário que os impostos não sejam aumentados. Aumentar impostos, no momento em que a economia está enfraquecida, as empresas feridas, resultará em aumento da inadimplência", disse o presidente da Fiesp.
"No momento em que a confiança for retomada, vamos acelerar ao máximo os investimentos", prometeu. Como outras medidas para a retomada da confiança e promoção do crescimento, Skaf elencou a necessidade de redução das taxa de juros, o prosseguimento de programa de privatizações e concessões na área de infraestrutura, e o aumento do crédito para as empresas, em especial para o setor exportador. Segundo ele, essas são medidas que imediatas, não dependem de discussões com o Congresso, mas de "decisões".
Afirmando "novo discurso, novo tom e nova direção", o ministro da Fazenda do governo interino, Henrique Meirelles, prometeu não só reverter a crise, como trilhar novo caminho de desenvolvimento sustentável. Para tanto, Meirelles afirmou ser fundamental o restabelecimento da "saúde das finanças públicas", que, segundo ele, será conquistado com a proposta de crescimento real zero das despesas, conforme anunciado na peça do Orçamento.
Sem crescimento das despesas governamentais, a necessidade de financiamento do Estado diminui, fazendo sobrar recursos para as empresas. "Isso já gera confiabilidade no Estado, na gerência das contas públicas. Haverá cada vez mais recursos disponíveis para as empresas e para as pessoas, para o setor privado."
Ele também defendeu "a boa administração das empresas públicas" e disse que o mercado já começa a sentir os resultados das medidas tomadas. "Não tenho dúvida de que chegaremos, nos próximos trimestres, a retomar o crescimento do Brasil de uma forma e ritmo que pode surpreender", ressaltou Meirelles.
Já o secretário-executivo do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Moreira Franco, acusou o golpe e afirmou que licitações e leilões de concessões vêm sendo adiados "porque não há confiança do investidor em colocar o seu dinheiro em regras e contratos cujas lideranças podem não estar aqui amanhã." Sem referir-se diretamente ao processo do impeachment, ele afirmou que a insegurança institucional "está no DNA de todo esse processo". Também estavam presentes os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o pastor Marcos Pereira.

ASSASSINO DE ANIMAIS ESTÁ AGINDO NO BAIRRO RECANTO DA LAGOA, EM TRAMANDAÍ, RS

RSS tramandai matanca caesegatos XLMais de 10 animais já foram mortos no mês de maio e moradores estão apavorados.
A crueldade humana realmente não tem limites, pois um ser vivente está assassinando animais (cães e gatos) do bairro Recanto da Lagoa, em Tramandaí. Só no mês de maio/2016 mais de 10 (dez) animais foram mortos covardemente dentro de seus pátios, e a suspeita é que tenha sido por envenenamento. A morte de nenhum animal se justifica (seja de rua ou com tutor), mas assassinar animais que tem dono, que são tratados com amor e que não causam nenhum dano a quem quer que seja, é uma crueldade que não tem explicação.
Moradores que preferem não ser identificados relataram casos que chocam pela maldade desta criatura sem coração que está tirando estes peludos de suas famílias, causando dor e sofrimento para crianças e adultos. Os casos já foram registrados nas ruas Bélgica, Marrocos, Paraguai e Itália e as mortes são, na sua maioria, de gatos. Uma moradora está apavorada com esta situação, pois já teve dois gatos envenenados e teme pela vida dos cães que têm em sua residência. “Já sofremos muito com a perda dos nossos gatinhos (um macho e uma fêmea) e queremos que isto pare. É desumano o que esta pessoa está fazendo. Não é possível que tenhamos que manter nossos bichinhos trancados e sem poder correr pelo pátio pra tomarem sol, porque tem um ‘ser doente e cruel’ assassinado animais no nosso bairro”, destacou a jovem.
Outra senhora que está abalada e indignada é moradora do bairro há 9 anos e destaca que há alguns anos isto já havia acontecido, só que desta vez são mais animais mortos e em um curto espaço de tempo. “Esta pessoa não pode nem ser chamada de gente, porque tirar a vida de animais indefesos não é atitude de ser humano. Os animais são criaturas de Deus e estas mortes não focarão impunes, tenho certeza, mas até lá não podemos permitir que esta pessoa continue matando nossos peludinhos. Estou muito revoltada e nem sei o que faria se descobrisse quem é este monstro”, desabafou.
Na última semana alguém fez, anonimamente, a entrega de correspondência nas caixas de correio dos moradores do bairro, com alerta sobre as mortes e também, divulgando telefones para quem veja alguma movimentação suspeita e que queira denunciar. Os telefones para denúncia é o da Patram – (51) 3661.4620 e, para registro de ocorrências é o da Delegacia de Polícia Civil é o (51) 3661.1983.
Vale lembrar que maltratar animais é crime previsto pela Lei 9.605/98, em seu artigo 32, que assim dispõe: “Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa. § 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal”. Projeto que prevê aumento na pena já passou e foi aprovado na Câmara dos Deputados e tramita atualmente para aprovação do Senado. Se a nova lei for aprovada o tempo de reclusão passa a ser de 3 a 5 anos, mais multa. DENUNCIE!


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
O homem como espécie animal, não poderá explorar, abandonar os animais violando seus, direitos: Tem obrigação de colocar seus conhecimentos, a sua inteligência a serviço dos animais. Todo animal tem direito aos cuidados, a proteção e a atenção dos homens! Cadeia para quem maltrata animais. Invoco o Decreto Federal 24.645 de 10.07.1934 Art. 2° £3°; Vergonha a falta de respeito aos Direitos humanos, em seu art.12, A Declaração Universal dos direitos dos Animais, aprovada pela UNESCO, também não poderá ser violada.

LEI Nº 9605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998.
Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.

“Artigo 32 da Lei Federal nº.”. 9.605/98

É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticado, nativo ou exótico.

Pena - Detenção de 3 (três) meses a 4 (quatro) anos e multa.

STJ nega recurso do 'Japonês da Federal', citado em caso de corrupção

Newton Ishii foi condenado na Operação Sucuri, mas recorreu.

Caso de 2003 ainda corre nas esferas criminal e administrativa.

Samuel Nunes e James AlbertiDo G1 PR e da RPC
Agente da Polícia Federal Newton Hidenori Ishii (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)Policial foi condenado por corrupção passiva e facilitação de contrabando e está recorrendo das decisões (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)
Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um recurso de três réus da Operação Sucuri, deflagrada em 2003, contra 19 policiais federais, além de agentes da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Um dos envolvidos no caso é o agente Newton Hidenori Ishii, que ficou conhecido como “Japonês da Federal”, ao aparecer constantemente escoltando presos da Operação Lava Jato.
À época, as investigações mostraram que os agentes facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.
Segundo o advogado Oswaldo Loureiro de Mello Júnior, que defende Ishii e outros 14 réus, os processos decorrentes da Operação Sucuri ainda estão correndo na Justiça e nenhum dos acusados cumpriu qualquer pena.
O caso, contudo, segue sob segredo de Justiça. Em 2009, o juiz federal Pedro Carvalho Aguirre Filho, que coordenava os processos em Foz do Iguaçu, emitiu uma nota esclarecendo apenas que os agentes federais condenados haviam recebido penas que variavam entre oito anos, um  mês e 20 dias de reclusão, além de 160 dias-multa a quatro anos e oito meses de reclusão e 100 dias-multa.
"Um denunciado do grupo de contrabandistas foi absolvido de todas as acusações, bem como do grupo de servidores públicos federais, réus nas ações penais decorrentes da Operação Sucuri, foram absolvidos quatro Agentes de Polícia Federal e dois Técnicos da Receita Federal", explicou Aguirre Filho, sem detalhar os nomes dos réus.
Na decisão do STJ, tomada pelo ministro Félix Fischer, há um trecho que trata da redução de pena para quatro anos, dois meses e 21 dias de prisão, em regime semiaberto e mais 95 dias-multa. Todavia, o texto do magistrado não deixa claro sobre qual dos três apelantes terá a pena reduzida. A defesa de Ishii diz que ele foi condenado apenas a pagar cestas básicas.

Ainda de acordo com o advogado que o defende, o "Japonês da Federal” responde a três processos, derivados da Operação Sucuri, sendo um na esfera criminal, outro administrativo e um terceiro por improbidade administrativa. Todos estão em andamento.
O advogado de Ishii garantiu que já recorreu da decisão, à 5ª Turma do STJ, já que a decisão contra os clientes foi monocrática. Ainda de acordo com ele, há a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal, caso continue com decisões desfavoráveis.

Operador que teria abastecido conta de João Santana faz delação premiada

08/06/2016 13h36 - Atualizado em 08/06/2016 15h46

Réu na Lava Jato, Zwi Skornicki pode esclarecer repasses ao marqueteiro.

Investigadores querem apurar se ele deu dinheiro para campanha de 2014.

Camila BomfimDa TV Globo, em Brasília

O engenheiro Zwi Skornicki é um dos presos da 23ª fase da Operação Lava Jato (Foto: Giuliano Gomes/ Agência PR PRESS)O engenheiro Zwi Skornicki foi preso em fevereiro, na 23ª fase da Operação Lava Jato (Foto: Giuliano Gomes/ Agência PR PRESS)
Réu na Lava Jato sob a acusação de intermediar propinas do esquema de corrupção que atuava na Petrobras, o engenheiro Zwi Skornicki assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). Preso desde fevereiro, ele deve começar a prestar depoimentos aos procuradores da República nos próximos dias. Ao final dos depoimentos, a Justiça irá avaliar se homologa o acordo.
Skornicki foi detido na 23ª fase da Lava Jato, batizada de Acarajé. Na mesma etapa da operação, foi preso o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura, responsáveis pelas campanhas presidenciais de Dilma Rousseff em 2010 e 2014.
Segundo o Ministério Público Federal, João Santana recebeu US$ 4,5 milhões de Skornicki entre 2013 e 2014. O novo delator da Lava Jato é representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels e, ainda de acordo com os procuradores da República, foi citado por delatores do esquema como elo de pagamentos de propina.
Investigadores consideram que a delação de Zwi Scornicki pode revelar se existe ligação entre os repasses do operador para João Santana e para a campanha presidencial petista de 2014.
Conforme as investigações, o patrimônio de Zwi Skornicki aumentou 35 vezes em 10 anos. Informações obtidas pelo Jornal Nacional mostram que o patrimônio declarado do engenheiro passou de R$ 1,8 milhão para R$ 63 milhões no período.
A TV Globo entrou em contato com a defesa de Skornicki, mas até a última atualização desta reportagem não havia obtido resposta.

“Esses valores que eram repassados a Mônica Moura e João Santana eram deduzidos, eram contados como uma parcela da propina que deveria ser paga ao Partido dos Trabalhadores. A remessa dos valores era feita por orientação de João Vaccari, que era a pessoa que coordenava o repasse dos valores no interesse do Partido dos Trabalhadores”, afirmou à época a procuradora da República Laura Tessler, uma das integrantes da força-tarefa da Lava Jato.
Tesoureiro do PT

Skornicki se tornou réu na Lava Jato em abrilacusado de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Na denúncia apresentada à Justiça Federal do Paraná, o Ministério Público Federal afirmou que o engenheiro era responsável por repasses ao PT por meio do ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto, preso desde 2015.
Com a delação premiada, a eventual pena de Zwi Skornicki pode vir a ser reduzida se ele colaborar com os investigadores do esquema de corrupção que agia na estatal do petróleo.

Pesquisa aponta Lula como favorito à eleição 2018

O ex-presidente é seguido pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) e a ex-ministra Marina Silva (Rede)
POLÍTICA AVALIAÇÃOHÁ 32 MINSPOR FOLHAPR
Após quase um mês do afastamento da presidente Dilma Rousseff, a maioria dos brasileiros (54,5%) considera que o desempenho do governo interino de Michel Temer está igual ao da petista, aponta pesquisa CNT (Confederação Nacional de Transportes)/MDA divulgada nesta quarta-feira (8). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para essa parcela da população, a troca no comando não produziu nenhuma mudança significativa no país. Outros 20,1% dos entrevistados afirmaram que o governo melhorou, enquanto para 14,9%, ele piorou.
A avaliação da gestão Temer é positiva para apenas 11,3% dos entrevistados e negativa para 28% deles. Cerca de 30,2% consideram o governo do peemedebista como regular, e 30,5% não souberam opinar.
A impressão sobre o desempenho pessoal do interino também é majoritariamente negativa: 33,8% dos brasileiros o aprovam, contra 40,4% que o reprovam. Outros 25,8% não opinaram.
Além disso, para 46,6%, a corrupção no governo Michel Temer será igual ao do governo Dilma. Para 28,3% será menor e para 18,6%, será maior.
IMPEACHMENT
De acordo com a pesquisa da CNT, a maioria da população defende a deposição da presidente. Cerca de 62,4% defendem que seu afastamento pelo Senado foi correto; 33% discordam da decisão.
Ao final do julgamento da petista, 68,2% acreditam que ela será cassada e que Michel Temer permanecerá na Presidência. Já 25,3% pensam que Dilma reassumirá o cargo de presidente.
ELEIÇÕES
A pesquisa também mostrou que a maioria da população é favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e a ex-ministra Marina Silva (Rede) como favoritos à eleição presidencial de 2018.
Em todos os cenários simulados pela pesquisa para as eleições presidencial em 2018, o interino Michel Temer seria derrotado.O petista lidera em todos os cenários para o primeiro turno, com intenções de voto que variam de 8,6% a 22,3%.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), por sua vez, vence todos os cenários para o segundo turno, batendo Temer, Lula e Marina Silva (Rede). Se a eleição fosse hoje o ex-presidente venceria apenas de Temer, sendo também derrotado por Marina.Veja as simulações:
1º turno: Intenção de voto espontânea
Lula: 8,6%Aécio Neves: 5,7%Marina Silva: 3,8%Dilma Rousseff: 2,3%Michel Temer: 2,1%Jair Bolsonaro: 2,1%Ciro Gomes: 1,2%Geraldo Alckmin: 0,6%Joaquim Barbosa: 0,6%José Serra: 0,3%Outros: 1,7%Branco/Nulo: 16,7%Indecisos: 54,1%1º turno: Intenção de voto estimulada
Cenário 1: Lula 22%, Aécio Neves 15,9%, Marina Silva 14,8%, Ciro Gomes 6%, Jair Bolsonaro 5,8%, Michel Temer 5,4%, Branco/Nulo: 21,2%, Indecisos: 8,9%Cenário 2: Lula 22,3%, Marina Silva 16,6%, Geraldo Alckmin 9,6%, Ciro Gomes 6,3%, Michel Temer 6,2%, Jair Bolsonaro 6,2%, Branco/Nulo: 24%, Indecisos: 8,8%2º turno: Intenção de voto estimulada
Cenário 1: Aécio Neves 34,3%, Lula 29,9%, Branco/Nulo: 28,8%, Indecisos: 7,0%Cenário 2: Aécio Neves 32,3%, Michel Temer 15,8%, Branco/Nulo: 42,2%, Indecisos: 9,7%Cenário 3: Aécio Neves 29,7%, Marina Silva, 28,0%, Branco/Nulo: 34,6%,Indecisos: 7,7%Cenário 4: Lula 31,7%, Michel Temer 27,3%, Branco/Nulo: 33,4%, Indecisos: 7,6%Cenário 5: Marina Silva 33,7%, Michel Temer 20,9%, Branco/Nulo: 37,0%, Indecisos: 8,4%Cenário 6: Marina Silva, 35%, Lula 28,9%, Branco/Nulo: 30,0%, Indecisos: 6,1%A pesquisa CNT/MDA entrevistou 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Estados.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Aliado dá parecer que pode barrar cassação de Cunha

Como esperado por aliados de Cunha, todas as respostas dadas por Lira se aplicam de forma benéfica ao peemedebista
POLÍTICA DEPUTADOHÁ 26 MINSPOR FOLHAPRESS
Na véspera da votação do relatório que defende a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o aliado Arthur Lira (PP-AL) entregou nesta segunda-feira (6) à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) parecer que será usado para tentar salvar o mandato do presidente afastado da Câmara dos Deputados.
O parecer de Lira é uma resposta a uma consulta formulada pelo presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), também aliado de Cunha, sobre mudanças nas regras de cassação de mandato.
Como esperado por aliados de Cunha, todas as respostas dadas por Lira se aplicam de forma benéfica ao peemedebista.
O parecer de Lira deve ser votado pela CCJ, a principal comissão da Casa, na terça-feira (7). No mesmo dia, o Conselho de Ética da Câmara vota o parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que pede a cassação do mandato de Cunha devido à acusação de que ele ocultou contas no exterior abastecidas por propina do petrolão.
A consulta feita por Maranhão à CCJ fazia quatro perguntas: 1) Se no caso de o Conselho de Ética decidir aplicar uma punição a um deputado, o plenário da Câmara deve votar um parecer ou um projeto de resolução vindo do Conselho; 2) se são admitidas emendas em plenário; 3) se essas emendas podemprejudicar o acusado; e 4) se no caso de o plenário rejeitar o projeto, é votado a denúncia original que pede a cassação ou ela é automaticamente arquivada.
Lira pediu para ser o relator da consulta, de acordo com o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR). O deputado de Alagoas nega.
O objetivo dos aliados de Cunha era o de que as respostas fossem a de que a votação é do projeto, que cabe qualquer emenda desde que não prejudique o acusado e que a rejeição do projeto não resulta na votação da denúncia original, pela cassação.
Lira deu exatamente essas respostas, com destaque para a última, que se aprovada sepulta de vez a possibilidade de o plenário da Câmara votar a cassação de Cunha caso o Conselho de Ética aprove apenas uma punição branda ao peemedebista.
"Rejeitado, pelo Plenário, o projeto de resolução destinado à aplicação da penalidade, a respectiva proposição é simplesmente arquivada, com a consequente absolvição do parlamentar processado", diz o texto assinado por Lira.
A ação dos aliados de Cunha é uma das últimas tentativas de salvar o mandato do peemedebista, afastado do cargo e do mandato pelo Supremo Tribunal Federal, no dia 5 de maio, justamente sob o argumento de usar seu poder para tentar barrar as investigações da Lava Jato e de seu processo de cassação na Câmara.
O processo de cassação de Cunha já é o maior da história -deu início em outubro de 2015- e tem sido marcado por sucessivas reviravoltas patrocinadas por manobras de Cunha e de aliados. Com informações da Folhapress.

Morre ex-governador de Minas Gerais Hélio Garcia, aos 85 anos

Garcia exerceu dois mandatos à frente do Palácio da Liberdade, de 1984 a 1987 e 1991 a 1994
BRASIL FALECIMENTOHÁ 4 HORASPOR
O ex-governador de Minas Gerais Hélio Garcia morreu nesta segunda-feira (6), por volta das 7h, em Belo Horizonte, aos 85 anos. Nascido em Santo Antonio do Amparo, região Centro-Oeste do estado, Garcia exerceu dois mandatos à frente do Palácio da Liberdade: 1984 a 1987 e 1991 a 1994.
Nos últimos anos, o ex-governador vivia recolhido por conta de problemas de saúde. As causas da morte ainda não foram confirmadas. Garcia começou a vida política em 1963 como deputado estadual. Ele também foi prefeito de Belo Horizonte, em 1983. Antes de se aposentar, era filiado ao PTB. Foi também da UDN, Arena, PP e PMDB.
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), divulgou nota sobre a morte do político. "Foi com profundo pesar que recebi a notícia do falecimento do ex-governador Hélio Garcia. Homem público com uma trajetória de inestimáveis serviços prestados ao Estado e ao país, Hélio Garcia era uma das mais importantes referências da política mineira. Minas perde uma liderança que sempre se pautou pela sensatez, serenidade e espírito democrático. Aos familiares, manifesto minha sincera e afetuosa solidariedade neste momento.", disse. Com informações do Estadão Conteúdo.